Relatório de Química Geral Experimental I

Relatório de Química Geral Experimental I

(Parte 1 de 2)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

INTISTUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DATERRA

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA

SOLUÇÕES

MANAUS

2011

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

INTISTUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DATERRA

DEPARTAMENTO DE QUÍMICA

Equipe: Erica Caroline Matos

George Nogueira de Oliveira

Ingrity Suellen Costa

Isadora da Silva Moita

Yasmin Cunha da Silva

Curso: Bacharelado em Química.

Turma: 02.

Relatório desenvolvido como critério de avaliação parcial da disciplina de Química Geral Experimental referente ao 2º período do curso de Bacharelado em Química.

Professora: Lídia Medina Araújo.

MANAUS

2011

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 4

OBJETIVOS 6

MATERIAIS E REAGENTES 6

METODOLOGIA 6

Preparação de Soluções 6

Solução de Hidróxido de Sódio (NaOH) 6

Preparação de Ácido Clorídrico (HCl) 7

Diluição de álcool 7

Preparação Supersaturada de Cloreto de Sódio (NaCl) 7

Titulação 8

RESULTADOS 8

DISCUSSÃO DE RESULTADOS 9

CONCLUSÃO 11

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 11

ANEXOS 12

INTRODUÇÃO

O estudo da química abrange uma grande quantidade de conhecimentos específicos e entre estes está o estudo das soluções, que por sua vez possui variadas aplicações que podem observadas no cotidiano como uma água com açúcar, em que qualquer pessoa ao fazer essa mistura pode observar que o açúcar é dissolvido na água, formando assim uma mistura homogênea. Essa mistura homogênea ou monofásica é determinada como uma solução, pois ao conceituar uma solução, tem-se que esta é uma mistura homogênea de duas ou mais substâncias.1

Os constituintes dessa solução “o açúcar e a água” são denominados respectivamente, soluto e solvente. O açúcar, que ao estar dissolvido, em geral apresenta-se em menor quantidade. O solvente constituinte da solução é água, que geralmente apresenta-se em maior quantidade, mas também é responsável pela determinação do estado físico da solução, onde o soluto deve estar dissolvido.1,2

As soluções podem ser classificadas de diversas formas, dentre estas estão: a classificação de acordo com o estado matéria, conforme a condução de corrente elétrica (solução eletrolítica e não- eletrolítica) e também a partir das quantidades de soluto e solvente. Com relação ao coeficiente de solubilidade definido por, uma máxima quantidade de soluto que é possível dissolver de uma quantidade fixa de solvente, a uma determinada temperatura, podem-se obter mais de três tipos de soluções, as saturadas que são caracterizadas por possuírem a dissolução completa do soluto no solvente, as insaturadas onde a quantidade de soluto adicionada é inferior ao coeficiente de solubilidade e as soluções supersaturadas estas acontecem somente quando o solvente e o soluto estãoem uma temperatura em que seu coeficiente de solubilidade (solvente) é maior, e depois a solução é resfriada ou aquecida, de modo a reduzir o coeficiente de solubilidade.3

A preparação de soluções é de suma importância para as atividades laboratoriais, com isso há muitos preparos de soluções que exigem uma precisão no título ou na concentração, esta é denominada de solução padrão.3

A obtenção de uma solução é feita a partir da padronização da solução que possibilita verificar o quanto a concentração da solução preparada aproxima-se do valor real, ou seja, ao não ter uma solução-padrão prepara-se uma solução com o título ou a concentração com valores aproximados e posteriormente através do auxílio de uma a outra solução padrão, determina-se os valores exatos. As soluções-padrões têm como referência o padrão primário, designado por substância confiável em termos de estabilidade, de composição química, de pureza, que serve de material de referência e permite desenvolver soluções com concentrações exatas e conhecidas por medida direta.3,4

Um padrão secundário é uma substância que pode ser usada nas padronizações, cujo teor da substância ativa foi determinado pela comparação contra um padrão primário; ou seja, uma solução padrão secundária é aquela na qual o soluto dissolvido foi determinado não pela pesagem direta, mas pela titulação de um volume da solução contra um volume conhecida de uma solução padrão primária.4

A titulação é um procedimento para padronização de uma solução para a determinação da concentração desconhecida. Numa titulação é envolvida a adição de uma solução, chamada de “titulante”, em uma bureta, a uma solução que contém a amostra , chamada de “analito” ou “titulado”. É feita a agitação do frasco em que está o titulado até se detectar a variação brusca de uma propriedade física ou química.4,5

Com conhecimento da estequiometria da reação, os volumes das soluções utilizadas e uma das concentrações, é possível determinar a outra concentração. Para que isso ocorra, a adição do titulante deve ser interrompida quando estiver nas proporções estequiométricas, esta é observada com auxilio do indicador ácido-base, o qual indica com a mudança de cor da solução titulada pela passagem do pH pelo pH neutro e variação brusca do pH para menos ou para mais dependendo da solução.5

A fenolftaleína é um dos exemplos de indicador mais utilizados em titulação, ela é um indicador de pH com a fórmula C20H14O4. Apresenta-se normalmente como um sólido em pó branco, é insolúvel em água e solúvel em etanol. Em meio ácido a cor da fenolftaleína se mantém incolor, já em meio básico sua cor muda para cor de rosa.5,6

Na preparação de uma solução a exatidão a cerca de valores pode não ser obtido por erros que ocorrem de modo geral em um laboratório como: erros do instrumento quando as vidraria estão descalibradas e equipamentos, erros do método e erros pessoais.6

OBJETIVOS

Os objetivos desses experimentos são preparar soluções com diversas concentrações, utilizando os cálculos químicos adequados, identificas as soluções preparadas na prática, verificar o comportamento de uma solução supersaturada de NaCl frente ao aquecimento e padronizar uma solução de HCl com solução de NaOH4.

MATERIAIS E REAGENTES

  • Béquers;

  • Bastão de vidro;

  • Balão de fundo chato;

  • Erlenmeyers;

  • Bureta;

  • Chapa aquecedora;

  • Provetas;

  • Suporte Universal;

  • Água destilada;

  • Cloreto de Sódio (NaCl);

  • Ácido Clorídrico Concentrado HCl;

  • Hidróxido de Sódio (NaoH);

  • Álcool 92,8% (v/v);

  • Etanol (PA)

  • Indicador de fenolftaleína,

METODOLOGIA

Preparação de Soluções

Solução de Hidróxido de Sódio (NaOH) na concentração de 1,00 M (mol/L):

- Realizaram-se os devidos cálculos para descobrir a massa de NAOH a ser dissolvida em 25 ml de água destilada.

- Pesou-se 2,0164 g de NaOH na forma granulada em balança analítica, com margem de erro de 0,0164 g.

- Utilizando uma espátula transferiu-se o NaOH para um béquer de 150,00 mL.

- Em seguida adicionou-se ao béquer com o NaOH certa quantidade de água destilada até que o soluto dissolvesse por completo.

- Posteriormente adicionou-se cerca de 25,00 mL de água destilada.

- Transferiu-se a solução para um balão volumétrico de capacidade de 25,00 mL e completou-se com água destilada até que o volume de água tangencie a marca de aferição.

- Etiquetou-se a solução com a data de preparação e concentração.

Preparação de Ácido Clorídrico (HCl) na concentração de 1,00 M (mol/L):

- Realizou-se os devidos cálculos para descobrir os volumes que deveria ser utilizado da solução de HCl e da água destilada.

- Para preparar essa solução, utilizou-se o reagente Ácido Clorídrico P.A.

- Por meio da densidade da solução de HCl concentrada, calculou-se a quantidade de HCl que se utilizou para preparar a solução.

- A solução foi preparada com o auxílio de capela, pois o HCl é volátil.

- Utilizando uma pipeta de 25,00 mL, retirou-se uma alíquota do HCl (P.A.).

- Posteriormente realizou-se a diluição em um béquer até atingir volume de 50,00 mL.

Diluição de álcool:

(Parte 1 de 2)

Comentários