Técnico em Edificações

Técnico em Edificações

(Parte 1 de 5)

I.CENRIOS, TENDNCIAS E DESAFIOS13

IV.PANORAMA DA OFERTA DE EDUCAO PROFISSIONAL15

VI.MATRIZES DE REFERNCIA19

VII.INDICAÕES PARA ITINERRIOS FORMATIVOS37 ANEXO 39

A Ærea de Construçªo Civil abrange todas as atividades de produçªo de obras. Estªo incluídas nesta Ærea as atividades referentes às funçıes planejamento e projeto, execuçªo e manutençªo e restauraçªo de obras em diferentes segmentos, tais como edifícios, estradas, portos, aeroportos, canais de navegaçªo, tœneis, instalaçıes prediais, obras de saneamento, de fundaçıes e de terra em geral, estando excluídas as atividades relacionadas às operaçıes, tais como a operaçªo e o gerenciamento de sistemas de transportes, a operaçªo de estaçıes de tratamento de Ægua, de barragens, etc.

O tØcnico da Ærea de Construçªo Civil atua, assim, no planejamento e projeto, na execuçªo e na manutençªo de obras. Na fase de planejamento e projeto, o tØcnico atua no levantamento de informaçıes cadastrais, tØcnicas e de custos, que irªo subsidiar a elaboraçªo do projeto ou compor o seu estudo de viabilidade. Ainda nesta fase, o tØcnico desenvolve os projetos arquitetônicos e de instalaçıes, dando a eles a forma grÆfica adequada e detalhando as informaçıes necessÆrias à execuçªo da obra. TambØm aqui estªo incluídas as atividades de planejamento da obra, tais como com- posiçªo de custos e orçamentos, processos licitatórios e licenciamento de obras. Na fase de execuçªo, o tØcnico implanta e gerencia o canteiro de obras, fazendo a locaçªo da obra, executando instalaçıes provisórias, assegurando o fluxo de insumos para o andamento da obra, contratando trabalhadores, desenvolvendo treinamentos, fiscalizando a execuçªo dos serviços, implantando programas de qualidade e apropriando custos. Para executar as obras, o tØcnico atua em equipe e segue os projetos desenvolvidos na fase anterior. Na fase de manutençªo e restauraçªo de obras, o tØcnico atua na execuçªo de restauraçıes arquitetônicas e estruturais, reforço de estruturas e reformas em geral. TambØm nesta fase estªo incluídas as atividades de manutençªo preventiva de obras. Nesta, o tØcnico tem competŒncias similares às da fase de execuçªo, porØm com tecnologias bastante distintas.

A Ærea de Construçªo Civil tem interfaces com diversas outras Æreas profissionais. AlØm da nítida interface com a Ærea de Gestªo, claramente presente nas atividades de gerenciamento da execuçªo e da manutençªo de obras, devem ser ressaltadas as relaçıes com as Æreas de Transportes, GeomÆtica, Mineraçªo, Química, Meio Ambiente, AgropecuÆria, Artes, Design, Saœde, InformÆtica e ComØrcio. É possível, mesmo, que, em alguns casos, possam ser desenhados currículos que conte-9 nham cØlulas comuns de desenvolvimento de competŒncias requisitadas por mais de uma dessas Æreas.

A interface da Construçªo Civil com a AgropecuÆria se dÆ, por exemplo, no que se refere ao extrativismo da madeira, quanto à especificaçªo de seus tipos, às suas propriedades físicas e mecâ- nicas, às tØcnicas de beneficiamento, conservaçªo e estocagem, à resistŒncia ao ataque de tØrmitas e fungos, etc. Cabe, ainda, lembrar a interaçªo entre essas duas Æreas no que se refere ao paisagismo, pois projetos deste segmento e de obras civis se requisitam mutuamente.

A formaçªo de profissionais da Ærea de ComØrcio, inseridos no contexto de materiais para obras civis e, mesmo, no de comercializaçªo de imóveis, exige competŒncias que implicam o conhe- cimento da tecnologia desses produtos e de suas condiçıes de utilizaçªo. Dessa forma, o profissional requerido reœne, de um lado, competŒncias inerentes ao processo de venda e, de outro, aquelas envolvidas na definiçªo das especificaçıes de produtos que satisfaçam o cliente.

A interface entre as Æreas de Construçªo Civil e de Transportes se evidencia na interdependŒncia entre planejamento, desenho, construçªo e manutençªo das vias e o gerenciamento do trÆfego.

A saœde e segurança do trabalhador Ø uma exigŒncia de todas as atividades profissionais, ganhando especial relevo na Ærea de Construçªo Civil, na qual existem condiçıes de trabalho comumente perigosas, insalubres e/ou penosas. Daí a direta relaçªo com a Ærea de Saœde.

Obras de grande extensªo, como estradas, barragens e canais, tŒm impacto direto sobre o meio ambiente. AlØm disso, a construçªo civil consome muitos produtos, cujo uso agride diretamente a natureza. Entre eles, podem-se citar a madeira, os produtos cerâmicos, o cimento, a energia e outros. Nªo se pode deixar de citar, tambØm, que a manutençªo de obras Ø uma fonte de muitos rejeitos, como os resíduos de cimento, cal, cerâmica, asfalto, rochas, etc. A disposiçªo destes resíduos causa grande impacto no ambiente. Por tudo isto, a Ærea de Construçªo Civil deve ter uma forte interaçªo com a de Meio Ambiente. Esta interface pode sugerir, por exemplo, a formaçªo de tØcni- cos em construçªo de aterros sanitÆrios com aproveitamento de rejeitos da construçªo civil. A produçªo de materiais de construçªo depende, em grande parte, da Química. Para melhor desempenhar suas funçıes, tØcnicos da Ærea de Construçªo Civil procuram, atØ com freqüŒncia, uma formaçªo complementar em tecnologia dos materiais. O crescimento do emprego de polímeros na construçªo civil demanda profissionais que atuem nessa interface. Esta interaçªo estÆ presente, tambØm, na produçªo de cimento, aço, cerâmica, vidro, elastômeros e tintas. A InformÆtica Ø uma Ærea que tem interface com todas as Æreas profissionais. Na Construçªo

Civil, esta interface estÆ caracterizada no uso e desenvolvimento de ferramentas de projeto e de gestªo de processos. A interface com a Ærea de Artes se dÆ, fortemente, na funçªo de manutençªo e restauraçªo, onde obras de valor histórico e artístico exigem conhecimentos de história da arte e de tØcnicas que10 sªo de uso corrente, por exemplo, entre pintores e escultores. AlØm disso, de modo geral, a criaçªo de projetos de construçªo civil envolve uma visªo estØtica, o que determina sua relaçªo tambØm com a Ærea de Design, particularmente com o segmento de decoraçªo de ambientes.

A GeomÆtica interage com a Ærea de Construçªo Civil no posicionamento e no anteprojeto de grandes obras, como barragens, estradas, canais, etc. A utilizaçªo de bancos de dados georreferenciados possibilita a prevençªo e o controle de riscos ambientais, definindo as obras ne- cessÆrias e as formas de execuçªo destas.

A interaçªo da Construçªo Civil com a Ærea de Telecomunicaçıes ocorre na definiçªo do projeto de instalaçıes, possibilitando a definiçªo de posicionamentos em consonância com o projeto elØtrico, de modo a nªo interferir nos sinais que circulam atravØs da rede. A utilizaçªo de conhecimentos em Telecomunicaçıes, especialmente quanto às especificidades de ductos, cabos e conectores, definirÆ as obras necessÆrias e as formas de execuçªo.

Por fim, existe, tambØm, uma interface da Ærea de Construçªo Civil com a de Mineraçªo. Esta interface se dÆ pela definiçªo e pelo controle dos produtos de interesse para a construçªo civil, tais como areias, pedras, argilas, terras e outros produtos minerais. Nªo se pode deixar de lembrar que Ø preciso levar em conta a interaçªo com a Educaçªo

BÆsica, da qual devem vir competŒncias primordiais, entre tantas outras as de ler e interpretar, redigir textos, calcular, assim como as bases científicas necessÆrias à construçªo das competŒncias tØcnicas.

O mundo do trabalho estÆ sofrendo transformaçıes rÆpidas e profundas, determinadas, especialmente, pelos avanços tecnológicos, apontando, entre outras, para a extinçªo e a criaçªo de novas profissıes, assim como para a mudança nos processos de trabalho. Para fazer frente a estas mudan- ças, hÆ que se reformular conceitos e modelos educacionais, mais particularmente os que vŒm inspirando a educaçªo profissional. A formaçªo baseada em competŒncias, a partir de currículos centrados na aprendizagem ativa, flexíveis e nªo predeterminados, visa, justamente, ao desenvolvimento de cidadªos e trabalhadores capazes de antever e de responder, pronta e autonomamente, a essas transformaçıes.

De forma geral, o mundo produtivo vem apresentando reduçªo sensível dos postos de trabalho, em praticamente todos os setores. Esta reduçªo no nível de emprego estÆ estreitamente ligada ao crescente grau de automaçªo nos processos de produçªo. Observa-se que demanda crescente vem ocorrendo apenas em alguns segmentos de serviços, particularmente os pessoais, de lazer, turismo, alimentaçªo, entretenimento, etc.

Contrariando a tendŒncia geral, a Ærea de Construçªo Civil nªo tem apresentado acentuado grau de automaçªo e modernizaçªo. O uso de mÆquinas na construçªo Ø restrito a grandes obras, à chamada construçªo pesada. Entretanto, diversas modificaçıes estªo surgindo nos sistemas construtivos, de forma a tornÆ-los mais simples. O uso de componentes industrializados, como as argamassas e concretos, Ø crescente. Por conta disso e, certamente, por razıes ligadas à conjuntura política e econômica, a construçªo tambØm passa por uma reduçªo nos postos de trabalho. Esta reduçªo Ø pequena, porØm sensível.

O Brasil Ø um país grande e carente de infra-estrutura. A maior parte desta depende de obras como redes de esgoto e Ægua, estradas, ferrovias, edifícios especializados. Nªo se pode deixar de fora a construçªo de moradias, que Ø o maior dØficit da Ærea. Portanto, configura-se um mercado expansível e de grande potencial. HÆ, porØm, um pessimismo na Ærea, alimentado pela falta de investimentos em obras pœblicas de grande porte. O contingente de empresÆrios, trabalhadores e mÆquinas, concentrado anteriormente naquelas, tem se deslocado para obras privadas de menor porte, entre as quais destacam-se os edifícios residenciais, os shopping centers, as pequenas barragens, etc.13

No segmento de moradias, o que tem mostrado um vigor incomum e apresentado grande participaçªo no mercado Ø o da construçªo e reforma de residŒncias unifamiliares. Estas sªo, em geral, conduzidas pelos próprios proprietÆrios e orientadas por profissionais com competŒncias desenvolvidas atravØs de formaçªo escolar específica e/ou da prÆtica no trabalho, apresentando, por conta disso, qualidade superior à mØdia. Por outro lado, sªo lentas, pois sªo financiadas com recursos próprios, oriundos de poupanças de longo prazo.

Todo este contexto mostra um cenÆrio novo na Ærea de Construçªo Civil, caracterizado por empresas grandes dividindo-se em empresas menores e especializadas, terceirizando parte de suas atividades. HÆ empresas especializadas, por exemplo, em fundaçıes, sondagens, projetos arquitetônicos, estruturais, de instalaçıes, de construçªo de edifícios residenciais ou comerciais. Se, por um lado, observa-se uma divisªo mais acentuada de trabalho, por outro, percebe-se que cada um dos profissionais da Ærea, alØm do domínio das competŒncias de sua especialidade, deve ter visªo ampla do processo de produçªo envolvido na construçªo civil. Isso indica a necessidade de formaçªo na Ærea como um todo, o que implica o desenvolvimento das competŒncias profissionais gerais, acompanhada da que remete a segmentos particulares de atuaçªo, contemplando competŒncias específicas da habilitaçªo que lhe diz respeito.

Os cursos tØcnicos da Ærea de Construçªo Civil tŒm oferecido uma formaçªo ampla e generalista. Isto, por um lado, Ø positivo, pois o tØcnico tem uma visªo completa da obra, desde a sua concepçªo atØ a sua conclusªo. Por outro lado, tªo grande amplitude de formaçªo tem inconvenientes: as cargas horÆrias dos cursos acabam sendo muito extensas e os currículos nªo se adequando rapida- mente às transformaçıes tecnológicas da produçªo. Na grande maioria das escolas, pensa-se em adequar a formaçªo do tØcnico à demanda por tecnologia, por meio da ampliaçªo de carga horÆria1. Isto Ø, busca-se um maior detalhamento ou a inserçªo de novos conteœdos. AlØm disso, busca-se equipar as escolas com mÆquinas, equipamentos e laboratórios sofisticados, como se isto pudesse modernizar a obra e o ensino.

Cursos tªo longos sªo pouco acessíveis aos trabalhadores, caros para os mantenedores e ina- dequados para as demandas do setor produtivo. Em razªo disso, as empresas tŒm suprido as suas necessidades mediante a oferta de programas internos de capacitaçªo em serviço. Estes, contudo, ao atender aos interesses mais específicos e imediatos das empresas que os oferecem, podem limitar as possibilidades de engajamento do trabalhador em outros contextos de produçªo. Durante a formaçªo dos profissionais da Ærea de Construçªo Civil, Ø restrita a oportunidade de direcionamentos diferenciados, que atendam às preferŒncias dos estudantes. Como os cursos tratam da obra como um todo, o aluno só escolhe sua especialidade durante o estÆgio, tardiamente realizado, em geral, no final do curso. AlØm disso, os atuais cursos tØcnicos na Ærea estªo focados, principalmente, na construçªo de edifícios, estradas e obras de saneamento. Os cursos da Ærea estªo bem distribuídos por todo o Brasil e sªo, em sua maioria, oferecidos pelas escolas das redes do sistema federal e do SENAI. Considerando o elevado custo de implantaçªo de salas ambiente e a necessidade de um grande nœmero de horas de trabalhos prÆticos, estes cursos sªo muito pouco oferecidos por outras instituiçıes. Entretanto, no nível bÆsico Ø grande a oferta de cursos da Ærea, promovidos por empresas e, sobretudo, contemplados em programas sociais de órgªos pœblicos, entidades sindicais e organizaçıes comunitÆrias.

(1)GUERCHON, J. Aonde Vamos? Rio de Janeiro: INFORMATEQ, Escola TØcnica Federal de Química, 1987.15

Isso indica, em síntese, a necessidade de que a ampliaçªo da oferta de educaçªo profissional se dŒ preponderantemente no sentido da diversificaçªo para atender aos mœltiplos segmentos que a Ærea apresenta, com o redimensionamento e a reconfiguraçªo da visªo, demasiadamente ampla e restritamente segmentada, que vem inspirando os currículos.

Para tanto recomenda-se: ØAdoçªo de desenhos curriculares e de alternativas metodológicas inovadoras, dinâmicas, que substituam o modelo centrado nas aulas tradicionais, de forma quase que exclusiva ou com Œnfase absoluta, por um ambiente pedagógico caracterizado por aulas operatórias , por workshops e oficinas nas quais os alunos trabalhem em projetos concretos e experimen- tais característicos da Ærea, por oferecer espaços de discussªo fundamentada do que estÆ fartamente disponível para ser ouvido, visto e lido no mundo fora do espaço escolar, por seminÆrios e palestras com profissionais atuantes, por visitas culturais e tØcnicas.

ØA busca de alternativas de gestªo de recursos educacionais, tais como acordos, convŒnios, patrocínios ou parcerias, que viabilizem constante renovaçªo ou atualizaçªo tecnológica, condiçªo essencial para que a educaçªo profissional nªo faça da efetiva realidade do processo de produçªo da Ærea uma ficçªo.

ØO estudo e a implantaçªo de formas mais flexíveis de organizaçªo do trabalho escolar e de estabelecimento de vínculos contratuais com professores, de maneira a possibilitar a contribuiçªo de profissionais efetivamente engajados na atividade produtiva, atualizados e responsÆveis por produçıes reconhecidas pela sua qualidade, cuja disponibilidade e interesse nªo se ajustam aos esquemas pedagógicos e administrativos convencionais.

O processo produtivo de uma Ærea profissional pode ser sistematizado a partir da natureza das atividades que comumente o caracterizam. Com base nesse critØrio, na produçªo da Ærea de Construçªo Civil podem ser distinguidas trŒs funçıes:

3. Manutençªo A funçªo Planejamento e Projeto engloba as atividades ligadas ao diagnóstico, ao anteprojeto, ao desenvolvimento dos projetos tØcnicos e de viabilidade econômica e ao planejamento da obra como um todo. Essa funçªo envolve trŒs subfunçıes: ØElaboraçªo de estudos de viabilidade tØcnico-econômica de empreendimentos, de laudos avaliatórios, de plantas de valores genØricos e pareceres tØcnicos.

ØElaboraçªo de projetos tØcnicos. ØElaboraçªo de planejamento de obras.

A clara distinçªo entre estas subfunçıes Ø percebida no mercado especializado e setorizado. A funçªo Execuçªo abrange a dimensªo do fazer. Nesta, a obra Ø transferida do papel para a realidade. Executar a obra envolve inœmeros processos tØcnicos e de controle da produçªo e produtividade. Os sistemas construtivos a serem empregados variam segundo as características do projeto e do local onde a obra Ø realizada. TambØm esta funçªo se divide em trŒs subfunçıes:

ØInstalaçªo e gerenciamento de canteiros de obras. ØExecuçªo de obras.

ØControle de processos. A funçªo Manutençªo e Restauraçªo estÆ afeta às obras de recuperaçªo estrutural e arquitetônica, ao reforço de estruturas, às reformas e às obras de manutençªo propriamente ditas.

Esta se cerca de sistemas construtivos muito específicos, que diferem daqueles empregados na execuçªo de obras. Suas subfunçıes sªo basicamente as mesmas da funçªo anterior:

ØInstalaçªo e gerenciamento de canteiros de obras. ØExecuçªo de obras de manutençªo e restauraçªo. ØControle de processos.17

O quadro abaixo representa a organizaçªo do processo de produçªo na Ærea de Construçªo Civil. Nele, sªo apresentadas as funçıes e suas respectivas subfunçıes.

FUNÕESSUBFUN˙ÕES

1. PLANEJAMENTO E PROJETO1.1 - Elaboraçªo de estudos de1.2 - Elaboraçªo de estudos e1.3 - Elaboraçªo de planejamento viabilidade tØcnico-econômica deprojetos tØcnicos.de obras. empreendimentos, de laudos avaliatórios, de plantas de valores genØricos e pareceres tØcnicos.

2. EXECUO2.1 - Instalaçªo e gerenciamento de2.2 - Execuçªo de obras.2.3 - Controle de processos. canteiro de obras.

3. MANUTENO3.1 - Instalaçªo e gerenciamento3.2 - Execuçªo de obras de3.3 - Controle de processos. E RESTAURAOde canteiro de obras.manutençªo e restauraçªo.

Preliminarmente, cabe ressaltar que os currículos da Ærea deverªo, necessariamente, possibilitar o desenvolvimento das competŒncias profissionais gerais determinadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educaçªo Profissional de Nível TØcnico - Parecer CNE/CEB n”16/9 e Resoluçªo CNE/CEB no 04/9, a saber: ØAplicar normas, mØtodos, tØcnicas e procedimentos estabelecidos visando à qualidade e produtividade dos processos construtivos e de segurança dos trabalhadores.

ØAnalisar interfaces das plantas e especificaçıes de um projeto, integrando-as de forma sistŒmica, detectando inconsistŒncias, superposiçıes e incompatibilidades de execuçªo.

ØPropor alternativas de uso de materiais, de tØcnicas e de fluxos de circulaçªo de materiais, pessoas e equipamentos, tanto em escritórios quanto em canteiros de obras, visando à melhoria contínua dos processos de construçªo.

ØElaborar projetos arquitetônicos, estruturais e de instalaçıes hidrÆulicas e elØtricas, com respectivos detalhamentos, cÆlculos e desenho para edificaçıes, nos termos e limites regu- lamentares. ØSupervisionar a execuçªo de projetos, coordenando equipes de trabalho.

ØElaborar cronogramas e orçamentos, orientando, acompanhando e controlando as etapas da construçªo.

ØControlar a qualidade dos materiais, de acordo com as normas tØcnicas.

ØCoordenar o manuseio, o preparo e o armazenamento dos materiais e equipamentos. ØPreparar processos para aprovaçªo de projetos de edificaçıes em órgªos pœblicos.

ØExecutar locaçıes e demarcaçıes de terrenos e auxiliar trabalhos de levantamentos topogrÆficos.

(Parte 1 de 5)

Comentários