Ingenium numero 107
Norma portuguesa
(Parte 1 de 13)

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Norma Portuguesa
Eurocódigo 2 – Projecto de estruturas de betão Parte 1-1: Regras gerais e regras para edifícios
Eurocode 2 – Calcul des structures en béton Partie 1-1: Règles générales et règles pour les bâtiments
Eurocode 2 – Design of concrete structures Part 1-1: General rules and rules for buildings
DESCRITORES Eurocódigo; betões; estruturas de betão; edifícios; materiais de construção; cálculos matemáticos; betão armado; betão préesforçado; segurança; agregados; armaduras(construção civil); projecto estrutural; construção civil
CORRESPONDÊNCIA Versão portuguesa da EN 1992-1-1:2004 + AC:2008
A presente Norma resulta da revisão da NP ENV 1992-1-1:1998
ELABORAÇÃO CT 115 (LNEC)
EDIÇÃO Março de 2010
CÓDIGO DE PREÇO XEC066
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Preâmbulo nacional
À Norma Europeia EN 1992-1-1:2004, foi dado estatuto de Norma Portuguesa em 2005-08-16 (Termo de Adopção nº 1156/2005, de 2005-08-16).
A presente Norma substitui a NP ENV 1992-1-1:1998 e constitui a versão portuguesa da EN 1992-1-1:2004 + AC:2008, a qual faz parte de um conjunto de normas integrantes do Eurocódigo 2: Projecto de estruturas de betão.
Esta Norma constitui a Parte 1-1 do Eurocódigo 2 e diz respeito às regras gerais a adoptar no projecto de edifícios e de outras obras de engenharia civil de betão. Nas restantes Partes do mesmo Eurocódigo são tratadas as regras complementares a adoptar no projecto de certos tipos de estruturas, nomeadamente pontes, silos e reservatórios, bem como na verificação da resistência ao fogo das estruturas de betão.
A aplicação desta Norma em Portugal deve obedecer às disposições constantes do respectivo Anexo Nacional NA, que dela faz parte integrante. Neste Anexo são nomeadamente concretizadas as prescrições explicitamente deixadas em aberto no corpo do Eurocódigo para escolha nacional, denominadas Parâmetros Determinados a nível Nacional (NDP).
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NORMA EUROPEIA EN 1992-1-1
EUROPÄISCHE NORM Dezembro 2004
EUROPEAN STANDARD Janeiro 2008
Comité Europeu de Normalização Europäisches Komitee für Normung Comité Européen de Normalisation European Committee for Standardization
Secretariado Central: Avenue Marnix 17, B-1000 Bruxelas
2004 CEN Direitos de reprodução reservados aos membros do CEN Ref. n.º EN 1992-1-1:2004 + AC:2008 Pt
Versão portuguesa
Eurocódigo 2 – Projecto de estruturas de betão Parte 1-1: Regras gerais e regras para edifícios
Eurocode 2 – Bemessung und konstruktion von Stahlbetonund Spannbetontragwerken Teil 1-1: Allgemeine Bemessungsregeln und Regeln für den Hochbau
Eurocode 2 – Calcul des structures en béton Partie 1-1: Règles générales et règles pour les bâtiments
Eurocode 2 – Design of concrete structures Part 1-1: General rules and rules for buildings
A presente Norma é a versão portuguesa da Norma Europeia EN 1992-1-1:2004 + AC:2008 e tem o mesmo estatuto que as versões oficiais. A tradução é da responsabilidade do Instituto Português da Qualidade. Esta Norma Europeia e a sua Errata foram ratificadas pelo CEN em 2004-04-16 e 2008-01-16, respectivamente. Os membros do CEN são obrigados a submeter-se ao Regulamento Interno do CEN/CENELEC que define as condições de adopção desta Norma Europeia, como norma nacional, sem qualquer modificação. Podem ser obtidas listas actualizadas e referências bibliográficas relativas às normas nacionais correspondentes junto do Secretariado Central ou de qualquer dos membros do CEN. A presente Norma Europeia existe nas três versões oficiais (alemão, francês e inglês). Uma versão noutra língua, obtida pela tradução, sob responsabilidade de um membro do CEN, para a sua língua nacional, e notificada ao Secretariado Central, tem o mesmo estatuto que as versões oficiais. Os membros do CEN são os organismos nacionais de normalização dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça.
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| EN 1992-1-1 |
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| Preâmbulo nacional | 2 |
| Preâmbulo | 15 |
| Antecedentes do programa dos Eurocódigos | 15 |
| Estatuto e campo de aplicação dos Eurocódigos | 16 |
| Normas nacionais de implementação dos Eurocódigos | 17 |
Sumário Página
| aos produtos | 17 |
| Informações adicionais específicas da EN 1992-1-1 | 17 |
| Anexo Nacional da EN 1992-1-1 | 18 |
| 1 Generalidades | 20 |
| 1.1 Objectivo e campo de aplicação | 20 |
| 1.1.1 Objectivo e campo de aplicação do Eurocódigo 2 | 20 |
| 1.1.2 Objectivo e campo de aplicação da Parte 1-1 do Eurocódigo 2 | 20 |
| 1.2 Referências normativas | 21 |
| 1.2.1 Normas gerais de referência | 21 |
| 1.2.2 Outras normas de referência | 21 |
| 1.3 Pressupostos | 2 |
| 1.4 Distinção entre Princípios e Regras de Aplicação | 2 |
| 1.5 Termos e definições | 2 |
| 1.5.1 Generalidades | 2 |
| 1.5.2 Termos e definições adicionais utilizados na presente Norma | 2 |
| 1.6 Símbolos | 23 |
| 2 Bases para o projecto | 27 |
| 2.1 Requisitos | 27 |
| 2.1.1 Requisitos gerais | 27 |
| 2.1.2 Gestão da fiabilidade | 28 |
| 2.1.3 Tempo de vida útil de projecto, durabilidade e gestão da qualidade | 28 |
| 2.2 Princípios para o cálculo em relação aos estados limites | 28 |
| 2.3 Variáveis básicas | 28 |
| 2.3.1 Acções e influências ambientais | 28 |
| 2.3.2 Propriedades dos materiais e dos produtos | 29 |
| 2.3.3 Deformações do betão | 30 |
Ligações entre os Eurocódigos e as especificações técnicas harmonizadas (EN e ETA) relativas 2.3.4 Grandezas geométricas ..................................................................................................................... 30
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| 2.4 Verificação pelo método dos coeficientes parciais | 30 |
| 2.4.1 Generalidades | 30 |
| 2.4.2 Valores de cálculo | 31 |
| 2.4.3 Combinações de acções | 32 |
| 2.4.4 Verificação do equilíbrio estático - EQU | 32 |
| 2.5 Projecto com apoio experimental | 32 |
| 2.6 Requisitos suplementares para as fundações | 3 |
| 2.7 Requisitos para elementos de fixação | 3 |
| 3 Materiais | 3 |
| 3.1 Betão | 3 |
| 3.1.1 Generalidades | 3 |
| 3.1.2 Resistência | 34 |
| 3.1.3 Deformação elástica | 35 |
| 3.1.4 Fluência e retracção | 37 |
| 3.1.5 Relação tensões-extensões para a análise estrutural não linear | 41 |
| 3.1.6 Valores de cálculo das tensões de rotura à compressão e à tracção | 42 |
| 3.1.7 Relações tensões-extensões para o cálculo de secções transversais | 43 |
| 3.1.8 Tensão de rotura à tracção por flexão | 45 |
| 3.1.9 Betão cintado | 45 |
| 3.2 Aço para betão armado | 46 |
| 3.2.1 Generalidades | 46 |
| 3.2.2 Propriedades | 46 |
| 3.2.3 Resistência | 47 |
| 3.2.4 Características de ductilidade | 47 |
| 3.2.5 Soldadura | 48 |
| 3.2.6 Fadiga | 49 |
| 3.2.7 Hipóteses de cálculo | 49 |
| 3.3 Aço de pré-esforço | 50 |
| 3.3.1 Generalidades | 50 |
| 3.3.2 Propriedades | 50 |
| 3.3.3 Resistência | 52 |
| 3.3.4 Características de ductilidade | 53 |
| 3.3.5 Fadiga | 53 |
3.3.6 Hipóteses de cálculo .......................................................................................................................... 53
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| EN 1992-1-1 |
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| 3.3.7 Armaduras de pré-esforço em bainhas | 54 |
| 3.4 Dispositivos de pré-esforço | 54 |
| 3.4.1 Ancoragens e acopladores | 54 |
| 3.4.2 Armaduras de pré-esforço exteriores não aderentes | 5 |
| 4 Durabilidade e recobrimento das armaduras | 5 |
| 4.1 Generalidades | 5 |
| 4.2 Condições ambientais | 56 |
| 4.3 Requisitos de durabilidade | 58 |
| 4.4 Métodos de verificação | 58 |
| 4.4.1 Recobrimento das armaduras | 58 |
| 5 Análise estrutural | 63 |
| 5.1 Generalidades | 63 |
| 5.1.1 Requisitos gerais | 63 |
| 5.1.2 Requisitos especiais para as fundações | 63 |
| 5.1.3 Casos de carga e combinações de acções | 64 |
| 5.1.4 Efeitos de segunda ordem | 64 |
| 5.2 Imperfeições geométricas | 64 |
| 5.3 Idealização da estrutura | 67 |
| 5.3.1 Modelos estruturais para a análise global | 67 |
| 5.3.2 Grandezas geométricas | 68 |
| 5.4 Análise elástica linear | 71 |
| 5.5 Análise elástica linear com redistribuição limitada | 71 |
| 5.6 Análise plástica | 72 |
| 5.6.1 Generalidades | 72 |
| 5.6.2 Análise plástica para vigas, pórticos e lajes | 72 |
| 5.6.3 Capacidade de rotação | 73 |
| 5.6.4 Análise com modelos de escoras e tirantes | 74 |
| 5.7 Análise não linear | 75 |
| 5.8 Análise dos efeitos de segunda ordem na presença de esforço normal | 75 |
| 5.8.1 Definições | 75 |
| 5.8.2 Generalidades | 76 |
| 5.8.3 Critérios simplificados para efeitos de segunda ordem | 76 |
| 5.8.4 Fluência | 79 |
5.8.5 Métodos de análise ........................................................................................................................... 80
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| 5.8.6 Método geral | 80 |
| 5.8.7 Método baseado numa rigidez nominal | 81 |
| 5.8.8 Método baseado numa curvatura nominal | 83 |
| 5.8.9 Flexão desviada | 85 |
| 5.9 Instabilidade lateral de vigas esbeltas | 87 |
| 5.10 Elementos e estruturas pré-esforçados | 87 |
| 5.10.1 Generalidades | 87 |
| 5.10.2 Força de pré-esforço durante a aplicação | 8 |
| 5.10.3 Força de pré-esforço | 89 |
| 5.10.4 Perdas instantâneas de pré-esforço no caso do pré-esforço por pré-tensão | 90 |
| 5.10.5 Perdas instantâneas de pré-esforço no caso do pré-esforço por pós-tensão | 90 |
| 5.10.6 Perdas diferidas de pré-esforço nos casos da pré-tensão e da pós-tensão | 91 |
| 5.10.7 Consideração do pré-esforço na análise | 92 |
| 5.10.8 Efeitos do pré-esforço no estado limite último | 93 |
| 5.10.9 Efeitos do pré-esforço no estado limite de utilização e no estado limite de fadiga | 93 |
| 5.1 Análise para alguns elementos estruturais particulares | 93 |
| 6 Estados limites últimos | 94 |
| 6.1 Flexão simples e flexão composta | 94 |
| 6.2 Esforço transverso | 95 |
| 6.2.1 Método geral de verificação | 95 |
| 6.2.2 Elementos para os quais não é requerida armadura de esforço transverso | 96 |
| 6.2.3 Elementos para os quais é requerida armadura de esforço transverso | 9 |
| 6.2.4 Corte na ligação da alma aos banzos | 102 |
| 6.2.5 Esforço longitudinal nas juntas de betonagem em diferentes datas | 104 |
| 6.3 Torção | 106 |
| 6.3.1 Generalidades | 106 |
| 6.3.2 Método de cálculo | 107 |
| 6.3.3 Torção com empenamento | 109 |
| 6.4 Punçoamento | 109 |
| 6.4.1 Generalidades | 109 |
| 6.4.2 Distribuição das acções e primeiro perímetro de controlo | 1 |
| 6.4.3 Verificação da resistência ao punçoamento | 114 |
6.4.4 Resistência ao punçoamento de lajes e de sapatas de pilares sem armaduras de punçoamento .............................................................................................................................................. 118
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