Nt 0012008 coelce

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NORMA TÉCNICA NT-001/2008 R-04

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NT-001

04 JUL/2008

A presente Norma Técnica NT-001/2008 cancela a Norma Técnica NT-001/2007.

Os consumidores, projetistas, instaladores, inspetores da Coelce e demais leitores deste documento, encontrarão, nas suas páginas, informações sobre as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição 380/220 V.

Nela estão explícitos os requisitos mínimos, indispensáveis para a aceitação da ligação da unidade consumidora às redes da Coelce.

Há, assim, as condições gerais a que devem satisfazer os ramais de ligação e de entrada, localização de postes e pontaletes, disposições sobre medição, recomendações a cerca da partida de motores, dimensionamento de condutores, eletrodutos, eletrodos de terra, chaves de proteção e determinação do número de fases com que será atendido o consumidor.

Elaboração: Felipe Leite Cardoso dos Santos Normas e Procedimentos Marcos de Almeida Oliveira Normas e Procedimentos

Colaboração: Antonio Ribamar Melo Filgueira Normas e Procedimentos Francisco Ernaldo da Silva Novos Clientes Grupo B Ismael da Silva Castro Novos Clientes Grupo B João Vianey Bezerra Novos Clientes Grupo B José Maria Oliveira Novos Clientes Grupo B Keyla Sampaio Câmara Normas e Procedimentos Luiz Robério Lisboa Novos Clientes Grupo B Marcel Oliveira Teixeira Produtos e Serviços Marcus Stênio Pinheiro Cristino Projetos e Obras de MT e BT Ranier de Souza Lima Novos Clientes Grupo B Roberto Garrido de Figueiredo Sistema de Informação Técnica Rômulo Thardelly Alves Moreira Sales Normas e Procedimentos

Apoio de Edição: Pedro Paulo Menezes Neto Normas e Procedimentos Sandra Lúcia Alenquer da Silva Normas e Procedimentos

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04 JUL/2008

1 OBJETIVO1
2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS1
3 CAMPO DE APLICAÇÃO1
4 TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES2
4.1 ÁREAS DE CORROSÃO SEVERA E MUITO SEVERA2
4.2 ÁREAS MODERADA E MEDIANA2
4.3 ATERRAMENTO2
4.4 CABO CONCÊNTRICO2
4.5 CAIXA DE MEDIÇÃO2
4.6 CALÇADA OU PASSEIO2
4.7 CARGA INSTALADA2
4.8 CONSUMIDOR2
4.9 DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO2
4.10 DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO DIFERENCIAL RESIDUAL2
4.1 FATOR DE CARGA3
4.12 FATOR DE DEMANDA3
4.13 FATOR DE POTÊNCIA3
4.14 INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUAL3
4.15 LIGAÇÃO PROVISÓRIA3
4.16 PONTALETE3
4.17 POSTE AUXILIAR3
4.18 UNIDADE CONSUMIDORA3
4.19 VIA PÚBLICA3
5 CONSIDERAÇÕES3
6 LIMITES DE FORNECIMENTO4
6.1 LIGAÇÃO MONOFÁSICA4
6.2 LIGAÇÃO BIFÁSICA4
6.3 LIGAÇÃO TRIFÁSICA4
6.4 PEDIDO DE LIBERAÇÃO DE CARGA - PLC5
7 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO5
7.1 CONDIÇÕES GERAIS5
7.2 PEDIDO DE FORNECIMENTO6
7.2.1 Obrigatoriedade6
7.2.2 Eventual necessidade6

Í N D I C E 7.3 LIGAÇÃO DE MOTORES E EQUIPAMENTOS........................................................................................................6

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04 JUL/2008

7.4 SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO7
7.5 FORNECIMENTO À LIGAÇÕES PROVISÓRIAS7
8 LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO8
9 ENTRADA DE SERVIÇO8
9.1 ELEMENTOS ESSENCIAIS DA ENTRADA8
9.1.1 Ponto de Ligação8
9.1.2 Ramal de Ligação8
9.2 PRESCRIÇÕES DA ENTRADA8
9.2.1 Ramal de Ligação Aéreo8
9.2.2 Ramal de Ligação Subterrâneo9
9.2.3 Ponto de Entrega10
9.2.4 Poste Auxiliar10
9.2.5 Pontalete1
9.2.6 Ramal de Entrada1
10 MEDIÇÃO12
10.1 GENERALIDADES12
10.2 CAIXAS DE MEDIÇÃO12
10.3 LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO12
1 PROTEÇÃO13
1.1 PROTEÇÃO GERAL13
1.2 PROTEÇÃO COMPLEMENTAR13
1.2.1 Instalação de Dispositivo Diferencial Residual – Dispositivo DR13
1.2.2 Instalação de Dispositivos de Proteção Contra Surtos – Dispositivo DPS14
12 ATERRAMENTO14
13 GERAÇÃO PRÓPRIA14
13.1 INSTALAÇÃO DO GRUPO GERADOR14
13.2 RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA15
13.3 LOCALIZAÇÃO DO GRUPO GERADOR15
13.4 TERMO DE RESPONSABILIDADE15
14 PROJETO15
15 ANEXOS15
ANEXO A - MODELO DE CONSULTA PRÉVIA16
ANEXO B - MODELO DE “PEDIDO DE AUMENTO DE CARGA” - PAC17
ANEXO C - TERMO DE RESPONSABILIDADE POR OPERAÇÃO DE GRUPO GERADOR18
ANEXO D - MODELO DE “PEDIDO DE LIBERAÇÃO DE CARGA - PLC”19

ANEXO E – TERMO DE SERVIDÃO DE PASSAGEM DE RAMAL DE LIGAÇÃO EM PROPRIEDADE RURAL.........................20

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04 JUL/2008

TABELAS21
TABELA 1 - DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA, PONTALETE, POSTE AUXILIAR E DISJUNTOR21
TABELA 2 - DIMENSIONAMENTO DO RAMAL DE LIGAÇÃO E DA PROTEÇÃO GERAL21
TABELA 3 - CONDUTORES DOS RAMAIS2
TABELA 4 - MATERIAIS UTILIZÁVEIS COMO ELETRODOS DE ATERRAMENTO2
TABELA 5 - DISPOSITIVOS DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS23
DESENHOS24
001.01.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO - EDIFICAÇÕES SEM RECUO25
001.02.4 - ELEMENTOS COMPONENTES DA ENTRADA (PADRÃO MULTIPLEX OU CONCÊNTRICO)26
001.03.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO SEM TRAVESSIA DE RUA - FIXAÇÃO EM PONTALETE J27
001.04.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO SEM TRAVESSIA DE RUA - FIXAÇÃO EM PONTALETE RETO28
001.05.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO SEM TRAVESSIA DE RUA - FIXAÇÃO NA PAREDE29
001.06.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO COM TRAVESSIA DE RUA E PONTALETE TIPO J - COM ELETRODUTO30
001.07.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO COM TRAVESSIA DE RUA - FIXAÇÃO EM PONTALETE RETO - SEM ELETRODUTO31
001.08.4 - RAMAL DE LIGAÇÃO - EDIFICAÇÃO RECUADA DA VIA PÚBLICA - SAÍDA AÉREA32

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04 JUL/2008 divergências entre esta Norma Técnica e outras emanadas dos órgãos supracitados, prevalecerão as exigências mínimas aqui contidas, até a modificação da presente Norma, se for o caso.

6 LIMITES DE FORNECIMENTO

O limite de fornecimento é de até 75 kW de carga instalada por unidade consumidora, para ligação de consumidores em Rede de Distribuição Aérea e 100 kW para ligação de consumidores em Rede de Distribuição Subterrânea.

6.1 Ligação Monofásica

As unidades consumidoras ligadas em redes aéreas de distribuição com carga instalada até o limite de 10 kW e às ligações em redes subterrâneas de distribuição até o limite de 15 kW, devem ser atendidas através de uma fase e neutro 220 V, podendo ser ligadas as seguintes cargas individuais:

a) motor com potência individual até 3 CV; b) aparelho com potência individual até 5 kW; c) máquina de solda a transformador com potência até 2 kVA; d) aparelho de Raios X com potência até 4 kVA.

NOTA: Em áreas rurais, onde a unidade consumidora for suprida através de transformador monofásico exclusivo para o cliente, admite-se a ligação de motor monofásico com potência individual até 5 CV.

6.2 Ligação Bifásica

As unidades consumidoras ligadas em redes aéreas de distribuição com carga instalada até o limite de 20 kW e às ligadas em redes subterrâneas de distribuição até o limite de carga instalada de 30 kW, devem ser atendidas através de duas fases e neutro 380/220 V, podendo ser ligadas as seguintes cargas individuais:

a) motor monofásico com potência individual até 5 CV, em 380 V; b) aparelho com potência individual até 8 kW, em 380 V; c) máquina de solda a transformador com potência individual até 6 kVA, em 380 V; d) aparelho de Raios X com potência individual até 8 kVA, em 380 V.

6.3 Ligação Trifásica

6.3.1 As unidades consumidoras ligadas em redes aéreas de distribuição com carga instalada até o limite de 75 KW e às ligadas em redes subterrâneas de distribuição com carga instalada até o limite de 100 kW, devem ser atendidas através de três fases e neutro 380/220 V, podendo ser ligadas as seguintes cargas individuais:

a) motor trifásico com potência individual até 30 CV, em 380 V; b) aparelho trifásico não resistivo, com potência individual até 20 kVA; c) máquina de solda a transformador trifásico com potência até 15 kVA; d) aparelho de Raios X trifásico com potência até 20 kVA;

6.3.2 A Coelce poderá atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição, com ligação bifásica ou trifásica, ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto, desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais materiais e equipamentos de medição a serem instalados, bem como eventuais custos de adaptação da rede, de acordo com a Resolução Nº 456/2000 da ANEEL.

6.3.3 Nas instalações de canteiro de obras com equipamento de cargas pulsantes, tais como: bateestaca, elevador de carga, betoneira, grua ou equipamento similar, cuja potência individual ultrapasse a 10 CV, deve ser alimentado através de transformador particular;

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6.3.4 Quaisquer aparelhos elétricos que possam causar perturbação ao suprimento normal de energia dos demais consumidores, terão ligação sujeita a estudo prévio.

6.4 Pedido de Liberação de Carga - PLC

Quando os órgãos de atendimento ao cliente receberem solicitações cuja carga instalada seja igual ou superior à 20 kW na área de responsabilidade do Departamento de Manutenção de Média e Baixa Tensão de Fortaleza e 15kW para as demais áreas, deve-se enviar a solicitação ao departamento responsável da Diretoria Técnica para estudo do PLC, conforme modelo no Anexo D. Os órgãos responsáveis têm o prazo máximo de dois dias úteis para devolver o devido parecer aos órgãos da Diretoria Comercial. Caso seja necessária obra, deve ser enviado ao setor de projetos e obras.

OBS: Sempre que a carga instalada solicitada for maior ou igual a 50% da potência do transformador que atende a área, deve ser aberto o pedido de liberação de carga – PLC.

7 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO O fornecimento de Energia Elétrica pela Coelce está condicionado aos seguintes requisitos:

7.1 Condições Gerais

7.1.1 A ligação da unidade consumidora está condicionada:

a) A instalação, pelo interessado, de caixas e acessórios destinados à instalação de medidores, e à proteção das instalações; b) A observância, nas instalações elétricas da unidade consumidora, das normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ou outra organização credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - CONMETRO, e das normas e padrões da Coelce; c) As normas e padrões da Coelce são disponibilizados ao interessado através da Internet, no site w.coelce.com.br / normas técnicas ou na Área de Normas e Procedimentos.

7.1.2 É vedado ao usuário qualquer aumento de carga, além do limite correspondente a sua categoria de atendimento anterior, sem que seja expressamente autorizado pela Coelce através do formulário Pedido de Aumento de Carga – PAC, conforme modelo no Anexo B.

7.1.3 É proibido ao consumidor, sob quaisquer pretextos, assenhorar-se dos direitos da Coelce, estendendo redes que se interliguem com redes de outrem para o fornecimento de energia elétrica, ainda que medida.

7.1.4 As instalações consumidoras supridas por DUAS ou TRÊS fases devem ter sua carga distribuída, o mais uniformemente possível, entre as mesmas.

7.1.5 O consumidor é responsável pelo zelo de todos os equipamentos do ramal de entrada mantidos sob lacre, sendo que o acesso aos mesmos somente é permitido à Coelce.

7.1.6 As instalações que introduzirem na rede de energia elétrica características tecnicamente indesejáveis (flutuação de tensão, rádio interferência, harmônicas, etc.) serão passíveis de correção a critério da Coelce e às expensas do consumidor.

7.1.7 O fator de potência médio mensal deve ser superior ou igual a 0,92, conforme Resolução

Nº 456/2000 da ANEEL. Caso o fator de potência seja inferior a 0,92 o consumidor deve providenciar sua correção sob pena de pagar multas previstas na Legislação em vigor.

7.1.8 É de responsabilidade do consumidor, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e a segurança das instalações internas da unidade consumidora. As instalações internas que vierem a ficar em desacordo com as normas e/ou padrões da Coelce, e que ofereçam riscos as pessoas e bens, deverão ser reformadas ou substituídas pelo consumidor.

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7.2 Pedido de Fornecimento

7.2.1 Obrigatoriedade

Para pedido de fornecimento de energia elétrica o consumidor deve estar ciente quanto a obrigatoriedade de:

a) observância, nas instalações elétricas da unidade consumidora, das normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ou outra organização credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - CONMETRO, e das normas e padrões da Coelce; b) instalação, pelo interessado, em locais indicados nesta NT de caixas e acessórios destinados à instalação de medidores, e à proteção destas instalações; c) declaração descritiva da carga instalada na unidade consumidora; d) aceitação dos termos do contrato de adesão pelo consumidor responsável por unidade consumidora do Grupo "B"; e) informações referentes a natureza da atividade desenvolvida na unidade consumidora, a finalidade da utilização da energia elétrica e a necessidade de comunicar eve

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04 JUL/2008 d) os ramais trifásicos para carga instalada acima de 30 kW, devem utilizar condutores pré-reunidos de cobre de 16 ou 35 mm², derivando direto da rede secundária, instalados em eletroduto de PVC rígido, conforme Tabela 1; e) antes da medição os condutores devem ser instalados em eletrodutos totalmente vedados e visíveis, não podendo ser embutidos. Podendo ser instalados sobre a fachada da unidade consumidora, em poste auxiliar externo ou no muro sempre externamente visível, conforme Desenhos Nº 001.03 a 001.12; f) o ramal monofásico em cabo concêntrico pode ser fixado diretamente em parede sem uso de eletroduto não podendo ter emenda desde o ponto de ligação até o medidor; g) os condutores devem obedecer as recomendações contidas na Tabela 1 e sua instalação deve obedecer as recomendações dos fabricantes, as exigências desta Norma e, em casos especiais, às das Normas da ABNT específicas; h) o isolamento mínimo requerido é 0,6/1kV; i) não serão permitidas emendas nos condutores do ramal de ligação; j) os condutores devem ser instalados de forma que no ponto mais baixo, tenham as seguintes alturas mínimas em relação ao solo:

– 5,50 m quando cruzar avenidas e ruas;

– 4,50 m quando cruzar entrada de prédios e demais locais de uso restrito a veículos;

– 3,50 m quando cruzar ruas e vias exclusivas a pedestres.

k) o Ramal de Ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível; l) não deve cruzar terrenos de terceiros. Em áreas rurais, excepcionalmente admite-se cruzar terrenos de terceiros desde que seja apresentado o Termo de Permissão de Passagem de Ramal de Ligação em Propriedade Rural, conforme modelo no Anexo E, e devidamente assinado pelo proprietário do terreno; m) o Ramal de Ligação deve ser exclusivo para cada unidade consumidora; n) não deve ser acessível a janelas, sacadas, escadas, terraços ou lugares congêneres; a distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser pelo menos de 1,20 m; o) deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não exceder 40 m de comprimento; p) para distâncias superiores a 40 m é necessário a extensão da rede de distribuição de energia elétrica; q) nos ramais de ligação com extensão acima de 30 e até 40 metros deve obrigatoriamente ser utilizado poste auxiliar; r) o consumidor participará das despesas relativas as instalações até o Ponto de Entrega de acordo com a legislação em vigor.

9.2.2 Ramal de Ligação Subterrâneo

Para o ramal de ligação subterrâneo, devem ser observadas as seguintes prescrições:

a) se caracterizará como Ramal de Ligação Subterrâneo, o ramal derivado de rede subterrânea, e só poderá ser construído onde a rede de distribuição for subterrânea; b) a instalação do eletroduto do ramal de ligação em toda sua extensão é de responsabilidade do consumidor, como também um fio de pesca em aço galvanizado ou aço inoxidável, cabendo à Coelce a orientação e fiscalização dos trabalhos; c) os condutores do ramal de ligação devem ser de cobre com isolamento em PVC, EPR ou XLPE com cobertura de PVC (1,0 kV), instalados e conectados pela Coelce;

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04 JUL/2008 d) caso haja necessidade de ampliação da rede, para atender a acréscimo de carga ou ligação de novo consumidor, o projeto e a obra serão executados pela Coelce com possível participação financeira do cliente conforme legislação vigente; e) as caixas de passagem e a tampa lacrável devem obedecer aos Desenhos Nº 001.16 a 001.19; f) os ramais de ligação e caixas de passagem devem ser codificados com plaquetas de alumínio, identificando o circuito e o consumidor. Os cabos nas caixas subterrâneas devem ser identificados com anilhas ou fitas isolantes coloridas nas cores azul, branco e vermelho, nas fases A, B e C respectivamente. O neutro não necessita de identificação; g) a conexão entre o ramal e a rede deve ser feita com terminal prensável compatível com as bitolas e com o conector de derivação, provido de isolamento especial de borracha com encaixe forçado, fornecido e instalado pela Coelce; h) o consumidor participará das despesas relativas as instalações até o Ponto de Entrega de acordo com a legislação em vigor; i) é vedado ao usuário qualquer aumento de carga além do limite correspondente a sua categoria de atendimento, sem expressa autorização da Coelce.

9.2.3 Ponto de Entrega

É o ponto de fixação do sistema elétrico da Coelce com as instalações elétricas da unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento. Observar as seguintes prescrições:

a) na ligação de prédios construídos sem recuo com relação ao limite da via pública, o Ponto de

Entrega se localiza no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública, na fachada do prédio ou no pontalete, conforme definido na subseção 10.3.2; b) na ligação de prédios construídos recuados do limite da via pública, o Ponto de Entrega se localiza no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação, em poste auxiliar ou no muro através de armação secundária ou pontalete, obrigatoriamente no limite da via pública; c) na ligação de unidade consumidora que não tenha acesso para via pública, o Ponto de Entrega se localiza no primeiro ponto de fixação em propriedade particular no limite da via pública (não necessariamente do consumidor a ser ligado); d) tratando-se de condomínio horizontal, o ponto de entrega deve situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento; e) quando o Ramal de Ligação for até 10 mm², será utilizado cabo concêntrico, fornecido pela Coelce não sendo seccionado no ponto de entrega; f) quando o Ramal de Ligação for superior a 10 mm² o ramal de ligação será em cabo pré-reunido, podendo ter conexão neste ponto, através de conector devidamente isolado (conexão do Ramal de Ligação com o Ramal de Entrada).

9.2.4 Poste Auxiliar

O poste auxiliar a ser utilizado deve atender as seguintes prescrições:

a) deve ter altura suficiente para atender as exigências da alínea “j” da subseção 9.2.1; b) o engastamento do poste deve ser de acordo com a seguinte fórmula:

E = 0,6 + 0,1h onde: E = engastamento em metros h = altura do poste em metros

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04 JUL/2008 c) o poste auxiliar é fornecido e instalado pelo cliente e deve ser tipo T simples ou duplo T e possuir o esforço mínimo indicado na Tabela 1.

9.2.5 Pontalete

O pontalete a ser utilizado deve atender as seguintes prescrições:

a) deve ter o comprimento máximo de 1,8 m com engastamento mínimo de 0,6 m fixada na edificação, em coluna de alvenaria ou viga, com diâmetro mínimo de ¾” conforme Tabela 1; b) deve obedecer aos padrões do Desenho Nº 001.21; c) pode ser utilizado outro tipo de pontalete desde que previamente aprovado pela Coelce.

9.2.6 Ramal de Entrada

É o conjunto de condutores, com respectivos materiais necessários à sua fixação e conexões elétricas, do Ponto de Entrega à medição e deve obedecer às seguintes prescrições:

a) deve ser construído, mantido e reparado às custas do interessado, com a exceção dos condutores quando utilizado cabo concêntrico, conforme definido alínea “f” desta mesma subseção; b) quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da Coelce; c) a Coelce se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais e/ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar, inclusive a terceiros; d) não é permitida travessia de via pública; e) não deve cruzar terrenos de terceiros; f) quando o Ramal de Entrada for até 10 mm², será utilizado cabo concêntrico, forn

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