História Geral da África 2

História Geral da África 2

(Parte 2 de 6)

Após Durban, no caso brasileiro, um dos aspectos para o equacionamento da questão social na agenda do governo federal é a implementação de políticas públicas para a eliminação das desvantagens raciais, de que o grupo afrodescendente padece, e, ao mesmo tempo, a possibilidade de cumprir parte importante das recomendações da conferência para os Estados Nacionais e organismos internacionais.

No que se refere à educação, o diagnóstico realizado em novembro de 2007, a partir de uma parceria entre a UNESCO do Brasil e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/ MEC), constatou que existia um amplo consenso entre os diferentes participantes, que concordavam, no tocante a Lei 10.639-2003, em relação ao seu baixo grau de institucionalização e sua desigual aplicação no território nacional. Entre

XÁfrica antiga os fatores assinalados para a explicação da pouca institucionalização da lei estava a falta de materiais de referência e didáticos voltados à História de África.

Por outra parte, no que diz respeito aos manuais e estudos disponíveis sobre a História da África, havia um certo consenso em afirmar que durante muito tempo, e ainda hoje, a maior parte deles apresenta uma imagem racializada e eurocêntrica do continente africano, desfigurando e desumanizando especialmente sua história, uma história quase inexistente para muitos até a chegada dos europeus e do colonialismo no século XIX.

Rompendo com essa visão, a História Geral da África publicada pela UNESCO é uma obra coletiva cujo objetivo é a melhor compreensão das sociedades e culturas africanas e demonstrar a importância das contribuições da África para a história do mundo. Ela nasceu da demanda feita à UNESCO pelas novas nações africanas recém-independentes, que viam a importância de contar com uma história da África que oferecesse uma visão abrangente e completa do continente, para além das leituras e compreensões convencionais. Em 1964, a UNESCO assumiu o compromisso da preparação e publicação da História Geral da África. Uma das suas características mais relevantes é que ela permite compreender a evolução histórica dos povos africanos em sua relação com os outros povos. Contudo, até os dias de hoje, o uso da História Geral da África tem se limitado sobretudo a um grupo restrito de historiadores e especialistas e tem sido menos usada pelos professores/as e estudantes. No caso brasileiro, um dos motivos desta limitação era a ausência de uma tradução do conjunto dos volumes que compõem a obra em língua portuguesa.

A Universidade Federal de São Carlos, por meio do Núcleo de Estudos

Afrobrasileiros (NEAB/UFSCar) e seus parceiros, ao concluir o trabalho de tradução e atualização ortográfica do conjunto dos volumes, agradece o apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), do Ministério da Educação (MEC) e da UNESCO por terem propiciado as condições para que um conjunto cada vez maior de brasileiros possa conhecer e ter orgulho de compartilhar com outros povos do continente americano o legado do continente africano para nossa formação social e cultural.

Na apresentação das datas da pré -história convencionou -se adotar dois tipos de notação, com base nos seguintes critérios:

• Tomando como ponto de partida a época atual, isto é, datas B.P. (before present), tendo como referência o ano de + 1950; nesse caso, as datas são todas negativas em relação a + 1950.

• Usando como referencial o início da Era Cristã; nesse caso, as datas são simplesmente precedidas dos sinais - ou +. No que diz respeito aos séculos, as menções “antes de Cristo” e “depois de Cristo” são substituídas por “antes da Era Cristã”, “da Era Cristã”.

Exemplos: (i) 2300 B.P. = -350

(i) 2900 a.C. = -2900 1800 d.C. = +1800

(i) século V a.C. = século V antes da Era Cristã século I d.C. = século I da Era Cristã

XIIILista de Figuras LISTA DE FIGURAS

TerraXXXVII
Figura 2 A Pedra de PalermoXLI
Figura 3 O Papiro de TurimXLII
Figura 4 Cheias sazonais do NiloXLVII
Figura 5 A Paleta em xisto de Narmer, I dinastia, face anterior e posteriorLII
Figura 6 Estátua do escriba sentado, KnubafLVIII

Figura 1 O Nilo, fotografado por um satélite Landsat em órbita a 920 km da

Anu, primeiros habitantes do Egito7
Figura 1.2 Estatuetas pré -dinásticas7
Figura 1.3 Cabo da faca de Djebel el -Arak, Pré -Dinástico Tardio14
Figura 1.4 Cativos semitas do tempo dos faraós. Rocha do Sinai14
Figura 1.5 Cativos indo -europeus15
Figura 1.6 Cativo indo -europeu15
Figura 1.7 Quéops, faraó da IV dinastia, construtor da Grande Pirâmide19
Figura 1.8 Faraó Mentuhotep I20
Figura 1.9 Ramsés I e um Batutsi moderno23

Figura 1.1 Representação proto -histórica de Tera -Neter, um nobre negro da raça dos

no século XIX23
Figuras 1.1, 1.12, 1.13 e 1.14 Quatro tipos indo -europeus24
Figura 1.15 Dois semitas24

Figura 1.10 A Esfinge, tal como foi encontrada pela primeira missão científica francesa Figura 1.16 Estrangeiro ......................................................................................................... 28

Figura 1.17 Fechadura de porta, de Hieracâmpolis. I dinastia egípcia28
Figura 1.18 Prisioneiro líbio28
Figura 1.19 Um faraó da I dinastia egípcia29
Figura 1. 20 Zoser, típico negro, faraó da I dinastia29
Figura 2.1 O Nilo, da Terceira Catarata até o Mediterrâneo40
Figura 2.2 Cronologia da história egípcia41
Figura 2.3 Tesouro de Tutancâmon. Anúbis na entrada do tesouro4
Figura 2.4 Quéfren49
Figura 2.5 Rainha Hatshepsut sentada59
Figura 2.6 Aquenáton diante do Sol61
Figura 2.7 Tesouro de Tutancâmon64
Figura 2.8 Howard Carter, o arqueólogo que descobriu o túmulo de Tutancâmon64
Figura 3.1 Empilhamento do feno71
Figura 3.2 Colheita71
Figura 3.3 Caça ao hipopótamo73
Figura 3.4 Pesca com rede73
Figura 3.5 Abastecimento dos celeiros (desenho)80
Figura 3.6 Prestação de contas80
Figura 3.7 Tributo de prisioneiros líbios do Antigo Império85
Figura 3.8 Séti I matando um chefe líbio85
Figura 3.9 Vindima e espre medura90
Figura 4.1 O Chifre da África e as regiões vizinhas na Antiguidade100
Figura 4.2 Pelicanos domesticados103
Figura 4.3 Operações navais103
Figura 4.4 Tributo núbio de Rekhmira109
Figura 4.5 Habitações do reino de Punt114
Figura 4.6 Tributo de Punt114
Figura 5.1 Fabricação de tijolos122
Figura 5.2 Fabricação de vasos de metal125
Figura 5.3 Fabricação da cerveja. Antigo Império128
Figura 5.4 Modelo de uma oficina de tecelagem. XII dinastia, c. - 2000128
Figura 5.5 Marceneiros trabalhando129
Figura 5.6 Colunas protodóricas de Deir el -Bahari132
Figura 5.7 As pirâmides de Snefru, no Dachur132
Figura 5.8 Carnac: câmara do barco de Âmon134
Figura 5.9 Gisé: câmara do barco de Quéops134
Figura 5.10 Ramsés I (técnica dos fluidos)136

XIVÁfrica antiga

aproximadamente 4 mil anos145

Figura 5.1 e 5.12 Vista parcial de Mirgissa, fortaleza militar construída há Figura 5.13 Colunas fasciculadas do templo de Sacará .......................................................146

Figura 5.14 e 5.15 Mirgissa: Rampa para barcos148
Figura 5.16 Um jardim egípcio149
Figura 5.17 Urbanismo: planta da cidade de Illahun (Kahun)149
Figura 5.18 Mirgissa151
Figura 5.19 Mirgissa151
Figura 5.20 Mirgissa, Muralha externa153
Figura 5.21 Mirgissa. Muralha setentrional153
Figura 5.2 Mirgissa. Casa particular155
Figura 5.23 Modelo de uma casa do Médio Império155
Figura 5.24 A deusa Hátor157

XVLista de Figuras

plano167
Figura 6.2 Cabeça de Alexandre, o Grande170
Figura 6.3 O Farol de Alexandria173
Figura 6.4 O mundo segundo Heródoto e Hecateu179
Figura 6.5 Ulisses fugindo de Polifemo, escondido sob o ventre de um carneiro182
Figura 6.6 Pintura do túmulo de Anfushi, Alexandria182
Figura 6.7 Fragmento de um balsamário em bronze184
Figura 6.8 Cabeça grotesca184

Figura 6.1 Relevo representando a deusa Ísis com o filho Harpócrates em segundo

(faltam o braço direito e os pés)184
Figura 6.10 Cleópatra VII188
Figura 7.1 Cabeça de tetrarca194
Figura 7.2 Cabeça de Vespasiano199
Figura 7.3 Termas romanas e hipocausto201
Figura 7.4 O corredor que circunda o teatro romano201

Figura 6.9 Estatueta (fragmento): “acendedor de candeeiro” negro, caminhando, vestindo uma túnica e carregando uma pequena escada no braço esquerdo

elmo, armado de escudo e adaga204
Figura 7.6 Estatueta de um soldado negro em pé, empunhando um machado duplo204
Figura 7.7 Ladrilho de cerâmica: negro ajoelhado, soprando um instrumento musical204
Figura 7.8 Pintura de Baouit211
Figura 7.9 Mosteiro de Mari -Mina211
Figura 8.1 O vale do Nilo e o Corredor Núbio214
Figura 8.2 A Núbia antiga216
Figura 8.3 A Alta Núbia sudanesa217
Figura 8.4 Monumentos núbios de Filas em reconstrução na ilha vizinha de Agilkia220
Figura 8.5 O templo de Ísis em reconstrução em Agilkia220
Figura 9.1 A Núbia e o Egito237

Figura 7.5 Estatueta de um gladiador negro em pé, vestindo uma túnica, couraça e Figura 9.2 Tipos de sepulturas do Grupo A .......................................................................239

Figura 9.3 Inscrição do rei Djer em Djebel Sheikh Suliman239
Figura 9.4 Tipos de cerâmica do Grupo A239
Figura 9.5 Sepulturas típicas do Grupo C244
Figura 9.6 Tipos de cerâmica do Grupo C244
Figura 9.7 A Núbia, 1580 antes da Era Cristã247
Figura 9.8 As fortificações ocidentais de uma fortaleza do Médio Império em Buhen249
Figuras 9.9, 9.10 e 9.1 Cerâmica de Kerma251
Figuras 9.12 e 9.13 Cerâmica de Kerma253
Figura 9.14 Kerma: o Dufufa do Leste, com uma sepultura no primeiro plano255
Figura 9.15 Sepultura de Kerma255
Figuras 9.16 e 9.17 Cerâmica de Kerma258
Figura 9.18 Ornamentos pessoais260
Figura 9.19 Cerâmica de Kerma260
Figura 9.20 A Núbia durante o Novo Império262
Figura 9.21 O templo de Amenófis I em Soleb265
Figuras 9.2 e 9.23 Tipos de sepulturas do Novo Império270
Figura 10.1 Saqia279
Figura 10.2 Estátua do rei Aspelta, em granito negro da Etiópia281
Figura 10.3 Detalhe (busto)281
Figura 10.4 A rainha Amanishaketo: relevo da pirâmide Beg N6 de Méroe287
Figura 10.5 Artigo de vidro azul pintado, de Sedinga291
Figura 10.6 Coroa de Ballana291
Figura 10.7 Sítios meroítas293
Figura 1.1 Carneiro de granito em Naga301

XVIÁfrica antiga

em primeiro plano301

Figura 1.2 Pirâmide do rei Natakamani em Méroe, com ruínas de capela e pilono

inimigos (possivelmente do século I da Era Cristã)307
Figura 1.4 Rei Arnekhamani (templo dos leões em Mussawarat es -Sufra)307
Figura 1.5 Recipientes de bronze originários de Méroe315
Figura 1.6 Várias peças de cerâmica meroíta321
Figura 1.7 Joias de ouro da rainha Amanishaketo (-41 a -12)323
Figura 1.8 O deus Apedemak conduzindo outros deuses meroítas329
Figura 1.9 O deus meroíta Sebiumeker (templo dos leões em Mussawarat es -Sufra)329
Figura 12.1 O Nilo da Primeira à Sexta Catarata335
Figura 12.2 Arcadas da fachada leste da igreja de Qasr Ibrim337
Figura 12.3 Catedral de Faras337
Figura 12.4 Planta geral do sítio no interior das muralhas343
Figura 12.5 Edifícios cristãos descobertos pela expedição polonesa (1961 -1964)343

Figura 1.3 Placa de arenito representando o príncipe Arikankharor massacrando seus

Figura 12.6 Cabeça de Santa Ana: mural da nave norte da catedral de Faras (século VIII) ..................................................................................................... 345

XVIILista de Figuras

século VI ou início do século VII)345

Figura 12.7 Faras: verga de porta decorada do início da Era Cristã (segunda metade do

Faras (primeira metade do século VII)347
Figura 12.9 Faras: Capitel de arenito (primeira metade do século VII)347

Figura 12.8 Fragmento de um friso decorativo em arenito do abside da catedral de

Sudão (fim do século VII)348
Figura 12.1 Cerâmica da Núbia cristã348
Figura 13.1 A Etiópia no período sul -arábico353
Figura 13.2 O “trono” ou “naos” de Haúlti356
Figura 13.3 Estátua de Haúlti358
Figura 13.4 Altar de incenso em Addi Galamo358
Figura 13. 5 A Etiópia no período pré -axumita intermediário369
Figura 13.6 Touro em bronze, Mahabere Dyogwe373

Figura 12.10 Janela em terracota da Igreja das Colunas de Granito na Velha Dongola,

pássaro, de leão e de ca brito montês373
Figura 14.1 Fotografia aérea de Axum. (Foto Instituto Etíope de Arqueologia.)378
Figura 14.2 Leoa esculpida na parte lateral de uma rocha, período axumita384
Figura 14.3 Matara: alicerce de um edifício axumita384
Figura 14.4 Base de um trono390
Figura 14.5 Matara: inscrição do século I da Era Cristã390
Figura 14.6 Gargalo de jarro393
Figura 14.7 Incensório de estilo alexandrino393
Figura 14.8 Presa de elefante393
Figura 15.1 Mapa da expansão axumita402
Figura 15.2 Moeda de ouro do rei Endybis (século I da Era Cristã)407
Figura 15.3 Moeda de ouro do reino de Ousanas407
Figura 15.4 Inscrição grega de Ezana (século IV)416
Figura 15.5 Inscrição em caracteres pseudo -sabeanos de Wa’Zaba (século VI)422

Figuras 13.7, 13.8 e 13.9 Marcas de identidade em bronze de Yeha, em forma de

Abraba we Atsbaha (século XVII)433
Figura 16.2 Debre -Damo visto a distância437
Figura 16.3 O acesso ao convento em Debre -Damo437
Figura 16.4 Pintura da igreja de Goh: os Apóstolos (século XV)440
Figura 16.5 Igreja de Abba Aregawi em Debre -Damo449
Figura 16.6 Chantres inclinando -se religiosamente449
Figura 17.1 Crânio de Columnata455
Figura 17.2 Homem de Champlain: crânio ibero -maurusiense457
Figura 17.3 Crânio de homem capsiense457
Figura 17.4 Leões de Kbor Roumia468

Figura 16.1 O bispo Frumêncio, o rei Abraha (Ezana) e seu irmão Atsbaha, igreja de Figura 17.5 Estela líbia de Abizar (sudeste de Tigzirt) .......................................................471

XVIIIÁfrica antiga

Cristã503
Figura 19.2 Timgad (antiga Thamugadi, Argélia): Avenida e Arco de Trajano505
Figura 19.3 Mactar (antiga Mactaris, Tunísia): Arco de Trajano, entrada do fórum505

Figura 19.1 As províncias romanas da África do Norte no final do século I da Era

Cristã511
Figura 19.5 O aqueduto de Chercell (Argélia)520
Figura 19.6 Sabrata (Líbia): Frons scaenae do teatro romano520
Figura 19.7 Mosaico de Susa: Virgílio escrevendo a “Eneida”529
Figura 19.8 Djemila (antiga Cuicul, Argélia): centro da cidade535

Figura 19.4 As províncias romanas da África do Norte no final do século IV da Era

romano535
Figura 19.10 Mosaico de Chebba: Triunfo de Netuno539
Figura 19.1 Trípoli (antiga Oea, Líbia): Arco do Triunfo de Marco Aurélio543
Figura 19.12 Timgad (Argélia): Fortaleza bizantina, século VI5

Figura 19.9 Lebda (antiga Leptis Magna, Líbia): trabalhos em curso no anfiteatro

vista geral557

Figura 19.13 e 19.14 Haidra (Tunísia): Fortaleza bizantina, século VI. Detalhe e

romana (séculos VI a VII)559

Figura 19.15 Sbeitla (Tunísia): Prensa de azeite instalada numa antiga rua da cidade

século VI559
Figura 20.1 Esqueleto da “rainha Tin Hinan”572
Figura 20.2 Bracelete de ouro da “rainha Tin Hinan”572
Figura 20.3 O túmulo da “rainha Tin Hinan” em Abalessa575
Figura 20.4 Tipos “garamantes” num mosaico romano de Zliten, Tripolitânia579

Figura 19.16 Djedar de Ternaten, perto de Frenda (Argélia): Câmara funerária,

de estilo e de pátina581
Figura 21.1 Hipóteses da origem dos Bantu e do início da metalurgia do ferro587
Figura 21.2 Jazidas de cobre e rotas de caravana através do Saara599

Figuras 20.5 e 20.6 A avaliação da idade das pinturas rupestres baseia -se em critérios

e povos629
Figura 23.2 Agrupamentos de línguas africanas ocidentais e suas relações de parentesco642
Figura 24.1 África ocidental: sítios pré -históricos importantes663
Figura 24.2 Saara: mapa do relevo664
Figura 24.3 Complexo do vale de Tilemsi667
Figura 24.4 Região de Tichitt670
Figura 24.5 Montículos de detritos do Firki685

Figura 23.1 África oriental: mapa político e mapa indicativo da distribuição de línguas

no texto692

Figura 25.1 Mapa da África central com a indicação dos lugares mencionados

“neolítica” e da “Idade do Ferro Antiga”695

Figura 25.2 Mapa da África Central com a indicação das regiões de ocupação Figura 25.3 Machado polido uelense (hematita) .................................................................698

XIXLista de Figuras

(República Centro -Africana)703
Figura 25.5 Objetos encontrados em Sanga705

Figura 25.4 Objetos encontrados no sítio de Batalimo, no sul de Bangui

perfuradas723
Figura 26.2 Grupo de homens com arcos, flechas e aljavas723
Figura 26.3 Cena de pesca de Tsoelike, Lesoto723

Figura 26.1 Pintura rupestre: mulheres com bastões de cavar lastreados por pedras

de cavar, bolsas, aljavas e arcos729

Figura 26.4 Grupo de caçadores em sua caverna, cercados por uma série de bastões

provavelmente numa cena de dança729

Figura 26.5 Grande grupo de figuras, a maioria delas visivelmente masculinas,

conflito do que pela cooperação729

Figura 26.6 Os encontros ocasionais de grupos são assinalados muito mais pelo

(Parte 2 de 6)

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