Sistema Econômico Funcional

Sistema Econômico Funcional

Sistema Econômico Funcional • Classe trabalhadora sustenta a nobreza e o clero; • Cada classe deve fornecer meios para que os outros cumpram seu papel; • Defender, rezar e produzir; • Resposta a falência do poder político do estado; • Feudo – concessão de terra feito por um senhor ao seu vassalo; • Criava uma solidariedade horizontal; • Dividiu- ‐se em duas fazes: Alta Idade Média (Dominial) e Baixa (Senhorial). Economia Dominial • Atividade agrícola – motor da economia; • Manufaturas – alternativa para os núcleos urbanos declinantes; • Domínio – grande propriedade agrária - ‐Vasta extensão trabalhadora por mão de obra dependente • Técnicas rudimentares, usado boi e sistema bienal; • Necessidade de muita mão de obra: Compulsório, cultivador era parte da terra que trabalhava; • Servis (servo) – camponês preso a terra; • Terras dividiam- ‐se em: reserva senhorial e mansos; • Os camponeses deviam em troca da terra: parcela de sua produção e prestação de serviços; • Eram auto suficientes: óleo, queijo, vinho, manteiga, farinha e tecidos (mulheres); • Excedentes comerciáveis; • Durante os séculos VIII e IX – as feras e mercados multiplicaram- ‐se; • Manteve- ‐se o bimetalismo até o século VIII – Monometalismo (prata e a cunhagem real). Vida urbana, comércio externo e monetarização • As cidades eram centros administrativos e militares; • Atividades produtivas concentradas nos domínios; • Fim das guerras internas e a política de expansão deu origem a um período de estabilidade- ‐ reunificação; • Ausência de mercadores europeus trouxe os mulçumanos; • Exportações européias: peles, madeiras, escravos e artigos de luxo; • Balança comercial desfavorável; Sistema Econômico Funcional • Classe trabalhadora sustenta a nobreza e o clero; • Cada classe deve fornecer meios para que os outros cumpram seu papel; • Defender, rezar e produzir; • Resposta a falência do poder político do estado; • Feudo – concessão de terra feito por um senhor ao seu vassalo; • Criava uma solidariedade horizontal; • Dividiu- ‐se em duas fazes: Alta Idade Média (Dominial) e Baixa (Senhorial). Economia Dominial • Atividade agrícola – motor da economia; • Manufaturas – alternativa para os núcleos urbanos declinantes; • Domínio – grande propriedade agrária - ‐Vasta extensão trabalhadora por mão de obra dependente • Técnicas rudimentares, usado boi e sistema bienal; • Necessidade de muita mão de obra: Compulsório, cultivador era parte da terra que trabalhava; • Servis (servo) – camponês preso a terra; • Terras dividiam- ‐se em: reserva senhorial e mansos; • Os camponeses deviam em troca da terra: parcela de sua produção e prestação de serviços; • Eram auto suficientes: óleo, queijo, vinho, manteiga, farinha e tecidos (mulheres); • Excedentes comerciáveis; • Durante os séculos VIII e IX – as feras e mercados multiplicaram- ‐se; • Manteve- ‐se o bimetalismo até o século VIII – Monometalismo (prata e a cunhagem real). Vida urbana, comércio externo e monetarização • As cidades eram centros administrativos e militares; • Atividades produtivas concentradas nos domínios; • Fim das guerras internas e a política de expansão deu origem a um período de estabilidade- ‐ reunificação; • Ausência de mercadores europeus trouxe os mulçumanos; • Exportações européias: peles, madeiras, escravos e artigos de luxo; • Balança comercial desfavorável;

• Moeda – mais reserva de valores que instrumentos de troca ou medida de valor; • Reflexos da economia dominial: Comercio exterior limitado, monetarização incompleta e cidades com pouco peso econômico. Transformações na técnica agrícola • Sistema de três campos para o cultivo; • Difusão do moinho d’água – trigo e azeite; • Substituição do arado pela charrua germânica; • Colheitas abundantes e cultivo de vargens, lentilha; • Melhorou a dieta dos camponeses e economizou mão de obra; • Utilização do cavalo em substituição ao boi; • População européia volta a crescer a partir do século X; • Desenvolveu e cristalizou a economia funcional. Economia Senhorial (Século XI – XIII) • Apogeu da sociedade funcional; • Expansão geográfica possibilitada por: - ‐ Transformações na técnica agrícola - ‐ Suavização do clima europeu – ano 1000. Revolução agrícola – revolução demográfica • Aumento da população permitiu a cristalização e expansão do sistema econômico funcional; • Permitiu a suavização das formas de compulsão dos trabalhos – apropriavam- ‐se dos resultados do trabalho; • Camponeses passa a comercializar o excedente, torna- ‐se não dependente – caia a funcionalidade ; • Identifica- ‐se dois tipos de senhorio: a) Funcional: áreas antigas b) Banal: conquista – expansão máxima • Camponeses ficavam sujeitos a dupla extração, incluindo o dizimo e tripla extração; • Essas obrigações levavam a evasão; • Encargos foram aliviados e fixados; • Crescimento demográfico maior que o agrícola provocou: • Moeda – mais reserva de valores que instrumentos de troca ou medida de valor; • Reflexos da economia dominial: Comercio exterior limitado, monetarização incompleta e cidades com pouco peso econômico. Transformações na técnica agrícola • Sistema de três campos para o cultivo; • Difusão do moinho d’água – trigo e azeite; • Substituição do arado pela charrua germânica; • Colheitas abundantes e cultivo de vargens, lentilha; • Melhorou a dieta dos camponeses e economizou mão de obra; • Utilização do cavalo em substituição ao boi; • População européia volta a crescer a partir do século X; • Desenvolveu e cristalizou a economia funcional. Economia Senhorial (Século XI – XIII) • Apogeu da sociedade funcional; • Expansão geográfica possibilitada por: - ‐ Transformações na técnica agrícola - ‐ Suavização do clima europeu – ano 1000. Revolução agrícola – revolução demográfica • Aumento da população permitiu a cristalização e expansão do sistema econômico funcional; • Permitiu a suavização das formas de compulsão dos trabalhos – apropriavam- ‐se dos resultados do trabalho; • Camponeses passa a comercializar o excedente, torna- ‐se não dependente – caia a funcionalidade ; • Identifica- ‐se dois tipos de senhorio: a) Funcional: áreas antigas b) Banal: conquista – expansão máxima • Camponeses ficavam sujeitos a dupla extração, incluindo o dizimo e tripla extração; • Essas obrigações levavam a evasão; • Encargos foram aliviados e fixados; • Crescimento demográfico maior que o agrícola provocou:

- ‐ Desequilíbrio entre oferta de demanda; - ‐ Aumento do preço dos alimentos; • Camponês pode obter lucro ao vender sua produção; • Possibilita- ‐se a mobilidade social; Comercio, urbanização e monetarização • Europa pode sustentar um crescimento demográfico; • Comércio adquiriu notável impulso; • Surge a camada mercantil – homens livres; • O mercado torna- ‐se peça fundamental: - ‐ Artigos de luxo; - ‐ Convertem produtos agrícolas em dinheiro; • Comercialização foi limitada por: - ‐ Auto custo do transporte terrestre, precariedade das comunicações, pedágios pelos senhores banais. • A reativação do comercio e o crescimento demográfico permitiu que as cidades: - ‐ concentram a produção manufatureira - ‐ constituíram- ‐se em centros comerciais • Trouxe condições de homens livres, e assalariados • Atividade econômica também apoiou- ‐se na construção civil • Alto custo com salários e crescimento da oferta de mão de obra manteve os salários baixos • Toda a produção foi organizada em corporações de ofícios, que regulamentavam e fiscalizavam a produção • Estabeleceu regulamentação protecionista contra produto externo • Alta artificial dos preços e baixos salários • Comercio necessita de homogeneidade pelo meio circulante • Diversidade de moedas e baixo valor intrínseco • Igreja – usura e preço justo • Os mercadores de dinheiro tornaram- ‐se banqueiros: depósitos, transferências, empréstimos, câmbio, entre outros Sistema Econômico Comercial • Sistema funcional encontra seus “limites naturais” – depressão • Surge uma nova forma extração do excedente – comércio • Sistema econômico comercial – XV- ‐XVIII • Isto se deu devido: - ‐ Desequilíbrio entre oferta de demanda; - ‐ Aumento do preço dos alimentos; • Camponês pode obter lucro ao vender sua produção; • Possibilita- ‐se a mobilidade social; Comercio, urbanização e monetarização • Europa pode sustentar um crescimento demográfico; • Comércio adquiriu notável impulso; • Surge a camada mercantil – homens livres; • O mercado torna- ‐se peça fundamental: - ‐ Artigos de luxo; - ‐ Convertem produtos agrícolas em dinheiro; • Comercialização foi limitada por: - ‐ Auto custo do transporte terrestre, precariedade das comunicações, pedágios pelos senhores banais. • A reativação do comercio e o crescimento demográfico permitiu que as cidades: - ‐ concentram a produção manufatureira - ‐ constituíram- ‐se em centros comerciais • Trouxe condições de homens livres, e assalariados • Atividade econômica também apoiou- ‐se na construção civil • Alto custo com salários e crescimento da oferta de mão de obra manteve os salários baixos • Toda a produção foi organizada em corporações de ofícios, que regulamentavam e fiscalizavam a produção • Estabeleceu regulamentação protecionista contra produto externo • Alta artificial dos preços e baixos salários • Comercio necessita de homogeneidade pelo meio circulante • Diversidade de moedas e baixo valor intrínseco • Igreja – usura e preço justo • Os mercadores de dinheiro tornaram- ‐se banqueiros: depósitos, transferências, empréstimos, câmbio, entre outros Sistema Econômico Comercial • Sistema funcional encontra seus “limites naturais” – depressão • Surge uma nova forma extração do excedente – comércio • Sistema econômico comercial – XV- ‐XVIII • Isto se deu devido:

- ‐ adoção de novas técnicas - ‐ maior produção de alimentos - ‐ crescimento demográfico - ‐ alargamento geográfico das terras agricultáveis • A Europa não foi capaz de satisfazer a demanda por produtos agrícolas • Século XIV iniciou- ‐se com fomes violentas e generalizadas • Dois fenômenos negativos: - ‐ a guerra dos 100 anos - ‐ peste negra Crise Agrária • Demanda maior que a oferta por produtos agrícolas • Guerra: destruiu os campos • Problemas climáticos • Fomes generalizadas, carestias locais, surtos epidêmicos • Primeiro: alta dos preços pela escassez (300%) • Queda dos preços abaixo dos níveis normais – queda da demanda • Salários subiam prejudicando a economia rural • Economia rural passou por uma prolongada crise • O preço do trigo sofreu baixas constantes Crise Demográfica • Impactos causados pelos ciclos de fomes, epidemias e guerras constantes • A verdadeira crise foi causada pela Peste Negra - ‐ Teve três formas: * Bubônica (70% letal) * Septicêmica (100% letal) * Pulmonar (quase 100% letal) • Começou na China (1.3 – 34) – calamidades climáticas • Levada a Europa por comerciantes e viajantes • Até 1350 havia se espalhado por toda a Europa • Poupou lugares de baixa densidade populacional • Atingiu mais pobre do que ricos • Atingiu mais cidades e comunidades religiosas do que no campo • Foi uma pandemia – 25% a 35% da população • Efeitos da peste negra: - ‐ retrocesso demográfico abrupto e em longa escala - ‐ crise agrária - ‐ adoção de novas técnicas - ‐ maior produção de alimentos - ‐ crescimento demográfico - ‐ alargamento geográfico das terras agricultáveis • A Europa não foi capaz de satisfazer a demanda por produtos agrícolas • Século XIV iniciou- ‐se com fomes violentas e generalizadas • Dois fenômenos negativos: - ‐ a guerra dos 100 anos - ‐ peste negra Crise Agrária • Demanda maior que a oferta por produtos agrícolas • Guerra: destruiu os campos • Problemas climáticos • Fomes generalizadas, carestias locais, surtos epidêmicos • Primeiro: alta dos preços pela escassez (300%) • Queda dos preços abaixo dos níveis normais – queda da demanda • Salários subiam prejudicando a economia rural • Economia rural passou por uma prolongada crise • O preço do trigo sofreu baixas constantes Crise Demográfica • Impactos causados pelos ciclos de fomes, epidemias e guerras constantes • A verdadeira crise foi causada pela Peste Negra - ‐ Teve três formas: * Bubônica (70% letal) * Septicêmica (100% letal) * Pulmonar (quase 100% letal) • Começou na China (1.3 – 34) – calamidades climáticas • Levada a Europa por comerciantes e viajantes • Até 1350 havia se espalhado por toda a Europa • Poupou lugares de baixa densidade populacional • Atingiu mais pobre do que ricos • Atingiu mais cidades e comunidades religiosas do que no campo • Foi uma pandemia – 25% a 35% da população • Efeitos da peste negra: - ‐ retrocesso demográfico abrupto e em longa escala - ‐ crise agrária

- ‐ desorganizou as atividades produtiva- ‐administrativas - ‐ completo desequilíbrio entre oferta e demanda, preços e salários Crise Monetária • Reação em cadeia – altas dos produtos agrícolas, diminuição da demanda por manufaturas, bens e serviços, diminuição da circulação de moedas, altos salários • Saída de uma economia de paz para uma economia de guerra gerou: - ‐ aumento das despesas públicas (3 ou 4x maior) - ‐ recurso: aumentar brutalmente os impostos - ‐ determinou a retração do poder aquisitivo da população - ‐ contestação devido à elevação dos impostos - ‐ adotam práticas de manipulação monetária • Entesouramento das moedas puras • Resultado: retração da oferta e da demanda, elevação de salários, altas sem precedentes nas despesas do estado, moedas com valor intrínseco baixíssimo, entesouramento, queda dos preços dos produtos agrícolas e manufaturados = DEPRESSÃO Os Resultados da Depressão • Crise de crescimento geral no sistema funcional – DEPRESSÃO • Sistema funcional foi substituído pela extração do excedente • Cenário favorável ao comércio - ‐ alta dos salários - ‐ mudança na demanda - ‐ redução da oferta e da demanda - ‐ menor entrosamento - ‐eliminação de áreas menos produtivas • População órfã de seus protetores: militares e igreja. • O Estado passa a interior na economia - ‐ barreiras alfandegárias - ‐ balança comercial - ‐ níveis de preços e salários - ‐ reajuste 30% - ‐ menores de 60 anos são obrigados a trabalhar • Acabou sendo natural – solucionou o problema da economia rural • O Comércio precisava - ‐ aumento do volume dos meios de pagamento - ‐ desorganizou as atividades produtiva- ‐administrativas - ‐ completo desequilíbrio entre oferta e demanda, preços e salários Crise Monetária • Reação em cadeia – altas dos produtos agrícolas, diminuição da demanda por manufaturas, bens e serviços, diminuição da circulação de moedas, altos salários • Saída de uma economia de paz para uma economia de guerra gerou: - ‐ aumento das despesas públicas (3 ou 4x maior) - ‐ recurso: aumentar brutalmente os impostos - ‐ determinou a retração do poder aquisitivo da população - ‐ contestação devido à elevação dos impostos - ‐ adotam práticas de manipulação monetária • Entesouramento das moedas puras • Resultado: retração da oferta e da demanda, elevação de salários, altas sem precedentes nas despesas do estado, moedas com valor intrínseco baixíssimo, entesouramento, queda dos preços dos produtos agrícolas e manufaturados = DEPRESSÃO Os Resultados da Depressão • Crise de crescimento geral no sistema funcional – DEPRESSÃO • Sistema funcional foi substituído pela extração do excedente • Cenário favorável ao comércio - ‐ alta dos salários - ‐ mudança na demanda - ‐ redução da oferta e da demanda - ‐ menor entrosamento - ‐eliminação de áreas menos produtivas • População órfã de seus protetores: militares e igreja. • O Estado passa a interior na economia - ‐ barreiras alfandegárias - ‐ balança comercial - ‐ níveis de preços e salários - ‐ reajuste 30% - ‐ menores de 60 anos são obrigados a trabalhar • Acabou sendo natural – solucionou o problema da economia rural • O Comércio precisava - ‐ aumento do volume dos meios de pagamento

- ‐ alargamento do mercado consumidor - ‐ baratear os custos de produção • Procura por metais nobres - ‐ minas de carvão - ‐ reativação do comercio de artigos de luxo • Os burgueses associam- ‐se em empresas comerciais – transportes, manufaturas, bancos e minas • O Estado precisa sustentar a crescente burocracia civil e militar • Com o apoio do Estado: Monopólio • Conseguem superar a falta de Capital • Criaram- ‐se grandes Companhias Comerciais • Revitalizou a economia Européia, favoreceu a centralização administrativa A Reconversão Agrícola e a Especialização Produtiva • Redimensionamento: aumento da produtividade • Monoculturas a nível regional • Abandono de áreas de baixa produtividade • Áreas exclusivas para cada cultura • Pecuária forneceu adubo em grande quantidade • Favoreceu: aveia e leguminosos para gado (inverno) • Aumento geral do consumo de laticínios • Carne salgada – vinho e cerveja • Especialização regional desenvolveu o comercio • Trabalho assalariado e escravo Decadência dos Eixos Econômicos Tradicionais • Mediterrâneo e Báltico – cereais • Perderam a condição de pólo de desenvolvimento para a Europa Centro- ‐Atlântica • Europa Central – minas de cobre, ouro e prata • Europa Atlântica – portos marítimos A expansão Ultramarina Européia Séc. XV • Europa necessita de uma rede de circulação comercial rápida e barata • Surge o transporte marítimo com inovações: aumento da tonelagem, melhores condições de navegabilidade, fuga das alfândegas internas • No continente rotas terrestres são substituídas por fluviais - ‐ alargamento do mercado consumidor - ‐ baratear os custos de produção • Procura por metais nobres - ‐ minas de carvão - ‐ reativação do comercio de artigos de luxo • Os burgueses associam- ‐se em empresas comerciais – transportes, manufaturas, bancos e minas • O Estado precisa sustentar a crescente burocracia civil e militar • Com o apoio do Estado: Monopólio • Conseguem superar a falta de Capital • Criaram- ‐se grandes Companhias Comerciais • Revitalizou a economia Européia, favoreceu a centralização administrativa A Reconversão Agrícola e a Especialização Produtiva • Redimensionamento: aumento da produtividade • Monoculturas a nível regional • Abandono de áreas de baixa produtividade • Áreas exclusivas para cada cultura • Pecuária forneceu adubo em grande quantidade • Favoreceu: aveia e leguminosos para gado (inverno) • Aumento geral do consumo de laticínios • Carne salgada – vinho e cerveja • Especialização regional desenvolveu o comercio • Trabalho assalariado e escravo Decadência dos Eixos Econômicos Tradicionais • Mediterrâneo e Báltico – cereais • Perderam a condição de pólo de desenvolvimento para a Europa Centro- ‐Atlântica • Europa Central – minas de cobre, ouro e prata • Europa Atlântica – portos marítimos A expansão Ultramarina Européia Séc. XV • Europa necessita de uma rede de circulação comercial rápida e barata • Surge o transporte marítimo com inovações: aumento da tonelagem, melhores condições de navegabilidade, fuga das alfândegas internas • No continente rotas terrestres são substituídas por fluviais

• Navegação de cabotagem substituídas por longas viagens • Grandes investimentos e concentração de capitais para a construção naval • A fome por metias preciosos impulsiona a navegação • Forma de extração de excedentes leva ao CAPITALISMO • Navegação de cabotagem substituídas por longas viagens • Grandes investimentos e concentração de capitais para a construção naval • A fome por metias preciosos impulsiona a navegação • Forma de extração de excedentes leva ao CAPITALISMO

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