Apresentação Franco da Rocha

Apresentação Franco da Rocha

Franco da Rocha

  • Trânsito / Transporte

Apresentação

Trânsito

  • Influência do Rodoanel

Trânsito

  • Entroncamento Viário

Trânsito

  • Uso das Principais vias

Transporte

  • Conexões com outros municípios

Transporte

  • Integração regional em termos de malha viária de transportes

Transporte

  • Meios de transporte urbano, deficiência e potencialidades

Fim

Trajeto

  • O trajeto do Rodoanel Mário Covas cruzará os seguintes municípios, todos na região metropolitana de São Paulo.

Trecho Norte (44 km) (*) Viabilidade do trecho norte ainda em estudos

  • O Trecho Norte, com previsão de entrega para 2014, vai interligar o Aeroporto Internacional de Guarulhos, a Rodovia Fernão Dias e o acesso à Av. Inajar de Souza, na zona norte da capital às Rodovias dos Bandeirantes, Anhanguera, Castelo Branco, Raposo Tavares e Rodovia Régis Bittencourt de forma mais direta. Porém, é o trecho que apresenta o projeto mais custoso, tanto financeiramente, como ambientalmente, que não sugerem a sua construção em curto prazo.

  • Obras: sem previsão para começar Tamanho: 44 km Função: interligar o aeroporto de Cumbica (Guarulhos) e a rodovia Fernão Dias Custo: R$ 5 bilhões Pedágios: cobrança prevista

Rodovias interligadas

  • O Rodoanel vai circundar toda a Grande São Paulo, interligando as rodovias que chegam à capital: Bandeirantes, Anhanguera, Castello Branco, Raposo Tavares, Régis Bittencourt, Anchieta, Imigrantes, Ayrton Senna, Fernão Dias e Dutra.

Ligações externas.

  • O Rodoanel é um Benefício para todo o País sendo um empreendimento de Ligações Externas que beneficia todo o Brasil. Com ele, a produção tem um caminho mais curto para importantes rotas de escoamento, como o Porto de Santos e as principais vias do Mercosul. Isso diminui o custo do transporte, facilitando as exportações e movimentando diversos setores da nossa economia.

Melhorias nos percursos

  • Um entroncamento viário trará melhoria no percurso, e interligue a Av. Pacaembu, para se chegar ao distrito de Jordanésia, Município de Cajamar, acessando-se a Via Anhangüera, promovendo um melhor fluxo entre as rodovias, avenidas e vias coletoras da região e também um fácil acesso a região metropolitana que contemplaria em um melhor acesso para a cidade.

Entroncamento viário metropolitano / secundário (ligações, inicio, termino e percurso)

  • O Complexo Viário Escola de Engenharia Mackenzie faz parte do "mini-anel viário" de São Paulo e interliga as avenidas "das Juntas Provisórias" ao norte e "Presidente Tancredo Neves" ao sul, rodovia de principal acesso a cidade de Franco da Rocha. Tendo como vias de acesso a cidade a R. Dr. Armando Pinto e Rod. Presidente Luiz Salomão Chama que se interligam a Presidente Tancredo Neves.

  • Sugestionamos um entroncamento viário para que haja a melhoria no percurso e interligue a Av. Pacaembu, para se chegar ao distrito de Jordanésia, Município de Cajamar, acessando-se a Via Anhangüera, promovendo um melhor fluxo entre as rodovias, avenidas e vias coletoras da região e também um fácil acesso a região metropolitana que contemplaria em um melhor acesso para a cidade.

Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves

  • A Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, a chamada Estrada Velha de Campinas, ainda é uma importante ligação norte-sul, servindo de acesso aos setores industriais do município. Com apenas um viaduto e travessia de pedestres em nível, a ferrovia, importante meio de transporte, torna-se um problema para o trânsito e um perigo para os pedestres, registrando-se acidentes com certa regularidade.

Rodovias

  • As rodovias que alcançam o município são: SP-332, Rod. Presidente Tancredo de Almeida Neves, SP-23, SP-354. Vias de caráter coletor e local complementam a estrutura existente.

Intervenções no relevo

  • A complexidade do sistema está vinculada à implantação da cidade em relevo bastante acidentado.

  • Tendo como estruturação a via férrea no sentido norte-sul, é esta mesma ferrovia o grande obstáculo no sentido leste-oeste, apresentando dois viadutos: um próximo à estação Franco da Rocha, na área central, e outro próximo à estação Baltazar Fidélis, mais ao norte.

Novo modelo de operação no Transporte Metropolitano por Ônibus

  • Propõe-se que o sistema apresente linhas circulares tronco percorrendo a MZRU – Macrozona de Reestruturação Urbana, a partir das quais linhas auxiliares, com ônibus menores, se dirijam aos bairros periféricos situados nas MZIA – Macrozonas de Interesse Ambiental e nas MZT – Macrozonas de Transição, conforme descrito no item: (Integração regional em termos de malha viária de transportes).

Consórcio Anhanguera

  • Consórcio Anhanguera é formado por oito empresas, prestadoras do serviço de transporte intermunicipal de passageiros na Região Metropolitana de São Paulo – Área 2, gerenciadas pela EMTU.

  • Essas empresas têm a concessão dos serviços até o ano 2016, conforme contrato assinado com a EMTU, para operar nos seguintes municípios: Barueri, Cajamar, Caieiras, Carapicuíba, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba e São Paulo.

Características do Sistema

  • Características do Sistema - 4 mil ônibus - cerca de 1,5 milhões de passageiros por dia - em torno de 600 serviços (linhas de ônibus) - é o terceiro sistema de transporte por ônibus do país (primeiro capital paulista, segundo cidade do Rio de Janeiro e terceiro Transporte Metropolitano de São Paulo)

EMTU/SP: novo papel na gestão do sistema

  • A EMTU/SP é uma sociedade anônima de economia mista e de capital fechado controlada pelo Governo do Estado de São Paulo. Sua principal atribuição, é o gerenciamento de sistemas de baixa e média capacidades, planejando e fiscalizando o transporte intermunicipal nas regiões metropolitanas do Estado São Paulo. Sua área de atuação, portanto, é formada pela três regiões metropolitanas existentes no Estado, criadas por leis específicas: Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) e Região Metropolitana de Campinas (RMC). As três áreas somam 67 municípios e envolvem uma população de 23 milhões de habitantes. Os serviços oferecidos e gerenciados pela EMTU/SP atendem diariamente 1,5 milhão de passageiros em média.

Histórico da estação de trem de Franco da Rocha (antiga Juquery)

  • A estação foi inaugurada pela SPR em 1 de fevereiro de 1888, com o nome de Juquery. Anos depois foi renomeada para Franco da Rocha, em homenagem a Francisco Franco da Rocha, médico responsável pelo hospital psiquiátrico de Juqueri.

  • HISTORICO DA LINHA: A São Paulo Railway - SPR ou popularmente "Ingleza" - foi à primeira estrada de ferro construída em solo paulista. Construída entre 1862 e 1867 por investidores ingleses, tinha inicialmente como um de seus maiores acionistas o Barão de Mauá. Ligando Jundiaí a Santos, transportou durante muito anos - até a década de 30, quando a Sorocabana abriu a Mairinque-Santos - o café e outras mercadorias, além de passageiros de forma monopolística do interior para o porto, sendo um verdadeiro funil que atravessava a cidade de São Paulo de norte a sul. Em 1946, com o final da concessão governamental, passou a pertencer à União sob o nome de E. F. Santos-Jundiaí (EFSJ). O nome pegou e é usado até hoje, embora nos anos 70 tenha passado a pertencer à REFESA, e, em 1997, tenha sido entregue à concessionária MRS, que hoje a controla. O tráfego de passageiros de longa distância terminou em 1997, mas o transporte entre Jundiaí e Paranapiacaba continua até hoje com as TUES dos trens metropolitanos.   A ESTAÇÃO: A estação de Juquery foi aberta em 1888 para atender à localidade desse nome. Por volta de 1902, a estação ganhou um novo prédio, com a duplicação da linha. Em 1934, a estação teve o nome alterado para Franco da Rocha, médico idealizador do hospital da cidade, mesmo ano em que o local tornou-se um distrito do município de Juqueri. Em 1938, o distrito separou-se de Juqueri, que, aliás, hoje, tem o nome de Mairiporã. A estação atende aos trens metropolitanos da CPTM desde 1994.

Linha 7 da CPTM

  • A Linha 7 atende a circulação entre as estações Luz e Jundiaí, passando pelos municípios de Caieiras, Franco da Rocha, Francisco Morato, Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista — estas duas últimas já fora da Região Metropolitana de São Paulo. O trajeto é feito em duas "pernas", com transferência livre em Francisco Morato.

CPTM – via estrutural paralela em ambos os lados da ferrovia (integração viária de Franco da Rocha com Francisco Morato – Norte e Caieiras - Sul)

  • O município é servido pela ferrovia da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, ligando a Estação da Luz, em São Paulo a Jundiaí. Conta com 2 estações: Franco da Rocha Central e Baltazar Fidélis. A existência da CPTM é um importante fator de acessibilidade do Município de Franco da Rocha.

  • Embora a mesma esteja passando por transformações importantes, inclusive com remanejamento do edifício da Estação Franco da Rocha, com reflexos positivos em seu entorno, há que se considerar que o sistema ainda está longe de ter a qualidade do trem metropolitano de São Paulo, registrando-se ainda interrupções no serviço e excesso de passageiros nos horários de pico, chegando a quase 8 usuários por metro quadrado.

  • Entretanto, a ferrovia permite o rápido acesso a São Paulo, e o transporte coletivo sobre pneus deve sempre buscar a integração com a mesma.

  • Ao longo da ferrovia propõe-se parque linear e abertura de via paralela à mesma, criando-se centralidade linear como extensão da Área Central, podendo também apresentar usos e índices urbanísticos diferenciados.

  • Ao longo da CPTM, importante meio de transporte de passageiros, deve ser projetada e executada via estrutural paralela em ambos os lados da ferrovia, com novas travessias para vencer a segregação espacial e promover a integração viária de Franco da Rocha com Francisco Morato, ao norte, e com Caieiras, ao sul.

Ônibus Municipais – linhas circulares tronco (percorrendo MZRU – Macrozonas de Reestruturação urbana / MZIA – Macrozonas de Interesse Ambiental e MZT – Macrozonas de Transição.

  • A cidade é também servida por 4 empresas de ônibus: Viação Caieiras, Empresa de Transporte Mairiporã, Auto Ônibus Moratense, Rápido Luxo Campinas-Jundiaí.

  • Com relação aos ônibus municipais, propõe-se que o sistema apresente linhas circulares tronco percorrendo a MZRU – Macrozona de Reestruturação Urbana, a partir das quais linhas auxiliares, com ônibus menores, se dirijam aos bairros periféricos situados nas MZIA – Macrozonas de Interesse Ambiental e nas MZT – Macrozonas de Transição. O sistema tem como principal objetivo oferecer aos passageiros uma rede interligada que permita menos espera, maior conforto, trajetos mais curtos e viagens mais velozes. Assim foi dividido em dois subsistemas: o estrutural e o local conforme a seguir:

  • Subsistema Estrutural: a malha estrutural favorece uma maneira mais eficiente de se deslocar pela cidade (MZRU). O novo sistema permitira que os passageiros peguem rapidamente um veículo que o leve até um ponto estratégico de integração (MZIA e MZT), a partir do qual ele poderá reorientar seu deslocamento, ampliando assim sua mobilidade. O subsistema estrutural precisa dispor de transporte de média e alta capacidade.

  • Subsistema local: o subsistema local tem como objetivo a integração entre os bairros com trajetos curtos. Estas linhas são chamadas de “regionais locais”, e atendem apenas às demandas de curta distância (MZIA e MZT), como qualquer outra linha local.

CPTM (centralidade linear);

  • A existência da CPTM é um importante fator de acessibilidade do Município de Franco da Rocha. Embora a mesma esteja passando por transformações importantes, inclusive com remanejamento do edifício da Estação Franco da Rocha, com reflexos positivos em seu entorno.

  • a ferrovia permite o rápido acesso a São Paulo, e o transporte coletivo sobre pneus deve sempre buscar a integração com a mesma.

  • Ao longo da ferrovia propõe-se parque linear e abertura de via paralela à mesma, criando-se centralidade linear como extensão da Área Central, podendo também apresentar usos e índices urbanísticos diferenciados, mediante Operação Urbana Consorciada.

Excesso de usuários em horários de pico

  • O sistema ainda está longe de ter a qualidade do trem metropolitano de São Paulo, registrando-se ainda interrupções no serviço e excesso de passageiros nos horários de pico, chegando a quase 8 usuários por metro quadrado.

  • Transporte ferroviário melhora em São Paulo, mas espera chega há 18 minutos

  • RICARDO GALLO – Folha Online – 03/05/2010

  • O contraste diz muito sobre a situação das linhas de trem de subúrbio em São Paulo. O serviço melhorou, mas ainda está longe do nível do metrô --só uma das seis linhas está próxima dessa qualificação, que envolve regularidade, redução de intervalos/rapidez, qualidade das estações e dos trens.A Folha percorreu as seis linhas da CPTM na última semana. Encontrou trens atrasados em três linhas, estações carentes de estrutura e uma frota antiga, em média com 20 anos de operação --até sexta, circulavam em Itapevi trens de 1958. Mas houve avanços: nos vagões quase não há camelôs. Os intervalos entre os trens diminuíram, embora oscilem. Mesmo ainda velhas, as composições estão mais limpas e, nas principais estações, funcionários orientam passageiros. A violência, diz a CPTM, caiu.

Ônibus intermunicipal e Municipal

  • O transporte por ônibus intermunicipal liga Franco da Rocha aos municípios de Jundiaí, Francisco Morato e Mairiporã. Com relação aos ônibus municipais, propõe-se que o sistema apresente linhas circulares tronco percorrendo a MZRU – Macrozona de Reestruturação Urbana, a partir das quais linhas auxiliares, com ônibus menores, se dirijam aos bairros periféricos situados nas MZIA – Macrozonas de Interesse Ambiental e nas MZT – Macrozonas de Transição.

Remanejamento do Edifício da Estação de Franco da Rocha e reflexos positivos em seu entorno

  • A existência da CPTM é um importante fator de acessibilidade do Município de Franco da Rocha. Embora a mesma esteja passando por transformações importantes, inclusive com remanejamento do edifício da Estação Franco da Rocha, com reflexos positivos em seu entorno, há que se considerar que o sistema ainda está longe de ter a qualidade do trem metropolitano de São Paulo, registrando-se ainda interrupções no serviço e excesso de passageiros nos horários de pico, chegando a quase 8 usuários por metro quadrado

Rede Viária hierarquizada

  • É necessário que seja reestruturada a rede viária visando à adequação ao transporte coletivo e de cargas.

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