Riscos em Prensas

Riscos em Prensas

Legislação:

  • Legislação:

  • Desatualizada:

  • Última Nota Técnica foi a 16 do M.T.E. em 2005 e estabelece “PRINCÍPIOS PARA A PROTEÇÃO DE PRENSAS E EQUIPAMENTOS SIMILARES”

Como funciona uma prensa hidráulica?

  • Como funciona uma prensa hidráulica?

O princípio físico das prensas deve-se a Blaise Pascal. Extraordinário filósofo, matemático e físico francês que criou uma frase que é conhecida em todo o mundo:

  • O princípio físico das prensas deve-se a Blaise Pascal. Extraordinário filósofo, matemático e físico francês que criou uma frase que é conhecida em todo o mundo:

“ O coração tem razões que a própria razão desconhece”

  • “ O coração tem razões que a própria razão desconhece”

As prensas hidráulicas em geral, são sistemas multiplicadores de força e são construídas com base no Princípio de Pascal.

  • As prensas hidráulicas em geral, são sistemas multiplicadores de força e são construídas com base no Princípio de Pascal.

São equipamentos utilizados na conformação e corte de materiais diversos, sendo o movimento do martelo ou punção, proveniente de um sistema hidráulico ou cilindro hidráulico ou de um sistema mecânico (o movimento rotativo é transformado em linear através de sistemas de bielas, manivelas ou fusos).

  • São equipamentos utilizados na conformação e corte de materiais diversos, sendo o movimento do martelo ou punção, proveniente de um sistema hidráulico ou cilindro hidráulico ou de um sistema mecânico (o movimento rotativo é transformado em linear através de sistemas de bielas, manivelas ou fusos).

Análise Preliminar de Riscos para Prensas:

  • Análise Preliminar de Riscos para Prensas:

  • Consiste em um estudo durante a fase de concepção ou desenvolvimento de uma nova prensa, com fim de determinar os riscos que poderão estar presentes na sua fase operacional.

Princípios e metodologia da A.P.R.:

  • Princípios e metodologia da A.P.R.:

  • Identificar:

  • Riscos

  • Causas

  • Efeitos

  • Categoria dos riscos

  • Medidas Preventivas ou Corretivas

Para desenvolvimento de uma A. P .R. algumas etapas básicas são imprescindíveis:

  • Para desenvolvimento de uma A. P .R. algumas etapas básicas são imprescindíveis:

  • A) Revisão de problemas conhecidos:

  • Consiste na busca de analogia com outros sistemas, para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema a ser desenvolvido. Tem como base a experiência passada.

B) Revisão da missão a que se destina: estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina, o que e quem envolve e como será desenvolvida.

  • B) Revisão da missão a que se destina: estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina, o que e quem envolve e como será desenvolvida.

C) Determinação dos riscos principais: identificar os riscos com potencialidade de causar lesões diretas e imediatas, perda de função, danos a equipamentos e perda de materiais.

  • C) Determinação dos riscos principais: identificar os riscos com potencialidade de causar lesões diretas e imediatas, perda de função, danos a equipamentos e perda de materiais.

D) Determinação de riscos iniciais e contribuintes:

  • D) Determinação de riscos iniciais e contribuintes:

  • Elaborar série de riscos, determinando, para cada risco principal detectado, os riscos iniciais e contribuintes associados.

E) Revisão dos meios dos meios de eliminação ou controle de riscos:

  • E) Revisão dos meios dos meios de eliminação ou controle de riscos:

  • Elaborar um brainstorming (tempestade de idéias) dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos, estabelecendo as melhores opções, desde que compatíveis com as exigências do sistema.

F) Analisar os métodos de restrição de danos:

  • F) Analisar os métodos de restrição de danos:

  • Pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral, ou seja, para limitação dos danos gerados caso ocorra a perda de controle sobre os riscos.

G) Indicação de quem levará a cabo as ações preventivas e/ou corretivas:

  • G) Indicação de quem levará a cabo as ações preventivas e/ou corretivas:

  • Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas/corretivas, designando também, para cada unidade as atividades a desenvolver.

Principais Normas da A.B.N.T. para prensas:

  • Principais Normas da A.B.N.T. para prensas:

  • NBR 13930 - Prensas Mecânicas – Requisitos de Segurança;

  • NBR 14153 – Segurança de Máquinas – Partes de comando relacionados à segurança – Princípios gerais para projetos;

NBR 14009 – Segurança em Máquinas – Princípios para apreciação de riscos;

  • NBR 14009 – Segurança em Máquinas – Princípios para apreciação de riscos;

  • NBR 13929 – Segurança de Máquinas – Dispositivos de intertravamento associados a proteções – Princípios para projeto e seleção;

NBR 13758 – Segurança em Máquinas – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros inferiores;

  • NBR 13758 – Segurança em Máquinas – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros inferiores;

  • NBR-NM-ISO 13854 – Segurança em Máquinas - Folgas mínimas para evitar o esmagamento de partes do corpo humano;

NBR–NM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores;

  • NBR–NM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores;

  • NBR–NM-ISO 13853 - Segurança de Máquinas – Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros inferiores;

NBR 13928 - Segurança de Máquinas – Requisitos gerais para o projeto e construção de proteções (fixas e móveis);

  • NBR 13928 - Segurança de Máquinas – Requisitos gerais para o projeto e construção de proteções (fixas e móveis);

Outros dispositivos legais:

  • Outros dispositivos legais:

  • NR 12 – Máquinas e Equipamentos;

  • CCT/CPN/IM S. P. - PPRPS – Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares (Nov./2002);

  • NOTA TÉCNICA Nº 16/ 2005

Sistemas de Proteção em prensas:

  • Sistemas de Proteção em prensas:

  • Pontos a serem observados:

1 – Ferramenta fechada:

  • 1 – Ferramenta fechada:

  • Consiste na instalação de uma grade ou outro material que impeça o acesso ao interior da prensa.

2 – ENCLAUSURAMENTO DA ZONA DE PRENSAGEM

  • 2 – ENCLAUSURAMENTO DA ZONA DE PRENSAGEM

3 - MÃO MECÂNICA (pinça)

  • 3 - MÃO MECÂNICA (pinça)

4 – SISTEMA GAVETA

  • 4 – SISTEMA GAVETA

5 – SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO POR GRAVIDADE:

  • 5 – SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO POR GRAVIDADE:

5 – SISTEMA DE BANDEJA ROTATIVA:

  • 5 – SISTEMA DE BANDEJA ROTATIVA:

6 – TRANSPORTADOR DE ALIMENTAÇÃO OU ROBÓTICA:

  • 6 – TRANSPORTADOR DE ALIMENTAÇÃO OU ROBÓTICA:

7 – CORTINA DE LUZ COM AUTO-TESTE:

  • 7 – CORTINA DE LUZ COM AUTO-TESTE:

8 – COMANDO BI-MANUAL COM SIMULTANEUDADE E AUTO TESTE:

  • 8 – COMANDO BI-MANUAL COM SIMULTANEUDADE E AUTO TESTE:

TIPOS DE PRENSAS:

  • TIPOS DE PRENSAS:

TIPOS DE PRENSAS:

  • TIPOS DE PRENSAS:

TIPOS DE PRENSAS:

  • TIPOS DE PRENSAS:

MUITO OBRIGADO

  • MUITO OBRIGADO

  • jgamagodoy@gmail.com

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