Principais Sistemas Aqüíferos do Brasil

Principais Sistemas Aqüíferos do Brasil

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Figura 5. Principais Sistemas Aqüíferos do Brasil.

As águas deste aqüífero são consideradas adequadas para consumo humano, desde que sejam observados os parâmetros bacteriológicos e adequadas para consumo animal, irrigação e indústrias, que não sejam muito exigentes em termos de limite máximo de ferro e de faixa admissível de pH (Monteiro et al., 2004; in ANA e MMA, 2005b). Segundo MMA e ANA (2003), na região de Belém, são utilizados para abastecimento humano, poços com profundidade média de 25 a 220 m e vazão média de 18 e 135 m³/h, respectivamente.

Sistema aqüífero Guarani, com 0,4% de sua recarga na região hidrográfica em território brasileiro. Esse sistema ocorre em quatro regiões hidrográficas: Paraguai, Tocantins-Araguaia, Paraná e Atlântico Sul. Cerca de 90% do sistema é confinado. As reservas permanentes foram estimadas em 48.021 Km³, enquanto a reguladora foi de 160 Km³ e esta foi subdivida em infiltração direta e indireta. A primeira considerou a recarga como 15% da precipitação média anual de 1.500 m, distribuída sobre uma área de 87.0 Km², já a infiltração indireta foi estimada considerando a condutividade hidráulica em 5.10-8m/s, diferença de potencial hidráulico médio de 100 m e espessura média da camada infiltrante com 400 m. Enquanto que a reserva permanente foi calculada para uma área total de 800.0 Km², espessura média de 300 m e coeficiente de armazenamento de 20% (ANA e MMA, 2005b).

Sistema aqüífero Alter do Chão, com 2,6% de sua recarga na região hidrográfica, explotado principalmente nas cidades de Manaus, Belém, Santarém e na Ilha de Marajó. A qualidade da água é boa, apresentando pH de 4,8 e sólidos totais dissolvidos inferiores a 100 mg/L. Porém, as concentrações de ferro alcançam algumas vezes 15 mg/l (FGV; MMA; ANEEL, 1998). Em relação à dureza, são

A-PDF Split DEMO : Purchase from w.A-PDF.com to remove the watermark classificadas como moles com valores entre 0,36 e 28,03 mg/L de CaCO3 (Silva & Bonotto, 2000; in ANA e MMA, 2005b). A existência de níveis de água rasos somados à carência de saneamento básico nas áreas urbanas, onde proliferam habitações com grande quantidade de fossas e poços construídos sem requisitos mínimos de proteção sanitária, favorece a contaminação do aqüífero.

Sistema aqüífero Cabeças, com 0,6% de sua recarga na região hidrográfica, é considerado o de melhor potencial hidrogeológico na Bacia Sedimentar do Parnaíba, sendo explotado sob condições livres e confinadas, e com águas de boa qualidade. São predominantemente cloretadas mistas e cloretadas magnesianas, fracamente mineralizadas, apresentando valores de condutividade elétrica, em geral inferiores, a 50µS/cm (Santiago et al., 1999a; in ANA e MMA, 2005b). Comumente o valor médio do resíduo seco é de 300 mg/L (FGV; MMA; ANEEL, 1998). Os principais usos da água desse aqüífero são para uso doméstico e para a irrigação (ANA e MMA, 2005b).

Sistema aqüífero Urucuia-Areado, com 2,3% de sua recarga na região hidrográfica, compreende parte dos estados de Bahia, Minas Gerais, Goiás, Piauí e Maranhão. Sendo principalmente do tipo livre, ocorre recobrindo em grande parte as rochas do Bambuí. As águas do sistema aqüífero Urucuia-Areado são de boa qualidade, predominantemente bicarbonatadas cálcicas, pouco mineralizadas, com condutividade elétrica média de 82,2 µS/cm, e com pH inferior ou igual a 7, média de 6,75 (Ramos e Paixão, 2003; in ANA e MMA, 2005b).

Sistema aqüífero Furnas, com 0,9% de sua recarga na região hidrográfica, correspondente a parte dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo, e é explotado sob condição livre a confinada. Suas águas enquadram-se na classe de águas bicarbonatadas sódicas a bicarbonatadas-cloretadas potássicas a mistas, caracterizando-se ainda pelo baixo grau de mineralização, com valor de sólidos totais dissolvidos situados entre 15 a 50 mg/L (Mendes et al., 2002; in ANA e MMA, 2005b). Os usos são, principalmente, domésticos e industriais (ANA e MMA, 2005b).

Sistema aqüífero Itapecuru, com 5,0% de sua recarga na região hidrográfica, aflora nos estados do Maranhão e Pará. É utilizado na pecuária e no abastecimento humano no interior do Estado do Maranhão, e para abastecimento doméstico na cidade de São Luís. Nesta cidade, o Itapecuru apresenta predominantemente águas carbonatadascloretadas com predominância do tipo sódica (Sousa, 2000; in ANA e MMA, 2005b).

Sistema aqüífero Bauru-Caiuá, com 0,2% de sua recarga na região hidrográfica, ocorre recobrindo o sistema aqüífero Serra Geral e ocupa grande parte do oeste do Estado de São Paulo, e é explotado sob condição poroso e livre a semiconfinado. As águas são predominantemente bicarbonatadas cálcicas e cálcio-magnesianas (Campos, 1988; Barison e Kiang, 2004; in ANA e MMA, 2005b), com pH em torno de 7,0, e sólidos totais dissolvidos médio de 143,06 mg/L (Barison e Kiang, 2004; in ANA e MMA, 2005b). Campos (1998; in ANA e MMA, 2005b) descreve uma evolução hidrogeoquímica regional no sentido nordeste-sudoeste com águas fortemente bicarbonatadas cálcicas passando gradativamente para bicarbonatadas cálciomagnesianas até atingir uma zona de águas fracamente bicarbonatadas e cloretadas sódicas.

As principais fontes de contaminação são de origem antrópica difusa, representadas pela aplicação de fertilizantes e insumos nitrogenados, utilização de fossas negras, depósitos de resíduos sólidos, vazamentos das redes coletoras de esgoto e influência de rios contaminados na zona de captação de poços (CETESB, 2004a; in ANA e MMA, 2005b).

As águas subterrâneas, mais do que uma reserva de água, devem ser consideradas como um meio de acelerar o desenvolvimento sócio-econômico não apenas de regiões carentes mas do Brasil como um todo. Essa afirmação é apoiada na sua distribuição generalizada, na maior proteção às ações antrópicas e nos reduzidos recursos financeiros exigidos para sua explotação. Mas, para isso, são necessários estudos mais detalhados vinculados tanto a investigação geológica quanto a hidrológica, enfatizando a disponibilidade e a qualidade das águas, estabelendo-se inclusive políticas específicas para sua gestão (ANEEL. 1999a).

4.2.3. Qualidade da Água

Dispõe-se de algumas informações sobre a qualidade das águas em (temperatura, oxigênio dissolvido, condutividade, turbidez e pH) para algumas áreas, Uruaçú, no rio Maranhão; em Porto Nacional, Tocantinópolis, Marabá e Tucuruí (montante), no Rio Tocantins; em Cachoeira Grande, Aruanã, e Conceição do Araguaia no rio Araguaia e Santo Antônio do Leverger no rio das Mortes. Além disto, no rio das Mortes, há uma rede de nove pontos de monitoramento, localizados nos municípios de Campo Verde, Primavera do Leste, General Carneiro, Nova Xavantina e Água Boa e onde são analisados 20 parâmetros qualitativos de água.

O governo do Estado de Goiás está atuando de forma mais intensificada no Rio Araguaia, por meio do Projeto Araguaia, com trabalhos de avaliação das águas na Bacia, com o objetivo de garantir a qualidade da água, bem como as condições ambientais para a sobrevivência das espécies da fauna da região.

Em relação à medição de descargas sólidas, têm-se nove postos no Rio Tocantins, oito no rio Araguaia e cinco no baixo Tocantins (FGV; MMA; ANEEL, 1998).

Os potenciais conflitos na região quanto à qualidade da água se referem, principalmente, à mineração, ao lançamento de esgotos domésticos e à contaminação por fontes difusas. A poluição de origem doméstica na região ocorre de maneira localizada, próxima aos principais centros urbanos. As baixas percentagens de coleta e tratamento de esgotos domésticos fazem com que sejam relativamente significativas as cargas poluidoras.

A Figura 6 apresenta informações a respeito da qualidade das águas da Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia. No contexto regional, há carência de dados de qualidade das águas para essa região, assim como não foi feito um estudo do índice de qualidade da água (IQA).

Um dos parâmetros analisados foi o oxigênio dissolvido, por estação fluviométrica, medido em 2003. A análise dos dados seguiu a Resolução CONAMA no 357, de 17 de março de 2005, que dispõe sobre a classificação dos corpos de água. Uma avaliação regional, considerando que os dados disponíveis são pontuais, mostrou que, de maneira geral, a região possui águas de boa qualidade, entre as Classes 1 e 2. Apenas a região do entorno de Marabá apresentou baixo teor de oxigênio dissolvido, enquadrando-se na Classe 4.

Cabe lembrar que já existem fontes de poluição visíveis e que podem comprometer a qualidade das águas da região. Os dados apresentados são parte de um processo de monitoramento, variando ao longo do tempo. Somente com o monitoramento contínuo da qualidade das águas, considerando os vários parâmetros físico-químicos previstos na legislação, é que se pode avaliar com precisão a condição em que se encontra a Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia.

Outro parâmetro analisado foi a medição da Demanda Bioquímica de Oxigênio - DBO (t/dia) por sub-região hidrográfica. Constatou-se que as sub-regiões Foz Tocantins e Tocantins 07 foram as que apresentaram uma carga orgânica maior que 25 toneladas por dia, justamente pela existência de fontes de poluição por esgotos domésticos, efluentes industriais e de curtumes.

A carga orgânica doméstica remanescente é de 301 t DBO5,20/dia (4,72% do total do País) e concentra-se principalmente nas unidades hidrográficas do Litoral do Pará

(Belém) e do Tocantins, de maior adensamento populacional (Quadro 7). A poluição causada pelas atividades de mineração deve-se principalmente à ação de garimpos e extrações de areia em pequenos mananciais.

Quadro 7. Carga orgânica doméstica remanescente na Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia.

Unidade Hidrográfica Carga orgânica doméstica (t DBO5/dia)

Araguaia 52

Tocantins Alto 98 Tocantins Baixo 151

Total 301 % do País 4,72

Fonte: ANA (2002e; in MMA e ANA, 2003), adaptado

Os esgotos domésticos urbanos representam as principais fontes, de origem antrópica, de contaminação das águas visto que cerca de 72% da população total da Bacia vivem em áreas urbanas (IDH, 2003).

Esses valores, quando comparados às disponibilidades globais médias da região hidrográfica, são atualmente irrelevantes, o que indicaria que os comprometimentos que existem na qualidade das águas são essencialmente localizados, mas em médio prazo, sem um planejamento de desenvolvimento regional sustentável, este quadro pode se agravar.

Para uma geração média de 0,45 kg/hab/dia de lixo, nas áreas urbanas, estima-se uma produção média de 2.568 toneladas/dia de resíduos sólidos domésticos, os quais são geralmente dispostos em lixões e aterros, produzindo lixívias altamente contaminadas com cargas orgânicas.

A irrigação e o uso indiscriminado do solo para agricultura e pecuária têm desencadeado intensa atividade erosiva na região, principalmente na bacia do rio

Araguaia. Em decorrência, tem aumentado o aporte de sedimentos provocando assoreamentos, favorecendo a ocorrência de enchentes e causando alterações ecológicas na bacia.

Observa-se a ampliação de paisagem com processo erosivo acentuado especialmente nos chapadões ocupados pela monocultura, ocasionando perda da fertilidade dos solos e aumentando a necessidade de adubação química. Erosão e sedimentação causam alterações na morfologia do canal de drenagem podendo ser observados no Alto e Médio Araguaia, atingindo níveis críticos na confluência com o rio Tocantins (MMA e ANA, 2003).

A geração de efluentes industriais é reduzida, tendo origem, basicamente, nos curtumes, madeireiras, laticínios, matadouros, frigoríficos e celulose. Como os núcleos industriais existentes são de pequeno porte e relativamente dispersos, os lançamentos de seus efluentes ocasionam impactos ambientais localizados, contaminando trechos específicos de determinados cursos d’água (FGV; MMA; ANEEL, 1998).

Já a mineração é uma atividade expressiva na Bacia, sobressaindo-se a extração de ouro, bauxita, minério de ferro, amianto, níquel, manganês, estanho, granito, calcário, materiais para a construção civil e gemas. Os maiores problemas, relativamente aos efluentes destas atividades e seus impactos nos recursos hídricos, decorrem dos garimpos e extrações de areia em pequenos mananciais, normalmente sem o devido controle ambiental.

Atualmente, as grandes empresas mineradoras já possuem planos de controle, monitoramento e recuperação ambiental visando a manutenção e reintegração das águas à rede hidrográfica local, com o devido padrão de qualidade, contribuindo para minimizar os efeitos sobre o equilíbrio ambiental (FGV; MMA; ANEEL, 1998).

27 Figura 6. Qualidade das Águas na Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia.

4.2.4. Alteração do Regime Natural dos Corpos de água

As principais atividades potencialmente impactantes são a construção de hidrelétricas, a estruturação de hidrovias, o desmatamento, a adoção de práticas agropecuárias incorretas, a ocupação desordenada em centros urbanos, a falta de saneamento ambiental nos assentamentos humanos, a transposição de águas para a Bacia Hidrográfica do São Francisco e os projetos de irrigação. Estas atividades se realizadas sem os devidos estudos técnico-científicos, de forma clara, transparente e participativa, podem levar a perda de qualidade e quantidade de água.

Especificamente para hidrelétricas, em coletas e análise de água, realizadas em vários pontos do reservatório de Tucuruí, observou-se que o rio Tocantins só recupera a qualidade da água anterior a região do reservatório, na cidade de Cametá a 180 km a jusante da represa. Esta alteração da qualidade da água é causada principalmente pela decomposição do material vegetal submerso, pelo aporte de matéria orgânica e pela alteração do tempo de residência causado pela transformação de ambiente lótico em lêntico. Esta alteração da qualidade química e biológica da água a classifica como não recomendada para consumo segundo Costa (2000).

Além disso, a construção de barragens altera, a jusante, a qualidade da água com empobrecimento do material em suspensão, redução de oxigênio (posterior supersaturação) e acréscimo de gás sulfídrico, homogeníza a vazão, diminuindo o nível de cheias e áreas alagáveis, reduzindo as planícies de inundação e conseqüentemente áreas de reprodução; e a montante submerge corredeiras e bloqueia o fluxo contínuo do rio, interfere no transporte e aporte de sedimentos, além de estratificar e eutrofizar a coluna d’água. Essas alterações podem promover a liberação dos metais pesados presentes naturalmente ou não nos sedimentos para a coluna d’água, e conseqüentemente para a cadeia trófica, além de promoverem o Blum de crescimento de cianobactérias.

Com relação à estruturação de hidrovias, como é o caso da Hidrovia Araguaia- Tocantins, existe a necessidade de realizar-se dragagem para aumentar a profundidade do leito do rio, alargando os canais, além de reduzir as curvas e construir barragens e eclusas. Essas alterações modificam o caudal do rio, intensificando os processos de erosão da margem e do leito, e promovendo o assoreamento em regiões de menos energia. Isso sem contar a contaminação por combustível e óleos das próprias embarcações, o risco de naufrágios de cargas perigosas, ou ainda o desaparecimento de locais com potencialidade turística como é o caso de praias e cachoeiras.

A transposição de águas, ou integração de bacias hidrográficas, é outro ponto que merece destaque na alteração do regime natural dos corpos d’água. A transposição de água da bacia do rio Tocantins para a bacia do rio São Francisco torna-se ainda mais frágil por se tratar de transposição envolvendo grande parte da vazão do manancial, isso pode alterar a vazão ecológica e as condições físicas, químicas e biológicas, causando danos não mensuráveis a jusante. Este quadro pode ser agravado, considerando-se a introdução de espécies alóctonas transportadas pelas águas, com impactas imprevisíveis. Soma-se a isso a alteração do clima local e das condições de umidade do solo, podendo favorecer o desenvolvimento de algumas espécies em detrimento de outras, além do impacto causado pelas obras em áreas sensíveis.

Outro fator que acarreta alterações no regime de águas da região é o desmatamento, tanto em áreas de nascente quanto ao longo dos cursos d’água e interflúvios. Esse desmatamento aumenta os processos de lixiviação e erosão do solo, e assoreamento e transporte de sedimentos nos corpos d’água. Além disso, a perda da cobertura vegetal altera drasticamente o clima regional, reduzindo a incidência de chuvas e diminuindo a quantidade de água nos rios.

Finalmente as grandes atividades agrícolas irrigadas realizadas sem os devidos cuidados ambientais alteram a quantidade de água a jusante e promovem o assoreamento e a contaminação por insumos.

Cabe ressaltar com relação à potencialidade de assoreamento de alguns trechos e à dinâmica de sedimentos transportados pelos cursos d’água, que a confluência dos rios Araguaia e Tocantins é uma das principais zona de deposição, evidenciado pela relação entre a soma dos fluxos de sedimentos em suspensão das estações Xambioá e Tocantinópolis, aproximadamente 85.000t/dia, e o fluxo a jusante da confluência, estação Marabá, 4.0 t/dia, o que indica deposição média de cerca de 40.0 t/dia (Lima et al, 2004).

Outro ponto de baixa energia, e conseqüente deposição de sedimentos, localiza-se entre as estações Itupiranga e Tucuruí, devido, principalmente, à barragem da Hidrelétrica de Tucuruí. O fluxo médio de sedimentos em suspensão a montante do reservatório, aproximadamente 46.0 t/dia, passa para 8.0 t/dia, a jusante, indicando uma deposição de cerca de 38.0 t/dia. A jusante do reservatório da UHE de Tucuruí, como é de se esperar, as concentrações de sedimento em suspensão passam a níveis considerados baixos, chegando à sua foz com a água praticamente livre de sedimentos.

Especificamente na Bacia Hidrográfica do rio Araguaia, as concentrações de sedimento na porção mais a montante, apresentaram-se com níveis moderados, com aumento considerável detectado no trecho entre as estações Araguaiana e São Félix do Araguaia. Posteriormente, até a confluência com o rio Tocantins, estes valores diminuem, indicando a deposição ou a diluição das concentrações de sedimentos em suspensão no curso d’água (Lima et al, 2004).

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