A nbr-iso-9000-2005

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3.9.6

conclusão da auditoria resultados de uma auditoria (3.9.1) apresentado pela equipe da auditoria (3.9.10) após levar em consideração os objetivos da auditoria e todas as constatações da auditoria (3.9.5)

3.9.7

cliente da auditoria organização (3.3.1) ou pessoa que solicita uma auditoria (3.9.1) NOTA:

O cliente da auditoria pode ser o auditado ( 3.9.8 ) ou qualquer outra organização ( 3.3.1 ) que tem direito contratual ou regulatório para solicitar uma auditoria.

3.9.8 auditado organização (3.1.3) que está sendo auditada

NBR ISO 9000:2005

3.9.9
auditor

26 pessoa com atributos pessoais demonstrados e competência (3.1.6 e 3.9.14) para conduzir uma auditoria (3.9.1)

NOTA Os atributos pessoais pertinentes a um auditor estão descritos na ABNT NBR 19011. 3.9.10 equipe da auditoria um ou mais auditores (3.9.9) que realizam uma auditoria (3.9.1)

NOTA 1 – Um auditor na equipe da auditoria é normalmente indicado como líder da equipe da auditoria.

NOTA 2 – A equipe da auditoria pode incluir auditores em treinamento e, onde requerido, especialistas (3.9.1).

3.9.1
especialista

<auditoria> pessoa que têm conhecimento e experiência específicos à equipe de auditoria

NOTA 1 – Conhecimento especifico ou experiência inclui o conhecimento de ou a experiência sobre a organização (3.3.1)processo (3.4.1) ou atividades a ser auditado, bem como o idioma ou cultura.

NOTA 2 – Um especialista não atua como um auditor (3.9.9) na equipe da auditoria (3.9.10).

3.9.12 plano de auditoria descrição das atividades e providências para uma auditoria (3.9.1).

3.9.13 escopo de auditoria extensão e limites de uma auditoria (3.9.1). NOTA

O escopo da auditoria geralmente inclui a descrição das locações físicas, unidades organizacionais, atividades de processos (3.4.1 ), bem como o período coberto.

NBR ISO 9000:2005

3.9.14
competência

27 atributos pessoais e capacidade demonstrados para aplicar conhecimento e habilidades

3.10.1

3.10 Termos relacionados com a garantia da qualidade para os processos de mediação sistema de controle de medição conjunto de elementos, inter-relacionados ou interativos, necessários para alcançar a comparação metrológica (3.10.3) e controle contínuo dos processos de mediação.

3.10.2

processo de mediação conjunto de operações para determinar o valor de uma grandeza

3.10.3

comprovação metrológica conjunto de operações necessárias para assegurar que um equipamento de mediação (3.10.4) atende aos requisitos (3.1.2) para seu uso pretendido.

NOTA 1 – Comprovação metrológica normalmente inclui aferição ou verificação (3.8.4), qualquer ajuste ou reparo (3.6.9) necessário, e subseqüente reaferição, comparação com requisitos metrológicos para o uso pretendido do equipamento, assim como qualquer etiqueta ou lacre necessários.

NOTA 2 – Comprovação metrologica não é alcançada, até que a adequadação do equipamento de medição para uso pretendido tenha sido demonstrada e documenta.

NOTA 3 – Os requisitos para uso pretendido incluem considerações tais como amplitude, resolução, erro máximo permitido, etc.

NOTA 4 – Os requisitos de comprovação metrológica são normalmente distintos dos requisitos do produto e não estão especificados nestes requisitos.

3.10.4

equipamento de medição instrumento de medição, programa de computador, padrão de medição, material de referência ou dispositivos auxiliares, ou uma combinação deles, necessários para executar um processo da medição (3.10.2)

3.10.5

características metrológica propriedade distinta que pode influenciar os resultados de medição

NBR ISO 9000:2005

NOTA 1 – Equipamento de medição (3.10.4), normalmente, tem várias características metrológicas.

3.10.6

NOTA 2 – Características metrológicas podem estar sujeitas à aferição. função metrológica função com responsabilidade da organização para definir e implementar o sistema de controle de medição (3.10.1)

Anexo A (informativo)

Metodologia utilizada no desenvolvimento do vocabulário A.1 Introdução A universalidade de aplicação da família de normas NBR ISO 9000 requer o emprego de - Uma descrição técnica, sem uso de linguagem técnica, e

- Um vocabulário coerente e harmonizado que seja facilmente compreensível por todos os potenciais usuários das normas de sistema de gestão da qualidade.

Conceito não são independentes um de outros, e uma análise da relação entre conceitos no campo de sistemas gestão da qualidade e a sua conciliação nos sistemas de conceito são um pré- requisito de um vocabulário coerente. Tal análise foi utilizada no desenvolvimento do vocabulário especificado nesta Norma. Uma fez que os diagramas de conceito empregados durante o processo de elaboração desta Norma podem ser úteis como informação, eles são reproduzidos em A.4.

A.2 Conteúdo de uma entrada de vocabulário e a regra de substituição conceito forma a unidade de transferência entre linguagens (incluindo variantes dentro de uma língua, por exemplo, inglês americano e inglês britânico). Para cada língua, são escolhidos os termos mais apropriados à transparência universal do conceito naquela língua, isto é, não uma aproximação literal para tradução.

Uma definição é elaborada por descrever, unicamente, aquelas características que são essenciais para identificar o conceito. Informação relacionada ao conceito que é importante, mas não é essencial para sua descrição, é inserida em uma ou mais notas da definição.

Quando um termo é substituído por sua definição,sujeito a pequenas mudanças de sintaxe, não haveria mudança alguma no significado do texto. Esta substituição fornece um método simples para verificar a precisão de uma definição. Entretanto, onde a definição é complexa no sentido que ela contém um número de termos, a substituição é melhor levada

NBR ISO 9000:2005 a cabo tornando-se uma ou, no máximo duas definições por vez. A substituição completa da totalidade dos termos pode se torna difícil sintaticamente e perderia o sentido.

A .3 Relações entre o conceito e sua representação gráfica A . 3.1 Geral

Nos trabalhos de elaboração de terminologia as relações entre os conceitos se baseiam na formação hierárquica das características de uma espécie, de modo que a descrição mais econômica de um conceito é formada pela denominação de sua espécie e descrição das características que distinguem do conceito principal e dos secundários.

Há três tipos principais de relação entre conceitos apresentados neste anexo: a relação genérica (A.3.2), a partitiva (A.3.3) e a associativa (A.3.4).

A.3.2 Relação genérica

Os conceitos subordinados herdam um conjunto de características do conceito principal e integram a descrição das características que os diferenciam dos conceitos matriz e daquelas de mesmo nível, Por exemplo, a relação da primavera, verão, outono e inverno com a estação.

(ver figura A.1)

Uma relação genérica é representada por um esquema ou diagrama de árvore sem flechas estação

primaveraverão outono

Figura A.1 – Representação gráfica de uma relação genérica A.3.3 Relação partitiva

Os conceitos subordinados dentro da hierarquia formam partes do conceito matriz, por exemplo, primavera, verão, outono e inverno podem ser definidos como parte do conceito ano. Não é apropriado definir tempo ensolarado (uma característica possível de verão) como parte do ano.

partes unitárias são ligadas por uma linha simples e partes múltiplas, por linhas duplas
ano

As relações partitivas são representadas Por esquema sem flechas (ver figura A .2). As primavera verão inverno

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Figura A .2 – Representação gráfica de uma relação partitiva

A.3.4 Relação associativa

As relações associativas não podem proporcionar a concisão na descrição que estão presentes nas relações genéricas e partitivas, porém que são úteis na identificação da natureza da relação entre um conceito e outro dentro de um sistema de conceitos, Por exemplo,causa e efeito, atividade e localização, atividade e resultado, ferramenta e função, material e produto.

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