Relatório corpos cerâmicos

Relatório corpos cerâmicos

(Parte 1 de 2)

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Escola de Química

CONFORMAÇÃO E AVALIAÇÃO DE CORPOS CERÂMICOS POR PRENSAGEM

EQI 472 - Processos Inorgânicos Experimental

Grupo I:

Ana Karolina Muniz– DRE:107351461

Larissa Paiva – DRE: 107351699

Maria Isabel Freitas – DRE: 107351429

Renata Alves - DRE: 105084636

Sarah Vidal – DRE:107351542

Vanessa Gabiatti Monteiro – DRE: 105035271

Victor Hugo Gomes – DRE:107351495

Professoras: Valéria Castro e Fabiana Araújo

2010

ÍNDICE

1. CÁLCULOS E RESULTADOS

1.1. Determinação do ponto úmido 4

1.2. Determinação das medidas dos corpos de prova 4

1.2.1. Antes da queima 5

1.2.2. Após a queima 5

1.3. Cálculo da Retração Linear 6

1.4. Cálculo da Absorção de Água 7

1.5. Cálculo da Porosidade Aparente 8

1.6. Cálculo da Densidade 9

1.7. Cálculo da Tensão a Ruptura a Flexão 10

2. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

2.1. Ponto úmido 12

2.2. Medidas dos corpos de prova 12

2.3. Retração Linear 12

2.4. Absorção de Água 12

2.5. Porosidade Aparente 13

2.6. Densidade 13

2.7. Tensão a Ruptura a Flexão 14

3. CONCLUSÃO 15

4. BIBLIOGRAFIA 16

  1. CÁLCULOS E RESULTADOS

    1. Determinação do ponto úmido da argila

O ponto úmido do material cerâmico foi determinado através de um ensaio em que se utilizou 20g de uma mistura de argila para determinar o volume de água que a tornava úmida (não encharcada).

Os resultados obtidos no ensaio para determinação do ponto úmido da argila encontram-se na Tabela I:

Teste

Ponto Úmido

1

3,5 mL

2

3,5 mL

Tabela I - Ponto Úmido

A operação foi realizada apenas 2 vezes, pois o corpo de prova obtido (com volume de 3,5 mL) foi satisfatório.

    1. Determinação das medidas dos corpos de prova:

Foram conformados, 17 corpos de prova (2 sobressalentes), utilizando um volume de água equivalente ao do ponto úmido da argila, como descrito na Tabela I.

As medições foram realizadas com o auxílio de um paquímetro digital, como demonstrado na Figura I:

Onde: C = comprimento (mm)

L = largura (mm)

E = espessura (mm)

Figura I: Esquema de medidas das “barrinhas”

      1. Antes da queima:

Após secagem, foram determinadas as dimensões dos corpos de prova, como apresentadas na Tabela II:

T (°C)

Corpos de

Prova

L1

L2

Lmédio

C1

C2

Cmédio

E1

E2

E3

Emédio

700

1

20,65

20,28

20,465

59,20

59,19

59,195

7,23

7,51

7,40

7,380

2

20,53

20,76

20,645

59,28

59,25

59,265

5,76

5,71

5,79

5,753

4

20,42

20,45

20,435

59,19

59,41

59,300

7,27

7,36

7,73

7,453

5

20,46

20,55

20,505

59,24

59,23

59,235

6,12

6,52

6,17

6,270

6

20,50

20,50

20,500

58,92

58,99

58,955

5,91

6,05

5,22

5,727

7

20,49

20,36

20,425

59,36

59,06

59,210

5,39

7,03

6,57

6,330

800

3

20,69

20,42

20,555

59,37

59,31

59,340

7,18

6,64

6,15

6,657

8

20,53

20,71

20,620

59,61

59,64

59,625

9,40

9,69

8,94

9,343

9

20,46

20,44

20,450

59,35

59,50

59,425

6,54

6,36

6,11

6,337

10

20,48

20,40

20,440

59,36

59,36

59,360

6,83

6,99

6,82

6,880

11

20,46

20,44

20,450

59,22

59,31

59,265

6,33

6,67

6,66

6,553

12

20,21

20,28

20,245

59,59

59,31

59,450

6,55

7,05

6,80

6,800

900

13

20,30

20,25

20,275

59,41

59,50

59,455

6,60

7,00

6,79

6,797

14

20,55

20,55

20,550

59,47

59,46

59,465

7,13

7,07

6,82

7,007

15

20,43

20,45

20,440

59,30

59,33

59,315

5,91

6,70

6,17

6,260

16

20,43

20,41

20,420

59,31

59,47

59,390

6,32

6,62

6,33

6,423

17

20,41

20,39

20,400

59,19

59,25

59,220

5,65

5,67

5,48

5,600

Tabela II – Medidas do corpo verde (antes da queima).

      1. Após a queima:

Após secagem e determinação das medidas, os corpos de prova foram divididos em 3 grupos e submetidos à queima nas temperaturas de 700, 800 e 900°C.

Após a queima, foram realizadas novas medidas, adotando o mesmo procedimento anterior. Os resultados encontram-se na Tabela III.

T(°C)

Corpos de

Prova

L1

L2

Lmédio

C1

C2

Cmédio

E1

E2

E3

Emédio

700

1

20,51

20,21

20,360

59,09

59,08

59,085

6,92

7,4

7,17

7,163

2

20,46

20,62

20,540

59,24

59,09

59,165

5,61

5,69

5,51

5,603

4

20,32

20,35

20,335

59,17

59,24

59,205

7,14

7,34

7,52

7,333

5

20,37

20,47

20,420

59,09

59,09

59,090

5,99

6,47

6,05

6,170

6

20,45

20,42

20,435

58,64

58,86

58,750

5,71

5,93

5,17

5,603

7

20,26

20,23

20,245

58,84

58,88

58,860

6,17

6,82

6,46

6,483

800

3

20,38

20,38

20,380

59,29

59,24

59,265

7,09

6,47

6,10

6,553

8

20,42

20,46

20,440

59,39

59,24

59,315

9,28

9,47

8,51

9,087

9

20,39

20,41

20,400

59,06

59,36

59,210

6,49

6,29

5,98

6,253

10

20,42

20,34

20,380

59,07

59,11

59,090

6,31

6,56

6,53

6,467

11

20,42

20,34

20,380

59,07

59,11

59,090

6,31

6,56

6,53

6,467

12

20,13

20,25

20,190

59,25

59,20

59,225

6,52

7,03

6,74

6,763

900

13

20,28

20,22

20,250

59,35

59,45

59,400

6,60

6,95

6,70

6,750

14

20,52

20,46

20,490

59,30

59,34

59,320

7,06

7,04

6,80

6,967

15

20,37

20,45

20,410

59,20

59,25

59,225

5,73

6,54

6,15

6,140

16

20,34

20,45

20,395

59,11

59,39

59,250

6,30

6,60

6,24

6,380

17

20,33

20,35

20,340

59,15

59,15

59,150

6,60

6,63

5,43

6,220

Tabela III – Medidas dos corpos de prova após a queima

Alguns dos corpos de prova obtidos na prensagem não apresentavam o padrão de tamanho e qualidade dos demais. Foi realizada a confecção de 17 barrinhas, no intuito de retira aquelas que apresentassem os maiores desvios em relação à média. Desta maneira, foram calculados os desvios e as barrinhas a serem desconsideradas nos cálculos das propriedades dos corpos cerâmicos são as apresentadas na Tabela IV:

T (°C)

Corpos de

Prova Descartados

700

2

4

7

800

8

9

10

900

13

14

Tabela IV – Corpos de prova descartados

    1. Cálculo da Retração Linear:

Para o cálculo da retração linear no comprimento, utilizou-se a seguinte relação:

Onde: RL = retração linear

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