Aula semio cardiopulmonar

Aula semio cardiopulmonar

Maria LurdemilerSabóia Mota

Doutora em Farmacologia Profa. UNIFOR

• Avaliação do Tórax nu merar costelas, espaçosintercostais, Ângulo de Louis, Apófise espinhosas,linhas do tórax anterior,lateral e posterior.

•Inspeção (estática e dinâmica)•Inspeção (estática e dinâmica)

Estática: -pele - pêlos

-circulação colateral

-abaulamentos e retrações

-tipos de tórax

Dinâmica : -movimentação da caixa torácica. - MRM

-tipos de respiração: > taquipnéia

> taquipnéia > bradipnéia

> hiperpnéia

> Cheyne-Stokes, Biot, Kuss maul

-tirage m intercostal

-respiração paradoxal

Palpação:-traquéia -parede torácica

-frê mito tóraco-local (anormalidades que afastam o pulmão da

(anormalidades que afastam o pulmão da parede torácica)

-expansibilidade da caixa torácica

Percussão:-sons:

> hipersonoridade (pneu motórax)

> timpânico

> timpânico > maciço (pneumonia)

> submaciço(tumor)

Som claro pulmonar –maior parte do tóraxSom claro pulmonar –maior parte do tórax

Som maciço do 3º ao 6º espaço intercostal esquerdo –macicezcardíaca a partir do 4º intercostodireito –submacicezhepática a partir do 5º ou 6º espaço intercostal direito –macicezhepática

Som timpânico espaço de Traube–projeção do fundo gástrico a partir da 6ª cartilagem costal esquerda no esterno

Ausculta:fluxo aéreo pela árvore traqueobrônquica

-ruídos respiratórios (MV)

-ruídos adventícios (Roncos,

-ruídos adventícios (Roncos, estertores, sibilos, cornagem, atrito pleural)

-característica da voz (broncofonia, egofonia, pectoiloquia)

SONS ANORMAIS DESCONTÍNUOSE EXPLOSIVOS *estertores finos

*estertores grossos

*estertores grossos

SONS ANORMAIS CONTÍNUOSE MUSICAIS *roncos e sibilos

*estridor

SOM ANORMAL DE ORIGEM PLEURAL *atrito pleural sons graves inspiratórios e/ou expiratórios mutáveismutáveis

*origem nas vibrações das paredes brônquicas estreitadas por espasmo ou edema da parede ou presença de secreção

*bronquites, bronquiectasias, asma brônquica e obstruções localizadas sons agudos inspiratórios e/ou expiratórios

*origem na vibrações das paredes bronquiolarescom estreitamento ou presença de secreções

*asma brônquica, bronquite, obstrução localizada por tumor

Sibilos Monofônicos: únicos ou múltiplos são u m sinal clínico característico da as ma Sibilos Polifônicos: é produzido pela co mpressão dos brônquios centrais e é u m sinal frequente da maioria dos tipos de doença obstrutiva pul monar crônica sibilo polifônico ta mbé m pode aparecer e mindivíduos nor mais, nos quais é cha mado de sibilo dainspiração forçada.

*asma brônquica, bronquite, obstrução localizada por tumor ou corpo estranho

Som musical particularmente alto, de timbre constante Mais proeminente durante a inspiração

Som característico da estenose das porções superiores das vias respiratóriasvias respiratórias

Ouvido ao se aproximar do paciente

Processos inflamatórios e tumorais da laringe e traquéia, tumoraçõescervicais, mediastinaissuperiores e por aspiração de corpo estranho

EG OFONIA: Para obtenção da egofonia, o exa minador deve manter a ca mpânula de seu estetoscópio e m cada ponto da parede torácica correspondente a u mseg mento broncopul monar. - Deveser pedido para o paciente pronunciar “i“,se u mso m parecido co m “eeeei"for percebido, o pacientete m egofonia.

co m “eeeei"for percebido, o pacientete m egofonia. -Consolidaçãolobar por pneu monia

Variação fisiológica –mais intensa nos ápices e região interescapulovertebral, mais forte em homens

RV –atelectasia, derrame e espessamento pleural

-Vibração da laringe para superfície do tórax

RV ou broncofonia–condensação pulmonar

Pectorilóquiafônica –ausculta nítida da voz Pectorilóquiaafônica –ausculta nítida da voz cochichada Pectorilóquiaegofônica–ausculta da voz com timbre metálico e anasalado. Parte superior do derrame pleural

Apnéia BI OT

Cheyne-stokes KUSM AUL

Parada Cardí aca

Respiração irregular com longos períodos de apnéia

Caracteriza-se por uma fase de apnéiaseguida de incursões inspiratórias cada vez mais profundas até atingir um máximo, para depois decrescer até uma nova pausa.

Respiração rápida e profunda

Configurações torácicas comuns Nor mal

Tórax em barril

Alterações por cifose Peito escavado

(Tórax em funil)

Peito carinado (Tóraz de po mbo)

Atrioventriculares Se milunares elis

DÉBITO CARDÍACO (DC)= volume de sangue bombeado pelo coração em um minuto

DC= VES x FC (l/min) ADULTO: 4-6 litros

• Os dadossubjetivossão coletados por meio da ENTREVISTA.

SOBRE

- Dados de identificação: no me, sexo,idade, escolaridade, estadocivil, ocupação erenda.

- Queixa principal

- Histórico da doença atual

A frequência

O horário e como se iniciou o sinto ma.

Localização.

Qualidade. Quantidade.

A frequência e a duração do sintoma. Há algum sintoma associado?

Fatores agravantes e de alívio.

Quais são os impactos dos sintomas na sua vida diária?

- Histórico anterior

- Históricofa miliar

Você tem hipertensão arterial?

Diabetes mellitus? Faz uso de algum medica mento?

- Histórico pessoal esocial Levantar também sistema de suporte e apoio social.

- Dispnéia: Você sente algu ma dificuldade para

- Dispnéia: Você sente algu ma dificuldade para respirar?

- Ortopnéia: Quantos travesseiros você precisa parase deitar?

- Dispnéia paroxística noturna: Você acorda, durante a noite,co mfalta de ar?

- Tosse:

- Tosse: - Cianose:

- Fadiga visualização do Impulso Apical (5°EIC na linha visualização do Impulso Apical (5°EIC na linha hemiclavicularesquerda), procura de pulsações anormais e observar retrações.

Palpar o ponto do Impulso Apical e palpar toda a área na busca de vibrações (frêmitos).

Comentários