Projeto Pedagógico - Engenharia da Computação (UFBA)

Projeto Pedagógico - Engenharia da Computação (UFBA)

Maio de 2008 

1.  Justificativa
2.  Base legal
3.  Objetivos
4.  Perfil do egresso
5.  Competências e habilidades
6.  Titulação11 
7. Número de vagas oferecidas pelo curso11 
8.  Modalidades11 
9.  Estrutura Curricular12 
10. Elenco de Componentes Curriculares16 
1. Normas de Funcionamento do Curso26 
12.  Recursos Humanos31 
13.  Infra‐estrutura32 
14. Ementário de Componentes Curriculares35 
14.1. Componentes Curriculares Obrigatórios Novos35 
14.2. Componentes Curriculares Obrigatórios Existentes40 
14.3. Componentes Curriculares Optativos Novos56 
14.4. Componentes Curriculares Optativos Existentes58 

Sumário 

1. Justificativa 

A Engenharia da Computação teve sua concepção decorrente do surgimento dos  primeiros computadores baseados em processamento eletrônico valvulados, datado do  período da Segunda Grande Guerra (1939‐1940).  Desde aquela época desbravadora, a  evolução científica e tecnológica na área sofre grandes impactos seqüenciais dos  desenvolvimentos dos componentes eletrônicos a estruturas semicondutoras (transistores;  circuitos integrados digitais; microprocessadores, etc.) e de paradigmas da teoria de  computação (sistemas operacionais, linguagens de programação, Internet, etc.). Os  desenvolvimentos na área da Engenharia da Computação estão no dia a dia da maioria das  pessoas em países desenvolvidos e em desenvolvimento, em itens tais como carros, rádios,  televisores, caixas bancários, etc.    A Engenharia da Computação deve ser entendida como a habilitação específica da  engenharia focalizada na fusão de conhecimentos e tecnologias oriundas da eletrônica e da  computação para aplicações no setor produtivo e o desenvolvimento de novos produtos,  tanto de hardware como de software.  Os primeiros Cursos de Engenharia de Computação  começaram a ser criados nas universidades a partir do início dos anos 1980 nos países  desenvolvidos, e a partir de 1990 no Brasil. A Engenharia da Computação é uma habilitação  específica da modalidade da engenharia chamada de Eletricidade. Por ser a Engenharia uma  atividade profissional regulamentada por lei federal no Brasil, a Engenharia da Computação  é também uma profissão regulamentada por lei.    A demanda social por engenheiros é enfatizada no documento InovaEngenharia: 

Propostas para a modernização da Educação em Engenharia no Brasil, elaborado pela  Confederação nacional da Indústria a partir do Instituto Euvaldo Lodi, mediante  contribuições de consultores e especialistas dos diversos segmentos industriais existentes no  Brasil. Este documento destaca que o Brasil, para manter um crescimento sustentável e  atingir em um prazo de 50 anos um padrão sócio econômico com renda por habitante no  mesmo patamar dos países desenvolvidos, deverá mais que triplicar o número de  engenheiros formados a cada ano.    A demanda social por profissionais de Engenharia de Computação é muito grande e  crescente tanto no Brasil como no restante dos países desenvolvidos e em desenvolvimento.  Os documentos InovaEngenharia: Propostas para a modernização da Educação em  Engenharia no Brasil e HardwareBR, este último produzido pela Sociedade Brasileira de  Microeletrônica, destacam a necessidade de profissional de Engenharia de Computação para  a geração de produtos tecnológicos de alto valor agregado no segmento eletroeletrônico e  de serviços tecnológicos especializados. Especificamente para esta habilitação profissional, o  Brasil, no ano de 2007, importou mais de 1000 (mil) profissionais oriundos de países como  Índia e China. As principais necessidades do mercado nacional estão concentradas no  desenvolvimento de produtos eletrônicos de alto valor agregado dotados de capacidade de  processamento eletrônico microprocessado para eletroeletrônica de consumo (aparelhos de  rádio, televisão, etc.), serviços (automação bancária e comercial, telefonia, radiodifusão,  energia, etc.), eletrônica embarcada (aplicações no setor automotivo e de aviação), e  industrial (automação industrial, e agropecuária). 

No estado da Bahia, a necessidade de profissionais de Engenharia de Computação  teve início com o mais recente ciclo de industrialização do estado com a instalação do pólo  da indústria eletrônica de computadores na cidade de Ilhéus, no sul do estado, com a  instalação do pólo automotivo de Camaçari, bem como da modernização das indústrias  químicas e petroquímicas instaladas na mesma cidade. Desde 2006, a partir de uma decisão  política do Governo do Estado Bahia, estabeleceu‐se a instalação de um Parque tecnológico  na cidade de Salvador, o que demandará um incremento da necessidade de profissionais  com formação em Engenharia de Computação.    No estado da Bahia, tratando‐se de instituições públicas, o único curso de Engenharia  de Computação existente é o da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), que foi  criado por volta de 2001. O curso de Engenharia de Computação da UEFS foi criado com  base em uma proposta de modelo pedagógico elaborada pela Sociedade Brasileira e  Computação que em sua essência desconsidera a engenharia como uma profissão  regulamentada por lei (devido a uma postura filosófica de tal sociedade), propondo um  currículo básico que corresponde ao estabelecido para a Habilitação Específica em  Engenharia de Computação nas resoluções do Conselho Federal de Engenharia Arquitetura e  Agronomia (CONFEA). O currículo da UEFS é voltado ao desenvolvimento de software,  estando muito próximo aos currículos de cursos de Ciências da Computação, que possuem o  foco predominante em desenvolvimento de software.    No caso de instituições privadas, há alguns cursos em funcionamento no estado da 

Bahia, como é o caso do curso da Faculdade Área 1, que possui um foco um pouco mais  voltado para a engenharia, no entanto com foco tecnológico ainda concentrado em  software.   

Na UFBA são ofertados regularmente os cursos de Engenharia Elétrica, na Escola 

Politécnica, e o curso de Bacharelado em Ciência da Computação, no Instituto de  Matemática.   

O Curso de Engenharia Elétrica da UFBA se propõe a atender as demandas sociais,  regionais e nacionais, nas seguintes sub‐áreas: do sistemas eletrônico; sistemas de energia  elétrica; sistemas de comunicação; e sistemas de controle. Caracteriza‐se por um  fortalecimento da fase fundamental do ciclo profissionalizante formando assim engenheiros  eletricistas com formação generalista com uma ênfase em atividades de natureza  experimental e criativa.   

Por outro lado o Bacharelado em Ciência da Computação tem como objetivo oferece  uma formação sólida dos fundamentos da Ciência da Computação, abordando aspectos  teóricos e práticos das matérias básicas e tecnológicas da Ciência da Computação,  fornecendo uma maturidade para entender e aplicar os modelos computacionais na  representação e solução de problemas, e nos desenvolvimentos de ferramentas  computacionais.   

O Curso Noturno de Engenharia de Computação propõe‐se a preencher a lacuna hoje  existente os dois perfis profissionais dos egressos dos cursos de Engenharia Elétrica e do  Bacharelado em Ciência da Computação, formado um profissional capaz de projetar,  implementar, instalar e dar manutenção em sistemas computacionais, com uma visão  integrada de software e hardware, para aplicações específicas do cotidiano como: freio ABS,  injeção eletrônica, caixa eletrônico, sistemas de controle de tração, telefone celular, TV  digital, etc.   

2. Base legal  

  A profissão de Engenheiro é regulamentada pela Lei Federal 5.194 de 24 de  dezembro de 1966. A presente proposta de Curso de Engenharia de Computação foi  elaborada com base na Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Ensino  Superior número 11, de 11 de março de 2002 para cursos de engenharia e na Resolução  1010 do Conselho Federal de Engenharia (CONFEA) que regulamenta a atribuição de títulos  profissionais, atividades e competências para efeito do exercício da profissão de Engenheiro,  como segue.    As Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de Engenharia foram estabelecidas a  partir do processo número 23001‐000344/2001‐01 do Conselho Nacional de Educação, cujo  parecer foi aprovado em 12 de dezembro de 2001. Uma Resolução do Conselho Nacional de  Educação / Câmara de Educação Superior de 11 de março de 2002, publicada no Diário  Oficial da União, Brasília, em 9 de abril de 2002, e apresentada no Anexo 1, institui as  Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, que nortearam a  elaboração deste Projeto Pedagógico para o Curso Noturno de Engenharia de Computação  da UFBA. A Resolução CNE/CES número 2, de 18 de junho de 2007, que dispões sobre carga  horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de  graduação, bacharelados, na modalidade presencial, define a carga horária mínima para  cursos de engenharia como sendo de 3600 horas, com limite mínimo de integralização de 5  anos.    A Resolução CNE/CES 11 define no seu artigo 4o os objetivos a serem alcançados na  formação dos engenheiros (perfil do egresso). No artigo 6o é definido que todo curso de  Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em seu currículo um núcleo de  conteúdos básicos, com cerca de 30% da carga horária mínima, um núcleo  profissionalizante, com cerca de 15% a carga horária mínima, e um terceiro núcleo de  conteúdos específicos.  Os parágrafos 1o e 3o do artigo 6o definem os tópicos de conteúdos  que podem constar nos núcleos básicos e profissionalizantes. O parágrafo 4o do artigo 6o  define que “o núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e  aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de  outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos,  consubstanciando o restante da carga horária total, serão propostos exclusivamente pela  IES. Constituem‐se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários  para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das  competências e habilidades estabelecidas nestas diretrizes”.  O artigo 7o define a  obrigatoriedade do estágio curricular, com carga horária mínima de 160 horas, bem como a  obrigatoriedade do trabalho final de graduação. O parágrafo 2o do artigo 5o reza: “Deverão  também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação  científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento  de protótipos, monitorias, participação em empresas Junior e outras atividades  empreendedoras”. A Resolução CNE/CES número 8, de 31 de janeiro de 2007, que dispões  sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos  de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, define que a carga horária de  estágio adicionada à carga horária de atividades complementares não deve exceder a 20%  da carga horária total do curso.    A Portaria Normativa nº 3, de 1º de abril de 2008, do Ministério da Educação, que  determina as áreas e os cursos superiores de tecnologia que serão avaliados pelo Exame  Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), e dá outras providências, estabelece, no  que concerne ao grupo de provas que os estudantes de Engenharia de Computação  realizarão da prova do ENADE, que estes realizarão a prova no grupo dois das engenharias,  que é o grupo da modalidade Engenharia Elétrica.    As definições de tópicos de conteúdos e as definições de modalidades da engenharia  a que fazem referência o artigo 6o da Resolução CNE/CES 11 são encontradas na  Resolução  CONFEA 1010. Esta resolução, em seu ANEXO II, define na seção 1.2 a modalidade Eletricista  da engenharia, com seus respectivos tópicos de conteúdos; e na subseção 1.2.3 o campo de  atuação profissional no âmbito da Engenharia de Computação também com seus respectivos  tópicos de conteúdos específicos.   

  3. Objetivos  

Os objetivos do Currículo do Curso de Engenharia de Computação são:    (i) Proporcionar uma formação genérica sólida na área de Engenharia de Computação;    (i) Enfatizar o conhecimento multidisciplinar dentro do âmbito profissional da 

Engenharia de Computação;    (i) Criar mecanismos de atualização progressiva dos conteúdos, uma vez que as  inovações tecnológicas ocorrem em ritmo acelerado e ininterrupto nesta profissão;    (iv) Proporcionar as atividades de laboratório e de aplicação da Engenharia de 

Computação;    (v) Motivar o estudante, despertar seu interesse pelo exercício da profissão;    (vi) Ensinar a aprender, despertar o espírito de criação independente e de iniciativa.    (vii) Gerar profissionais com o perfil descrito na seção 4 e com as competências e  habilidades comentadas na seção 5.   

  De acordo com o artigo 3º da Resolução CNE/CES 11/2002, um curso de graduação em  engenharia tem como objetivo formar um profissional com  computacionais, em unidade industriais, prediais, bem como em máquinas e  equipamentos de uso individual ou coletivo;  (vii) Ser capaz de comunicar‐se de maneira eficiente nas formas oral, escrita e gráfica;  (viii) Ser capaz de atuar em equipes multidisciplinares;  (ix) Ser capaz de compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;  (x) Ser capaz de avaliar o impacto das atividades da Engenharia de Computação no  contexto social e ambiental;  (xi) Ser capaz de avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia de 

Computação;  (xii) Ser capaz de atuar como pesquisador ou como professor universitário.   

4. Perfil do egresso  

O Engenheiro de computação é o profissional capaz de exercer uma ou mais das  seguintes funções: estudar, projetar e implementar e dar manutenção às condições  requeridas para o funcionamento das instalações de sistemas computacionais eletrônicos  (hardware e software), e de sistemas eletrônicos industriais, comerciais e domésticos;  projetar, preparar desenhos, e especificar métodos e materiais que devem ser empregados  na construção e fabricação de componentes e equipamentos eletro‐eletrônicos com  conteúdo computacional (hardware e software); supervisionar os aspectos técnicos dos  procedimentos de fabricação, instalação, conservação e manutenção de componentes,  equipamentos e aparelhos eletro‐eletrônicos com conteúdo computacional (hardware e  software); supervisionar a execução de trabalhos técnicos, dentro de suas atribuições  profissionais para comprovar se estes correspondem às especificações e normas de  segurança; calcular o custo de mão‐de‐obra e dos materiais, como também de outros custos  de fabricação, instalação, funcionamento, conservação, manutenção e reparação; estudar,  projetar, implementar e dar manutenção a instalações de controle de processos e de  automação com enfoque nos sistemas computacionais, em unidade industriais, prediais,  bem como em máquinas e equipamentos de uso individual ou coletivo; avaliar o impacto das  atividades da Engenharia de Computação no contexto social e ambiental; avaliar a  viabilidade econômica de projetos de Engenharia de Computação; atuar como pesquisador  ou como professor universitário.   

5. Competências e habilidades  

A seguir são comentados os itens de competências e habilidades desejadas para os  egressos do Curso de Engenharia Computação da UFBA, em conformidade com o artigo 4º  da Resolução CNE/CES 11/2002, proverá para o exercício da profissão:  a. Aplicação de conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e  instrumentais à Engenharia. Este curso proporcionará uma sólida formação em  ciências físicas, um bom domínio das linguagens da matemática e da computação  e uma acentuada intimidade com recursos instrumentais, permitindo que o  profissional, dotado destas habilidades e princípios fundamentais, possa se  adaptar facilmente às novas tecnologias;  b. Capacidade para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados. Com o  domínio de métodos matemáticos e científicos e treinamento em laboratório,  pressupõe‐se que o engenheiro possa desenvolver os aparatos necessários para  estudar fenômenos experimentais, escolher adequadamente os estímulos que  serão aplicados ao sistema físico sob análise e coletar os dados resultantes de  maneira sistemática, precisa e automatizada. Além disso, deve ser capaz de  propor modelos para interpretar os resultados obtidos à luz de fundamentos  científicos dentro do escopo e visão de engenharia;  c. Competência para conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos. 

Um processo de produção industrial, seja ele de energia ou de transformação de  matéria, é constituído por um conjunto de sistemas numa cadeia de causa e  efeito de múltiplas dimensões. Cada sistema do processo de produção é  constituído de máquinas, equipamentos e programas de computador. Cada  máquina ou equipamento, dependendo do seu nível de complexidade, pode ser  considerado um sistema com seus próprios subsistemas de processamento local  de energia e informação. De acordo com o parecer nº CNE/CES 1362/2001, o  conjunto de competências e habilidades deve estar centrado em atividades de  síntese de sistemas e transdisciplinaridade. O profissional formado pela UFBA  estará apto a sintetizar produtos e processos considerando a integração de  diversas áreas do conhecimento;  d. Planejamento, supervisão, elaboração e coordenação de projetos e serviços de  engenharia. A formação do profissional permitirá que o mesmo atue sob uma  perspectiva de engenheiro com viés técnico, na qual normas técnicas devem ser  consultadas com freqüência. Todavia, esta atuação técnica deve estar integrada a  aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais. A capacidade de  gestão financeira, comercial e de recursos humanos é uma característica  importante no engenheiro e deve estar integrada com a capacidade técnica  específica da engenharia elétrica;  e. Identificação, formulação e resolução de problemas de engenharia. Compreender  apenas não é suficiente. É necessário que o Engenheiro de Computação encontre  a causa de problemas e seja capaz de resolver por conta própria, ou em equipe,  ou ainda  identificar no mercado a disponibilidade de soluções. Deverá ser capaz  de decidir, do ponto de vista estratégico, se deverá fazer ou comprar uma  solução;  f. Desenvolvimento ou utilização de novas ferramentas e técnicas. Em muitas  situações não há disponibilidade de ferramentas para serem adquiridas no  momento de identificar, formular e resolver problemas de Engenharia de  Computação. Nestes casos, novas técnicas e ferramentas devem ser  desenvolvidas. Muitas vezes há necessidade de substituir importações ou de  realizar adaptações em ferramentas ou equipamentos para a realidade regional  ou nacional. Quando o profissional atua como produtor, cuja função básica é  desenvolver novas ferramentas, ter a capacidade de pesquisa e desenvolvimento  é fundamental. Dessa forma, é importante que durante o curso haja uma forte  integração do estudante de graduação com a pós‐graduação, em particular  através de atividades mais voltadas para aplicações tecnológicas. Portanto, o  processo de formação deve capacitar o estudante a se desenvolver em termos da  aquisição de novas habilidades, em contraposição ao processo de transmitir  informação.  g. Avaliação crítica e supervisão da operação e da manutenção de sistemas. Serão  desenvolvidas habilidades manuais de montagem e desmontagem de sistemas  computacionais, de maneira a compreender a conhecimento novo ao conhecimento fundamental e clássico que persiste ao  longo dos anos. Espera‐se que, assim educado, o profissional preserve este hábito  salutar para sua carreira e a vida dos que dela se beneficiam.   

  6. Titulação  

O egresso receberá a titulação específica de Engenheiro de Computação   

7. Número de vagas oferecidas pelo curso 

Será oferecida uma entrada anual de 45 (quarenta e cinco) alunos no primeiro  semestre de cada ano letivo, para o turno noturno, na modalidade presencial, para alunos  aprovados pelo exame Vestibular da UFBA para vagas específicas deste turno, conforme a  Resolução 03/99 da Câmara de ensino de Graduação da UFBA. A possibilidade de expansão  do número de vagas, abrindo‐se duas entradas anuais, ou mesmo a oferta de entradas em  turno diurno fica condicionada a fornecimento de condições apropriadas para a expansão  por parte da UFBA.  Entende com turno noturno, o compromisso institucional de ofertar os  todos componentes curriculares correspondentes a cada semestre do fluxograma do curso  no turno noturno, conforme definição de horários  para este turno por parte da UFBA. Ao  aluno do Curso de Engenharia de Computação da UFBA, no turno noturno, é facultado  cursar componentes curriculares de sua grade oferecidos em turno diurno para outros  cursos em qualquer semestre de sua vida acadêmica.   

8. Modalidades  

A Engenharia da Computação é uma habilitação específica da modalidade da  engenharia chamada de Eletricidade, conforme a Resolução CONFEA 1010, esses cursos não  admitem outras habilitações ou ênfases.   

9. Estrutura Curricular 

O Curso de Engenharia de Computação inclui atividades de Laboratórios Integrados. 

Já admitidos pelos currículos renovados de muitas instituições prestigiadas ao redor do  planeta, e inclusive presente na grade curricular do Curso de Engenharia Elétrica da UFBA, os  laboratórios integrados reúnem uma série de benefícios para a formação dos estudantes. Os  laboratórios integrados (L.I.’s) são Atividades de duas ou quatro horas semanais,  constituídas inteiramente de aulas práticas na área de Engenharia de Computação, com as  seguintes características:  a) Os L.I.’s não estarão vinculados a uma disciplina específica, mas deverão  proporcionar complementação prática das disciplinas cursadas preferencialmente  no mesmo semestre ou em semestres anteriores, bem como tópicos não  abordados no elenco de disciplinas obrigatórias;  b) Os L.I.’s nunca serão pré‐requisitos de disciplinas teóricas.  c) Os L.I.’s deverão englobar atividades de laboratório (montagem de projetos,  coleta de dados, utilização de instrumentos) e a exploração de recursos  computacionais (ferramentas matemáticas e de simulação, entre outras);  d) Os L.I.’s terão programas cuidadosamente formulados como qualquer outra  disciplina;  e) Os L.I.’s terão o seu conjunto de atividades propostos para atender às  necessidades preferencialmente das disciplinas teóricas que serão cursadas pelos  alunos que serão ministrados no mesmo semestre do fluxograma, bem como  tópicos não abordados do elenco de disciplinas obrigatórias. O Colegiado do  Curso criará periodicamente comissões para avaliar ou reavaliar as atividades dos  LIs.  f) O L.I. de um mesmo semestre poderá ser ministrado em diferentes espaços  físicos, conforme as atividades previstas;  g) As atividades programadas permitirão a associação de conhecimentos de  disciplinas diferentes num mesmo experimento; 

Do exposto previamente, depreende‐se o formidável papel dos laboratórios  integrados, não apenas aumentando o volume das atividades experimentais mas  possibilitando contato o contínuo do estudante com as mesmas. Outro aspecto de  fundamental importância é a sua interdisciplinaridade, que vai ajudar o estudante a vencer  aquele que talvez seja o maior desafio intelectual do curso: a interação de conceitos  abordados teoricamente em disciplinas separadas, porém com viva correlação entre si. Tais  manobras permitirão aprendizado e processo de amadurecimento dos futuros engenheiros  de computação.    Além do caráter de interdisciplinaridade, os Laboratórios Integrados permitirão uma  grande flexibilidade ao curso uma vez que estes possibilitam o desenvolvimento de  conteúdos não abordados em disciplinas específicas. Como exemplo pode‐se citar a  expressão gráfica que será contemplada através do estudo e aplicação de ferramentas CAD  desenvolvidas nos laboratórios integrados.    O Quadro Curricular proposto totaliza 4010 horas e é apresentado na Tabela 1. Neste 

Quadro, procurou‐se distribuir, em média, 20 horas semanais para cada semestre do  primeiro até nono. Nos três últimos semestres há uma redução no número de componentes  curriculares para que o estudante possa melhor se dedicar as atividades de Trabalho de  Conclusão do Curso de Engenharia de Computação I e II (17 horas cada, correspondentes ao  tempo dedicado pelo professor na orientação individual do aluno) e Estágio Curricular em  Engenharia de Computação (170 horas).  Note que as atividades Trabalho de Conclusão do  Curso de Engenharia de Computação I e II e Estágio Curricular pertencem ao Colegiado de  Engenharia de Computação.    O quadro curricular é composto de 52 componentes curriculares obrigatórios (sendo   44 disciplinas e 8 atividades) e 6 optativos. Dentre os componentes curriculares obrigatórios,  41 deles já existem e são oferecidos aos Cursos de Engenharia ou Ciências da Computação.    As cargas horárias semestrais se referem a semestres de 17 semanas. De acordo com  as Diretrizes Curriculares da Resolução CNE/CES 11/2002 (Anexo 1) os componentes  curriculares exibidos no Quadro Curricular podem ser agrupados em três núcleos: 

(i) Núcleo de Conteúdos Básicos, que perfazem 34,8 % da carga horária mínima total do  curso. Os Componentes Curriculares relacionados a seguir, à direita, cobrem os  tópicos listados à esquerda: 

  Metodologia Científica e Tecnológica  ENGC29‐ Metodologia e Expressão do Conhecimento Científico  Comunicação e Expressão    ENGC29‐ Metodologia e Expressão do Conhecimento Científico  Informática     MATA37 – Introdução a Lógica de Programação  Matemática MATA01‐ Geometria Analítica, MATA07 – Álgebra Linear, 

MATA02 ‐ Cálculo A,  MATA03 ‐ Cálculo B, e MATA04 ‐  Cálculo C 

Física FIS 121 ‐ Física Geral e Experimental I, FIS 122 ‐ Física Geral  e Experimental II, FIS, e 123 ‐ Física Geral e Experimental III  

Fenômenos de Transportes   ENG370 ‐ Fenômeno de Transportes  Mecânica dos Sólidos    ENGC30 ‐ Mecânica dos Sólidos  Eletricidade Aplicada    ENGC32 – Análise de Circuitos I  Administração     ADM012 ‐ Administração  Economia     ECO151 ‐ Economia  Ciências do Ambiente    ENG269 ‐ Ciências do Ambiente  Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania  DIR175 ‐ Legislação Social.  Química                                                                        QUI029 – Química Geral 

(i) Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes, que constituem 15,2 % da carga horária  mínima a ser integralizada. O conjunto coerente de tópicos abordados é apresentado  a seguir, à esquerda, e os correspondentes Componentes Curriculares, à direita: 

Circuitos Elétricos ENGC25 ‐Análise de Circuitos II  Circuitos Lógicos ENGC26 ‐Sistemas Lógicos Compiladores MATA61 ‐Compiladores

Eletrônica Analógica e Digital ENGC40–Eletrônica Digital e ENGC41‐  Dispositivos  Eletrônicos 

Matemática Discreta MATA97 –Matemática Discreta II  Métodos Numéricos MAT174 –Cálculo Numérico Modelagem Análise e Simulação de SistemasENGC24–Sinais e SistemasI Organização de Computadores ENGC50 –Sistemas Microprocessados  Sistemas Operacionais MATA68 ‐Sistemas Operacionais 

 (i) Núcleo de Conteúdos Específicos completam o restante da carga horária total. 

É importante salientar que a contribuição prática ao curso, que totaliza 11 % da carga  horária mínima, é composta por: as atividades ENGx02 ‐ Laboratório Integrado I‐A, ENGx03 ‐  Laboratório Integrado II‐A, ENGx04 ‐ Laboratório Integrado III‐A e ENGx05 ‐ Laboratório  Integrado IV‐A; a parcela laboratorial das disciplinas do núcleo de Física; as atividades  ENGx10 ‐ Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação I e ENGx11 ‐  Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação II e ENGx09 ‐ Estágio em  Engenharia de Computação. 

DISCIPLINAS Pré‐requisitos C.H. 

1o Perí od o Cálculo A (MATA02) ‐ 102  Física Geral e Experimental I‐E (FIS121) ‐ 102 

Química Geral (QUI029) ‐ 68  Geometria Analítica (MATA01) ‐ 68   C.H.T.340 

2o Perí od o 

Cálculo B (MATA03) MATA01, MATA02 102 

Física Geral e Experimental II‐E (FIS122) FIS121, MATA01, MATA02 102  Introdução à Engenharia de Computação (ENGx01) ‐ 34  Sistemas Lógicos (ENGC26) ‐ 34  Álgebra Linear A (MATA07) MATA01 68   C.H.T.340 

3o Perí od o 

Cálculo C (MATA04) MATA07, MATA03 102 

Física Geral e Experimental III‐E (FIS123)  FIS122, MATA03 102  Eletrônica Digital (ENGC40) ENGC26 34  Tecnologia dos Materiais p/ Eng. Elétrica (ENGA47) QUI029, FIS122 34  Matemática Discreta II (MATA97) ‐ 68   C.H.T.340 

4o Perí od o 

Análise de Circuitos I (ENGC32) MATA03, MATA07 68 

Métodos Estatísticos (MAT236)   MATA03 68  Introdução à Lógica de Programação (MATA37 ) ‐ 68  Mecânica dos Sólidos (ENGC30) FIS121, MATA03 68  Ciências do Ambiente (ENG269) ‐ 68   C.H.T.340 

5o Perí od o 

Dispositivos Eletrônicos (ENGC41) ENGC32 68  Análise de Circuitos II (ENGC25)    ENGC32, MATA04, FIS123 68  Sinais e Sistemas I (ENGC24) ENGC32, MATA04 68  Lógica para Computação (MATA47) MATA37, MATA97 68 

Laboratório Integrado I‐A (ENGx02)    MATA37, ENGC32 34 

Metodologia e Expressão do Conhecimento Científico  (ENGx12) ‐ 34 

 C.H.T.340 

6o Perí od o 

Sistemas Microprocessados (ENGC50) ENGC40 68 

Sinais e Sistemas II (ENGC33) ENGC24 68  Fenômenos de Transporte (ENG370) FIS122, MATA04 68  Cálculo Numérico (MAT174)    MATA04, MATA37 68  Estruturas de Dados e Algoritmos I (MATA40) MATA37 68   C.H.T.340 

7o Perí od o Programação de Software Básico (MATA49)   ENGC50 68 

Análise e Projeto de Algoritmos (MATA52)    MATA40 68  Laboratório Integrado II‐A (ENGx03) ENGC33, ENGC50, ENGx02 34  Processamento Digital de Sinais (ENGC63) ENGC33, ENGC50 68 

Carga Horária de Disciplinas Obrigatórias 3162 78,9 da CH Total  Laboratórios Integrados 136 

2,1 da CH Total  Correspondendo a Atividades

Carga Horária de Disciplinas Optativas 408 

Carga Horária de Estágio em Engenharia de Computação 170 

Carga Horária de Trabalho de Conclusão do Curso de 

Engenharia de Computação  34 

Carga Horária de Atividades Complementares 100  Carga Horária Total      4010 

Programação Orientada a Objetos (MATA55) MATA37 68   C.H.T.306 

8o Perí od o 

Projeto de Circuitos Integrados Digitais (ENGx06) ENGC41, ENGC50 68 

Laboratório Integrado III‐A (ENGx04) MATA49, ENGC63, ENGx03 34  Sistemas Operacionais (MATA58) MATA49 68  Redes de Computadores I (MATA59) MATA49 68  Teoria da Computação (MATA51) MATA97 68 

 C.H.T.306 

9o Perí od o 

Sistemas de Tempo Real (MATA82) MATA58, MATA59 68 

Engenharia de software I (MATA62) MATA55 68  Compiladores (MATA61) MATA49 68  Programação em Tempo Real p. Sist. Embarcados(ENGD33)ENGC50 68  Laboratório Integrado IV‐A (ENGx07) MATA59, ENGx04, ENGx06 34   C.H.T.306 

10 o Perí o  Redes Industriais (ENGx05) MATA59 68 

Interface Homem‐Máquina (ENGx08) ENGC50 68  Economia e Finanças (ECO151) MAT236 68  OPTATIVA 1 ‐ 68  OPTATIVA 2 ‐ 68    340 

1 o Perí o  Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia  de 

Computação  I (ENGx10) MATA82, ENGx06, ENGx08 17 

Estágio em Engenharia de Computação (ENGx09) MATA82, ENGx06, ENGx08 170  OPTATIVA 3 ‐ 68  OPTATIVA 4 ‐ 68  C.H.T. 323 

12 o Perí od o 

Legislação Social (DIR175) ‐ 68 

Administração (ADM012) ‐ 68 

Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia  de  Computação II (ENGx11) ENGx10 17 

OPTATIVA 5 ‐ 68  OPTATIVA 6 ‐  68  C.H.T. 289 

MATA01 MATA03 MATA04 ENGC32 ENGC24 ENGC33 

ENGx03  ENGx06 ENGx07 ENGx08 ENGx09 DIR175 

Geometria 

Analítica 

Cálculo B Cálculo C  Análise de 

Circuitos I 

Sinais e  Sistemas I 

Sinais e  Sistemas II 

Laboratório  Integrado II‐A 

Projeto de  Circ. Integ.  Digitais 

Laboratório  Integrado IV‐A

Interface  Home m‐ Máquina 

Estágio em  Engenharia  de  Computação 

Legislação  Social 

68hs 102hs 102hs 68hs 68hs 68hs  34hs  68hs 34hs 68hs 170hs 68hs 

MATA02 MATA07 MATA97  MATA37 ENGx02 ENGC50 ENGC63 ENGx04 MATA62 ENGx05 ENGx10 ADM012 

Cálculo A  Álgebra 

Linear A 

Matemática  Discreta II 

Introdução a 

Lógica de  Programação 

Laboratório  Integrado I‐A

Sistemas  Microproc. 

Processamento  Digital de Sinais

Laboratório  Integrado III‐ A 

Engenharia de 

Software I 

Redes  Industriais 

Trab. de  Conc. do C.  de Eng. de  Computação I

Administração 

102hs 68hs 68hs 68hs 34hs 68hs 68hs 34hs 68hs 68hs 17hs 68hs  FIS121 FIS122 FIS123 ENGC30 MATA47 MAT174 MATA55 MATA58 MATA82 ECO151   ENGx11 

Física  Geral e  Exp. I‐E 

Física Geral e 

Exp. II‐E 

Física Geral  e Exp. III‐E 

Mecânica dos 

Sólidos 

Lógica para  Computação 

Cálculo  Numérico 

Programação  Orientada a  Objetos 

Sistemas  Operacionais 

Sistemas de  Tempo Real 

Economia  e Finanças  OPTATIVA 3 

Trab.de Conc. do C. de Eng.  de  Computação II 

102hs 102hs 102hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 17hs 

QUI029 ENGx01 ENGC40 MAT236 ENGC25 MATA40 MATA49 MATA59 MATA61     

Química  Geral 

Introdução à 

Eng. de  Computação 

Eletrônica 

Digital 

Métodos 

Estatísticos 

Análise de  Circuitos II 

Estrutura de 

Dados e  Algoritmos I 

Programação  de Software  Básico 

Redes de 

Comput. I 

Compiladores  OPTATIVA 

1  OPTATIVA 4 OPTATIVA 5 

68hs 34hs 34hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs   ENGC26  ENGA47 ENG269 ENGC41 ENG370 MATA52 MATA51 ENGD33      

  Sistemas 

Lógicos 

Tecnol. dos  Materiais 

Ciências do  Ambiente 

Disposit.  Eletrônicos 

Fenômenos  de  Transportes 

Análise Proj. de 

Algoritmos 

Teoria da  Computação 

Prog. tempo  Real p/ Sist.  Embarcados 

2   OPTATIVA 6 

 34hs 34hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs 68hs   68hs       ENGx12          

Met. e E. do  

C. Cie.        34 hs 

    Atividades Complementares ‐ 100hs 

10. Elenco de Componentes Curriculares 

Componentes Curriculares Obrigatórios 

Núcleo de Conhecimentos Básicos 

Código / Nome C.H.  Mód ulo 

Modalidade Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

MATA01 ‐ Geometria Analítica 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Matemática  MATA02‐ Cálculo A 102  45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Matemática  MATA03 ‐ Cálculo B 102  45 Disciplina MATA01, MATA02 Inexistentes Matemática  MATA04 ‐ Cálculo C 102  45 Disciplina MATA07, MATA03 Inexistentes Matemática  MATA07 – Álgebra Linear A 68  45 Disciplina MATA01 Inexistentes Matemática  FIS121 ‐ Física Geral e Experimental I 102  45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Física Geral  FIS122 ‐ Física Geral e Experimental II 102  45 Disciplina FIS121, MATA01, MATA02 Inexistentes Física Geral  FIS123 ‐ Física Geral e Experimental III 102 45 Disciplina FIS122, MATA03 Inexistentes Física do Estado Sólido 

ENGX12 ‐ Metodologia e Expressão do  Conhecimento Científico  34 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC30 ‐ Mecânica dos Sólidos 68 45 Disciplina FIS121, MATA03 Inexistentes Construções e Estruturas  ENG370 ‐ Fenômenos dos Transportes 68 45 Disciplina FIS122, MATA04 Inexistentes Engenharia Química  ENG269 ‐ Ciências do Ambiente 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Engenharia Ambiental  ADM012 ‐ Administração 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Estudos Organizacionais  DIR175 ‐ Legislação Social 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Direito Privado  QUI029 – Química Geral 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Química Geral e Inorgânica 

ENGA47 – Tecnologia dos Materiais para  Engenharia Elétrica  34 45 Disciplina QUI029, FIS122 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC32 ‐ Análise de Circuitos I 68 45 Disciplina MATA07, MATA03 Inexistentes Engenharia Elétrica 

MATA37 – Introdução à Lógica de 

Programação  68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Ciências da Computação 

ENGC24 ‐ Sinais e Sistemas I 68 45 Disciplina MATA04, ENGC32 Inexistentes Engenharia Elétrica  ECO151 – Economia e Finanças 68 45 Disciplina MAT236 Inexistentes Economia 

Núcleo de Conhecimentos Profissionalizantes 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Modalidade Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

MAT174 ‐ Cálculo Numérico 68 45 Disciplina MATA04 Inexistentes Ciências da Computação 

ENGC25 ‐ Análise de Circuitos II 68 45 Disciplina ENGC32, FIS123,  MATA04  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC26 ‐ Sistemas Lógicos 34 45 Disciplina  Inexistentes Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC40 ‐ Eletrônica Digital 34 45 Disciplina ENGC26 Inexistentes Engenharia Elétrica  MATA40 – Estrutura de Dados e Algoritmos I 68 45 Disciplina MATA37 Inexistentes Ciências da Computação  MATA58 – Sistemas Operacionais 68 45 Disciplina MATA49 Inexistentes Ciências da Computação 

Núcleo de Conhecimentos Específicos 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Função Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

MATA49 – Programação de Software Básico 68 45 Disciplina ENGC50 Inexistentes Ciências da Computação  MATA55 – Programação Orientada a Objetos 68 45 Disciplina MATA37 Inexistentes Ciências da Computação  MATA62 – Engenharia de Software I 68 45 Disciplina MATA55 Inexistentes Ciências da Computação  MAT236 ‐ Métodos Estatísticos 68 45 Disciplina MATA03 Inexistentes Estatística  ENGC33 ‐ Sinais e Sistemas II 68 45 Disciplina ENGC24 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC41 – Dispositivos Eletrônicos 68 40 Disciplina ENGC32 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC50 ‐ Sistemas Microprocessados 68 45 Disciplina ENGC40 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC63 – Processamento Digital de Sinais 68 45 Disciplina ENGC33, ENGC50 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGx01 – Int. à Engenharia de Computação 34 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Engenharia Elétrica 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Função Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

ENGx02 ‐ Laboratório Integrado I‐A 34 15 Atividade MATA37, ENGC32 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx03 ‐ Laboratório Integrado II‐A 34 15 Atividade  ENGC33, ENGC50, 

ENGx02  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx04 – Laboratório Integrado III‐A 35 15 Atividade  MATA49, ENGC63, 

ENGx03  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx05 – Redes Industriais 68 45 Disciplina MATA59 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGx06 – Projeto de Circuitos Int. Digitais 68 45 Disciplina ENGC50, ENGC41 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx07 ‐ Laboratório Integrado IV‐A 34 15 Atividade  MAT59,ENGx04, 

ENGx06  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx08 – Interface Homem‐Máquina 68 45 Disciplina ENGC50 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx09 ‐ Estágio em Engenharia de 

Computação  170 4 Atividade  MATA82, ENGx06, 

ENGx08 

Inexistentes  Colegiado de Engenharia  de Computação 

ENGx10 ‐ Trabalho de Conclusão do Curso de 

Engenharia de Computação I  17 1 Atividade  MATA82, ENGx06, 

ENGx08 

Inexistentes  Colegiado de Engenharia  de Computação 

ENGx11 ‐ Trabalho de Conclusão do Curso de 

Engenharia de Computação II  17 1 Atividade ENGx10 Inexistentes  Colegiado de Engenharia  de Computação 

ENGD33 – Programação em Tempo Real para 

Sistemas Embarcados  68 45 Disciplina ENGC50, MATA49 Inexistentes Engenharia Elétrica 

MATA47 – Lógica para Computação 68 45 Disciplina MATA37 Inexistentes Ciências da Computação  MATA51 – Teoria da Computação 68 45 Disciplina MATA97 Inexistentes Ciências da Computação  MATA52 – Análise e Projeto de Algoritmos 68 45 Disciplina MATA40 Inexistentes Ciências da Computação  MATA59 – Redes de Computadores I 68 45 Disciplina MATA49 Inexistentes Ciências da Computação  MATA82 – Sistemas de Tempo  Real 68 45 Disciplina MATA58, MATA59 Inexistentes Ciências da Computação  MATA97 – Matemática Discreta II 68 45 Disciplina MATA37 Inexistentes Ciências da Computação 

Componentes Curriculares Optativos 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Modalidade Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

ENG295 ‐ Higiene e Segurança do Trabalho 68 45 Disciplina QUI029, FIS122 Inexistentes Engenharia Ambiental 

ENG573 – Processos Estocásticos 68 45 Disciplina ENGC24, ENGC25,  MAT236  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENG574 – Otimização 68 45 Disciplina MAT174, MATA04,  MATA07  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENG577 – Processamento Digital de Sinais 68 45 Disciplina ENGC33, ENGC50 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGA48 – Sistemas de Comunicações sem Fio 68 45 Disciplina ENGC27, ENGC34 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGA73 – Sistemas Robóticos 68 45 Disciplina ENGC42 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGA74 – Inteligência Computacional 68 45 Disciplina MATA04, ENGN04 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGA77 – Instrumentação Industrial 68 45 Disciplina ENGC50, ENGC41 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGA78 – Síntese de Circuitos Digitais 68 45 Disciplina ENGC50 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGA83 – Processamento Estatístico de  Sinais  68 45 Disciplina ENGC61 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGA84 – Processadores Digitais de Sinais 68 45 Disciplina ENGC50 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC27 ‐ Sistemas de Comunicações I 68 45 Disciplina ENGC25, ENGC24,  ENGC41, MAT236  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC34 ‐ Eletromagnetismo Aplicado 68 45 Disciplina MATA06, FIS124 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC35 ‐ Modelagem e Análise de Sistemas  Dinâmicos  68 45 Disciplina ENGC33 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC42 ‐ Sistemas de Controle I 68 45 Disciplina ENGC35 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC46 ‐ Síntese de Circuitos 34 45 Disciplina ENGC25, ENGC24 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC59 ‐ Instrumentação Eletrônica 68 45 Disciplina ENGC50, ENGC51,  ENGC46  Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC61 ‐ Sistemas de Comunicações II 68 45 Disciplina ENGC27 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC64 – Sistemas de Controle II 68 45 Disciplina ENGC42 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC65 – Sistemas de Controle III 68 45 Disciplina ENGC42 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGC66 – Introdução ao Controle de  Processos Industriais  68 45 Disciplina ENGC42 Inexistentes Engenharia Elétrica 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Modalidade Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

ENGC67 – Cont.e de Sist. a Eventos Discretos 68 45 Disciplina MATN03 Inexistentes Engenharia Elétrica  ENGC75 – Introdução à Robótica 68 45 Disciplina ENGC43, ENGC42 Inexistentes Engenharia Elétrica  FIS124 – Física Geral e Experimental IV‐E 102 45 Disciplina FIS123 Inexistentes Física do Estado Sólido  MATA06 ‐ Cálculo E 102 45 Disciplina MATA07, MATA03 Inexistentes Matemática  MATA41 – Informática na Educação 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Ciências da Computação  MATA50 – Linguagens Formais e Autômatos 68 45 Disciplina MATA97, MATA40 Inexistentes Ciências da Computação  MATA51 – Teoria da Computação 68 45 Disciplina MATA97 Inexistentes Ciências da Computação  MATA52 – Análise e Projeto de Algoritmos 68 45 Disciplina MATA40 Inexistentes Ciências da Computação  MATA53 – Teoria dos Grafos 68 45 Disciplina MATN03 Inexistentes Ciências da Computação  MATA54 – Estrutura de dados e Algoritmos II 68 45 Disciplina MATA40 Inexistentes Ciências da Computação  MATA56 – Paradig. de Ling. de Programação 68 45 Disciplina MATA55 Inexistentes Ciências da Computação  MATA60 – Banco de Dados 68 45 Disciplina MATA53 Inexistentes Ciências da Computação  MATA61 – Compiladores 68 45 Disciplina MATA49, MATx02 Inexistentes Ciências da Computação  MATA63 – Engenharia de Software II 68 45 Disciplina MATA62 Inexistentes Ciências da Computação  MATA64 – Inteligência Artificial 68 45 Disciplina MATA97, MATx02 Inexistentes Ciências da Computação  MATA65 – Computação Gráfica 68 45 Disciplina MATA03, MATA07 Inexistentes Ciências da Computação  MATA68 – Computador, Ética e Sociedade 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Ciências da Computação  MATA69 – Modelagem e Simulação de Sist. 68 45 Disciplina Inexistentes Inexistentes Ciências da Computação  MATA72 – Tópicos em Arquiteturas de Comp. 6845DisciplinaMATA49 InexistentesCiências da Computação MATA74 – Tópicos em Computação e Algo. 6845DisciplinaMATA51, MATA52 InexistentesCiências da Computação MATA75 – Semântica de Ling. Programação 6845DisciplinaMATA56 InexistentesCiências da Computação MATA79 – Tópicos em Programação 6845DisciplinaMATA54, MATA56 InexistentesCiências da Computação MATA83 – Tópicos em Sistemas Operacionais 6845DisciplinaMATA58 InexistentesCiências da Computação MATA85 – Redes de Computadores II 6845Disciplina MATA59 InexistentesCiências da Computação  MATA86 – Tópicos em Redes de Comp. 6845Disciplina MATA59 InexistentesCiências da Computação  MATA87 – Segurança da Informação 68 45Disciplina MATA07 Inexistentes Ciências da Computação 

MATA88 – Fundamentos de Sistemas  Distribuídos 

68 45 Disciplina MATA58, MATA59 Inexistentes Ciências da Computação 

MATA89 – Arquitetura de Sist. Distribuídos 68 45Disciplina MATA88,MATA59 Inexistentes Ciências da Computação 

Código / Nome C.H. 

Módulo  Modalidade Pré‐requisitos Co‐requisitos Departamento 

MATA90 – Algoritmos Distribuídos 68 45Disciplina MATA88 Inexistentes Ciências da Computação  MATB02 – Qualidade de Software 68 45 Disciplina MATA63 Inexistentes Ciências da Computação  MATB05 – Tópicos em Inteligência Artificial 6845DisciplinaMATA64 InexistentesCiências da Computação MATB06 – Tópicos em Sistemas Distribuídos 6845DisciplinaMATA88 InexistentesCiências da Computação MATB10 – Tópicos em Banco de Dados 6845DisciplinaMATA60 InexistentesCiências da Computação MATB12 – Tópicos em Compiladores 6845DisciplinaMATA61 InexistentesCiências da Computação MATB13 – Métodos Formais 6845DisciplinaMATA97 InexistentesCiências da Computação MATB15 ‐ Validação de Software 6845DisciplinaMATA63 InexistentesCiências da Computação MATB19 – Sistemas Multimídia 6845Disciplina MATA55 InexistentesCiências da Computação  MATB20 – Inteligência Artificial em Educação 6845DisciplinaMATA64, MATA41 InexistentesCiências da Computação

MATB21 – Ambientes Interativos de  Aprendizagem  6845DisciplinaMATA41 InexistentesCiências da Computação

MATB24 – Robótica Inteligente 6845Disciplina ENGC50, ENGN04 InexistentesCiências da Computação  MATB25 – Tópicos em Eng. de Software 6845DisciplinaMATA63 InexistentesCiências da Computação MATB26 – Tópicos em Sistemas Multimídia 6845Disciplina InexistentesCiências da Computação

ENGx12 – Agentes Autônomos e Sistemas  Multiagentes   68 45 Disciplina MATA64, ENGC50 InexistentesEngenharia Elétrica 

ENGx13 – Visão Computacional 68 45 Disciplina MATA64 InexistentesEngenharia Elétrica  ENGx14 – TV Digital 68 45 Disciplina ENGC63 InexistentesEngenharia Elétrica 

ENGx15 – Avaliação de Desempenho de  Sistemas  68 45 Disciplina MATA59 Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx16 – Tópicos Especiais em Engenharia  de Computação I  68 45 Disciplina A definir InexistentesEngenharia Elétrica 

ENGx17 – Tópicos Especiais em Engenharia  de Computação II  68 45 Disciplina A definir Inexistentes Engenharia Elétrica 

ENGx18 – Tópicos Especiais em Engenharia  de Computação III  68 45 Disciplina A definir Inexistentes Engenharia Elétrica 

1. Normas de Funcionamento do Curso 

  1.1 O curso de Engenharia de Computação é de modalidade presencial e tem  regime escolar semestral.  1.2 O curso de Engenharia de Computação tem duração média de seis anos (12  semestres letivos) podendo ser integralizado em um tempo máximo de 11 anos  (22 semestres letivos).  1.3 Não deverá ser excedido o máximo de 442 horas em componentes curriculares  (disciplinas ou atividades) em cada semestre letivo, o que corresponde a um  máximo de 26 horas semanais.  1.4 No que concerne ao funcionamento, o curso é noturno. Os componentes  curriculares de cada semestre serão concentrados em turno único, em horários  estabelecidos por resoluções internas da UFBA. Os alunos que assim o  desejarem poderão eventualmente cursar componentes curriculares,  oferecidos aos cursos diurnos de engenharia, condicionados a existência de  vagas, no turno matutino (de 07:00 às 13h00) ou vespertino (de 13:00 às  19:0).  1.5  As atividades Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação I  e II são componentes curriculares com módulo unitário pertencentes ao  Colegiado do Curso de Engenharia de Computação (CCEComp) e tem a duração  de um semestre cada, com carga horária de 17 horas por semestre,  correspondentes ao tempo dedicado pelo professor na orientação individual  do aluno. A carga horária adicional, necessária ao aluno para desenvolver o seu  projeto ou tema de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de  Computação, quer dentro ou fora da UFBA, é de inteira responsabilidade do  aluno. O CCEComp deverá a cada semestre criar um número de turmas destes  componentes curriculares correspondentes ao número de alunos que irão  realizar as atividades.  1.6  As atividades Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação I  e II deverão ser orientadas por um professor da UFBA, denominado tal como  Professor Orientador. Ao Professor Orientador será atribuída uma carga  horária didática de 17 horas por semestre. 

1.7  O CCEComp credenciará os professores que poderão exercer a função de 

Professor Orientador, mediante solicitação do mesmo e análise do seu  Currículo Vitae, no qual demonstre capacidade para orientação de alunos. O  credenciamento terá validade de três anos. Ao final deste período o professor  deverá solicitar ao CCEComp re‐credenciamento.  1.8  O aluno em atividade de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de 

Computação (I ou II) poderá ter mais de um orientador, sendo neste caso  designado um deles Orientador Principal, que responderá perante o CCEComp  como orientador, e os demais designados co‐orientadores.  1.9  O aluno em atividade de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de 

Computação (I ou II) poderá ter como co‐orientador um profissional de  engenharia, com comprovada produção técnica e exercício contínuo da  engenharia nos últimos três anos, desde que a atuação de tal profissional na  orientação não implique em ônus de qualquer natureza a UFBA.  1.10 Após a matrícula em Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de 

Computação I, o aluno, mediante documento comprovando a concordância de  seu orientador, deverá encaminhar ao colegiado até o final do primeiro  semestre letivo de matrícula, seu Projeto de Trabalho de Conclusão do Curso  de Engenharia de Computação, que deverá conter plano de trabalho,  objetivando acompanhamento das atividades do aluno. O aluno que não  cumprir esta norma será Reprovado por Freqüência em Trabalho de Conclusão  do Curso de Engenharia de Computação I.  1.1 A atividade Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação II  tem como pré‐requisito Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de  Computação I e deve ser realizada com base no Projeto de Trabalho de  Conclusão do Curso de Engenharia de Computação aprovado pelo CCEComp.  1.12 Para finalizar a atividade de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de 

Computação II, o estudante deverá elaborar uma Monografia e realizar uma  apresentação oral e pública desta ‐ Defesa do Trabalho de Conclusão do Curso  de Engenharia de Computação, seguida de argüição, perante uma Comissão de  Avaliação constituída por três membros, sendo no mínimo dois deles  professores da Universidade Federal da Bahia, das áreas de Engenharia 

Elétrica, Computação ou áreas afins, dentre os quais o Professor Orientador  que presidirá a sessão de Defesa do Trabalho Final de Graduação. O terceiro  membro da comissão deve ser preferencialmente externo à UFBA, professor  universitário, com produção intelectual comprovada nos últimos três anos, ou  profissional de engenharia, com comprovada produção técnica e exercício  contínuo da engenharia nos últimos três anos.  1.13  À Comissão de Avaliação cabe verificar se o conteúdo da Monografia, bem  como sua apresentação oral, demonstra que o aluno possui domínio sobre o  tema desenvolvido. Ao final da apresentação oral a Comissão de Avaliação  emitirá parecer aprovando ou não a Monografia, que será considerada  aprovada se obtiver parecer favorável da maioria dos membros da comissão.  1.14  O aluno será considerado aprovado na atividade Trabalho de Conclusão do 

Curso de Engenharia de Computação II se tiver sua monografia aprovada.  1.15  Compete ao Professor Orientador definir o tema do Trabalho de Conclusão do 

Curso de Engenharia de Computação do Aluno, estabelecer os objetivos finais  do trabalho, orientá‐lo na elaboração da proposta, verificar a adequação das  atividades propostas e desenvolvidas ao alcance dos objetivos finais,  proporcionar infra‐estrutura básica para a execução das tarefas e orientá‐lo na  elaboração da Monografia.  1.16  O(s) nome(s) do Orientador(es) de cada aluno deverá ser homologado pelo 

CCEComp em reunião plenária, onde se verificará a adequação do(s)  orientador(es) ao que se refere às normas 11.7, 11.8 e 11.9. Após a  homologação do orientador o CCEComp lançará o nome do professor como  professor da turma de Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de  Computação na qual o aluno está matriculado.  1.17  O CCEComp deverá cuidar para que haja uma distribuição uniforme de alunos  entre os orientadores. O número máximo de alunos orientados  simultaneamente por um mesmo orientador é seis.  1.18 O Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação pode ter  natureza interdepartamental, inter‐institucional ou de cooperação entre  Universidade e Empresas. Pode ser realizado dentro ou fora da UFBA, desde  que devidamente acompanhado pelo Professor Orientador a que se refere às  normas 11.7, 11.8 e 11.9.  1.19 Para concluir a atividade Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de 

Computação II, o aluno deverá solicitar ao colegiado a Defesa do de Conclusão  do Curso de Engenharia de Computação. A solicitação deverá ser acompanhada  de: (i) Parecer do orientador concordando com a submissão e indicando os  membros da Comissão de Avaliação; (i) Quatro exemplares da Monografia,  sendo três para os membros da Comissão de Avaliação e uma para exposição  pública na Escola Politécnica da UFBA.  1.20 Durante a sessão pública de Defesa do Trabalho de Conclusão do Curso de 

Engenharia de Computação, a apresentação oral do aluno deverá ter duração  de trinta minutos, seguida da argüição por parte da Comissão de Avaliação,  sem limite de tempo. A argüição deverá ser aberta ao público presente após os  questionamentos da comissão.  1.21 A Comissão de Avaliação poderá solicitar ao aluno ajustes ou correções no  texto da Monografia. O aluno deverá executar as solicitações da Comissão de  Avaliação e encaminhar ao colegiado a versão final de sua Monografia, a  acompanhado de documento de encaminhamento por parte do orientador.  A  entrega da versão final da Monografia é condição necessária para lançamento  do conceito final do aluno em Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia  de Computação II no Sistema Acadêmico da UFBA, bem como emissão de  Diploma.  1.2 A forma de avaliação dos componentes curriculares do tipo ATIVIDADE 

(Laboratórios Integrados I‐A a V‐A, Trabalho de Conclusão do Curso de  Engenharia de Computação I e II, e Estágio Curricular) deverá ser por conceito:  APROVADO ou REPROVADO.  1.23  O Estágio em Engenharia de Computação poderá ser realizado em Empresas, 

Organizações, Instituições ou na própria Universidade. Esta atividade deve  consistir em um exercício da profissão, sendo obrigatoriamente orientada por  um engenheiro no local do estágio e supervisionada por um professor com  graduação ou pós‐graduação em Engenharia. 

1.24 O Colegiado do Curso de Engenharia de Computação solicitará um número de  turmas de Estágio Curricular correspondente ao número de Professores  Supervisores.  1.25 Cada Professor Supervisor não poderá supervisionar mais de quatro alunos por  semestre.  1.26 Ao Professor Supervisor caberá auxiliar o estudante na busca pelo estágio,  verificar a adequação das atividades desenvolvidas, interagir com o local de  estágio para garantir esta adequação, esclarecer dúvidas técnicas do estudante  e avaliar o componente curricular.  1.27 Será atribuída ao Professor Supervisor uma carga horária de 17 horas  semestrais.  1.28 O Engenheiro Orientador deverá emitir parecer sobre o desempenho do  estagiário, ao final da atividade. Este parecer e um relatório de autoria do  estudante, que deverá ter uma apresentação oral e publicamente por parte do  aluno, que proporcionarão os subsídios para a avaliação e emissão de conceito  final pelo Professor Supervisor. Esta avaliação decidirá o aproveitamento ou  não do componente curricular.  1.29 Atividades de pesquisa e extensão poderão ser aproveitadas como disciplinas  optativas, a critério do Colegiado do Curso de Engenharia de Computação, não  excedendo a carga horária de 102 horas.  1.30 As disciplinas optativas serão oferecidas mediante demanda e solicitação de  número mínimo de 12 alunos.  1.31 As Atividades Complementares compreendem um conjunto de experiências e  vivências acadêmicas livremente escolhidas pelos alunos, que podem ser  realizadas na UFBA ou em outras instituições, têm como objetivo ampliar as  possibilidades de aprendizagens teóricas e práticas, através do aproveitamento  de estudos extra‐curriculares. O Colegiado entende como atividades  complementares para Engenharia de Computação: trabalhos de iniciação  científica; projetos multidisciplinares; visitas técnicas; desenvolvimento de  protótipos; monitorias; participação em empresas Junior e outras atividades  empreendedoras, participação em evento científico e atividades de extensão.  Outras atividades podem ser incluídas conforme deliberação do colegiado. 

1.32 A integralização da carga horária corresponde a Atividades Complementares se  dará mediante solicitação do aluno junto ao colegiado, ou órgão competente  da UFBA designado para tal finalidade, devidamente instruídos com  documentação comprobatória, até que a carga horária mínima correspondente  a Atividades Complementares seja integralizada.   

  12. Recursos Humanos 

O Projeto Pedagógico do Curso Noturno de Engenharia de Computação aqui  proposto terá uma duração média de 12 (doze) semestres cumprindo uma carga  horária mínima total de 3942 (três mil novecentos e quarenta e duas) horas, para as  quais são solicitados nesse projeto 11 vagas de professor equivalente em regime de  dedicação exclusiva (DE) a ser alocadas nos departamentos, segundo o critério de  número de disciplinas obrigatórias ofertadas ao Curso Noturno de Engenharia da  Computação, segundo a seguinte distribuição:   

Departamento(s) Número de Vagas  Engenharia Elétrica 5 

Ciência da Computação 3  Matemática e Estatística 1 

Física Geral e Física do Estado Sólido 1 

Demais departamentos 1 

  Caberá aos respectivos departamentos deliberar pela melhor utilização das  vagas propostas visando o atendimento da demanda necessária para o pleno  funcionamento do Curso Noturno de Engenharia da Computação. 

Pretende‐se ainda a contratação de quatro servidores técnicos administrativos  para dar suporte as atividades laboratoriais, sendo dois lotados no Departamento de  Engenharia Elétrica e outros dois no Departamento de Ciência da Computação. 

O presente projeto não prevê a criação de novos departamentos e utilizará as  instalações dos Departamentos de Engenharia Elétrica e de Ciências da Computação  para realização dos componentes curriculares do tipo de atividade restando aos  demais departamentos a oferta de componentes curriculares do tipo disciplina.    O Departamento de Engenharia Elétrica dispõem dos seguintes laboratórios para  suporte às atividades do curso proposto:  (i) Laboratórios Integrados – LI, em uma quantidade de 4 (quatro)  laboratórios deste tipo, estes são espaços infra‐estruturados para os  alunos desenvolverem atividades práticas das disciplinas básicas do  curso, como circuitos elétricos , eletrônica e sinais e sistemas;  (i) Laboratório de Sistemas Microprocessados ‐ LABSIS, equipado com  computadores, softwares, equipamentos de medição e testes de  sistemas eletrônicos. É destinado ao desenvolvimento de sistemas  embarcados de tempo‐real;  (i) Laboratório de Concepção de Circuitos Integrados ‐ LCCI, equipado  com instrumentos para testes de circuitos, ferramentas e computadores  e softwares para projetos e simulações de Circuitos integrados. O LCCI  se destina à realização de projeto de circuitos integrados analógicos,  digitais e mistos, simulação de circuitos integrados analógicos e digitais  através de ferramentas computacionais, testes experimentais de  protótipos discretos dos circuitos projetados, desenho de máscaras de  circuitos integrados utilizando ferramentas computacionais,  implementação de circuitos integrados digitais através de gravação em  "chips" programáveis, modelagem e caracterização de dispositivos com  fins de projeto de circuitos integrados;  (iv) Laboratório de Processamento de Sinais ‐ LPS, equipado com  instrumentos de testes e aquisição de dados, kits de processamento de  sinais, computadores e softwares de PS. O LPS vem desenvolvendo  projetos de P&D com instituições privadas na área de energia elétrica,  informática e telecomunicações. Os pesquisadores, vinculados ao Grupo  de Processamento de Sinais (GPS) da UFBA, estão envolvidos em  pesquisas relacionadas com algoritmos baseados em diversas técnicas  de processamento digital de sinais embarcados em microprocessadores  e DSPs;  (v) Laboratório de Sistemas Digitais ‐ LSD, equipado programadores de  sistemas digitais, instrumentos e equipamentos de testes,  computadores e softwares para projeto de SD. No LSD são  desenvolvidos protótipos de sistemas digitais para aquisição de dados e  diagnósticos de sistemas;  (vi) Laboratório de Sistemas Inteligentes ‐ LSI, equipados com  computadores, softwares e um robô. No LSI são desenvolvidos  trabalhos em inteligência artificial e robótica;  (vii) Laboratório de Automação e Controle ‐ LAC, equipado com  computadores, softwares, equipamentos de medição e testes de  sistemas eletrônicos, tem o propósito de servir de plataforma de  aplicação prática para desenvolvimento de projetos integrados nas  áreas de instrumentação eletrônica, controle de processos e automação  industrial;  (viii) Laboratório de Automação e Controle ‐ LAC, equipado com  computadores, softwares, equipamentos de medição e testes de  sistemas eletrônicos, tem o propósito de servir de plataforma de  aplicação prática para desenvolvimento de projetos integrados nas  áreas de instrumentação eletrônica, controle de processos e automação  industrial.    Atualmente o Departamento de Ciência da Computação possui um Laboratório de 

Ensino de Informática, localizado na sala 151 do Instituto de Matemática, e um de  propósito geral localizado na sala 154, que tem por objetivo dar suporte aos alunos do  Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.   

Adicionalmente está prevista a criação de dois novos laboratórios de ensino no 

Departamento de Engenharia Elétrica e dois novos laboratórios de ensino no  Departamento de Ciência da Computação, visando dar suporte as atividades do Curso  Noturno de Engenharia de Computação.   

14. Ementário de Componentes Curriculares  

14.1. Componentes Curriculares Obrigatórios Novos 

Nome e código do componente curricular:

ENGx01 – Introdução à Engenharia de Computação   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34 T:34 P:0 E:0 

Modalidade: 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        Inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: Inexistentes Período Ofertado: 2º.

Ementa:    A Engenharia e o engenheiro. Campo de atuação do engenheiro de computação. Estrutura do curso. Metodologia.  Criatividade. Ética. Impacto social da engenharia. Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania. Normas de segurança.  Normas e regulamentações. Regulamentação profissional.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx02 – Laboratório Integrado I‐A   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34 T:0 P:34 E:0 

Modalidade: 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

MATA37 – Introdução à Lógica de programação 

ENGC32 – Análise de Circuitos I   

Módulo de alunos:    15 

Co‐requisitos:  inexistentes Período Ofertado: 5º.

Ementa:    Implementação de programas para computadores utilizando os conceitos das disciplinas Introdução a Lógica de  Programação aplicados à análise de circuitos elétricos. Utilização de técnicas de expressão gráfica para projeto de  Sistemas Computacionais.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx03 – Laboratório Integrado II‐A   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34 T:0 P:34 E:0 

Modalidade: 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        ENGC50 – Sistemas Microprocessados 

                                      ENGC33 – Sinais e Sistemas II 

         ENGx02 – Laboratório Integrado I 

Módulo de alunos:    15 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado:7º.

Ementa:    Concepção integrada de Hardware e Software. Integração dos conceitos das disciplinas: Sistema Microprocessados  e Sinais e Sistemas. Utilização de técnicas de expressão gráfica para projeto de Sistemas Computacionais.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx04 – Laboratório Integrado III‐A   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68 T:0 P:68 E:0 

Modalidade: 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

ENGC63 – Processamento Digital de Sinais 

ENGx03 – Laboratório Integrado II 

MATA59 – Programação de Software Básico   

Módulo de alunos:    15 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado:8º.

Ementa:    Concepção integrada de Hardware e Software. Integração dos conceitos das disciplinas: Processamento Digital de  Sinais e Programação de Software Básico. Utilização de técnicas de expressão gráfica para projeto de Sistemas  Computacionais.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx05 – Redes Industriais   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68 T:68 P:0 E:0 

Modalidade: 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        MATA59 – Redes de Computadores I 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 10º.

Ementa:    Redes Locais Industriais: os níveis hierárquicos de integração fabril no modelo CIM, características das redes  industriais, projetos de padronização (Proway, IEEE 802, MAP/TOP, Fieldbus, etc.), visão de produtos. Protocolos  industriais de comunicação.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx06 – Projeto de Circuitos Integrados Digitais   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68 T:68 P:0 E:0 

Modalidade: 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        ENGC41 – Dispositivos Eletrônicos 

ENGC50 – Sistemas Microprocessados   

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 9º.

Ementa:    Lógica Combinacional: algoritmos de simplificação e introdução a projetos com auxílio de computadores, síntese de  circuitos em dispositivos lógicos programáveis (PLD). Lógica Seqüencial: máquinas síncronas e assíncronas,  algoritmos de simplificação e síntese de circuitos seqüenciais. Metodologia de Projeto Digital: níveis de projeto,  análise de circuitos, simulação, linguagens de descrição de hardware e introdução à testabilidade de circuito.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx07 – Laboratório Integrado IV‐A   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68 T:0 P:68 E:0 

Modalidade: 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

ENGx04 – Laboratório Integrado III 

ENGx06 – Projetos de Circuitos Integrados Digitais 

MATA59 – Redes de Computadores I   

Módulo de alunos:    15 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado:9º.

Ementa:    Concepção integrada de Hardware e Software. Integração dos conceitos das disciplinas: Redes de Computadores e  Projetos de Circuitos Integrados Digitais. Utilização de técnicas de expressão gráfica para projeto de Sistemas  Computacionais.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx08 – Interface Homem‐Máquina   

Departamento: Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68 T:68 P:0 E:0 

Modalidade: 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza: Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        ENGC50 – Sistemas Microprocessados 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 10º.

Ementa:    Projeto centrado no usuário. Engenharia de Usabilidade. Concepção de Interfaces. Inspeção e Objetivos da  Usabilidade. Análise e Modelagem de Tarefa. Concepção do Modelo de interação.   

Nome e código do componente curricular:

ENGx09 ‐ Estágio em Engenharia de Computação   

Departamento:

Colegiado do Curso de  Engenharia da Computação 

Carga horária: 170 T:0 P:0 E:170 

Modalidade 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

MATA82 – Sistemas de Tempo Real 

ENGx06 – Projeto de Circuitos Integrados Digitais 

ENGx08 – Interface Homem‐Máquina   

Módulo de alunos:    4 

Co‐requisitos: Inexistentes Período Ofertado: 11º.

Ementa:    Atividade compatível com a profissão, realizada em Empresa ou Instituição, supervisionada obrigatoriamente por  um engenheiro e por um professor orientador.   

Nome e código do componente curricular: ENGx10 ‐ Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia  de Computação I 

Departamento:

Colegiado do Curso de  Engenharia de Computação 

Carga horária: 17  

Modalidade 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

MATA82 – Sistemas de Tempo Real 

ENGx06 – Projeto de Circuitos Integrados Digitais 

ENGx08 – Interface Homem‐Máquina   

Módulo de alunos:    1 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 11º. 

Ementa:    Trabalho individual de natureza acadêmico‐científica, que pode ter característica teórica ou prática. Objetiva iniciar  o aluno, futuro profissional, no trabalho intelectual e na metodologia científica. Pode envolver estudo e pesquisa  de campo, pesquisa de laboratório, ensaios e testes com análise e interpretação dos dados, além de pesquisa  bibliográfica, sob orientação de um professor.   

Nome e código do componente curricular: ENGx11 ‐ Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia  de Computação II 

Departamento:

Colegiado do Curso de  Engenharia de Computação 

Carga horária: 17  

Modalidade 

Atividade 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:  ENGx10 – Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia de Computação I  

Módulo de alunos:    1 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 12º. 

Ementa:    Trabalho individual de natureza acadêmico‐científica, que pode ter característica teórica ou prática. Objetiva iniciar  o aluno, futuro profissional, no trabalho intelectual e na metodologia científica. Pode envolver estudo e pesquisa  de campo, pesquisa de laboratório, ensaios e testes com análise e interpretação dos dados, além de pesquisa  bibliográfica, sob orientação de um professor da UFBA.   

Nome e código do componente curricular:

ENGX12 ‐ Metodologia e Expressão  do Conhecimento Científico 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34hs T:34 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        Inexistentes 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 5º.

Ementa:    Conceito de ciência. Classificação e divisão da ciência. Métodos científicos: indutivo, dedutivo, hipotético‐dedutivo  e dialético. Teorias, leis e fatos. Hipóteses e variáveis. Comunicação do conhecimento científico. Elaboração de  trabalhos científicos: estrutura do texto científico e a numeração progressiva; apresentação de citações; uso de  tabelas, quadros e figuras; redação de textos – estilo e linguagem. Apresentação de trabalho científico  normalizado: apresentação do trabalho acadêmico; elementos pré‐textuais e pós‐textuais; disposição gráfica e  formato; apresentação de artigo em publicação periódica científica impressa.   

15.1. Componentes Curriculares Obrigatórios Existentes 

Nome e código do componente curricular:

ADM012 – Administração 

Departamento:

Estudos Organizacionais 

Carga horária: 68 T: 34 P:34   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 12º.

Ementa:    Natureza, conceitos, função social, importância da Administração. Áreas de atuação, procedimentos sistêmicos.   

Nome e código do componente curricular:

DIR175 – Legislação Social 

Departamento:

Direito Privado 

Carga horária: 68 T: 34 P:34 E:0   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 12º.

Ementa:    Noções De Direito: Do Direito e suas origens. Da Lei e sua  formação.  Da Constituição Federal. Das pessoas  naturais. Das pessoas jurídicas. Da conduta social; Dos fatos e atos jurídicos. Dos contratos; Do Direito da  propriedade. Da propriedade material; Das Minas, das águas, da energia, dos transportes e das comunicações. Ética  Profissional: Da ética. Da arte e da técnica; Da função social do Engenheiro; Da regulamentação da profissão do  engenheiro; Do Código de Ética Profissional. Engenharia Legal: Da perícia; Do perito; Do laudo pericial.   

Nome e código do componente curricular:

ECO151 – Economia e Finanças 

Departamento:

Ciências Econômicas 

Carga horária: 68 T: 34 P:34 E:0   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 9º.

Ementa:    A ciência econômica, conceito e definições; A formação de preços: teoria de formação, teoria da firma e formas de  mercado; A empresa: aspectos organizacionais, econômicos e financeiros; Aspectos Macro Econômicos: produtos e  renda nacionais, moeda e inflação, finanças públicas; Comercio Internacional e desenvolvimento econômico.   

Nome e código do componente curricular:

ENG269 – Ciências do Ambiente 

Departamento:

Engenharia Ambiental 

Carga horária: 68 T: 34 P:34 E:0   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 10º.

Ementa:    Introdução à Problemática Ambiental; Princípios Básicos da Ecologia e Poluição Ambiental; Prevenção da Poluição;  Gestão Ambiental.   

Nome e código do componente curricular:                  ENGA47  ‐ Tecnologia dos Materiais 

                 para a Engenharia Elétrica 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária:  34 T:34 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                         FIS122 – Física Geral e Experimental II‐E 

QUI029 ‐ Química Geral   

Módulo de alunos:    40 

Co‐requisitos: Inexistentes   Período Ofertado: 3º.

Ementa:    Materiais condutores: estrutura física, propriedades e aplicações das ligas metálicas e resistivas. Materiais  semicondutores: estrutura cristalina, bandas de energia, lei de ação das massas, tipos de dopagem, mecanismos de  condução (deriva e difusão). Materiais isolantes: polarização, constante dielétrica, fator de perdas, análise e  aplicações. Materiais magnéticos: campos e grandezas magnéticos, tipos de magnetismo, domínios magnéticos e  tipos de energia determinantes, efeito da temperatura, magnetização e desmagnetização de um metal  ferromagnético, materiais magnéticos duros e macios, ferrites. Materiais piezoelétricos. Eletrocerâmicas. Materiais  ópticos: óptico‐eletrônica e fibras ópticas.   

Nome e código do componente curricular:

ENG370 – Fenômenos dos Transportes 

Departamento:

Engenharia Química 

Carga horária: 68 T: 34 P:34 E:0   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     inexistentes 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 6º.

Ementa:    Propriedades dos fluidos. Hidrostática. Cinemática e dinâmica dos fluidos. Transferência de calor e de massa.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC24 ‐ Sinais e Sistemas I 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade: 

Disciplina 

Função:

Básico 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        MATA04 ‐ Cálculo C 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 5º.

Ementa:    Introdução à Teoria dos Sinais e Sistemas. Sinais em tempo contínuo. Série de Fourier: trigonométrica, exponencial,  simetria, propriedades, geração de formas de onda, espectro de freqüência; Transformada de Fourier e  Transformada Inversa de Fourier: propriedades. Conceitos de modulação analógica. Transformada de Laplace e  Transformada Inversa de Laplace: definição e propriedades. Teorema do valor inicial e do valor final. Descrição  Matemática de Sistemas: integral de convolução; funções de transferência; pólos e zeros; representação por  variáveis de estado. Aplicação da Transformada de Laplace à análise de circuitos: análise de transitórios. Análise no  domínio da freqüência: ressonância; fator de qualidade; grau de amortecimento; freqüência de corte em 3 dB e em  porcentagem da amplitude; banda equivalente; diagrama de Bode – técnicas de construção. Teorema de Parserval.  

Nome e código do componente curricular:

ENGC25 ‐ Análise de Circuitos II 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                  ENGC32 ‐ Análise de Circuitos I 

                             MATA04 ‐ Cálculo C 

  FIS123 ‐ Física Geral e Experimental III‐E  

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 5º.

Ementa:    Análise no regime senoidal permanente: Fasores. Impedância e admitância; reatância e susceptância. Adaptação  das técnicas e teoremas válidos para circuitos resistivos aos circuitos com indutores e capacitores no regime  permanente. Circuitos magneticamente acoplados: indutância mútua; coeficiente de acoplamento.  Transformadores de potência e sinais. Potência Profissional, reativa e aparente; Fator de potência. Circuitos  trifásicos balanceados: conexões de geradores e cargas em estrela e em delta; potência trifásica. Transformadores  trifásicos. Noções sobre circuitos trifásicos não balanceados. Quadripolos: modelos, conversão e associação;  modelos de quadripolos para transformadores.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC26 ‐ Sistemas Lógicos 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34hs T:34 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                   Inexistente 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: Inexistente Período Ofertado: 2º.

Ementa:    Sistema binário de representação numérica. Álgebra de Boole. Portas lógicas (AND, OR, NOT, NAND, NOR, XOR,  XNOR). Análise e síntese de circuitos combinacionais. Técnicas de minimização de circuitos combinacionais:  Karnaugh; Quine‐McCluskey. Latches. Flip‐flops. Conceito de sistemas síncronos e assíncronos. Máquinas de  estados. Análise e síntese de sistemas seqüenciais: diagramas de estado. Utilização de simuladores.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC30 ‐ Mecânica dos Sólidos 

Departamento:

Construções e Estruturas 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     FIS121‐ Física Geral e Experimental I 

   MATA03 ‐ Cálculo B 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 4º.

Ementa:    Forças e binários, equilíbrio de corpos rígidos no espaço, sistemas equivalentes de forças, forças distribuídas,  cálculo de reações em apoios. Propriedades de áreas: momento de primeira ordem, momento de segunda ordem,  determinação do centróide. Esforços solicitantes, diagramas de esforços solicitantes. Peças submetidas a cargas  axiais. Treliças, cabos. Análise de tensões através do ciclo de Mohr tridimensional. Torção de barras de seção  circular. Flexão simples e oblíqua. Equação da linha elástica. Flambagem de colunas.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC32 ‐ Análise de Circuitos I 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básico 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

MATA07 ‐ Álgebra Linear A 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: Inexistentes   Período Ofertado: 4º.

Ementa:    Conceitos fundamentais para análise de circuitos: variáveis elétricas, componentes elétricos passivos e ativos,  discretos e distribuídos, sinais elétricos, redes, circuitos, malhas e nós, grafos, árvores, cortes e percursos fechados.  Relações entre variáveis elétricas em elementos passivos. Leis de Kirchhoff. Transformação de fontes. Teorema da  superposição. Teoremas de Thévenin e Norton: aplicação a circuitos com e sem fontes controladas; interpretação.  Técnicas de análise sistemáticas (aplicadas a circuitos resistivos): análise nodal, análise de malhas, análise de  cortes, análise de percursos fechados. Potência média. Valor eficaz. Teorema da máxima transferência de potência.  Equações de malhas e nós em circuitos com indutores, resistores e capacitores. Funções singulares (impulso,  degrau unitário, etc.). Análise de transitórios em circuitos de primeira e segunda ordem: freqüências naturais;  condições iniciais; resposta natural; resposta forçada; tipos de Amortecimento. Amplificador operacional ideal e  aplicações elementares: seguidor de tensão, amplificadores inversor e não inversor, somador, subtrator, circuitos  integradores e diferenciadores.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC33 ‐ Sinais e Sistemas II 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:                                        ENGC24 ‐ Sinais e Sistemas I 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: Inexistente Período Ofertado: 6º.

Ementa:    Sinais em tempo contínuo e em tempo discreto. Conceitos de modulação digital, amostragem, interpolação e  dizimação. Soluções de equações de diferenças. Transformada discreta de Fourier: propriedades. Transformada Z:  propriedades, regiões de convergência. Mapeamento s – Z. Funções de transferência pulsadas. Aplicações das  séries e transformadas de Fourier discreta e da transformada Z. Diagramas de blocos. Diagramas de fluxo de sinal.  Soluções de equações de estado contínuas e discretas. Conceito e métodos de verificação de controlabilidade e  observabilidade de sistemas lineares. Estabilidade de sistemas lineares.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC40 ‐ Eletrônica Digital 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 34hs T:34 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

ENGC26 ‐ Sistemas Lógicos   

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:                              inexistentes  Período Ofertado: 3º. 

Ementa:    Técnicas de implementação de circuitos digitais. Memórias. Multiplexadores. FPGAs. Registradores de  deslocamento. Circuitos aritméticos: somadores e multiplicadores paralelo e seqüencial. Linguagem de descrição  de Hardware (VHDL). Projeto de sistemas digitais. Famílias lógicas: propriedades e construção de portas lógicas.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC41 ‐ Dispositivos Eletrônicos 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos: 

ENGC32 ‐ Análise de Circuitos I   

Módulo de alunos:    40 

Co‐requisitos:                            inexistentes 

PeríodoOfertado: 5º.   

Ementa:    Semicondutores e propriedades. Junção PN. Diodos (retificador, Zener, emissor de luz): funcionamento,  características, modelos e aplicações elementares – retificação de sinais, ceifamento, regulação de tensão.  Conceito de reta (curva) de carga e ponto de operação. Transistores (Bipolar de Junção, JFET, MOSFET,  Fototransistor): funcionamento, características, modelos, polarização e aplicações elementares – chaveamento,  fonte e espelho de corrente, carga ativa, regulação de tensão, multivibradores, acoplamento ótico, noções sobre  amplificação. Noções sobre tiristores.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC50 ‐ Sistemas Microprocessados 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     ENGC40 ‐ Eletrônica Digital 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 6º.

Ementa:    Arquitetura de CPU: registradores, barramentos, pipelines, caches. Arquitetura de memórias. Dispositivos de  entrada/saída, dispositivos periférico, barramentos padrões. Interrupção. Acesso direto a memória. Redes de  microprocessadores. Programação de microprocessadores: tipo e formatos de instruções, modos de  endereçamento, linguagens de máquina e Assembly. Microcontroladores. Análise e projeto de “hardware”.  Aplicações.   

Nome e código do componente curricular:

ENGC63 ‐ Processamento Digital de Sinais 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Específico 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     ENGC33 ‐ Sinais e Sistemas II 

   ENGC50 ‐ Sistemas Microprocessados 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 7º.

Ementa:    Processamento Digital de Sinais, seus benefícios e áreas de aplicação. Visão geral de processamento de sinas em  tempo real. Transformadas discretas de Fourier. Filtros FIR e IIR. Estimação paramétrica. Filtragem adaptativa.  Hardware para processamento digital de sinais.   

Nome e código do componente curricular:

ENGD33 ‐ Programação em Tempo‐Real para Sistemas  Embarcados 

Departamento:

Engenharia Elétrica 

Carga horária: 68hs T:68 P:0 E:0   

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Específico 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    ENGxxx ‐ Eletrônica Básica 

Módulo de alunos:   

Co‐requisitos:  Inexistentes Período Ofertado: 9º.45 

Ementa:    Linguagem C: expressões, controle de programa, arranjos, ponteiros, funções, estruturas, entrada e saída, alocação  dinâmica de memória, interrupção; Compilação cruzada e portabilidade; Ambiente de programação Linux;  Ambiente de programação para microcontrolador; Núcleo de um sistema de tempo real; Determinismo; Interação  entre tarefas; Sincronização entre tarefas; Semáforos; Temporizadores; Memória compartilhada; Mensagens;  Entrada e saída de sinais analógicos e digitais com determinismo rígido; Projeto e implementação de aplicações em  tempo‐real nas áreas de processamento de sinais, controle, automação, telecomunicações, máquinas elétricas e  sistemas de potência; Noções de métodos formais de verificação e análise em sistemas de tempo‐real.   

Nome e código do componente curricular:

FIS121 – Física Geral e Experimental I‐E 

Departamento:

Física 

Carga horária: 102 T:68 P:34 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    inexistentes 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos:                          Inexistentes  Período Ofertado: 1º.

Ementa:    Introduzem‐se conceitos de: Cinemática, Dinâmica, Gravitação, Momento Angular e Energia, Teoria Cinética dos  Gases, Eletrostática, Eletromagnetismo, Movimento Ondulatório da Luz.   

Nome e código do componente curricular:

FIS122 – Física Geral e Experimental II‐E 

Departamento:

Física 

Carga horária: 102 T:68 P:34 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    FIS121 – Física Geral e Experimental I‐E 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:                          Inexistentes  Período Ofertado: 2º.

Ementa:    Estudam‐se em nível básico os fenômenos relacionados com oscilações mecânicas, ondas e propagação do som, a  mecânica dos fluídos, calor e gases. Discute‐se ainda as propriedades elásticas dos materiais.   

Nome e código do componente curricular:

FIS123 – Física Geral e Experimental III‐E 

Departamento:

Física 

Carga horária: 102 T:68 P:34 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    FIS122 – Física Geral e Experimental II‐E 

                               MATA03 – Cálculo B 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos:                          Inexistentes  Período Ofertado: 3º.

Ementa:    Esta disciplina tem como objetivo o estudo da eletricidade e do magnetismo clássicos, visando proporcionar ao  estudante um conhecimento amplo das leis e fenômenos do Eletromagnetismo como também complementação  parcial do domínio do método científico e do conhecimento dos fundamentos da Física necessários ao ciclo  profissional.   

Nome e código do componente curricular:

MAT174 – Cálculo Numérico 

Departamento:

Ciências da Computação 

Carga horária: 68 T:34 P:34 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Profissional 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    Inexistentes 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 6º.

Ementa:    Erros nas aproximações numéricas. Série de Taylor. Resolução numérica de sistemas de equações lineares.  Resolução de equações algébricas e transcendentes. Interpolação e diferenças finitas.Diferenciação e integração  numéricas. Resolução numérica de equações diferenciais.   

Nome e código do componente curricular:

MAT236 – Métodos Estatísticos 

Departamento:

Ciências Econômicas 

Carga horária: 68 T:34 P:34 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Específico 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    Inexistentes 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 4º.

Ementa:    Aspectos preliminares do trabalho estatístico. Séries estatísticas e representação gráfica. Médias. Separatrizes.  Moda. Principais medidas de dispersão. Conceito, teoremas e leis de probabilidades. Distribuições de  probabilidades. Distribuições amostrais. Intervalos de confiança. Teste de hipótese. Correlação e Regressão linear  simples. Ajustamento de funções matemáticas pelo método dos mínimos quadrados.   

Nome e código do componente curricular:

MATA01 – Geometria Analítica 

Departamento:

Matemática 

Carga horária: 68 T:50 P:18 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    Inexistentes 

Módulo de alunos:   

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 1º.45 

Ementa:   

Álgebra vetorial. A translação e a rotação de eixos. A reta e o plano no espaço ℜ3. As cônicas. As superfícies de  revolução. 

Nome e código do componente curricular:

MATA02 ‐ Cálculo A 

Departamento:

Matemática 

Carga horária: 102 T:102 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    Inexistentes 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 1º.

Ementa:    Funções polinomiais e racionais. Interpolação por polinômios. O limite de funções e principais propriedades. A  continuidade de funções e principais propriedades. A derivada de funções e principais propriedades; a propriedade  de encadeamento. Os pontos extremantes de funções: o mínimo e o máximo locais; o teorema de Rolle; o teorema  de Lagrange e o crescimento e o decrescimento de funções; o teorema de Cauchy e o critério da segunda derivada;  a concavidade e os pontos de inflexão; estudo do gráfico de funções polinomiais e racionais; assíntotas oblíquas. As  funções circulares (seno, cosseno e tangente): as funções localmente inversíveis e a existência da função inversa; a  derivação da função inversa; as funções arcsen, arccos e arctan. A funçao logarítmica (definida como a área de um  trapezóide): a derivada desta função; a existência da função exponencial; a derivada desta função; as funções  hiperbólicas. A definição implícita de funções e a sua derivada. A regra de l’Hôpital e o cálculo de limites  (levantamento de indeterminações). O polinômio osculador de Taylor; o refinamento do estudo dos pontos  críticos. O problema do cálculo da área de um trapezóide: as partições de um intervalo fechado; as somas  inferiores e superiores; a integral definida; o valor médio de uma função em um intervalo fechado; o teorema do  valor médio; o teorema de Barrow (a derivação sob o sinal de integração). A existência de primitivas de funções  contínuas: a fórmula fundamental do cálculo integral; o cálculo de primitivas; a mudança de variável no cálculo de  primitivas; a mudança de variável no cálculo de integrais definidas; a integração por partes. Principais técnicas de  cálculo de primitivas: decomposição em frações parciais, funções irracionais em que figuram raízes de quocientes  de polinômios de primeiro grau, funções circulares, funções irracionais em que figuram raízes de polinômios de  segundo grau.   

Nome e código do componente curricular:

MATA03 ‐ Cálculo B 

Departamento:

Matemática 

Carga horária: 102 T:102 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     MATA02 ‐ Cálculo A 

   MATA01 ‐ Geometria Analítica 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 2º.

Ementa:    Aplicações do cálculo integral à geometria: área de regiôes planas, volume de corpos regulares, momentos  estáticos e baricentro; o segundo teorema de Guldin. A parametrização de curvas planas: os vetores velocidade e  aceleração de uma curva plana; o cálculo das derivadas de primeira e segunda ordens para curvas parametrizadas;  a descrição de curvas planas por coordenadas polares; o significado geométrico de r/q. O comprimento de arco,  a área de superfícies de revolução, os momentos de inércia e o raio de giro de diversas configurações. O primeiro  teorema de Guldin. A integral de primeira espécie sobre curvas (planas). Aplicações à Física e a outras disciplinas.  As funções reais de duas variáveis reais: gráficos; o limite, a continuidade e a integração de tais funções (em  coordenadas cartesianas e polares); o teorema de Fubini; o valor médio e o teorema do valor médio. As derivadas  parciais e a diferenciabilidade: interpretação geométrica e plano tangente ao gráfico; as derivadas direcionais; o  teorema de Lagrange; a propriedade de encadeamento; o teorema de Leibniz; a derivação sob o sinal de  integração; as derivadas parciais de segunda ordem.; o teorema de Schwarz; a matriz hessiana; o estudo dos  pontos extremantes; os extremos vinculados e os multiplicadores de Lagrange; a definição implícita de funções; as  curvas de nível. Os campos planos de vetores: o trabalho elaborado por um campo plano de vetore ‐: a integral de  segunda espécie sobre curvas planas (componente tangencial); os campos conservativos e o teorema de Green; o  fluxo de um campo plano de vetores ‐ a integral de segunda espécie sobre curvas planas (componente normal); a  divergência de campos planos de vetores, os campos solenoidais, o teorema de Green‐Gauss; o laplaciano de  funções, as funções harmônicas e a primeira identidade de Green (no espaço R2).   

Nome e código do componente curricular:

MATA04 ‐ Cálculo C 

Departamento:

Matemática 

Carga horária: 102 T:102 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:     MATA03 ‐ Cálculo B 

   MATA06 ‐ Espaço Vetoriais 

Módulo de alunos:    45 

Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 3º.

Ementa:    Equações diferenciais de primeira ordem: modelamentos matemáticos ‐ a descrição de fenômenos por equações  diferenciais; o problema de Cauchy, os campos de direções, as equações diferenciais exatas e os fatores  integrantes; o método de separação de variáveis; as equações homogêneas e as equações redutíveis a  homogêneas; famílias de curvas planas e as trajetórias ortogonais (em coordenadas cartesianas e polares); as  equações lineares e as equações de Bernoulli; a equação de Clairaut e as soluções singulares; diversas aplicações.  Equações diferenciais de ordem superior: a redução da ordem das equações diferenciais; as equações lineares de  segunda ordem; as equações lineares homogêneas; o método de d’Alembert e a identidade de Liouville; as  equações de Euler; modelamento de circuitos elétricos e de sistemas mecânicos (osciladores harmônicos); os  sistemas de equações lineares de primeira e de segunda ordem. Outras ferramentas para a resolução de equações  diferenciais: as integrais impróprias; as séries numéricas e os principais critérios de convergência; as séries com  termos complexos; as séries de potências de termos complexos; o teorema de Abel acerca do disco de  convergência; a série geométrica e a série binomial; a expansão de funções em séries convergentes de potências; a  resolução de equações diferenciais por séries de potências. Os pontos singulares: o método de Picard para  o problema de Cauchy; a transformação de Laplace, a transformação inversa e a decomposição em frações parciais;  o teorema da convolução; aplicação à resolução de equações e de sistemas de equações diferenciais.   

Nome e código do componente curricular:

MATA07 ‐ Álgebra Linear A 

Departamento:

Matemática 

Carga horária: 68 T:68 P:0 E:0 

Modalidade 

Disciplina 

Função:

Básica 

Natureza:  Obrigatória 

Pré‐requisitos:    MATA01 ‐ Geometria Analítica 

Módulo de alunos:   

45 Co‐requisitos: inexistentes Período Ofertado: 2º.

Ementa:    Matrizes e sistemas lineares: operações com matrizes; definição de alguns tipos de matrizes ‐ simétricas,  antissimétricas, hermitianas, anti‐hermitianas, ortogonais; discussão dos sistemas lineares e resolução pelo método  de Gauss‐Jordan. Espaços vetoriais sobre o corpo dos reais e sobre o corpo dos complexos: conceituação e  propriedades de espaços vetoriais; subespaços vetoriais.; combinações lineares; espaços vetoriais finitamente  gerados; dependência e independência linear; bases e dimensão. Espaços vetoriais reais: produto interno em  espaços vetoriais; norma de um vetor; ângulo entre dois vetores; vetores ortogonais; conjunto ortogonal de  vetores; complemento ortogonal. Transformações lineares: núcleo e imagem de uma transformação linear; matriz  de uma transformação linear; operações com transformações lineares; transformações lineares no plano e no  espaço; operadores inversíveis; mudança de base; matrizes semelhantes; operadores ortogonais; operadores  simétricos. Vetores próprios e valores próprios: conceituação e propriedades; diagonalização de operadores  lineares; diagonalização de operadores simétricos; forma de Jordan.   

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