ESCLERÓDIOS DE Sclerotinia sclerotiorum SUBMETIDOS A DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS DE PLANTAS DO CERRADO BAIANO

ESCLERÓDIOS DE Sclerotinia sclerotiorum SUBMETIDOS A DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS...

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Yulia Tishchenko de Oliveira

ESCLERÓDIOS DE Sclerotinia sclerotiorum SUBMETIDOS A DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS DE PLANTAS DO CERRADO BAIANO

BARREIRAS – BA Outubro de 2009

ESCLERÓDIOS DE Sclerotinia sclerotiorum SUBMETIDOS A DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS DE PLANTAS DO CERRADO BAIANO

Yulia Tishchenko de Oliveira

Orientador: Prof. D. Sc. João Luiz Coimbra

Co-orientador: Prof. M. Sc. Jorge da Silva Júnior

Monografia apresentada ao Departamento de Ciências Humanas da UNEB – Campus IX, para obtenção do Título de Engenheira Agrônoma.

BARREIRAS – BA Outubro de 2009

Obs: É proibida a publicação de artigo extraído da monografia sem autorização expressa do orientador desta instituição, sob sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorais (Nº9.610, de 19/02/1998).

O48e

Oliveira, Yulia Tishchenko de

6 f.: il. color. ; 29 cm

Escleródios de sclerotinia sclerotiorum submetidos a diferentes extratos vegetais de plantas do cerrado baiano/Yulia Tishchenko de Oliveira. – Barreiras: Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Ciências Humanas, 2009.

Co-orientador: Prof. M. Sc. Jorge da Silva Júnior

Orientador: Prof. D. Sc. João Luiz Coimbra

1. Fungos 2. pragas agrícolas 3. sclerotinia sclerotiorum 4. Solo 5. Cerrado 6. Plantas dos Cerrados I. Titulo I. Universidade do Estado da Bahia.

Universidade do Estado da Bahia - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS-DCH/ CAMPUS IX Colegiado de Engenharia Agronômica

CERTIFICADO DE APROVAÇÃO DE DEFESA DE MONOGRAFIA No 104

TÍTULO: ESCLERÓDIOS DE Sclerotinia sclerotiorum SUBMETIDOS A DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS DE PLANTAS DO CERRADO BAIANO

AUTOR: Yulia Tishchenko de Oliveira

ORIENTADOR: Prof. D. Sc. João Luiz Coimbra

Aprovado pela Banca Examinadora:

i DEDICATÓRIA

Dedico este estudo ao meu esposo, Josival Santos de Melo, à minha mãe,

Lúcia Maria Tishchenko, ao meu irmão, Nikolay Julianovitch Tishchenko de Oliveira e aos meus amigos.

iv AGRADECIMENTOS

Em primeiro lugar, a Deus, pela oportunidade de estar aqui no planeta. À minha mãe, Lúcia Maria Tishchenko e ao meu irmão, Nikolay Julianovitch

Tishchenko de Oliveira, que sempre me apoiaram e estiveram presentes em todos os momentos da minha vida e, se não fosse por eles, esse trabalho não teria se concretizado.

Ao meu esposo, Josival Santos de Melo, pela sua ajuda e companheirismo e, sem a sua cooperação, esse trabalho teria sido mais difícil.

Ao meu orientador, o Prof. D. Sc João Luiz Coimbra que, com sua disposição, paciência e auxílio contribuiu para a formação e finalização deste trabalho.

Ao meu co-orientador, M. Sc. Jorge da Silva Júnior, pela colaboração e pelas sugestões feitas no trabalho.

À professora D. Sc. Florisvalda da Silva Santos, que me auxiliou com informações importantes para o trabalho, além de identificar as contaminações na cultura e também quando a mesma ficou pura.

A Glauciana Pereira de Araujo, pelo auxílio na obtenção dos extratos, pois, sem ela, eu não teria conseguido identificar as espécies utilizadas para obtenção dos extratos.

A Bianca Samay Angelina Bomfim, pelo auxílio no laboratório e na obtenção dos dados para o trabalho. Sem a sua ajuda, a realização do trabalho teria sido muito difícil.

A Gerdson Henrique Santos Vieira, por toda ajuda prestada quando foi necessário.

A Samira Araújo Rachid Alves, que é minha amiga desde 1995, pela sua ajuda, amizade e companheirismo durante todos esses anos.

Aos colegas de curso e professores que me auxiliaram no decorrer do curso. À banca e aos professores do curso, que foram fundamentais para o meu aprendizado e conclusão de graduação.

YULIA TISHCHENKO DE OLIVEIRA, filha de Júlio Cezar Pereira de Oliveira e

Lúcia Maria Tishchenko, nasceu em Salvador em 27 de setembro de 1982. No ano de 2000 concluiu o ensino médio no Centro Educacional Salvador Dali. Em abril de 2002 ingressou na Universidade do Estado da Bahia e foi nesta instituição que realizou este trabalho de conclusão de curso. Entre fevereiro e outubro de 2009 estagiou na Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A., onde participou como co-autora dos trabalhos: Ocorrência do fitonematóide Pratylenchus brachyurus em plantios de algodão em municípios do oeste da Bahia, Desenvolvimento produtivo do algodão colorido na agricultura familiar no oeste da Bahia, Efeito da adubação nitrogenada no algodoeiro em Sistema Integrado Lavoura-Pecuária e Plantio Direto e Produtividade de algodão colorido na agricultura familiar no oeste da Bahia, apresentados no VII Congresso Brasileiro de Algodão.

LISTA DE FIGURASviii
LISTA DE TABELASx
LISTA DE ABREVIATURASxi
LISTA DE SÍMBOLOSxii
RESUMOxiii
ABSTRACTxiv
1 INTRODUÇÃO1
2 REVISÃO DE LITERATURA2
2.1 A cultura da soja2
2.1.1 Histórico2
2.1.2 Classificação botânica4
2.1.3 Importância econômica5
2.1.4 A cultura da soja no Oeste da Bahia7
2.2 O mofo branco da soja9
2.2.1 Etiologia1
2.2.2 Importância da doença12
2.2.3 Sintomatologia13
2.2.4 Ciclo da doença e epidemiologia16
2.3 Métodos de controle do mofo branco17
2.4 Efeitos de extratos vegetais sobre a patogenicidade de fungos26
3 MATERIAL E MÉTODOS30
3.1 Obtenção dos extratos vegetais:30
3.2 Obtenção e manutenção do inóculo31
3.3 Montagem dos ensaios32
3.3.1 Efeito dos extratos sobre o crescimento micelial de Sclerotinia sclerotiorum32
3.3.2 Efeito dos extratos sobre a produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum3
3.3.3 Efeito dos extratos sobre a germinação dos escleródios de Sclerotinia sclerotiorum3
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO34
4.1 Efeito dos extratos sobre o crescimento micelial de Sclerotinia sclerotiorum34

SUMÁRIO 4.2 Efeito dos extratos sobre a produção de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum 36 vii

sclerotiorum39
5 CONCLUSÕES43

4.3 Efeito dos extratos sobre a germinação dos escleródios de Sclerotinia REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 4 viii

sobre o tecido da planta (FONTE: HERBÁRIO VIRTUAL, 2008)12

Figura 1. Sinais do mofo branco em haste e vagem de soja compostos de massas miceliais (seta) e escleródios de coloração escura (detalhes) formados

VIRTUAL, 2008)14

Figura 2. Massa branca de aspecto cotonoso coberta pelo micélio de Sclerotinia sclerotiorum em vagem (A) e haste (B) de soja (FONTE: HERBÁRIO Figura 3. Sintomas e sinais de S. sclerotiorum, formados por micélio (seta) e

VIRTUAL, 2008)15
Figura 4. Folhas de Araticum cagão (Annona coriaceum)30
Figura 5. Folhas de Embaúba (Cecropia pachystachya)30
Figura 6. Folhas de Jatobá (Hymenaeae courbaril)31
Figura 7. Folhas de Lixeira (Curatella americana)31
Figura 8. Folhas de Mutamba (Guazuma ulmifolia)31
Figura 9. Folhas de Tamboril (Enterolobium contortisiliquum)31
UNEB, Barreiras, 200935

escleródios de coloração escura (detalhes) (FONTE: HERBÁRIO Figura 10. Crescimento micelial representando a AACPICM dos tratamentos utilizados no experimento realizado no Laboratório de Fitopatologia da

UNEB, Barreiras, 200935

Figura 1. Placa de Petri representando o tratamento Tamboril contaminado por fungos, no experimento realizado no Laboratório de Fitopatologia da

200938

Figura 12. Placa de Petri com colônias de fungos contaminantes, misturados à colônia de Sclerotinia sclerotiorum no tratamento Araticum Cagão, no experimento realizado no Laboratório de Fitopatologia da UNEB, Barreiras,

Figura 13. Placa de Petri com colônias de fungos contaminantes, misturados à colônia de Sclerotinia sclerotiorum no tratamento Mutamba, no ix

200938

experimento realizado no Laboratório de Fitopatologia da UNEB, Barreiras,

realizado no laboratório de Fitopatologia, Barreiras, 200939

Figura 14. Crescimento micelial reduzido dos escleródios de Sclerotinia sclerotiorum que foram mergulhados em água destildada autoclavada, da testemunha, nas 48 horas após a transferência para o meio BDA, em experimento

Figura 15. Crescimento micelial em pleno desenvolvimento de escleródios de Sclerotinia sclerotiorum que foram mergulhados no extrato de Araticum

realizado no laboratório de Fitopatologia, Barreiras, 200940

Cagão, 48 horas após a transferência para o meio BDA, em experimento

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