Patologias Ligadas ao Sistema Nervoso Central

Patologias Ligadas ao Sistema Nervoso Central

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Sumário

Esclerose Múltiplapág. 4

Sintomas Prevenção Diagnóstico Tratamento

Causas Diagnóstico Complicações Tratamentos

Sintomas Causas Diagnóstico Tratamentos

Sintomas Causas Diagnóstico Tratamentos

Introdução

Patologias Ligadas ao Sistema Nervoso Central

Esse projeto tem por objetivo abordar alguns aspectos que se diz respeito às

Embora haja vários tipos de doenças ligadas ao Sistema Nervoso Central, separamos algumas que são comuns como a Esclerose Múltipla, Epilepsia, Mal de Alzheimer e Doença de Parkinson.

Esclerose Múltipla

É uma doença onde há destruição da mielina por autoanticorpos. Essa mielina é um envoltório dos axônios que recobrem e isolam as fibras nervosas e responsáveis em fazer com que o impulso nervoso corra em alta velocidade. Por causa da destruição da mielina, o impulso nervoso corre vagarosamente alterando a função cerebral e dos nervos.

A Esclerose múltipla é uma doença crônica que ataca principalmente adultos e jovens na idade de 21 a 40 anos.

O sistema imunológico das pessoas que sofrem de esclerose múltipla não reconhece a mielina como sendo um tecido da própria pessoa, mas como sendo um corpo estranho, motivo pelo qual o sistema imunológico ataca e destrói como ele faria com qualquer bactéria.

As regiões afetadas do sistema nervoso central são a medula espinhal e o cérebro.

A figura abaixo exemplifica como funciona a Esclerose Múltipla, nesse caso com o nervo danificado.

Sintomas

• Fala inarticulada; • Perda súbita da visão;

• Tremores de uma mão;

• Sensação de fadiga;

• Perda de sensibilidade;

• Sensação de peso nos braços ou nas pernas;

• Fraqueza;

• Perda de coordenação;

• Visão borrada ou dupla;

• Instabilidade do corpo, especialmente de um lado;

• Sintomas faciais, incluindo perda da sensibilidade.

Prevenção

A ciência ainda não descobriu a real causa da doença, só se sabe que na doença há um reação auto imune do organismo, por isso não há como prevenir a esclerose múltipla. Se o pai ou a mãe de uma determinada pessoa tiver esclerose múltipla, o risco de seu filho desenvolver a doença será multiplicado por 20 a 50.

Diagnóstico

Alguns sintomas mencionados anteriormente tendem a desaparecer em poucos dias ou semanas.

Podem-se obter o diagnóstico através do exame físico, estudos laboratoriais e diagnósticos por imagem.

Exame Físico Observa-se no paciente a desatenção, euforia, choro súbito, atrofia do nervo óptico entre outros sintomas.

Exames Laboratoriais O estudo eletrocerebral da resposta evocada por estimulo monocular visual mostra diminuição da propagação neuronal ao nível do tronco cerebral, nervo óptico e suas vias. São realizados exames tais como, Hemograma, Linfócitos, Proteínas do Líquido Cefalorraquidiano e Eletroforese das Proteínas.

Exames Radiológicos Ressonância Magnética da Cabeça e Ressonância Magnética da Coluna a fim de

evidenciar lesão ou cicatrização.

Tratamento

Visto que não há cura para a Esclerose Múltipla, o tratamento busca o retorno das funções após um ataque e evita novos ataques prevenindo assim a incapacitação.

Para se tratar a esclerose múltipla recomenda-se fisioterapia, psicoterapia e o uso de antivirais afim de às vezes melhorar os sintomas causados pela doença.

Fisioterapia Esse tratamento tem como objetivo ajudar o paciente a realizar as atividades da vida diária de uma maneira tão fácil quanto possível e assim melhorar sua qualidade de vida. Visto que a esclerose aumenta o nível de incapacidade, fica como tarefa para o fisioterapeuta maximizar a capacidade funcional do paciente.

Psicoterapia À medida que o paciente vai sentindo os sintomas causados pela doença, é de extrema importância que se associe a psicoterapia para minimizar os efeitos psicológicos trazidos pela incapacidade progressiva. Antivirais Podem ser por Imunomodulação, onde se usam medicamentos a fim de ajustar o nosso sistema imunológico, diminuindo a ação da doença no organismo, ou por Imunossupressão, onde se usam medicamentos corticóides, quimioterápicos ou outros que geralmente são aplicados através de pulsoterapia. Esses são encarregados de diminuir drasticamente o funcionamento do sistema imunológico.

Epilepsia

É uma alteração na atividade elétrica no cérebro que produz manifestações motoras, sensitivas, psíquicas ou neurovegetativas. A epilepsia também é conhecida como convulsão. Uma pessoa é considerada epilética quando o mesmo apresenta alguma alteração cerebral que o predispõe a desenvolver periodicamente crises convulsivas, sem que haja alguma agressão ao cérebro para desencadeá-la.

A Epilepsia pode ser dividida em dois grupos; crises parciais e crises generalizadas.

Crises Parciais Disfunção temporária de uma pequena parte do cérebro. Ocorre quando os impulsos elétricos ficam restritos a apenas uma região do cérebro. Pode ser crise parcial simples no qual ocorre sem alteração do nível de consciência do paciente, e pode ser crise parcial complexa onde o paciente normalmente apresenta comportamentos e movimentos repetidos como andar em círculos, ficar puxando a roupa, virar a cabeça de um lado para o outro. As crises costumam durar em média 1 minuto.

Crises Generalizadas Disfunção envolvendo os dois hemisférios do cérebro. A crise convulsiva mais comum, que também é conhecido como ataque epilético, é a crise Tônico Clônica, aonde a pessoa apresenta rapidamente uma súbita rigidez dos músculos e cai inconscientemente, a partir daí segue-se uma sequência de movimentos rítmicos e rápidos dos membros além do mesmo salivar podendo até mesmo morder a língua durante a crise.

Causas

As causas para epilepsia podem ser várias visto que vários fatores podem lesar os neurônios, ou células nervosas através de um traumatismo craniano que provoca cicatrizes cerebrais, drogas e/ou tóxicos, problemas cardiovasculares, tumores ou doenças infecciosas.

As crises podem se desencadear através de alguns dos fatores a seguir; • Ingestão alcoólica;

• Ansiedade;

• Cansaço;

• Verminose como neurocisticercose;

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