Nbr10897 04 2003

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3.30.20 Unidade de Carga. Carga sobre um pallet ou módulo, mantida coesa por qualquer método, e normalmente transportada por equipamentos de transporte de cargas.

3.31.1 * Largura do Corredor. A distância horizontal entre as faces das cargas nas estruturas porta-pallets em questão. (Ver Figura A.3.10.1.)

3.31.3 Em Caixas de Papelão. Método de armazenagem no qual a mercadoria é completamente envolvida por recipientes de papelão corrugado ou cartão.

3.31.4 * Pallets Convencionais. Um acessório para manuseio de cargas feito suportar uma carga unitária, com aberturas para acesso de equipamentos de manuseio de cargas. (Ver Figura A.3.10.4.)

3.31.5 Chuveiros de Face. Chuveiros tipo padrão localizados nos vãos verticais transversais ao longo do corredor ou na estrutura porta-pallets. São posicionados a no máximo 18 in. (0.46 m) da face da carga e são utilizados para evitar o desenvolvimento vertical do fogo na face externa da mercadoria.

3.31.6 Barreira Horizontal. Uma barreira sólida horizontal, que cobre toda a estrutura porta-pallets, incluindo todos os vãos verticais, e posicionada da determinadas alturas para evitar a propagação vertical do fogo.

3.31.7 * Vão Vertical Longitudinal. O espaço entre filas de mercadoria perpendicular à direção de carregamento da estrutura. (Ver Figura A.3.10.7.)

3.31.8 * Estrutura Porta-Pallets. Qualquer combinação de elementos estruturais verticais, horizontais e diagonais que apóiam mercadorias armazenadas. Algumas estruturas porta-pallets utilizam prateleiras sólidas. As estruturas porta-pallets podem ser fixas, portáteis ou móveis. O carregamento pode ser manual, utilizando empilhadeiras, gruas ou colocação manual, ou automático, com sistemas de armazenagem e recuperação controlados por máquinas.

3.31.8.1 Estruturas Porta-Pallers de Filas Duplas. Duas estruturas porta-pallets de fila única, encostadas uma na outra, formando uma estrutura com largura máxima total de 12 ft (3,7 m), com corredores de pelo menos 3,5 ft (1,1 m) em cada lado.

horizontalmente para frente e para trás em um único plano. Um corredor móvel é criado quando estruturas porta-pallets contíguas são carregadas ou descarregadas, e depois movidas ao outro lado do corredor para encostar-se a outros porta- pallets.

estruturas de fila única ou filas duplas separadas por corredores com largura menor que 3,5 ft (1,1 m), formando um conjunto com largura total superior a 12 ft (3,7 m).

3.31.8.5 Estruturas Porta-Pallets de Fila Única. Estruturas porta-pallets sem vão verticais longitudinais, com largura máxima de 6 ft (1,8 m) e corredores de pelo menos 3,5 ft (1,1 m) separando-as de outras mercadorias armazenadas.

3.31.9 Pallets Escravos. Pallet especial que pertence ao sistema de manuseio de material. (Ver Figura A.3.10.4.)

3.31.10 Prateleiras Sólidas. Prateleiras sólidas podem ser fixas, em forma de estrado, de tela metálica ou de outro tipo, utilizadas em estruturas porta-pallets. A area de uma prateleira sólida é definida pelo corredor ou vão vertical ao redor de seus quatro lados. Prateleiras sólidas com área igual ou menor a 20 ft2 serão definidas como estruturas porta-pallets abertas. Caso as prateleiras de tela metálica, estrados ou outros materiais deixem abertos mais que 50 por cento da área, e caso haja vãos verticais desimpedidos, a estrutura será considerada como uma estrutura porta-pallets aberta.

3.31.1 Vão Vertical Transversal. O espaço entre filas de mercadoria paralelamente à direção de carregamento da estrutura. (Ver Figura A.3.10.7.)

3.32 Definições sobre Armazenagem de Pneus. 3.32.1 Pneus Atados. Método de armazenagem no qual uma quantidade de pneus é atada.

3.32.2 Canal Horizontal. Qualquer espaço ininterrupto de comprimento maior que 5 ft (1,5 m) entre camadas horizontais de pneus armazenados. Esses canais podem ser formados por pallets, prateleiras ou outros arranjos de armazenagem.

3.32.3 Armazenagem Trançada de Pneus. Método de armazenagem de pneus no qual as laterais dos mesmos se sobrepõem, aparentando uma trama ou malha. [Ver Figura A.3.1.9(g).] edifício. As áreas de armazenagem não deverão exceder 2000 ft2 (186 m2). Pilhas formadas pro pneus apoiados sobre a banda de rodagem, independentemente do método de armazenagem, não deverão exceder 25 ft (7,6 m) no sentido dos orifícios das rodas. Os métodos aceitáveis de armazenagem incluem (a) no piso, deitados, até 12 ft (3,7 m) de altura; (b) no piso, de pé, até 5 ft (1,5 m) de altura; (c) deitados ou de pé em estruturas porta-pallets fixas de filas duplas ou múltiplas ou em estruturas portáteis, até 5 ft (1.5 m) de altura; (d) deitados ou de pé em estruturas porta-pallets fixas de filas únicas ou em estruturas portáteis, até 12 ft (3,7 m) de altura; e (e) armazenagem trançada em estruturas porta-pallets até 5 ft (1,5 m) de altura

3.32.5 Armazenagem de Pneus Deitados. Pneus são armazenados horizontalmente. 3.32.6 Armazenagem de Pneus em Pé. Pneus armazenados em pé ou sobre a banda de rodagem.

3.32.7 Armazenagem de Pneus sobre Pallets. Armazenagem em estruturas porta-pallets de vários tipos utilizando um pallet convencional como base.

3.32.8 Armazenagem de Pneus em Pirâmide. Armazenagem sobre o piso na qual os pneus são dispostos em forma de pirâmide para melhor estabilidade da pilha.

3.32.10 Pneus. Pneus utilizados para autos de passageiros, aeronaves, caminhões leves e pesados, carretas, equipamento agrícola, equipamentos de contrução (off-the-road) e ônibus.

3.3 Definições sobre Algodão em Fardos.

aniagem, polipropileno trançado ou filme de polietileno, e amarrada com cintas de aço, de material sintético, ou com arame. Podem conter também línteres (pequenas fibras da semente de algodão) e material residual do processo de descaroçamento. (Ver Tabela A.3.12.1.)

3.3.2 Armazenagem de Algodão em Blocos. Quantidade de fardos empilhados em forma cúbica e envoltos por corredores, paredes, ou ambos.

3.3.3 Algodão Frio. Algodão em fardos, cinco ou mais dias após o processo de descaroçamento.

3.3.4 Enfardado com Fogo. Fardo dentro do qual há fogo proveniente do processo. O descaroçamento é geralmente a causa mais freqüente.

3.3.5 Fardo de Algodão sem Envoltório. Fardo amarrado com cintas de arame ou aço, em envoltório.

3.34 Definições sobre Papel em Bobinas. 3.34.1 Arranjo (Papel).

3.34.1.1 Arranjo Fechado (Papel). Armazenagem vertical na qual as distâncias entre pilhas são curtas, não devendo exceder mais que 2 pol. (50 m) em uma direção e 1 pol. (25 m) na outra

3.34.1.2 Arranjo Aberto (Papel). Armazenagem vertical na qual as pilhas são bastante espaçadas entre si. Esta definição aplica-se a todos os arranjos verticais que não atendam à definição de arranjo fechado ou arranjo padrão.

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3.34.1.3 * Arranjo Padrão (Papel). Armazenagem vertical na qual a distância entre pilhas em uma direção é curta [1 pol. (25 m) ou menos] e maior que 2 pol. (50 m) na outra.

3.34.2 Armazenagem de Bobinas com Cintas. Bobinas providas de cintas de aço de 3/8 pol. (9.5 m) ou mais largas em cada extremidade da bobina.

3.34.3 Pilha. Pilha formada por bobinas sobrepostas. 3.34.4 Tubete. Tubo central ao redor do qual o papel é enrolado para formar a bobina.

3.34.5 Papel (Termo Geral). Termo utilizado para todos os tipos de folhas formadas por materiais fibrosos naturais, normalmente vegetais, mas algumas vezes minerais ou animais, sobre uma tela fina a partir de uma suspensão em água.

3.34.6 Armazenagem de Bobinas de Papel.

3.34.6.1 Armazenagem Horizontal de Bobinas de Papel. Bobinas armazenadas com os tubetes no plano hozontal (armazenagem lateral).

3.34.6.2 Armazenagem Vertical de Bobinas de Papel. Bobinas armazenadas com os tubetes no plano vertical (armazenagem de pé).

3.34.6.3 * Armazenagem de Bobinas de Papel Embaladas. Bobinas com envoltório de papel kraft pesado que recobre totalmente as suas laterais e extremidades.

3.35 * Altura de Armazenagem de Bobinas de Papel. A máxima altura acima do piso na qual papel em bobinas é armazenado.

X 3.27.3 à 3.35 – DELIBERADO NA 102a REUNIÃO DE 14.04.2003 X

4 Condições gerais

4.1 Classificação das ocupações

A classificação das ocupações aplica-se exclusivamente a esta norma. Estas ocupações são definidas de 4.1.1 a 4.1.4, bem como são relacionados no Anexo A.

4.1.1 Ocupações de risco leve

Compreendem as ocupações ou parte das ocupações onde a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga incêndio) é baixa e onde é esperada baixa taxa de liberação de calor.

4.1.2 Ocupações de risco ordinário c) Grupo I

Compreendem as ocupações ou parte de ocupações onde a combustibilidade do conteúdo é baixa e a quantidade de materiais combustíveis é moderada. A altura de armazenagem não excede a 2,4 m e incêndios com moderada taxa de liberação de calor são esperados.

d) Grupo I

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