Norma portuguesa

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Norma Portuguesa

Eurocódigo 2 – Projecto de estruturas de betão Parte 1-1: Regras gerais e regras para edifícios

Eurocode 2 – Calcul des structures en béton Partie 1-1: Règles générales et règles pour les bâtiments

Eurocode 2 – Design of concrete structures Part 1-1: General rules and rules for buildings

DESCRITORES Eurocódigo; betões; estruturas de betão; edifícios; materiais de construção; cálculos matemáticos; betão armado; betão préesforçado; segurança; agregados; armaduras(construção civil); projecto estrutural; construção civil

CORRESPONDÊNCIA Versão portuguesa da EN 1992-1-1:2004 + AC:2008

A presente Norma resulta da revisão da NP ENV 1992-1-1:1998

ELABORAÇÃO CT 115 (LNEC)

EDIÇÃO Março de 2010

CÓDIGO DE PREÇO XEC066

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Preâmbulo nacional

À Norma Europeia EN 1992-1-1:2004, foi dado estatuto de Norma Portuguesa em 2005-08-16 (Termo de Adopção nº 1156/2005, de 2005-08-16).

A presente Norma substitui a NP ENV 1992-1-1:1998 e constitui a versão portuguesa da EN 1992-1-1:2004 + AC:2008, a qual faz parte de um conjunto de normas integrantes do Eurocódigo 2: Projecto de estruturas de betão.

Esta Norma constitui a Parte 1-1 do Eurocódigo 2 e diz respeito às regras gerais a adoptar no projecto de edifícios e de outras obras de engenharia civil de betão. Nas restantes Partes do mesmo Eurocódigo são tratadas as regras complementares a adoptar no projecto de certos tipos de estruturas, nomeadamente pontes, silos e reservatórios, bem como na verificação da resistência ao fogo das estruturas de betão.

A aplicação desta Norma em Portugal deve obedecer às disposições constantes do respectivo Anexo Nacional NA, que dela faz parte integrante. Neste Anexo são nomeadamente concretizadas as prescrições explicitamente deixadas em aberto no corpo do Eurocódigo para escolha nacional, denominadas Parâmetros Determinados a nível Nacional (NDP).

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NORMA EUROPEIA EN 1992-1-1

EUROPÄISCHE NORM Dezembro 2004

EUROPEAN STANDARD Janeiro 2008

Comité Europeu de Normalização Europäisches Komitee für Normung Comité Européen de Normalisation European Committee for Standardization

Secretariado Central: Avenue Marnix 17, B-1000 Bruxelas

2004 CEN Direitos de reprodução reservados aos membros do CEN Ref. n.º EN 1992-1-1:2004 + AC:2008 Pt

Versão portuguesa

Eurocódigo 2 – Projecto de estruturas de betão Parte 1-1: Regras gerais e regras para edifícios

Eurocode 2 – Bemessung und konstruktion von Stahlbetonund Spannbetontragwerken Teil 1-1: Allgemeine Bemessungsregeln und Regeln für den Hochbau

Eurocode 2 – Calcul des structures en béton Partie 1-1: Règles générales et règles pour les bâtiments

Eurocode 2 – Design of concrete structures Part 1-1: General rules and rules for buildings

A presente Norma é a versão portuguesa da Norma Europeia EN 1992-1-1:2004 + AC:2008 e tem o mesmo estatuto que as versões oficiais. A tradução é da responsabilidade do Instituto Português da Qualidade. Esta Norma Europeia e a sua Errata foram ratificadas pelo CEN em 2004-04-16 e 2008-01-16, respectivamente. Os membros do CEN são obrigados a submeter-se ao Regulamento Interno do CEN/CENELEC que define as condições de adopção desta Norma Europeia, como norma nacional, sem qualquer modificação. Podem ser obtidas listas actualizadas e referências bibliográficas relativas às normas nacionais correspondentes junto do Secretariado Central ou de qualquer dos membros do CEN. A presente Norma Europeia existe nas três versões oficiais (alemão, francês e inglês). Uma versão noutra língua, obtida pela tradução, sob responsabilidade de um membro do CEN, para a sua língua nacional, e notificada ao Secretariado Central, tem o mesmo estatuto que as versões oficiais. Os membros do CEN são os organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça.

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EN 1992-1-1

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Preâmbulo nacional2
Preâmbulo15
Antecedentes do programa dos Eurocódigos15
Estatuto e campo de aplicação dos Eurocódigos16
Normas nacionais de implementação dos Eurocódigos17

Sumário Página

aos produtos17
Informações adicionais específicas da EN 1992-1-117
Anexo Nacional da EN 1992-1-118
1 Generalidades20
1.1 Objectivo e campo de aplicação20
1.1.1 Objectivo e campo de aplicação do Eurocódigo 220
1.1.2 Objectivo e campo de aplicação da Parte 1-1 do Eurocódigo 220
1.2 Referências normativas21
1.2.1 Normas gerais de referência21
1.2.2 Outras normas de referência21
1.3 Pressupostos2
1.4 Distinção entre Princípios e Regras de Aplicação2
1.5 Termos e definições2
1.5.1 Generalidades2
1.5.2 Termos e definições adicionais utilizados na presente Norma2
1.6 Símbolos23
2 Bases para o projecto27
2.1 Requisitos27
2.1.1 Requisitos gerais27
2.1.2 Gestão da fiabilidade28
2.1.3 Tempo de vida útil de projecto, durabilidade e gestão da qualidade28
2.2 Princípios para o cálculo em relação aos estados limites28
2.3 Variáveis básicas28
2.3.1 Acções e influências ambientais28
2.3.2 Propriedades dos materiais e dos produtos29
2.3.3 Deformações do betão30

Ligações entre os Eurocódigos e as especificações técnicas harmonizadas (EN e ETA) relativas 2.3.4 Grandezas geométricas ..................................................................................................................... 30

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2.4 Verificação pelo método dos coeficientes parciais30
2.4.1 Generalidades30
2.4.2 Valores de cálculo31
2.4.3 Combinações de acções32
2.4.4 Verificação do equilíbrio estático - EQU32
2.5 Projecto com apoio experimental32
2.6 Requisitos suplementares para as fundações3
2.7 Requisitos para elementos de fixação3
3 Materiais3
3.1 Betão3
3.1.1 Generalidades3
3.1.2 Resistência34
3.1.3 Deformação elástica35
3.1.4 Fluência e retracção37
3.1.5 Relação tensões-extensões para a análise estrutural não linear41
3.1.6 Valores de cálculo das tensões de rotura à compressão e à tracção42
3.1.7 Relações tensões-extensões para o cálculo de secções transversais43
3.1.8 Tensão de rotura à tracção por flexão45
3.1.9 Betão cintado45
3.2 Aço para betão armado46
3.2.1 Generalidades46
3.2.2 Propriedades46
3.2.3 Resistência47
3.2.4 Características de ductilidade47
3.2.5 Soldadura48
3.2.6 Fadiga49
3.2.7 Hipóteses de cálculo49
3.3 Aço de pré-esforço50
3.3.1 Generalidades50
3.3.2 Propriedades50
3.3.3 Resistência52
3.3.4 Características de ductilidade53
3.3.5 Fadiga53

3.3.6 Hipóteses de cálculo .......................................................................................................................... 53

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EN 1992-1-1

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3.3.7 Armaduras de pré-esforço em bainhas54
3.4 Dispositivos de pré-esforço54
3.4.1 Ancoragens e acopladores54
3.4.2 Armaduras de pré-esforço exteriores não aderentes5
4 Durabilidade e recobrimento das armaduras5
4.1 Generalidades5
4.2 Condições ambientais56
4.3 Requisitos de durabilidade58
4.4 Métodos de verificação58
4.4.1 Recobrimento das armaduras58
5 Análise estrutural63
5.1 Generalidades63
5.1.1 Requisitos gerais63
5.1.2 Requisitos especiais para as fundações63
5.1.3 Casos de carga e combinações de acções64
5.1.4 Efeitos de segunda ordem64
5.2 Imperfeições geométricas64
5.3 Idealização da estrutura67
5.3.1 Modelos estruturais para a análise global67
5.3.2 Grandezas geométricas68
5.4 Análise elástica linear71
5.5 Análise elástica linear com redistribuição limitada71
5.6 Análise plástica72
5.6.1 Generalidades72
5.6.2 Análise plástica para vigas, pórticos e lajes72
5.6.3 Capacidade de rotação73
5.6.4 Análise com modelos de escoras e tirantes74
5.7 Análise não linear75
5.8 Análise dos efeitos de segunda ordem na presença de esforço normal75
5.8.1 Definições75
5.8.2 Generalidades76
5.8.3 Critérios simplificados para efeitos de segunda ordem76
5.8.4 Fluência79

5.8.5 Métodos de análise ........................................................................................................................... 80

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5.8.6 Método geral80
5.8.7 Método baseado numa rigidez nominal81
5.8.8 Método baseado numa curvatura nominal83
5.8.9 Flexão desviada85
5.9 Instabilidade lateral de vigas esbeltas87
5.10 Elementos e estruturas pré-esforçados87
5.10.1 Generalidades87
5.10.2 Força de pré-esforço durante a aplicação8
5.10.3 Força de pré-esforço89
5.10.4 Perdas instantâneas de pré-esforço no caso do pré-esforço por pré-tensão90
5.10.5 Perdas instantâneas de pré-esforço no caso do pré-esforço por pós-tensão90
5.10.6 Perdas diferidas de pré-esforço nos casos da pré-tensão e da pós-tensão91
5.10.7 Consideração do pré-esforço na análise92
5.10.8 Efeitos do pré-esforço no estado limite último93
5.10.9 Efeitos do pré-esforço no estado limite de utilização e no estado limite de fadiga93
5.1 Análise para alguns elementos estruturais particulares93
6 Estados limites últimos94
6.1 Flexão simples e flexão composta94
6.2 Esforço transverso95
6.2.1 Método geral de verificação95
6.2.2 Elementos para os quais não é requerida armadura de esforço transverso96
6.2.3 Elementos para os quais é requerida armadura de esforço transverso9
6.2.4 Corte na ligação da alma aos banzos102
6.2.5 Esforço longitudinal nas juntas de betonagem em diferentes datas104
6.3 Torção106
6.3.1 Generalidades106
6.3.2 Método de cálculo107
6.3.3 Torção com empenamento109
6.4 Punçoamento109
6.4.1 Generalidades109
6.4.2 Distribuição das acções e primeiro perímetro de controlo1
6.4.3 Verificação da resistência ao punçoamento114

6.4.4 Resistência ao punçoamento de lajes e de sapatas de pilares sem armaduras de punçoamento .............................................................................................................................................. 118

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