PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFIA BÁSICA

PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFIA BÁSICA

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VOLUME No. 1 (Capitulos 1 a 7) da Série PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFÍA

Editor – Coordenador: Paul S. Anderson

Incluindo Capítulos Traduzidos do Livro Maps, Distortion and Meaning por Mark S. Monmonier

VOLUME No. 1 (Capitulos 1 a 7) da Série PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFÍA

Editor – Coordenador:

Paul S. Anderson

Professor de Cartografia e Geografia Illinois State University

Contribuintes de textos escritos:

Paul S. Anderson Mark S. Monmonier Antônio Jorge Ribeiro Alcyone V. R. Saliba Phillip Muhrcke Fernando Rodrigues de Carvalho

Tradutores de Capítulo 3 e vários ítens:

Noeli Vettori Anderson Paulo Frederico Hald Madsen

Orgãos Cartográficas que apoiam este livro com material gráfico:

DSG – Diretoria de Serviço Geográfico FIBGE – Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica

Direitos Reservados Copyright © 1982 Paul S. Anderson

VOLUME UM PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFIA BÁSICA Relacões dos Capítulos

Capítulo 1 A NATUREZA DA CARTOGRAFIA

1.1 A QUESTÃO DA COMUNICAÇÃO E DA DISTORÇÃO 1.2 DEFINIÇÕES 1.2.1 Mapas E Cartas 1.2.2 OS TRÊS ATRIBUTOS IMPRESCINDÍVEIS 1.3 CARTOGRAFIA COMO CIÊNCIA E ARTE 1.4 OS GRANDES COMPONENTES DA CARTOGRAFIA. 1.4.1 Visão Integrada e O Ensino de Cartografia. 1.4.2 História da Cartografia. (Capítulo 2) 1.4.3 Escala. (Capítulo 5) 1.4.4 Projeção. (Capítulo 4 e Volume Quatro) 1.4.5 Simbolização e Conteúdo de Mapas. Capítulo 6 e Volumes Três e Quatro) 1.4.6 A Terceira Dimensão. (Capítulos 8 e 9 – Volume Dois) 1.4.7 Topografia, Geodésica e Trabalho de Campo. (Capítulos 10 e 1 – Volume Dois) 1.4.8 Fotogrametria e Imagens de Fotointerpretação Sensoriamente. (Capítulo 1 –

Volume Dois) 1.4.9 Técnicas de desenho. (Volume Quatro) 1.4.10 Composição de Mapas. (Volume Quatro) 1.4.1 Reprodução e Imrressão. (Volume Quatro) 1.4.12 Aspetos Financeiros e Administrativos. (Volume Quatro) 1.4.13 Cartografia Automática.

1.4.14 Mapas Temáticos. (Volume Três) (Ver os mesmos comentários de mapas especiais 1.4.15)

1.4.15 Mapas Especiais.

1.4.16 Leitura e Interpretação de Mapas. 1.4.17 Assunto Especiais.

Capítulo 2 HISTÓRIA DA CARTOGAFIA MUNDIAL E BRASILEIRA

2.1 INTRODUÇÃO 2.2 HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA MUNDIAL 2.3 OS PRINCIPAIS ÓRGÃOS CARTOGRÁFICOS BRASILEIROS 2.3.1 A Comissão de Cartografia (COCAR) 2.3.2 Diretoria do Serviço Geográfico (DSG) 2.3.3 A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2.4 O PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CARTAS TOPOGRÁFICAS 2.5 DISPONIBILIDADE DE CARTAS TOPOGRÁFICAS NO BRASIL

Capítulo 3 A COMUNICAÇÃO CARTOGRÁFICA

3.1 INTRODUÇÃO 3.1.1 Os Maiores Fatores da Comunicação Por Mapas 3.2 TÉORIA DA INFORMAÇÃO 3.3 UM MODELO DE COMUNICAÇÃO CARTOGRÁFICA 3.3.1 Comunicação Na Confeção De Mapas 3.3.2 Comunicação Na Interpretação De Mapas

Capítulo 4 PROJEÇÃO E COORDENADAS

4.1 INTRODUÇÃO 4.2 SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS 4.2.1 As Bases do Sistema 4.2.1.1 Determinação da Latitude 4.2.1.2 Determinação da Longitude 4.2.2 Cálculo da Latitude 4.2.3 Cálculo da longitude 4.3 NOÇÕES DE PROJEÇÕES 4.4 A PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSAL DE MERCATOR 4.5 SISTEMAS DE SUBDIVISÃO E CODIFICAÇÃO DAS CARTAS TOPOGRÁFICAS BRASILEIRAS 4.5.1 O Sistema de Códigos “UTM Atual” 4.5.2 O Sistema “Antigo” 4.5.3 O Sistema “MI” 4.5.4 O Sistema “Micro-divisões” Para Escalas de 1:20.0 e maior 4.7 COORDENADAS UTM 4.7.1 As Bases das Coordenadas UTM 4.7.2 Uma “Régua” para Medir Coordenadas UTM 4.7.3 Medidas de Distâncias por Coordenadas UTM

Capítulo 5 ESCALA, GENERALIZAÇÃO E MEDIÇÕES PLANIMÉTRICAS

5.1 INTRODUÇÃO À ESCALA 5.2 OS TRÊS TIPOS DE ESCALAS QUANTITATIVAS 5.3 ESCALAS QUALITATIVAS 5.4 CÁLCULOS E TRANSFORMAÇÕES DE ESCALAS 5.4.1 Os Cálculos Básicos 5.4.2 As Principais Transformações De Escalas 5.5 GENERALIZAÇÃO 5.6 MEDIÇÃO PLANIMÉTRICA 5.6.1 Medidas Uni-Dimensionais 5.6.2 Medidas Bi-Dimensionais (áreas)

5.6.2.1 A Natureza das Áreas 5.6.2.2 Medidas de Áreas Com Formas Regulares 5.6.2.3 Medidas de Áreas Formas Irregulares 5.6.2.3.1 Planímetros 5.6.2.3.2 Outros Métodos 5.7 REDUÇÃO E AMPLIAÇÃO DE MAPAS 5.7.1 Fotocópia de Redução 5.7.2 Quadrados Semelhantes 5.7.3 Câmara Clara 5.7.4 Projeção Óptica 5.7.5 Pantógrafo 5.7.6 Processos Fotográficos

Capítulo 6 SIMBOLIZAÇÃO, GENERALIZAÇÃO E AS CARACTERÍSTICAS BÁSICAS EM CARTAS TOPOGRÁFICAS

6.1 SIMBOLIZAÇÃO 6.2 CLASSIFICAÇÃO 6.3 INSCRIÇÕES MARGINAIS DA CARTA TOPOGRÁFICA 6.4 SINAIS CONVENCIONAIS DA CARTA TOPOGRÁFICA 6.5 CONVENÇÕES E ESCALAS CARTOGRÁFICAS FORA DO BRASIL

Capítulo 7 CONCLUSÃO DO VOLUME UM.

VOLUME UM PRINCÍPIOS DE CARTOGRAFIA BÁSICA Figuras Com Títulos

Figura 1.1 - Três expressões distintas devido a diferentes combinações de artes e ciências. Figura 1.2 - Esquema de 17grandes componentes da cartografia

Figura 2.1 - Western Portion of the Mapamundi of Juan de la Costa Figura 2.2 - Isla Fuerte mapeada em 1500 e 1958 Figura 2.3 - A Prancheta foi divulgada numa publicação Alemã de 1614, “Novum

Instrumentum Geometricum”, por Leonhard Zubler Figura 2.4 – Arte nas mapas antigas.

Figura 3.1 – Modelo de sistemas do communicação generalizada Figura 3.2 – Modelo de Communicação Cartográfica Figura 3.3 – Má (a esquerda) e boa (á direita) diferenciação entre a figura e o fundo

Figura 4.1 – Meridianos e paralelos são linhas artificiais Figura 4.2 – Os planos perpendiculares à linha dos polos cortam a esfera segundo círculos chamàdos paralelos

Figura 4.3 – Graus de Latiude (e longitude) são medidas referentes ao àngulo no centro da esfera.

Figura 4.4 – Meridianos de Longitude Figura 4.5 - Tabela das Dimensões Básicas da Terra. Figura 4.6 - Tabela de comprimento de um grau de longitude em diversas latitudes. Figura 4.7 - Cálculo de latitude entre duas linhas paralelas. Figura 4.8 - Cálculo de longitude onde há convergência dos meridianos Figura 4.9 – Uma parte de uma carta topografica a escala 1:25.0 (Brasilia-NO) Figura 4.10 – As aparências de uma cabeça esférica segundo algumas projeções Figura 4.11a – Tangente Figura 4.11b – Secante Figura 4.12 – As distorções aumentam nas áreas afastadas do meridiano e antimeridiano centrais na projeção UTM.

Figura 4.13 – Projeção UTM tem 60 fusas para cobrir o planeta. Figura 4.14 – Um fuso de UTM a escala um por cem milhões Figura 4.15 – Cada área de 6 por 4 graus tem um código único na Carta Ínternacional ao

Milionésimo (CIM).

Figura 4.16 – Classificação de Cartas Topograficas desde 1:1.0.0 até 1:500. Figura 4.17a – Sistema antigo. Figura 4.17b – Sistema UTM atual. Figuras 4.17 - Conversão do sistema antigo ao sistema UTM para cartas na escala 1:100.0

Figura 4.18 – Mapa Índice (MI) para os sistemas de códigos de “UTM Atual” e de “Numeração Consecutiva-MI”.

Figura 4.19 – Tabela de escalas, tamanhos, quantidade e códigos das cartas topográficas

Brasileiras

Figura 4.21 – Um fuso de UTM exagerado dez vezes em largura para mostrar a relação entre UTM e coordenadas geograficas.

Figura 4.2 – A medição de coordenadas UTM numa carta topografica Figura 4.23 – Uma régua com duas escalas para medição de coordenadas UTM Figura 4.24 – Exemplo de medição de distancias por coordenadas UTM

Figura 5.1 – Tipos de Escalas Gráficas Figura 5.2 – Uso de Escala Gráfica para medir distâncias no terreno entre dois pontos num mapa

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