Norma portuguesa

Norma portuguesa

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Ac área da secção transversal de betão Ap área da secção de uma armadura ou de cabos de pré-esforço As área da secção de uma armadura para betão armado As,min área da secção mínima de armaduras

Asw área da secção das armaduras de esforço transverso D diâmetro do mandril

DEd coeficiente de dano por fadiga

E efeito de uma acção

Ec, Ec(28) módulo de elasticidade tangente na origem, σc = 0, para um betão de massa volúmica normal aos 28 dias de idade

Ec,eff módulo de elasticidade efectivo do betão Ecd valor de cálculo do módulo de elasticidade do betão Ecm módulo de elasticidade secante do betão

Ec(t) módulo de elasticidade tangente na origem, σc = 0, para um betão de massa volúmica normal à idade t

Ep valor de cálculo do módulo de elasticidade do aço de uma armadura de pré-esforço

Es valor de cálculo do módulo de elasticidade do aço de uma armadura para betão armado EI rigidez à flexão

EQU equilíbrio estático F acção

Fd valor de cálculo de uma acção

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Fk valor característico de uma acção

Gk valor característico de uma acção permanente I momento de inércia da secção de betão

L comprimento M momento flector

MEd valor de cálculo do momento flector actuante N esforço normal

NEd valor de cálculo do esforço normal actuante (tracção ou compressão) P pré-esforço

P0 valor do pré-esforço inicial na extremidade activa da armadura de pré-esforço, imediatamente após a aplicação do pré-esforço

Qk valor característico de uma acção variável

Qfat valor característico da acção de fadiga R resistência

S esforços internos e momentos S momento estático SLS estado limite de utilização T momento torsor

TEd valor de cálculo do momento torsor actuante ULS estado limite último

V esforço transverso

VEd valor de cálculo do esforço transverso actuante

Letras minúsculas latinas a distância a propriedade geométrica ∆a tolerância da propriedade geométrica b largura total de uma secção transversal, ou largura real do banzo de uma viga em T ou L bw largura da alma de vigas em T, I ou L d diâmetro; profundidade d altura útil de uma secção transversal dg dimensão nominal máxima do agregado e excentricidade fc tensão de rotura do betão à compressão fcd valor de cálculo da tensão de rotura do betão à compressão

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©IPQ reprodução proibida p. 25 de 259 fck valor característico da tensão de rotura do betão à compressão aos 28 d de idade fcm valor médio da tensão de rotura do betão à compressão fctk valor característico da tensão de rotura do betão à tracção simples fctm valor médio da tensão de rotura do betão à tracção simples fp tensão de rotura à tracção do aço das armaduras de pré-esforço fpk valor característico da tensão de rotura à tracção do aço das armaduras de pré-esforço fp0,1 tensão limite convencional de proporcionalidade a 0,1 % à tracção do aço das armaduras de pré-esforço fp0,1k valor característico da tensão limite convencional de proporcionalidade a 0,1 % à tracção do aço das armaduras de pré-esforço f0,2k valor característico da tensão limite convencional de proporcionalidade a 0,2 % à tracção do aço das armaduras para betão armado ft tensão de rotura à tracção do aço das armaduras para betão armado ftk valor característico da tensão de rotura à tracção do aço das armaduras para betão armado fy tensão de cedência à tracção do aço das armaduras para betão armado fyd valor de cálculo da tensão de cedência à tracção do aço das armaduras para betão armado fyk valor característico da tensão de cedência à tracção do aço das armaduras para betão armado fywd valor de cálculo da tensão de cedência do aço das armaduras de esforço transverso h altura h altura total de uma secção transversal i raio de giração k coeficiente; factor l (ou l ou L) comprimento; vão m massa r raio 1/r curvatura numa determinada secção t espessura t tempo considerado t0 idade do betão no momento do carregamento u perímetro da secção transversal de betão cuja área é Ac u,v,w componentes do deslocamento de um ponto x altura do eixo neutro x,y,z coordenadas z braço do binário das forças interiores

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Letras minúsculas gregas α ângulo; relação β ângulo; relação; coeficiente γ coeficiente parcial γA coeficiente parcial relativo às acções de acidente, A γC coeficiente parcial relativo ao betão γF coeficiente parcial relativo às acções, F γF,fat coeficiente parcial relativo às acções de fadiga γC,fat coeficiente parcial relativo à fadiga do betão γG coeficiente parcial relativo às acções permanentes, G γM coeficiente parcial relativo às propriedades dos materiais, tendo em conta as incertezas na propriedade do material, nas imperfeições geométricas e no modelo de cálculo utilizado γP coeficiente parcial relativo às acções associadas com o pré-esforço, P γQ coeficiente parcial relativo às acções variáveis, Q γS coeficiente parcial relativo ao aço das armaduras para betão armado ou de pré-esforço γS,fat coeficiente parcial relativo ao aço das armaduras para betão armado ou de pré-esforço sob a acção da fadiga γf coeficiente parcial relativo às acções, sem considerar as incertezas nos modelos γg coeficiente parcial relativo às acções permanentes, sem considerar as incertezas nos modelos γm coeficiente parcial relativo às propriedades dos materiais, considerando apenas as incertezas na propriedade do material δ incremento/coeficiente de redistribuição ζ coeficiente de redução/coeficiente de distribuição εc extensão do betão à compressão εc1 extensão do betão à compressão correspondente à tensão máxima fc εcu extensão última do betão à compressão εu extensão do aço da armadura para betão armado ou de pré-esforço correspondente à tensão máxima εuk valor característico da extensão do aço da armadura para betão armado ou de pré-esforço na carga máxima θ ângulo λ coeficiente de esbelteza µ coeficiente de atrito entre os cabos e as bainhas ν coeficiente de Poisson ν coeficiente de redução da resistência do betão fendilhado por esforço transverso

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©IPQ reprodução proibida p. 27 de 259 ξ relação entre as tensões de aderência das armaduras de pré-esforço e do aço das armaduras para betão armado ρ massa volúmica do betão seco em estufa, em kg/m3 ρ1000 valor da perda por relaxação (em %), 1000 h após a aplicação do pré-esforço e a uma temperatura média de 20 °C ρl taxa de armaduras longitudinais ρw taxa de armaduras de esforço transverso σc tensão de compressão no betão σcp tensão de compressão no betão devida a um esforço normal ou ao pré-esforço σcu tensão de compressão no betão correspondente à extensão última em compressão, εcu τ tensão tangencial de torção φ diâmetro de um varão ou de uma bainha de pré-esforço φn diâmetro equivalente de um agrupamento de varões ϕ(t,t0) coeficiente de fluência do betão entre as idades t e t0 em relação à deformação elástica aos 28 d ϕ (∞,t0) valor final do coeficiente de fluência ψ coeficientes definindo valores representativos das acções variáveis ψ0 para os valores de combinação ψ1 para os valores frequentes ψ2 para os valores quase-permanentes

2 Bases para o projecto

2.1 Requisitos

2.1.1 Requisitos gerais (1)P O projecto de estruturas de betão deve estar de acordo com as regras gerais indicadas na EN 1990.

(2)P Devem também ser respeitadas as disposições suplementares relativas a estruturas de betão indicadas nesta secção 2.

(3) Considera-se que os requisitos gerais da secção 2 da EN 1990 são satisfeitos para as estruturas de betão quando forem aplicadas conjuntamente as disposições seguintes:

− cálculo em relação aos estados limites pelo método dos coeficientes parciais de acordo com a EN 1990;

− acções conformes à EN 1991;

− combinação de acções conformes à EN 1990; e

− resistências, durabilidade e utilização conformes à presente Norma.

NOTA: Os requisitos de resistência ao fogo (ver a secção 5 da EN 1990 e EN 1992-1-2) poderão impor dimensões maiores para os elementos do que as necessárias à resistência estrutural a temperaturas normais.

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2.1.2 Gestão da fiabilidade (1) As regras de gestão da fiabilidade encontram-se na secção 2 da EN 1990.

(2) Considera-se que um projecto que utilize os coeficientes parciais indicados neste Eurocódigo (ver 2.4) e os coeficientes parciais indicados nos anexos da EN 1990 conduz a uma estrutura da classe de fiabilidade RC2.

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