Fertilização in vitro

Fertilização in vitro

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – UEPB

CAMPUS VIII – PROFª. MARIA DA PENHA

CURSO: ODONTOLOGIA

COMPONENTE CURRICULAR: CONCEPÇÃO E FORMAÇÃO DO HUMANO I

PROFESSORES: DRA. MONIQUE DANYELLE E. B. PAIVA

DR. RAFAEL GROTTA GREMPEL

INTEGRANTES: IVAN GONÇALVES DA SILVA

PAULYANNA FARIAS TRAJANO

SABRINA AVELAR DE MACÊDO FERREIRA

FERTILIZAÇÃO IN VITRO

ARARUNA

2011

Introdução

A reprodução é a função que permite aos seres vivos produzirem outros semelhantes, mantendo-se a espécie. Apesar de ser uma função comum a todos os seres vivos, a reprodução, por vezes, torna-se um acontecimento biologicamente impossível, nomeadamente no ser humano. Já a fertilidade é a capacidade de produzir vida. A fertilização é a união do espermatozóide com o óvulo, um processo complexo, que depende de uma série de propriedades inerentes aos dois gametas (espermatozóide e óvulo).

Numa relação sexual, alguns milhões de espermatozóides são depositados no fundo do saco vaginal. Neste momento eles devem entrar em contato com o muco cervical e iniciar sua trajetória para encontrar o óvulo, na porção terminal das trompas. Porém, aproximadamente dois em cada dez casais têm dificuldades de engravidar. Por isso, é importante que esse casal procure ajuda especializada. Atualmente existem técnicas de reprodução que permitem a fecundação mesmo sem realização do ato sexual.

A Reprodução Assistida é um conjunto dessas técnicas, sendo utilizadas por médicos especializados, que tem como principal objetivo tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar. Muitas vezes essas dificuldades, até mesmo a infertilidade do casal ou um de seus membros, podem trazer sérios prejuízos ao relacionamento conjugal. Muitas pessoas precisam lançar mão de outros métodos para realizar o sonho da maternidade. Existem dois métodos para se realizar uma reprodução assistida: Inseminação Artificial e Fertilização In Vitro.

O referido relatório abordará algumas características e curiosidades a respeito da fertilização in vitro. Esta, muitas vezes denominada "Bebê de Proveta", deve-se ao fato da fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorrer fora do corpo, em laboratório, ou seja, in vitro. Basicamente, retira-se um ou mais óvulos da mulher, e neste adiciona-se os espermatozóides do marido ou companheiro. Se houver fertilização, os pré-embriões resultantes entre 48 à 72h são transferidos para o útero com o uso de um cateter. Dando início a uma gravidez normal.

 

Revisão de Literatura

No último quarto do século XX ocorreram grandes avanços na área da medicina reprodutiva. O primeiro e mais importante deles, amplamente divulgado, foi a fertilização in vitro (FIV), com o nascimento de Louise Brown. Mais de 3,75 milhões de bebês já nasceram graças à fertilização in vitro desde Louise, o primeiro 'bebê de proveta da história. Mais de 250 mil nascem todos os anos. Entre 20% e 30% dos óvulos fecundados em laboratório levam ao nascimento de um bebê, mas a taxa de sucesso varia de acordo com a idade da mãe - quanto mais jovem, mais chances.

A maioria dos tratamentos de fecundação in vitro é feito por mulheres entre 30 e 39 anos. Mais da metade das pacientes está na Europa, e os países nórdicos, liderados pela Dinamarca, têm a maior quantidade de médicos especializados na técnica. Desde então, uma fronteira completamente nova se abriu.

Dentro deste contexto, novas tecnologias e procedimentos têm melhorado gradativamente os resultados da FIV. Dentre estes avanços, as drogas indutoras da ovulação cumprem papel de destaque em todo o processo, não só nas pacientes anovuladoras como nas normo-ovuladoras.

Em 1981, HEAPE demonstrou que ovos de coelha fertilizados poderiam ser recuperados da trompa uterina e transferidos para a mãe receptora. Esta pesquisa foi de grande valia para o desenvolvimento de técnicas de fertilização in vitro (FIV).

A boa realização da FIV dependerá de vários fatores como o ciclo reprodutor feminino, porque manipulará com as oscilações hormonais da mulher para indução de ovócitos e do conhecimento das estruturas das células reprodutivas femininas será de mesma importância, pois determinará a seleção dos ovócitos maduros.

Como acontece a fertilização in vitro?

Para realizar a fecundação in vitro, os médicos coletam o óvulo da paciente e o fertilizam em laboratório com os espermatozóides do futuro pai. O óvulo começa a se dividir e torna-se um embrião dentro de um fluido nutritivo. Em seguida, é implantado no útero da mãe. Normalmente, os médicos inserem vários embriões para aumentar as chances de sucesso do tratamento.

Para a realização do programa de fertilização in vitro o casal infértil tem que ser devidamente estudado respeitando-se os critérios de seleção dos pacientes. Para que se realize a fertilização são necessários:

Estimulação Controlada dos Ovários: A estimulação controlada dos ovários tem por objetivo tornar o ambiente ovariano mais adequado ao crescimento folicular o que, potencialmente, melhora a qualidade dos ovócitos. Com a estimulação dos ovários, vários folículos entram em crescimento, aumentando-se assim o número de ovócitos por ciclo.

Punção dos folículos ovarianos: A punção dos folículos ovarianos deve ser realizada no centro cirúrgico, com a paciente anestesiada. Com o auxílio de ultra-som de alta freqüência, e um probe transvaginal com uma agulha acoplada, o médico introduz o probe na vagina, identifica o ovário e punciona os folículos. À medida que os tubos com o líquido folicular vão sendo obtidos eles são encaminhados para o laboratório adjacente à sala cirúrgica.

Classificação dos ovócitos capturados: Com o auxílio de um estereomicroscópio, o líquido folicular de cada tubo obtido no centro cirúrgico, é transferido para uma placa de meio de cultura e examinado à procura do ovócito. Uma vez identificado, o ovócito é transferido para outra placa contendo apenas meio de cultura, onde será classificado.

Inseminação dos ovócitos e cultura in vitro: Enquanto a paciente está no centro cirúrgico para ser submetida à punção dos folículos ovarianos, o marido colhe o sêmen por masturbação, em área anexa ao laboratório de fertilização in vitro. Após um período de liquefação, o sêmen é preparado por diversas técnicas laboratoriais de acordo com cada paciente. Com isto, os melhores espermatozóides serão selecionados. Neste momento, o laboratório está de posse dos dois gametas: o feminino que foi puncionado por via transvaginal e deixado em estufa de CO2 à 37o C e o masculino, colhido por masturbação e separado os espermatozóides mais competentes. A incubação dos espermatozóides com os ovócitos é feita numa estufa de CO2 a 5% e temperatura de 37o C, por um período de 12 a 18 horas.

Decorrido este período, ou seja, na manhã seguinte, os ovócitos são examinados para verificar se foram fertilizados. Em boas condições laboratoriais e partindo-se de ovócitos maduros e sêmen de boa qualidade, pode-se esperar que, pelo menos, 80% dos ovócitos inseminados sejam fertilizados.

Transferência de embriões: Atualmente, os embriões são transferidos em fase de clivagem (três dias após a fertilização) ou no estágio de blastocisto (cinco dias após a fertilização). Antes de serem transferidos para a cavidade uterina, independente da fase em que se encontram (três ou cinco dias) eles são classificados. Nesta classificação, que é apenas morfológica, são levadas em consideração a velocidade de divisão celular, o número de blastômeros, a simetria e forma dos blastômeros, a presença ou ausência de fragmentação. Os embriões até o momento da transferência são mantidos em estufa de CO2 a 5% e temperatura de 37º C. É extremamente importante que a transferência seja feita na mesma área física onde se encontram os embriões, ou seja, junto ou dentro do laboratório. A transferência ocorre com a paciente em posição ginecológica.

Suporte de fase lútea: Um suporte exógeno (Progesterona) da fase lútea é uma prática comum nos programas de fertilização in vitro. Isto é feito em decorrência da superovulação, que pode levar a uma alteração do ambiente endócrino, gerando uma necessidade de repor a Progesterona.

Admite-se que a necessidade do suporte na fase lútea deriva do fato que a incidência de defeitos da fase lútea está aumentada em mulheres que se submetem a estimulação controlada dos ovários e que a aspiração folicular pode prejudicar a esteroidogênese (produção de hormônios) por lesão das células da granulosa. O uso de HCG como suporte de fase lútea é muito arriscado, pois pode propiciar a síndrome de hiperestímulo ovariano. Assim, é preconizado o uso de Progesterona para realizar o suporte. Quanto à via de administração de Progesterona, prefere-se vaginal, pela comodidade e excelente absorção da medicação.

Gestações múltiplas são um dos maiores problemas enfrentados por pacientes que se submetem ao tratamento. A gravidez de mais de uma criança traz riscos extras para os bebês, que podem nascer abaixo do peso ou sofrer com problemas de desenvolvimento, embora esta tendência venha diminuindo. Em 2000, 26,9% dos embriões implantados deram origem a gêmeos e trigêmeos; em 2006, esta taxa caiu para 20,8%. A porcentagem é maior nos países em desenvolvimento.

A fertilização in vitro levou ao desenvolvimento da injeção intracitoplasmática de espermatozóides (ICSI, na sigla em inglês), que consiste em injetar um único espermatozóide no óvulo e é usada quando este é de difícil penetração. O nível de sucesso para esta técnica é quase igual ao da fecundação in vitro.

O que é necessário para que ocorra a fertilização in vitro?

Antes de ocorrer o tratamento propriamente dito, o médico passa a averiguar se o casal tem condições de sustentar e manter a criança. Para isso, passa a examinar cada um dos parceiros em suas condições biológicas, reprodutivas e psicológicas.

Na mulher, logo se realiza uma Laparoscopia na região ovariana para se saber se os ovários são suscetíveis de fornecer óvulos sadios para a fecundação. Depois, verifica-se a curva da variação da temperatura basal da paciente por três ciclos no intuito de saber se sua ovulação é regular ou não. Em se constatando a impossibilidade de essa mulher poder doar óvulos para uma reprodução assistida In Vitro, então deve ser aberta a possibilidade de ela recorrer a uma doadora.

No homem, os testes se concentram basicamente no líquido seminal deste. É durante esses testes que se vai descobrir as possibilidades de seus gametas virem a fecundar um óvulo. No decorrer desse período de exames, quase sempre se aproveita para se congelar esperma para um possível uso futuro. Assim como acontece com as mulheres, caso seja verificada a impossibilidade desse homem vir a ser pai, pode ser oferecida a ele a possibilidade de se recorrer a um doador.

Contudo, se constatado a possibilidade de ambos os gametas estarem aptos à fecundação, então se passa ao processo propriamente dito.

Limitações Femininas

A mulher deve apresentar boa reserva ovariana, fato este que acompanha a sua idade; quanto mais jovem maior a reserva ovariana. Por outro lado, a reserva ovariana é um reflexo biológico da idade do complexo folículo-ovócito, que pode ser avaliada medindo-se o FSH e estradiol no sangue periférico no 3o dia da menstruação. Um valor elevado de FSH (> 20 mUI/mL) representa uma capacidade ovariana diminuída. De modo geral, a reserva ovariana é relativamente boa até 37 anos, a partir deste ponto apresenta uma queda no seu potencial de fertilidade.

Alguns exames permitem fazer diagnósticos de: pólipos, miomas e aderências intra-uterinas; malformações uterinas como útero bicorno, unicorno; falhas de enchimento da cavidade uterina.

Limitações Masculinas

Do ponto de vista masculino, o homem deve apresentar pelo menos três milhões de espermatozóides móveis por ml após o processo de separação e a porcentagem de espermatozóides ovais normais não inferiores a 4% pelo critério estrito de Kruger.

Em resumo, mulheres com baixa reserva ovariana ou homens com importantes alterações no espermograma , não devem ser tratados pela técnica de fertilização in vitro clássica.

Riscos e desgastes na fertilização

O que pouco se fala da fertilização In Vitro é que este é um processo muitas vezes difícil e desgastante, ao final do qual o casal exibe o bebê como um marco de vitória. Infelizmente não é sempre assim e a história não tem um final feliz todas às vezes. Muitos não alcançam o sucesso desejado.

Frente ao diagnóstico de infertilidade, muitos casais procuram a técnica na busca por um filho biológico. Este tratamento apresenta aspectos difíceis como, por exemplo, injeções de hormônios, a anestesia, obtenção das amostras de espermatozóides e a ansiedade durante cada etapa do tratamento.

As exigências do tratamento provocam nos casais um considerável desgaste físico e psíquico, envolvendo vivências de angústia, esperança, frustração, preocupações com as questões econômicas, pressões familiares e sociais, entre outras.

Curiosidades

  • Reprodução Assistida (fertilização In Vitro) x Religião

O primeiro grande questionamento sobre a eticidade desse procedimento médico é quanto ao fato de se ocorrer a fecundação fora do corpo da mãe, o que, para alguns, contraria a lei natural da reprodução. E é por acreditar que tal fato acontece que a maior opositora às técnicas de reprodução assistida, especialmente da FIVET, é a Igreja Católica.

De fato, a base teórica em que se firma a Igreja para expor suas posições a respeito da correção dos comportamentos quanto à reprodução é a seguinte: para a Igreja, o ato conjugal é formado por dois momentos que se implicam, completam-se e permitem-se reciprocamente. São os momentos da uniãoe da procriação. Assim, apenas no amor espiritual de dois seres sexualmente opostos e unidos no indissolúvel matrimônio é que se torna legítima a prática procriadora. Juridicamente falando, é como se a procriação encontrasse seu fundamento de validade no matrimônio, que é realizado e fundado pelo amor dos cônjuges sob a graça divina. Tudo aquilo, portanto, que viesse a quebrar tal harmonia e união desses dois pólos da conjugalidade, o unitivo e o procriador, seria e é imoral. Agora se torna bastante óbvio o porquê de a Igreja proibir a prática da Fecundação In Vitro, mesmo a homóloga. Nesta técnica, o embrião não nasce do amor carnal e espiritual dos cônjuges unidos pelo casamento sagrado, mas por meio de uma mão cientista esterilizada e de um vidro inerte. Além do mais, existe outro ser no ato procriador, a figura do médico, que, na visão católica, quebra a intimidade inviolável do casal.

Quanto à FIVET homóloga, os maiores questionamentos éticos que dominam os estudiosos e a comunidade internacional é quanto ao destino dos embriões fecundados e não utilizados para concepção.

  • Custos e Formas de Pagamentos

O lado financeiro das FIV freqüentemente é um ponto crítico para inúmeros casais pelos custos elevados aliados aos resultados incertos. As formas de pagamentos são: “Por Tentativa”: R$ 7.900,00; ou “Gravidez Garantida": R$ 19.750,00 até a obtenção da gravidez, independente de quantas tentativas for necessária; ou “Custo Regressivo": R$ 10.500,00 primeira tentativa, R$ 7.000,00 na segunda, R$ 5.000,00 na terceira e da quarta em diante R$ 2.500,00.

Outros custos são: 1,500,00 para medicamentos;1,500,00 para punção ou biópsia de testículos.Não incluindo as consultas de pré e pós-tratamento.

Estas formas de pagamento são calculadas matematicamente e são equivalentes. A escolha deve levar em conta a disponibilidade financeira, a ansiedade do casal os tratamentos anteriores e até a sorte.

  • Verdades e Mitos

- A capacidade reprodutiva diminui com o passar do tempo? 

Verdade. A partir dos 30 anos a capacidade reprodutiva das mulheres começa a diminuir. As estatísticas são: até 35 anos reduz de 15 a 20%; entre 35 e 39 anos a redução é de 25 a 50% e de 40 a 45 anos, a capacidade reprodutiva cai de 50 a 95%. Os homens também apresentam uma redução natural pelo envelhecimento, principalmente a partir dos 40 anos.

- Um casal sadio tem 100% de chance de engravidar em um mês?

Mito. A chance de um casal “engravidar”, sem uso de método anticoncepcional e mantendo relações freqüentes é de 20 a 25% por ciclo, ou seja, de quatro casais, apenas um obtém gestação.

- A culpa da infertilidade dos casais é das mulheres?

Mito. A dificuldade de engravidar pode ser tanto no homem quanto na mulher. Vale ressaltar que um diagnóstico negativo não significa a impossibilidade de se ter filho, mas a necessidade de buscar ajuda especializada.

- Homens que passam muito tempo sentados, como taxistas e caminhoneiros, têm maiores possibilidades de ter problemas de fertilidade?

Verdade. O indivíduo que fica a maior parte do tempo sentado eleva a temperatura dos testículos, comprometendo, portanto, a produção de esperma. O mesmo acontece com os homens que praticam sauna com freqüência, banhos de imersão e que utilizam roupas íntimas muito apertadas.

- Mulheres que usaram anticoncepcionais durante longos períodos acabam tendo problemas para engravidar?

Mito. O tempo de utilização de anticoncepcionais hormonais orais não deve ser fator de influência severa, eles funcionam como protetores de doenças, até mesmo alguns tipos de câncer. O que pode ocorrer é uma demora maior do retorno da fertilidade que depende da dosagem hormonal do medicamento.

- Todas as mulheres que fazem tratamento para engravidar acabam tendo gêmeos?Mito. Apesar de conhecermos histórias de mulheres que tiveram dois, três ou mais bebês quando recorreram a técnicas como fertilização in vitro, a realidade é que nem sempre elas geram mais de uma criança. Na fertilização in vitro são injetados mais embriões e, por isso, pode ocorrer casos de gêmeos ou mais. Todo esse procedimento é explicado aos pais.

Objetivos

  • Conhecer mais sobre o que é realmente reprodução;

  • Compreender o que é a fertilização;

  • Entender que nem sempre a reprodução ocorre de maneira natural;

  • Ver que existem técnicas de reprodução assistida como inseminação artificial e fertilização in vitro;

  • Conhecer de que maneira acontece a fertilização in vitro e o que é necessário para que esse método aconteça;

  • Conhecer algumas verdades e mitos sobre reprodução.

Metodologia

Foram utilizados para a realização deste relatório o computador, artigos científicos, além de pesquisas realizadas em endereços eletrônicos e livros de ensino superior.

O computador foi usado para a construção e organização do embasamento teórico do texto e também como instrumento para o acesso a internet e conseqüentemente para a realização das pesquisas a respeito do presente tema.

Conclusões

Concluímos com a execução desse trabalho que existem vários métodos que tornam possível a concepção em casais inférteis. O importante, muito mais que a infertilidade, é o companheirismo do casal e não sua obstinação em gerar uma vida à custa de procedimentos invasivos, que possa levar um sofrimento tanto físico como também emocional. O casal deve procurar uma clinica de confiança e submeter-se a todos os exames e a partir daí trilhar uma meta até a possível gestação.

No trabalho apresentamos um desses métodos: a fertilização In Vitro. Também, denominada "Bebê de Proveta", que consiste no fato da fecundação do óvulo pelo espermatozóide ocorrer fora do corpo, em laboratório, ou seja, In Vitro. Basicamente, retira-se um ou mais óvulos da mulher, e neste adiciona-se os espermatozóides do marido ou companheiro.

Referências

BIGMAE. Disponível em: <http://www.bigmae.com/o-que-e-fertilizacao-in-vitro/> Acessado em: 08/01/2011.

HARDY, Daniel Gustavo Faúndes. Avaliação do Custo/Benefício de Dois Protocolos de Desenvolvimento Folicular Para Fertilização In Vitro. São Paulo, 2006.

MOREIRA, Manoel de Almeida. Compêndio de Reprodução Humana. Rio de Janeiro: Revinter, 2002.

SCIELO. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v29n7/a03v29n7.pdf>Acessado em: 09/01/2011.

SEARCH. SIELO. Disponível em:<http://search.scielo.org/index.php> Acessado em: 09/01/2011.

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