UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

CENTRO DE TECNOLOGIA – DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

DISCIPLINA – SANEAMENTO AMBIENTAL

CLORETOS

Turma: 02

Data: 08/10/2007

Equipe: R.A:

Objetivo

O Objetivo deste trabalho consiste em determinar o teor de cloretos das águas a fim de obter informações sobre seu grau de mineralização ou indícios de poluição.

Resumo

O experimento foi realizado com uma amostra de água de torneira e outra amostra de água destilada. Com o procedimento e a titulação realizada, foi possível determinar a quantidade de cloretos na amostra analisada.

Fundamentação Teórica

Os cloretos existem em todas as águas naturais, em concentrações variáveis de uma região a outra.

Em geral quanto mais alta uma região, menos cloretos ela contem. Assim, as águas dos rios, dos lençóis subterrâneos, dos mares interiores do oceano, são geralmente, ricas em cloretos.

As possíveis fontes dos cloretos nas águas naturais são: a vaporização das águas dos mares, a invasão pelas águas dos mares nos rios que sofrem uma salinização e os excrementos humanos especialmente a urina. Assim, os efluentes dos esgotos contribuem com apreciáveis quantidades de cloretos para os cursos receptores.

A presença de concentrações apreciáveis de cloretos, não provoca inconvenientes ao ser humano. Concentrações maiores que 250 mg/l dão sabor salgado, daí as normas estabeleceram esse limite de potabilidade.

Em geral, o homem se adapta aos elevados teores de salinidade.

Materiais e Métodos

Primeiramente coletou-se 100 ml de água de torneira colocando-a em um Erlenmeyer onde foi adicionado 1 ml do indicador K2CrO4.Em seguida, a amostra foi titulada com AgNO3 0.0141, até a viragem para a cor vermelho-telha e marcou-se a quantidade AgNO3 gasta na titulação.

Logo após, o procedimento descrito anteiromente foi repetido, mas dessa vez usando 100 ml de água destilada. Nesse segundo procedimento também foi marcada a quantidade de titulante gasta para a viragem de cor.

Resultados

Os volumes gastos na titulaçao foram:

- para água de torneira : 2 ml;

- para água destilada : 1 ml.

Com os resultados obtidos foi possível encontrar a quantidade de cloretos através da fórmula:

(A – B) x 500 = mg/l de cloretos,

ml da amostra

onde A corresponde a quantidade gasta para titular a amostra de água de torneira e B corresponde a quantidade gasta para titular a água destilada.

Assim:

(2 – 1 ) x 500 = 5,00 mg/l de cloretos.

100

Os valores das quantidades de cloretos encontrados pelas outras equipes foram:

– 1,00 mg/l;

4.50 mg/l;

7.00 mg/l.

Discussão e Conclusão

Através dos métodos aplicados foi possível definir um valor que foi de 5,00 mg/l. A diferença dos outros resultados mostra os possíveis erros de uma titulação, a dificuldade de se definir uma cor e que a quantidade de cloretos numa amostra de água varia devido a vários aspectos, como por exemplo, como ela flui, como é obtida e manuseada.

Bibliografia

ABRÃO DE CAMPOS, Many, Apostila Saneamento Ambiental – Maringá - Julho de 2007, pg 10

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