Pré-projeto educação ambiental escola infantil

Pré-projeto educação ambiental escola infantil

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Projeto de Educação Ambiental na Escola João Paulo I, apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina de Estágio Curricular Obrigatório.

Orientador: Prof.ª Sára Costa.

4 UMÁRIO

1 INTRODUÇÃO04
2 JUSTIFICATIVA05
3 REFERENCIAL TEÓRICO06
3.1 CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE06
3.2 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL07
3.3 EDUCAÇÃO AMBIENTAL07
3.4 LEI DE DIRETRIZES E BASES08
3.5 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS INFANTIS08
4 OBJETIVOS10
4.1 OBJETIVO GERAL10
4.2 OBJETIVO ESPECÍFICO10
5 MATERIAL E MÉTODOSErro! Indicador não definido.1
5.1 ÁREA DE ESTUDOErro! Indicador não definido.1
5.2 MÉTODOSErro! Indicador não definido.1
5.3 RECURSOS MATERIAISErro! Indicador não definido.1
5.4 RECURSOS HUMANOSErro! Indicador não definido.1
6 CRONOGRAMA DE EXECUÇÃOErro! Indicador não definido.2

7 REFERÊNCIAS ........................................................... Erro! Indicador não definido.3

5 1. INTRODUÇÃO

Atualmente, há em todos os segmentos de nossa sociedade a preocupação com o meio ambiente e com a saúde pública, por que a cada dia que passa temos visto que nosso planeta está ameaçado pela poluição, e o pior de tudo isso, nós, seres humanos, somos os responsáveis por esse grande mal. O homem, de forma inconseqüente, tem provocado diariamente a destruição de seu habitat natural, o que tem colocado em risco a sua própria existência nesse planeta (SALERA, 2009).

Na década de 60 já se falava sobre as ações da humanidade contra o meio ambiente, como o uso de produtos pesticidas. Isso retrata que a preocupação com meio ambiente vem desde muitos anos, e trazendo ainda mais uma certeza que a educação ambiental surge nas entrelinhas dos artigos da época.

A educação ambiental surgiu nos anos 70 para sensibilização da população contra a degradação do meio ambiente, poluição do ar, solo, água e preocupação da escassez dos recursos naturais.

Conforme a Lei nº 9.795, de 27 de Abril de 1999 o artigo 2° diz: “A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.”

Portanto, através da implantação do Projeto de Educação Ambiental na Escola João Paulo I, que apresentará as reflexões sobre as questões ambientais que encontramos em nosso cotidiano. Pois a educação ambiental vai despertar aos alunos uma maior preocupação com o meio ambiente. Sendo este uma nova cultura na conservação da biodiversidade para as gerações futuras.

6 2. JUSTIFICATIVA

ambiente; visando uma melhor responsabilidade das novas gerações

Hoje a educação ambiental nas escolas é essencial para o conhecimento, aprendizado e socialização das crianças, pois trabalham as questões ambientais através dinâmicas, práticas e ações para a preservação do meio

O projeto tem como finalidade levar a sensibilização das crianças na

Escola João Paulo I, buscando um melhor aprendizado e interação das crianças com o meio ambiente, recursos naturais, movendo ações em que as crianças venham distinguir o certo e o errado sobre as questões ambientais que hoje vivenciamos.

7 3. REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

desses recursos é de suma importância para a nossa sobrevivência

A conservação da biodiversidade tem sido um tema muito discutido em congressos, seminários, fóruns estudantis e entre os ambientalistas, por se trata de nossa fauna e flora terrestre, não podemos deixar de falar que a preservação

Para Lima (2007, apud IBAMA, 2007), o Brasil abriga 07 biomas, é o país com a maior biodiversidade existente do mundo, reúne 70% das espécies vegetais e animais do planeta e possui a flora mais rica do mundo, com até 56.0 espécies de plantas, já descritas abrigando também, acima de 3.0 espécies de peixes de água doce, 517 espécies de anfíbios, 1.677 espécies de aves, 518 espécies de mamíferos, e pode ter até 10 milhões de insetos.

O desenvolvimento sustentável que evoluiu nas últimas décadas, caracterizando que o desenvolvimento de um país não se consiste apenas no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas envolve as questão social, e individual da realização e ser humano para melhoria de qualidade de vida da sociedade. Por isso que é importante ressaltar que:

A fauna e a flora, assim como os demais recursos ambientais, exercem uma função no ecossistema, e são indispensáveis para o seu equilíbrio. É dizer que cada um dos elementos do ecossistema tem uma missão a cumprir para mantê-lo estruturado e em harmonia. Nesse sentido, se todas as espécies são insubstituíveis nesse complexo, a ausência de qualquer uma delas altera toda a dinâmica do sistema. (LIMA, 2007. p.135).

Têm-se várias definições sobra à biodiversidade e um dos conceitos mais simples: “Biodiversidade é a variabilidade dos organismos vivos com diferentes níveis, desde espécies, seus habitats e ecossistemas, os complexos ecológicos dos quais fazem parte, até mesmo sua capacidade de reprodução.” (LIMA, 2007, apud ALBAGLI, 2001, p. 6-19).

Em suma não podemos deixar de falar sobre a significância da palavra biodiversidade (bio=vida) diversidade (grande variedade), pois a diversidades de vidas é essencial para um equilíbrio ambiental que propicia condições para o meio ambiente e sociedade. Se não tem um equilíbrio ambiental, conseqüentemente não haverá equilíbrio na qualidade de vida na população.

3.2 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Entende-se criança como um ser diferente do adulto, diferenciando na idade, na maturidade, além de ter certos comportamentos típicos. Porém, tirando a idade, o limite entre criança e adulto é complexo, pois este limite está associado à cultura, ao momento histórico e aos papéis determinados pela sociedade. Estes papéis dependem da classe social-econômica em que está inserida a criança e sua família. Não tem como tratar a criança analisando somente sua “natureza infantil’, desvinculando-a das relações sociais de produção existente na realidade”.

A valorização e o sentimento atribuídos à infância nem sempre existiram da forma como hoje são concebidas e difundidas, tendo sido modificadas a partir de mudanças econômicas e políticas da estrutura social. Percebem-se essas transformações em pinturas, diários de família, testamentos, igrejas e túmulos, o que demonstram que família e escola nem sempre existiram da mesma forma.

3.3 EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais.

Com a educação ambiental enfatiza também as regularidades, e busca manter o respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas humanas da Terra. O dever de reconhecer as similaridades globais, enquanto se interagem efetivamente com as especificidades locais, é resumido no seguinte lema: Pensar globalmente, agir localmente.

A Educação Ambiental busca abrir os nossos olhos, mostrando que o ser humano é apenas mais uma parte do meio ambiente. Ela se contrapõe às idéias antropocêntricas, que fazem com que o homem se coloque egoisticamente como o centro do universo, esquecendo, muitas vezes, da importância dos demais componentes da natureza (SALERA, 2009).

3.4 LEI DE DIRETRIZES E BASES

A educação infantil foi conceituada, no art. 29 da L.D.B., como sendo destinada às crianças de até 6 anos de idade, com a finalidade de complementar a ação da família e da comunidade, objetivando o desenvolvimento integral da criança nos aspectos físicos, psicológicos, intelectuais e sócias.

Aos sistemas municipais de ensino compete o cuidado necessário para a institucionalização da educação infantil em seus respectivos territórios, para que as creches e escolas se enquadrem, no prazo máximo de 3 anos (art. 89), nas normas da L.D.B, isto é, componham o 1º nível da educação básica (exigência do inciso I, art. 21), providenciando sua autorização e exigindo de seus professores a habilitação legal em curso normal médio ou de nível superior (art. 62).

Pelo art. 30 da L.D.B., ficaram claras a divisão da educação infantil em duas etapas. A primeira destinada a crianças de até 3 anos de idade, poderá ser oferecida em creches ou entidades equivalentes. A 2ª, para as crianças de 4 a 6 anos de idade, a ser desenvolvida em pré-escolas.

A lei, em seu art. 31, determinou que, na fase de educação infantil, a avaliação deverá ser feita apenas mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança e sem qualquer objetivo de promoção ou de classificação para acesso ao ensino fundamental.

3.5 EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS INFANTIS.

A educação ambiental ela deve ser aplicada em todas as escolas de ensino infantil, pois é as crianças o principal público alvo da nova geração e cultura da sociedade. Segundo a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que dispõe sobre a Educação Ambiental, no Art. 9 fala que: “Entende-se por educação ambiental na educação escolar a desenvolvida no âmbito dos currículos das instituições de ensino públicas e privada, englobando: I - educação básica: a) educação infantil;”

O planeta necessita de procedimentos como esse, ao ensinar uma criança como plantar uma pequena semente, fechar a torneira quando for fazer sua higiene bucal; isso facilita e ajuda o meio em que vivemos, para que no futuro não venha desaparecer os recursos naturais. Como Salera (2007), diz:

Praticar Educação Ambiental é, antes de mais nada, gostar de si, do seu próximo e da natureza à nossa volta. Ter consciência ambiental é reconhecer o papel que cada um de nós em na proteção de todos os lugares onde a vida nasce e se organiza. É querer auxiliar as pessoas ao nosso redor. É reconhecer a necessidade de vivermos em harmonia com a terra, as águas, as plantas, os animais e todas as demais formas de vida. É querer ser feliz sem causar danos a ninguém.

A educação ambiental infantil traz consigo uma maneira clara e objetiva de ensinar as crianças de forma que os nossos antepassados desconhecem. Por isso é sempre bom ressaltar que as crianças são as melhores pessoas para adquirir novos conhecimentos para uma nova cultura e geração que está por vim.

1 4. OBJETIVOS

4.1 GERAL

Sensibilizar as crianças da Escola João Paulo I sobre a importância da preservação do meio ambiente, destinação dos resíduos sólidos, racionamento do uso da água, poluição do solo, água, ar e crimes ambientais. Despertando-as com o interesse em colaborar no processo de conservação.

4.2 ESPECÍFICOS

Implantar o projeto de Educação Ambiental na Escola João

Paulo I; Ministrar palestras ambientais e interativas com os alunos;

Incentivar práticas como plantios de mudas, e hábitos de preservação do meio ambiente, seja na escola, em casa, por onde eles forem;

Desenvolver práticas de educação ambiental, através de atividades artísticas (pinturas, colagens, etc.); Realizar oficinas de reciclagem;

Fazer teatro sobre a conservação da biodiversidade.

12 5. MATERIAL E MÉTODOS

5.1 ÁREA DE ESTUDO

(Parte 1 de 2)

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