Assistência de Enfermagem ao paciente com AVE

Assistência de Enfermagem ao paciente com AVE

Assistência de Enfermagem ao paciente com AVE

FTC

DISCIPLINA: EMERGÊNCIA

DOCENTE: NORMA LOPES

DISCENTES: CAROLINE MEIRA

CONCEIÇÃO BORGES

DANIELA ANDRADE

ELIZAMA MUNIZ

JANETE NUNES

RAIMUNDO MÁRIO

ROSIVALDO PEREIRA

Distúrbios Vasculares Cerebrais”, é um termo genérico que se refere a qualquer anormalidade funcional do SNC que acontece quando o suprimento sanguíneo normal para o cérebro é prejudicado.

Acidentes Vasculares Encefálicos:

  • ISQUÊMICOS (85%)

  • HEMORRÁGICOS (15%)

AVE ISQUÊMICO:

É a perda súbita da função decorrente da interrupção do suprimento sanguíneo para uma região do cérebro.

Tipos de AVE:

  • Trombose de artéria de grosso calibre (20%)

  • Trombose de artéria perfurante de pequeno calibre (25%)

  • Acidente vascular cerebral embólico cardiogênico (20%)

  • Criptogênico (30%)

  • Outros (5%)

Fisiopatologia:

Em um AVE Isquêmico, existe a ruptura do fluxo sanguíneo cerebral, devido à obstrução de um vaso sanguíneo.

Essa ruptura inicia uma complexa série de eventos metabólicos celulares referida como a CASCATA ISQUÊMICA.

Fluxo sanguíneo cerebral abaixo de 25 ml/100 g/min

  • Fluxo sanguíneo cerebral abaixo de 25 ml/100 g/min

  • Respiração anaeróbica

  • Grandes quantidades de ácido láctico

  • Alteração no nível de Ph

  • Produção insuficiente de ATP

Dessa maneira, as bombas de membrana que mantêm os equilíbrios eletrolíticos começam a falhar e as células param de funcionar.

Manifestações clínicas:

O AVE Isquêmico pode causar uma ampla variedade de déficits neurológicos, dependendo de 3 fatores:

  • localização da lesão

  • Tamanho da área de perfusão inadequada

  • Quantidade de fluxo sanguíneo colateral

Sinais e sintomas:

  • Dormência e fraqueza

  • Confusão ou alteração no estado mental

  • Problemas com a fala

  • Distúrbios visuais

  • Dificuldades em caminhar, tonteira ou perda de equilíbrio ou coordenação

  • Cefaléia intensa súbita

Podem ser prejudicadas as funções:

  • Motora

  • Sensorial

  • Dos nervos cranianos

  • Cognitiva

  • Outras

Diagnóstico:

O exame diagnóstico inicial é a tomografia computadorizada sem contraste, realizado em caráter de emergência, visando determinar se o evento é isquêmico ou hemorrágico.

Prevenção:

A prevenção primária é a melhor conduta.

  • Triagem para o risco de AVC

Fatores de risco:

Tratamento médico:

Não cirúrgico: para pacientes que apresentaram AVE brando devido a fibrilação atrial ou a causas trombóticas ou embólicas .

  • Warfarin sódico (Coumadin)

  • Aspirina

  • Dipiridamol (Persantine)

  • TERAPIA TROMBOLÍTICA (t-PA recombinante)

  • Cirúrgico – ENDARTERECTOMIA

Diagnóstico de enfermagem

  • Dor aguda (ombro dolorido) relacionada com a hemiplegia e desuso.

  • Comunicação verbal prejudicada relacionada com a lesão cerebral.

  • Mobilidade física prejudicada relacionada com a hemiparesia, perda de equilíbrio e coordenação, espasticidade e lesão cerebral.

AVE Hemorrágico:

No AVE Hemorrágico ocorre o extravasamento de sangue para dentro do cérebro, principalmente causados por uma hemorragia intracraniana ou subaracnóide

A hemorragia intracerebral primária ocorre devido à ruptura espontânea de pequenos vasos , causada sobretudo pela hipertensão descontrolada.

  • A hemorragia intracerebral primária ocorre devido à ruptura espontânea de pequenos vasos , causada sobretudo pela hipertensão descontrolada.

  • A hemorragia intracerebral secundária está associada a malformações arteriovenosas, aneurismas intracranianos ou determinados medicamentos.

Fisiopatologia:

Depende da etiologia e do distúrbio vascular cerebral:

  • Hemorragia Intracerebral

  • Aneurismas Intracranianos

  • Malformações Arteriovenosas

  • Hemorragia Subaracnóide

Malformação arteriovenosa cerebral

Manifestações clínicas:

  • Alguns são semelhantes aos do paciente com AVE isquêmico.

  • Cefaléia súbita

  • Perda de consciência

  • Rigidez de nuca e coluna vertebral

  • Distúrbios visuais

Tratamento médico:

As metas do tratamento são permitir que o cérebro se recupere da agressão inicial (sangramento), evitar ou minimizar o risco para a recidiva do sangramento e evitar ou tratar as complicações.

Os analgésicos (codeína, acetaminofen)

  • Os analgésicos (codeína, acetaminofen)

  • Repouso no leito + sedação

  • Meias de compressão elástica para prevenir trombose

  • Tratamento Cirúrgico ( paciente com hemorragia cerebelar com diâmetro maior que 3 cm e a Escala de Coma de Glasgow abaixo de 14).

Diagnóstico de enfermagem:

  • Perfusão ineficaz do tecido cerebral relacionada com sangramento.

  • Percepção sensorial comprometida relacionada com as restrições impostas (precauções contra o aneurisma).

  • Ansiedade relacionada com a doença e/ou restrições impostas clinicamente (precauções contra o aneurisma).

A V C : Acredite na Vitória em Cristo

Eu vi anjos ! (Victor Azulay Leite )

Eu sabia dos anjos sobre os quais minha mãe me falava na minha infância...

Mas eu quero mesmo é falar a respeito dos anjos que eu vi.

Esses anjos que eu conheci e aprendi a admirar, convicto de que são mensageiros de Deus, são diferentes dos seres humanos - embora sofram como os seres humanos comuns

Não são seres sobrenaturais, porém não agem com naturalidade. Suas vestes não são resplandecentes, porém são, geralmente, brancas embora possam ser verdes, azuis, estampadas ... Nunca estão impecáveis, pois suas atividades não permitem que seus trajes estejam impecáveis.

Não são seres sobrenaturais, porém não agem com naturalidade. Suas vestes não são resplandecentes, porém são, geralmente, brancas embora possam ser verdes, azuis, estampadas ... Nunca estão impecáveis, pois suas atividades não permitem que seus trajes estejam impecáveis.

Impecáveis são suas mãos habilidosas, são suas atenções fixas nos gestos e nos sintomas de quem os rodeiam.

Seus ouvidos estão atentos aos sinais ruidosos dos alarmes dos muitos aparelhos que estão à volta que podem tocar intermitentemente. Sua atenção está voltada para uma lágrima vertida ou para a tentativa de um sorriso a se esboçar no rosto inerte de alguém.

Esses anjos existem. São vocacionados por Deus...

Esses anjos existem. São vocacionados por Deus...

Ah, como é lindo o sorriso desses anjos. Como é bom ter a certeza de que esses anjos existem e estão por perto na hora da dor. Sim. EU VI ANJOS! Eles não “aparecem”. Eles estão sempre lá: nas UTIs, nos hospitais. Como é maravilhoso pronunciar os seus nomes: MÉDICOS e ENFERMEIROS.

Graças a Deus porque esses anjos existem! Existem sim! Eu os vi.

Referências:

BRUNNER E SUDDARTH, TRATADO DE ENFERMAGEM MÉDICO-CIRÚRGICA 10ª EDIÇÃO ,VOLUME 2.

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