Pedagogia da Autonomia - ensinar não é tranferir conhecimento

Pedagogia da Autonomia - ensinar não é tranferir conhecimento

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Universidade Estadual do Maranhão

Centro de Estudos Superiores de Caxias

Departamento de Educação

Curso de Pedagogia Licenciatura

Prof.° Willame Carvalho

Pedagogia da Autonomia - Ensinar não é transferir Conhecimento

Francisca Bruna de Almeida Ribeiro Costa

Gercina Galvão Silva

Nilma da Silva Gonçalves

Renato Carvalho Ferreira

Rita Costa dos Santos

Wallisson Queiroz dos Santos

Caxias - MA

Maio/2011

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO-------------------------------------------------------------------------03

  2. DESENVOLVIMENTO----------------------------------------------------------------04

    1. Ensinar exige consciência do inacabamento

    2. Ensinar exige o reconhecimento de ser condicionado

    3. Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando

    4. Ensinar exige bom senso

  3. CONCLUSÃO-------------------------------------------------------------------------06

  4. REFERÊNCIAS------------------------------------------------------------------------07

  1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho relata uma constante preocupação do autor com o educador, tendo como objetivo treinar o educando no desempenho das tarefas, a responsabilidade ética, elucidando-o na arte de conduzir seres à reflexão crítica de sua realidade.

Baseado nisso, o tema ensinar não è transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção, sendo preciso refletir a nossa prática enquanto educador.

Ensinar não é transferir Conhecimento

Este capítulo relata sobre a ética e os compromissos de Paulo Freire, abordando a solidariedade enquanto o compromisso histórico capaz de promover a ética universal do ser humano. Ensinar não è transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.É preciso refletir a nossa prática enquanto educador.

Saberes essenciais a prática educativa contribui para o processo de formação de docentes em todo o mundo, onde o sistema educativo nem sempre corresponde dos alunos especialmente os menos favorecido. Segundo Paulo Freire a Pedagogia da Autonomia está relacionada, na ética, no respeito à dignidade e a própria autonomia em que homens e mulheres são os únicos seres capazes de aprender com a alegria e esperança na certeza de que é possível mudar, e que aprender é uma descoberta criadora e ter em mente que o educador por ser um formador de pensadores pode influenciar a favor a favor de mudanças na forma de pensamentos aos próprios educadores

Pensar certo é uma postura exigente, difícil às vezes penosa que temos de assumir diante dos outros em face do mundo e dos fatos. Aprender é uma descoberta criadora, com abertura ao risco e a aventura do ser, pois ensinando se aprende e aprendendo se ensina. A idéia de coerência profissional indica que o ensino exige do docente comprometimento existencial, do qual nasce autêntica solidariedade entre educador e educando, pois ninguém se pode contentar com uma maneira neutra de estar no mundo. A sua pedagogia é “fundada na ética, no respeito à dignidade e a própria autonomia do educando” (P.11). E é vigilante a própria contra todas as práticas de desumanização, é necessário que o saber fazer da auto reflexão crítica e o saber-ser da sabedoria exercitada ajudem a evitar a degradação humana.

Somos seres condicionados, mas consciente do inacabamento, e por isso sabemos que podemos ir além dele. Esta é a diferença entre o ser condicionado e o ser determinado.

Nossa presença no mundo não é a de quem nele se adapta, mas alguém nele se insere e a posição de quem luta para não ser apenas objeto, mas sujeito também da história. Assim como barreiras são difíceis para o cumprimento de nossa tarefa histórica de mudar o mundo, sabemos também que os obstáculos não se eternizam.

Assim homens e mulheres se tornam educáveis na medida em que se reconheceram inacabados. Não foi a educação que mulheres e homens educáveis, mas a consciência de sua conclusão.

A Educação não deve barrar a curiosidade do aluno, pois é fundamental revelancia o incentivo à sua imaginação instituição, senso investigativo, enfim sua capacidade de ir além.

CONCLUSÃO

Pode concluir que saber ensinar é ir além, tem cosciência do inacabamento, sabendo dialogar e escutar. Ensinar requer a plena convicção de que a transformação é possível porque a história deve ser encarada como uma possibilidade e não como um determinismo moldado, pronto e inalterável. O educador não pode ver a prática educativa como algo sem importância, sendo preciso lutar e insistir em revoluções e mudanças.

REFERÊNCIAS

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia - Saberes necessária à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996 (Coleção Leitura).

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