gestalt - terapia

gestalt - terapia

Material diagramado por Cerise, Gil e Purpurine w.lessa.com/psicologia

Gestalt-Terapia 15-02-07

Prof Eliana Farah Sala de aula virtual abrirá dia 26-02 Livro: Gestalt: Uma terapia do contato - Ginger e Ginger - Ed. Summus

Livro: E a Gestalt emerge - Ana Maria Mezzarana Kiyam - Ed. Altana (pedir direto na editora que é mais rápido e mais barato)

O livro serve como referência de texto apenas, pois a prof se baseia na aula.

Na xerox tem os textos, o plano de aula e o questionário que é um plano de estudos. A primeira pagina é pra AV-1 e a segunda pra AV-2.

A seqüência do plano de aula está correta, falta só atualizar as datas.

Avaliação:

Não tem trabalho A prova é bem objetiva e coerente com o dito em sala de aula.

É bom acompanhar a aula com as questões do questionário pra ver se já é capaz de responder as questões.

Vamos falar de muitos casos, muitas histórias.

Uma aula antes da prova, nós veremos a prova do período anterior como estudo, pra termos idéia do estilo.

Nas aulas veremos vivencias com a teoria. O objetivo não é fazer terapia, mas sim dar sentido ao conceito.

Sistema defensivo - faz parte do sistema de auto-regulação. O sistema defensivo faz a pessoa bloquear.

Nas vivencias os alunos não são obrigados a participar nem a falar, mas o ideal é que a maioria participe e fale pra haver troca. Algumas vezes há uma redução para evitar expor, visto que o objetivo é didático e não terapêutico.

A formação em Gestalt-terapia leva 3 anos. Relação dialógica relação cliente-terapeuta que influencia no processo terapêutico Disfunções de contato são as nossas resistências. O grande momento da Gestalt-terapia é o trabalho com sonhos. Teoria do self qual a concepção de homem de cada abordagem

Material diagramado por Cerise, Gil e Purpurine w.lessa.com/psicologia

Embora todas as abordagens estejam olhando pro ser humano cada uma terá uma ótica.

Psicanálise ela tem uma orientação motivacional, busca entender a motivação para aquele comportamento

Behaviorismo nasceu com um estudo sobre aprendizagem. Todas as orientações baseadas nele têm ênfase na aprendizagem para muda comportamento. Busca que a pessoa adquira comportamentos adaptáveis.

Gestalt As teorias que tem orientação do Gestaltismo vão buscar discriminação do contexto, estão sempre preocupadas com a relação, com a função de um determinado sintoma.

Todas olham a história de vida

A queixa é um sintoma.

O psicanalista vai buscar entender esse sintoma pela motivação inconsciente para a pessoa desenvolver esse sintoma. A psicanálise olha as relações edípicas e a dinâmica inconsciente O behaviorista vai partir que o sintoma é indesejável e busca adquirir outro comportamento. Na Gestalt, busca a função de auto-regulação daquele sintoma, que esta agindo pra equilibrar algo, por mais estranho que possa parecer, uma tentativa de organização.

Não há uma linha melhor que a outra. Quando escolhemos uma abordagem o fazemos por ter mais a ver com o nosso olhar. Escolhemos uma que é nossa forma característica de olhar uma situação.

Os conceitos numa abordagem não são verdades absolutas, são teorias.

Exemplo prático:

Queixa - enurese noturna. A criança parou de fazer xixi com um ano e pouco, foi ao médico e não há nada que justifique estar fazendo agora Behaviorista quando a criança fizer xixi, você vai mandar ela levantar, arrumar a cama toda, tomar banho e só depois voltar a deitar - objetiva mudar o comportamento Psicanalista vai buscar entender de que maneira esse xixi tem a ver com uma organização da libido, qual o processo ICs dessa criança que esta determinando o xixi na cama. Gestalt em que momento o xixi apareceu, o que aconteceu no contexto quando ela começou a fazer xixi. Pode estar se comportando como bebe pra evitar que os pais se separem

Cada uma dessas teorias tem conceitos que orientam a ótica daquela abordagem.

Tudo que é estudado pela psicanálise vai pela ótica do Édipo, da libido e do ICs. Pro Behaviorista tudo será estudado a base de comportamento e reforço Pro Gestalt o que vai buscar é figura-fundo, relação - de que maneira o sintoma da criança por exemplo esta ligado ao contexto da família, numa busca de equilíbrio. A psicanálise também vai buscar um equilíbrio só que o equilíbrio da libido.

As diferenças entre as abordagens são diferenças filosóficas e implicam numa visão de ser humano.

Psicanálise o ser humano é subjetivo Behaviorismo o ser humano é objetivo, como uma máquina Gestalt o ser humano é relativo

Alguns dizem que não somos nós que escolhemos a abordagem, mas o contrário, ela nos toca.

Material diagramado por Cerise, Gil e Purpurine w.lessa.com/psicologia

Uma coisa é a postura filosófica, outra é o uso de técnicas, que podem ser usadas por todos. O que muda é o que o terapeuta está visando com aquela técnica.

Cada abordagem difere na visão de mundo e de ser humano, assim como o terapeuta e o cliente. O sucesso vem quando um terapeuta com uma orientação filosófica numa abordagem atende um cliente com uma visão de mundo e homem igual, mesmo que não saiba nomear isso. Não é um sentido a priori, a pessoa é que percebe que aquilo tem a ver com ela.

As praticas de orientação psicanalítica e gestaltista não têm compromisso com o tempo. Numa questão de urgência seria mais indicado o TCC, pois tem prazo pra mudar o comportamento. As outras abordagens vão achar que aquilo foi só um paliativo.

A TCC já é um namoro do behaviorismo com a fenomenologia, mas ainda enfatiza o comportamento. Embora uma parte esteja trabalhando com a experiência, mas se isso se firmar a TCC terá que ver pra onde vai.

Nenhuma abordagem nega os processos inconscientes. O que muda é o modelo de ICs. A Gestalt também tem ICs mas difere do modelo dinâmico do Freud. Pra TCC o sistema de crenças é processo inconsciente, como um nível que não tem acesso imediato.

A grande sacada do Freud foi que isso que eu não me dou conta conscientemente e isso interfere no meu comportamento. O que se critica é a idéia do ICs ter intenção, mas se tem intenção tem que estar na mente (o modelo que ele tinha pra trabalhar era dual mente e corpo). Freud raciocinou o ICs como uma estrutura mental. Os teóricos que vieram depois começam a contestar. A partir do momento que se pode ter memória celular o ICs pode estar no corpo todo. Também discordam que o ICs seja supremo.

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