UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS

GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

PROJETO DE OBJETO

CADEIRA

PROFESSORA: VANIA

ALUNOS: CIBELE DINIZ TEIXEIRA RA: A38CHF-3

CRISTIANE RA:

3º SEMESTRE

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP

2011

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO_____________________________________________________________________________________________________________03

PESQUISA________________________________________________________________________________________________________________04

ESTUDO DE CASO

ANÁLISE DIACRÔNICA_________________________________________________________________________________________________________05

ANÁLISE SINCRÔNICA___________________________________________________________________________________________________________________________07

DESENHOS_______________________________________________________________________________________________________________09

RESUMO__________________________________________________________________________________________________________________

CONCLUSÃO______________________________________________________________________________________________________________

REFERENCIAS_____________________________________________________________________________________________________________

ANEXOS___________________________________________________________________

INTRODUÇÃO

A proposta deste estudo é mostrar a evolução que o objeto cadeira sofreu desde sua invenção, os materiais mais usado na fabricação, a utilidade e os ambientes que desfrutam de

sua decoração.

A idéia é mostrar o que realmente a cadeira pode nos proporcionar, com conforto para cada momento em estamos vivendo. Ou que seja uma peça meramente expositiva, uma peça rara de decoração. E que poça se transformar nos dois objetos de desejo.

No nosso estudo vimos as cadeiras tradicionais, para sala de trabalho (escritório), recepção, sala de jantar e uma forma mais inusitada que alegra o ambiente.

PESQUISA

Só nas cadeiras

Puxe uma, sente-se e entenda a história, a praticidade e por que ela é um dos móveis mais presentes em nossa vida

No coro do mosteiro da Luz, no centro da cidade de São Paulo, há duas novas cadeiras. De traços retos e madeira maciça em tom claro, elas contrastam com o restante do cadeiral, do século 18, escuro e com detalhes minuciosos em curvas e arabescos. O novo par de cadeiras foi pensado para ser posto bem no centro do coro e servir de assento para as duas irmãs responsáveis por puxar o canto. O espaço embaixo dos dois móveis, que são idênticos, é entrecortado por uma prateleira para que as freiras possam guardar as partituras. As cadeiras foram desenhadas pelo arquiteto paulista Julio Katinsky. São lindas. Feitas exclusivamente para servir às necessidades das freiras naquele espaço de oração. Embora de encher os olhos, uma cadeira igual àquela jamais serviria para qualquer outro lugar senão o mosteiro da Luz. Pesadas, são de difícil deslocamento. De madeira maciça, dificilmente poderiam ser reproduzidas em série. Foram feitas para durar séculos, tal qual as outras do coro, com mais de 200 anos. Enfim, as cadeiras são ideais. Mas para as freiras, e só para elas.

Cada modelo de cadeira serve a um propósito. E são muitos os propósitos. Alguns deles bem objetivos, como o caso das freirinhas que precisavam de assentos para as irmãs que puxam o canto. Mas há ainda cadeiras próprias para a conversa na sala de estar, que são diferentes das indicadas para quem, como eu, trabalha sentado à mesa com um computador. Há ainda cadeiras que, conforme a cultura, servem a metas mais subjetivas. A exemplo da cadeira de um rei, que afirma sua soberania sentando-se no trono. Em algumas tribos indígenas latinoamericanas, sentar no banco é um atributo exclusivo do pajé.

Poucas coisas são tão humanas quanto o ato de se sentar. Desde que o Homo sapiens ficou de pé, sentiu a necessidade de sentar-se. No momento em que começamos a ter uma atividade intelectual que implica processar algumas coisas, fazemos isso na posição sentada, diz Adélia Borges, jornalista e diretora do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. E que atividade intelectual mais carente de um assento que escrever? Sentado no chão é praticamente impossível rabiscar palavras. A cadeira é tão importante em nosso dia-a-dia que até os astronautas têm as suas, embora só precisem delas como referência, diz Adélia Borges, no livro Cadeiras Brasileiras. Ou seja, no espaço, onde não há gravidade, não é preciso nem possível sentar-se, mas as cadeiras estão lá, para dar um ar de ambiente habitado, em meio àquela esquisitice de botões e luzinhas piscando.

História

A cadeira chegou ao Brasil no século 16, com a vinda dos portugueses. Até então, por aqui, o mobiliário indispensável eram a rede e a esteira indígenas, ambas de fibras vegetais. A novidade demorou a vingar. Durante muito tempo, seu uso esteve restrito a igrejas, conventos, sedes de bispados, palácios de governo e outros lugares requintados. Apenas no século 19 é que as famílias brasileiras passaram a incorporar no mobiliário o jogo de cadeiras, destinado a compor a sala de jantar e as salas ditas de visita. Detalhe: isso valia para as famílias mais ricas. O resto do povo continuou fazendo o que já fazia quando queria descansar as pernas: sentava em bancos, redes ou no chão,mesmo.

De certa forma,essa função mais requintada foi preservada até hoje, e o jeitinho bem brasileiro de viver de fato privilegia o uso da cadeira em momentos mais formais. Em famílias do interior ou nas casas de pescadores no litoral nordestino, a vida cotidiana acontece no terraço, em tamboretes, banquinhos e, claro, em redes. As cadeiras estão sempre na sala, um lugar, digamos assim, mais nobre para receber a visita.

A cadeira brasileira

Até o início do século 20, no entanto, tanto a cadeira quanto o resto do mobiliário tinham a cara e o jogo de cintura europeus, mesmo aqueles fabricados aqui. A semelhança não era uma coincidência: o mobiliário nacional copiava mesmo os padrões europeus de acabamento, de materiais e revestimentos o que ainda encarecia sua produção. A arquitetura e o design genuinamente nacionais só floresceram com o desenvolvimento da indústria. Uma coisa leva a outra: os projetos dos novos prédios que surgiram demandaram mobiliário mais adequado. Nada mais natural. Porque o móvel faz parte do ambiente que desenhamos, diz o arquiteto Julio Katinsky, professor da Universidade de São Paulo, ele mesmo autor de desenhos de cadeiras.

Parece banal, mas o projeto de um móvel tão utilizado no cotidiano é uma prova de fogo. Desenhar uma cadeira é quase tão difícil quando projetar uma casa, diz Adélia, parafraseando o arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969). Uma das disciplinas, aliás, dos cursos tradicionais de arquitetura no Brasil ensina a desenhar o quê? Uma cadeira. Tem lógica. Ao pensar nos móveis para sua casa,você pode ir ao marceneiro na esquina e tentar criar, ou desenhar com ele, uma estante, uma mesa e até uma cama.Mas uma cadeira não dá para improvisar. Pois é ela quem vai dar sustentação ao seu corpo, é quase uma extensão dele, tem costas, pés. Além disso, já parou para pensar quanto tempo, num único dia, você fica sentado? É daí que vem, aliás, o nome sedentário: do latim sedens,nada mais que sentar.

No coro do mosteiro da Luz, no centro da cidade de São Paulo, há duas novas cadeiras. De traços retos e madeira maciça em tom claro, elas contrastam com o restante do cadeiral, do século 18, escuro e com detalhes minuciosos em curvas e arabescos. O novo par de cadeiras foi pensado para ser posto bem no centro do coro e servir de assento para as duas irmãs responsáveis por puxar o canto. O espaço embaixo dos dois móveis, que são idênticos, é entrecortado por uma prateleira para que as freiras possam guardar as partituras. As cadeiras foram desenhadas pelo arquiteto paulista Julio Katinsky. São lindas. Feitas exclusivamente para servir às necessidades das freiras naquele espaço de oração. Embora de encher os olhos, uma cadeira igual àquela jamais serviria para qualquer outro lugar senão o mosteiro da Luz. Pesadas, são de difícil deslocamento. De madeira maciça, dificilmente poderiam ser reproduzidas em série. Foram feitas para durar séculos, tal qual as outras do coro, com mais de 200 anos. Enfim, as cadeiras são ideais. Mas para as freiras, e só para elas.

Cada modelo de cadeira serve a um propósito. E são muitos os propósitos. Alguns deles bem objetivos, como o caso das freirinhas que precisavam de assentos para as irmãs que puxam o canto. Mas há ainda cadeiras próprias para a conversa na sala de estar, que são diferentes das indicadas para quem, como eu, trabalha sentado à mesa com um computador. Há ainda cadeiras que, conforme a cultura, servem a metas mais subjetivas. A exemplo da cadeira de um rei, que afirma sua soberania sentando-se no trono. Em algumas tribos indígenas latinoamericanas, sentar no banco é um atributo exclusivo do pajé.

Poucas coisas são tão humanas quanto o ato de se sentar. Desde que o Homo sapiens ficou de pé, sentiu a necessidade de sentar-se. No momento em que começamos a ter uma atividade intelectual que implica processar algumas coisas, fazemos isso na posição sentada, diz Adélia Borges, jornalista e diretora do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. E que atividade intelectual mais carente de um assento que escrever? Sentado no chão é praticamente impossível rabiscar palavras. A cadeira é tão importante em nosso dia-a-dia que até os astronautas têm as suas, embora só precisem delas como referência, diz Adélia Borges, no livro Cadeiras Brasileiras. Ou seja, no espaço, onde não há gravidade, não é preciso nem possível sentar-se, mas as cadeiras estão lá, para dar um ar de ambiente habitado, em meio àquela esquisitice de botões e luzinhas piscando.

ESTUDO DE CASO

ANÁLISE DIACRÔNICA

Teoria de Design "A evolução da cadeira entre 1900 - 1950 "

1900 - 1909"A essência da Arte Nova é uma linha, uma extensa curva sinuosa que se encontra em cada design deste estilo. A Arte nova regeitava a ordem da linha recta e do ângulo recto, a favor de um movimento mais natural".

1910 - 1919"À medida que o século avançava, os designers passaram a estar menos preocupados com a estética dos artífices e a privilegiar a estética da máquina. Em 1917, um grupo de pintores, arquitectos, designers e filósofos holandeses constituiram uma colectividade chamada "De Stijl" - ("O Estilo"). A influência de "De Stijl" alastrou-se pela Europa, particularmente aos construtivistas na Rússia e à Bauhaus na Alemanha. Em Itália, os futuristas glorificaram a máquina".

1920 - 1929" Em 1919, formou-se uma escola de arte na Alemanha chamada Bauhaus. Sob a direcção de Walter Gropius tornou-se numa das mais influentes escolas de arte deste século, tendo mantido a sua actividade até 1933. Deixou uma marca duradoura no design do século XX, utilizando materiais modernos provenientes da indústria, os designers Bauhaus procuraram fazer produtos que evitassem referências históricas. O maior sucesso da Bauhaus foi o seu método de ensino".

1930 - 1939" A Arte Deco é um estilo de design e decoração que atingiu o auge entre as duas guerras mundiais. O seu nome deriva da Exposição das Artes Decorativas e Industriais, realizada em Paris em 1925. Estilo que se seguiu imediatamente à Arte Nova, no final do século XIX, procurou afastar-se das qualidades tortuosas e sinuosas desta, voltando-se para as do design abstracto e da cor pela cor, e, quando recorria à natureza para inspiração, preferia representar animais ou as beleza da forma feminina. As linhas utilizadas se se curvavam, eram graduais e impetuosas, seguindo um arco bem definido; se, por outro lado eram direitas, apresentavem a rectidão de uma régua".

1940 - 1949"A segunda guerra mundial provocou grande impacte no design e na fabricação de produtos. Pretendia-se que o mobiliário fosse robusto e atraente, mas que não esbanjasse materiais.Depois da segunda guerra mundial, os plásticos tornaram-se materiais cada vez mais importantes e a sua utilização alterou de modo significativo o aspecto das coisas".

ANÁLISE SINCRÔNICA

Cadeira de Acampamento, Cadeira de Praia

  • Lugar de origem: Zhejiang China (Mainland)

  • Número modelo: ST-221C

  • Preço de Fob: FOB ningbo/ shanghai US$ 4~5

  • Porto: ningbo/ shanghai

  • Marca: ST

Marca: T

Número modelo: T-221C

TUBO DE ALUMÍNIO: tubo do teel

Lugar de origem: hejiang, China

TAMANHO DO PRODUTO: 48*48*72CM

tubo de aço (milímetro): Φ 13

Superfície: pulverizar-tratamento plástico

TAMANHO DA EMBALAGEM: 73*23*38CM 

8 PCS/CTN

 

Tempo da fonte

tempo da amostra: 5-7 dias

Tempo da expedição: 30 dias

 

Quantidade

quantidade de 20ft: 3504pcs

quantidade de 40ft: 7272pcs

quantidade de 40HQ: 8520pcs

 

Esta cadeira de praia de dobramento é conveniente para sair para a pesca ou outro. Pode ser foldable. A cor é diversificada: vermelho, preto, amarelo, azul, azul e assim por diante. Nós podemos fornecer o swatch da cor para sua referência. Igualmente nós podemos fazer a medida que você precisa. Veja por favor a seguinte especificação como segue:

No. do artigo

ST-211C

Especificação

Tamanho do produto

 48*48*72

Tamanho da embalagem

 73*23*38

Quantidade em uma caixa

 8pcs por a caixa

Material

Acordo de aço:  * milímetro com o plástico pulverizado - tratamento

Tela: poliéster 600D com o revestimento de PCV ou de PE

Cor

Pode fazer com sua cor

N.W.

 

G.W.

 

Capacidade

 100kgs

Quantidade

Quantidade no recipiente de 20ft

 3504pcs

Quantidade no recipiente de 40ft

 7272pcs

Quantidade no recipiente 40HQ

 8520pcs

Hora para a entrega

Tempo da amostra

5-7 dia

Tempo da expedição

30 dias após confirmam a ordem

Termos do pagamento

Depósito de T/T 30% e o contrapeso 70% em B/L enviado

RESUMO

Para que serve o assento

Lembra do propósito lá do início do texto? Pois cadeira boa é aquela que cumpre seu propósito, a exemplo do par de cadeiras do mosteiro, ideais para as freirinhas que puxam o canto. É o caso da charmosa Poltroninha projetada pelo arquiteto Julio Katinsky, com sua estrutura de ferro que sustenta o assento e o encosto de couro (quer vê-la? Ela está na foto central da página 60). Muito convidativa, mas, exatamente por envolver, porque foi para acolher que a imaginei, diz Katinksy, seria impossível, para mim,que preciso alcançar o teclado do computador, escrever nela.

Ainda sobre propósitos, tem o caso da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), conhecida por ter projetado, entre outros prédios, o do Museu de Arte de São Paulo, o Masp. Quando desenhou o anfiteatro do Sesc Pompéia, em São Paulo, Lina recebeu várias críticas pelos assentos que desenhou para o lugar. Falaram a ela que a cadeirinha de madeira durinha e em forma de caixa era desconfortável.Ora, ora. Lina, afiada, respondeu à critica. Os teatros greco-romanos não tinham estofados, eram de pedra, ao ar livre (...), como hoje são os degraus dos estádios de futebol, que também não têm estofados. Estofado, disse ela, é coisa dos teatros da nobreza e da luxúria da sociedade de consumo. A cadeirinha do teatro, afirmou Lina, se presta muito bem ao seu propósito, que é de manter o sujeito acordado e atento ao espetáculo.

Da mesma forma, para a sala onde recebemos as visitas ou aquela que nos serve de ambiente de leitura, a cadeira boa é aquela que nos deixa com os movimentos livres,que nos coloca confortavelmente entre os amigos, sem nos deixar afundados, mergulhados. Já percebeu como fica difícil a conversa quando é você que senta no pufe? Para os mais idosos, uma boa cadeira ou poltrona é aquela que tem braços que permitam apoio na hora de se levantar, diz o arquiteto João Bezerra de Meneses, professor de arquitetura e consultor em ergonomia de cadeiras.

A cadeira ideal

Sim, a melhor cadeira é aquela que melhor se enquadra conforme seu uso, se vai para a mesa de jantar, para a conversa na sala, para a leitura no quarto, para escrever. Mas existem modelos que, por alguns critérios de conforto e simplicidade, podem ser consideradas cadeiras ideais. No Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, o visitante vai deparar com uma delas, a Pelicano (no alto, à direita, na página 61). Ela representa uma síntese daquilo que o arquiteto francês Michel Arnoult, que viveu no Brasil desde 1950 e morreu em março deste ano, buscou em sua trajetória de vida. Ou seja, aliar beleza à qualidade técnica, com baixos preços.

A Pelicano, ganhadora do Prêmio Design Museu da Casa Brasileira em 2003, tem assento e encosto feitos de uma peça única em lona de algodão que não esquenta no calor e é produzida no país. Já a estrutura é de eucalipto, madeira de reflorestamento. Leve, a Pelicano pesa 9 quilos e pode ser facilmente montada e desmontada. Além de ter proporções equilibradas. Enfim, a Pelicano é um bom exemplo de cadeira versátil, de fácil transporte e, se um dia chegar ao mercado,muito provavelmente terá um preço acessível. E isso é um exemplo de designer contemporâneo. Ou seja, adequado ao nosso tempo, diz a arquiteta Yvone Mautner. Ela e a colega Angélica Santi estão trabalhando para colocar no mercado a cadeira Kris, um dos últimos trabalhos deixados por Arnoult e que segue a mesma lógica da Pelicano.

Por fim, na hora da escolha da sua cadeira, considere não apenas se ela serve ao lugar e à função que vai ocupar. Veja se possui materiais de boa qualidade e, se possível, sustentáveis. Experimente se você se sente confortável nela. Atente, ainda, se o modelo cai bem aos olhos. É importante. Pois nos aproximamos de um objeto não apenas por sua utilidade, mas porque nos agrada a alma de alguma forma. E por isso mesmo pode fazer parte da nossa casa.

REFERENCIAS

LIVROS Cadeiras Brasileiras, Adélia Borges, Museu da Casa Brasileira, 1995 Modern Chairs, Charlotte e Peter Fiell, Taschen, 1993 A Poética do Espaço, Gaston Bachelard, Martins Fontes, 2003

SITES www.mcb.sp.gov.br, site do Museu da Casa Brasileira www.movelpop.com.br, linha Movelpop desenvolvida pela Oficina de Arte e Design e Núcleo de Apoio à Pesquisa: Produção e Leitura do Ambiente Construído (FAU/USP)

VÍDEO Michel Arnoult, Design e Industrialização de Móveis, entrevista feita pela arquiteta Yvone Mautner, FAU/USP, 1998

http://vidasimples.abril.com.br/subhomes/morar/morar_237672.shtml?pagina=1

http://www.prof2000.pt/users/cfaeAz/apereira_smartins/teoria11.htm

http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://img.alibaba.com/photo/246868485/camping_chair_beach_chair.jpg&imgrefurl=http://portuguese.alibaba.com/product-gs/camping-chair-beach-chair-246868485.html&usg=__XGLTM-QP3CK18lOkKf4iBjvtB3I=&h=465&w=500&sz=34&hl=pt-BR&start=154&zoom=1&itbs=1&tbnid=t8Z_R7i3BWJ0VM:&tbnh=121&tbnw=130&prev=/search%3Fq%3Dcadeira%2Bde%2Bpraia%26start%3D144%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26ndsp%3D18%26tbm%3Disch%26prmd%3Divns&ei=Wd2lTY6zHKHb0QGVg5WDCw

http://www.humornaciencia.com.br/biologia/evolucao.htm

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