trabalho pronto socorro relatorio interno

trabalho pronto socorro relatorio interno

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo expor de uma maneira geral, como foi o aprendizado durante o estágio presencial no Pronto Socorro do Hospital Escola AISI/FMIT. Também explanar sobre Normas e Rotinas da Unidade de uma forma objetiva onde o foco é o aprendizado e absorção de conhecimento, indicando que objetivo do mesmo veio a ser cumprido.

O PRONTO SOCORRO ADULTO E PEDIÁTRICO

O Pronto Socorro do HE conta com toda a estrutura necessária para prestar assistência de média complexidade, com suporte básico de emergência especializada adulto e infantil. O principal objetivo deste Serviço é o atendimento especializado de urgência e emergência, no qual os pacientes graves têm prioridade no atendimento e dispõem da retaguarda de toda equipe do Hospital, para um atendimento rápido, preciso e seguro em qualquer tipo de intercorrência adulto e infantil

O Atendimento do Pronto Socorro do Hospital Escola obedece ao Protocolo de Manchester, este sistema utiliza um protocolo clínico que permite classificar a gravidade da situação de cada doente que recorre ao serviço de urgência. Este método permite uma rápida identificação dos doentes que recorrem ao serviço de urgência, permitindo atender, em primeiro lugar, os doentes mais graves e não, necessariamente, quem chega primeiro.

Dispõe de um clínico geral e um pediatra para atender a porta de entrada com escala de plantão à distância nos serviços de Cirurgia Geral, Anestesiologia, Ortopedia, Neurocirurgia e Clínica Médica.

- O laboratório de análises clínicas e o serviço de radiologia que possui Raio X, Tomografia, Ultra som funcionam 24h para os casos de urgência e emergência; - Oferece estágios curriculares e extracurriculares para os cursos de Medicina, Enfermagem, Nutrição e para os cursos técnicos da Escola Politécnica de Saúde – EPoS; - Atendimento a todos os acidentes de trabalho da cidade de Itajubá; - Atendimento a todos os hemofílicos quando necessitam de Fator VII.

O Atendimento do Pronto Socorro do Hospital Escola obedece ao Protocolo de Manchester, este sistema utiliza um protocolo clínico que permite classificar a gravidade da situação de cada doente que recorre ao serviço de urgência. Este método permite uma rápida identificação dos doentes que recorrem ao serviço de urgência, permitindo atender, em primeiro lugar, os doentes mais graves e não, necessariamente, quem chega primeiro.

PROTOCOLO MANCHESTER

Na sequência do protocolo estabelecido com o Grupo Português de Triagem, foi instituído em Junho de 2003 o Sistema de Triagem de Prioridades de Manchester no Serviço de Urgência.Porquê um Sistema de Prioridades

As urgências Hospitalares existem para o atendimento rápido das situações de risco para a saúde, pelo que é claro que quanto mais grave a situação clínica mais rapidamente devem ser atendidos.Triagem de Prioridades

O Sistema de Triagem de Manchester, teve origem, tal como o nome indica, na cidade de Manchester, em Inglaterra, está testado internacionalmente e em funcionamento em vários hospitais portugueses. Está acreditado pelo Ministério da Saúde, Ordem dos Médicos, Ordem dos Enfermeiros e é entendido como mais um passo, no sentido de melhor atender quem recorre a um Serviço de Urgência, no qual se exige rapidez, na proporção da gravidade,

Este sistema utiliza um protocolo clínico que permite classificar a gravidade da situação de cada doente que recorre ao Serviço de Urgência. Este método permite uma rápida identificação dos doentes que recorrem ao Serviço de Urgência, permitindo atender, em primeiro lugar, os doentes mais graves e não, necessariamente, quem chega primeiro. 

Se vier de um SAP, de outro Médico ou de Ambulância

Mesmo tendo sido enviado de um SAP, ou pelo Médico Assistente terá de ser avaliado na triagem de prioridades, e se a sua situação for considerada não urgente deverá aguardar o atendimento dos doentes mais graves.Como se faz a Triagem de Prioridades

Após efectuar a sua inscrição na Admissão de Doentes será encaminhado para o gabinete de triagem, onde será submetido a uma observação prévia, com identificação de um conjunto de sintomas ou de sinais que permitem atribuir uma cor que corresponde a um grau de prioridade clínica no atendimento e a um tempo de espera recomendado, até à primeira observação médica.O que significam as cores

Existem 5 cores, vermelho, laranja, amarelo, verde e azul, cada uma representando um grau de gravidade e um tempo de espera recomendado para o doente ser submetido a observação médica.

O que acontece de seguida

COR

SITUAÇÃO

Vermelho

EMERGENTE

Laranja

MUITO URGENTE

Amarelo

URGENTE

Verde

POUCO URGENTE

Azul

NÃO URGENTE

Decorrente do contacto inicial no gabinete de triagem, o doente é identificado com uma cor, representando um grau de gravidade e um tempo de espera recomendado para atendimento.

Aos doentes com patologias mais graves é atribuída a cor vermelha, que corresponde a um atendimento imediato.

Os casos muito urgentes recebem a cor laranja, com um tempo de espera recomendado de dez minutos.

Os casos urgentes, com a cor amarela, têm um tempo de espera recomendado de 60 minutos.

Os doentes que recebem a cor verde e azul são casos de menor gravidade (pouco ou não urgentes) que, como tal,   devem ser atendidos no espaço de duas e quatro horas, respectivamente, após atendimento dos doentes mais graves.

Para entender a utilidade da Triagem de Manchester, é  importante ter em consideração que a missão de um Serviço de Urgência é o atendimento das situações classificadas entre o vermelho e o amarelo (emergente a urgente), representativas de situações de risco para a saúde, pelo que, quanto mais grave é a situação clínica mais rápido deve ser o atendimento.

Assim, é fácil perceber que as situações clínicas mais graves devem ter prioridade no atendimento. A conjugação de esforços de todos os profissionais de saúde, é imprescindível para poder oferecer mais e melhores cuidados, corretamente dirigidos, a quem deles necessita.

PLANTA FISICA

Neste item tentaremos descrever como foi a observação In Loco. Logo na entrada do Pronto Socorro do He temos a Recepção que onde os Pacientes/Clientes fazem sua FA (Ficha de Atendimento) onde os dados são coletados, para em seguida serem transferidos ao serviço de Triagem. Após esse serviço inicial, ou o paciente é encaminhado para o interior do Pronto Socorro ou fica nas cadeiras reservadas para espera.

No interior do Pronto Socorro temos.:

CORREDOR PRINCIPAL.:

A sua esquerda

- Sala de Urgência

- Acesso ao RX e Consultório Pediátrico

- Consultório 2

- Consultório 3

- Sala de Medicação conjugada com sala de Hidratação e Oxigenação

- Consultório 4

- Consultório 5

- Tomografia

A sua Direita temos.:

- Consultório 1

- Acesso ao Banheiro para Funcionários

- Acesso a Copa

- Sala de Sutura

- Sala de Procedimento

- Expurgo

- Sala de Observação com leitos Adulto e Infantil

- Posto de Enfermagem.

CORREDOR PARALELO

- RX

- Tomografia

- Consultórios diversos

ESTÁGIO PROPRIAMENTE DITO

Durante o campo, a turma de alunos foi dividida em 3 equipes com 3 a 4 alunos por equipe, de modo que cada turma ficasse em uma determinada área do Pronto Socorro, onde assim divididos, todos teriam oportunidades para executar os mais diversos procedimentos que concernem aos técnicos de Enfermagem, anteriormente estudados paulatinamente em sala de aula nas aulas noturnas na EPOS.

3 foram os campos destinados ao estudo, sendo eles.:

A – Sala de Sutura e Procedimentos

B – Sala de Medicação, Oxigenação e Hidratação

C – Sala de Observação

Em um primeiro momento, a professora e supervisora, Enf. Jaqueline aprensentou-nos toda a Clinica, setor por setor, onde as normas e rotinas foram discutidas de modo que fosse possível fazer todo o trabalho de forma exemplar e objetiva, inclusive em seguida a Equipe do Pronto Socorro foi-nos apresentada também.

Importante frisar que para o bom funcionamento de qualquer setor em um Hospital, Normas e Rotinas devem ser seguidas, para o bom andamento dos trabalhos, não seria diferente no Pronto Socorro. Cada área tem sua norma e rotina a ser cumprida, todas elas ficam afixadas nos setores para que todos os funcionários possam ter acesso a todo momento, seja em caso de duvida ou até mesmo para afixação do mesmo na memória. Julgo desnecessário redigitar tudo que estava afixado, pois apenas transcrever o que já está escrito e lido não significa que aprendi algo, preferi por em prática o que foi lido, observado, porém, utilizando das ferramentas de que hoje se dispõe, permiti-me fotografar todas as normas e rotinas, para te-las a minha disposição a todo momento, o que achei muito proveitoso, pois hoje em dia com o uso de um simples aparelho de celular pode-se ter acesso a toda essa informação na tela do mesmo. Muito útil. Obvio e claro que com o passar do tempo, trabalhando-se em uma unidade assim, normas e rotinas serão absorvidas e executadas com precisão de um relógio conforme vai se tomando pratica e experiência. As fotografias das normas e rotinas estarão anexadas junto a esse trabalho, ao fim do mesmo. Vale lembrar que a sala de urgência não foi citada com maior vigor, pois ainda não temos autorização para estagiar em setor.

Agora vamos explanar sobre os trabalhos executados durante cada campo no Pronto socorro, conforme a seguir.:

A – SALA DE SUTURA E PROCEDIMENTOS

Após apresentado as normas, regulamentos e tudo mais que se fazia necessário, para o bom andamento do serviço, nos posicionamos na Sala de Sutura. Um dos pontos vitais para o pronto atendimento, quando um paciente precisa de um curativo rápido, uma sutura, ou mesmo a avaliação de uma ferida, e a sala de escolha. Bem equipada, em seu balcão temos Seringas de todos os tamanhos, medicação anestésica, agulhas, pacotes de curativos, pacote de sutura, pacote sondagem vesical, além é claro de ataduras, gases, PVPI tópico e degermante, álcool, soro sf0,9%. Também com duas macas e um foco de iluminação.

Com apoio da supervisora e dos funcionários da casa, aprendemos a preparar uma bandeja de sutura para o serviço médico, bem como servir o material necessário sem contaminar, observando as regras. Diversas suturas foram feitas nos 4 dias que por La ficamos, inclusive com diversas oportunidades para Troca de sonda vesical de demora, passagem de sonda de alivio para coleta de exames, passagem de sonda vesical de demora, execução de curativos, limpeza de cicatrizes para avaliação médica, calçar luvas estéreis, o que julguei muito importante, pois uma coisa que não se pode fazer em um hospital é desperdiçar material, o treinamento faz com que a perfeição seja alcançada, evitando assim o desperdício, e assim, como tivemos várias oportunidades para calçar luvas, também tivemos várias oportunidades para abrir pacotes sem contaminá-los, nenhum sequer foi perdido, o que causou no grupo ali destacado alegria e contentamento com o campo.

Eu poderia relatar aqui norma por norma, rotina por rotina, mas creio que outros alunos já o fizeram, tenho por preferência, relatar como de fato foi encarado por mim esse campo de estágio, por isso a forma como esse trabalho é preparado em sua maioria e descritivo.

Gostaria de Ressaltar mais uma vez o carinho dos funcionários do HE que nos auxiliaram bastante, apoiando-nos quando tínhamos duvida ou quando nossa supervisora por demais atarefada, afinal eram 10 alunos sob sua tutela, não podia estar por perto.

Ressalto ainda que nos momentos cruciais, onde a presença da supervisora fazia-se necessária, ela estava sempre presente, ponto positivo em nosso estágio.

B – SALA DE MEDICAÇÃO, OXIGENAÇÃO E HIDRATAÇÃO

Se existe algo que todo aluno que inicia um curso de enfermagem tem medo é de punção venosa, e a oportunidade para perder esse medo ou receio era justamente este campo, que com certeza foi aproveitado por todos. Apresentado o setor, nos dedicamos a preparar a medicação prescrita, observando sempre os 5 certos.

1 – Medicamento certo

2- Dose certa

3- Via certa

4- Horário certo

5- Paciente certo

A administração segura e precisa de medicamentos é uma das mais importantes responsabilidades do profissional de enfermagem. O profissional é responsável pela compreensão dos efeitos e de uma droga, pela administração correta, pela monitorização da resposta do paciente e pelo auxilio ao paciente na auto-administração correta.

A capacidade de administrar medicamentos é uma das habilidades mais importantes que o profissional de enfermagem leva ao leito do paciente, seja no pronto socorro ou em qualquer outra clinica.

A organização das rotinas de administração de medicamentos é importante e deve ser compreendida por todos os que participam do serviço.

Juntamente com a equipe destacada, aprendemos a por em pratica o que nos foi passado em sala de aula, diluindo drogas, quebrando ampolas, combinando medicamentos quando era solicitado. Aplicação via Intra Muscular, Intra Dérmica, Sub Cutânea e Endo Venosa foram feitas nos mais diversos pacientes com dificuldades que ia desde uma veia periférica palpável até uma veia “escondida” ou “corredeira”, onde a habilidade de sentir o pulsar, a escolha de uma veia “boa”, calibrosa, reta, enfim, fomos postos a prova. Ainda temos muito a melhorar e acredito que só a pratica leva a perfeição, porém friso que foi deveras aproveitador tal campo.

Não posso deixar de relatar ainda que todo frasco de soro e identificado, documentação preenchida com horários de aplicação, relatórios de gastos, eram preenchidos.

C – SALA DE OBSERVAÇÃO

A sala de observação foi uma ótima oportunidade para relembrar os ensinamentos e conhecimentos adquiridos durante a clinica médica. Como rotina, o paciente que se encontra em um estado um pouco mais grave, quando na eminência de internação, fica nesta sala onde caso não se recupere, ou é enviado para as clinicas médica ou cirúrgica de acordo com cada caso. Sinais vitais, sinais e sintomas, exame físico, anmenese, tudo pode ser feito nessa sala de acordo com a possibilidade do cliente. Alguns procedimentos feitos em campos anteriores puderam ser revistos como sondagem vesical de alivio que efetuei por 4 vezes, exame com eletro-cardiograma também executado por 5 vezes foram de suma importância na fixação do aprendizado. Preenchimento de documentos também são rotina, como a ficha de gastos, controle de diurese, controle de sinais vitais. Em uma das oportunidades uma sondagem vesical para irrigação com sonda folley de 3 vias foi feita, o que mais uma vez, me deixou satisfeito.

Durante a observação, também se tem acesso ao posto de enfermagem, onde podemos auxiliar os demais profissionais em diversas tarefas, desde um simples documento até verificação de exames no terminal. O contato multidisciplinar e um referencial no estudo.

Assim como em uma clinica medica, todos os moveis de praxe estão lá, bem como demais equipamentos de suporte como o carrinho de medicação e aparelho de eletrocardiograma.

CARRINHO DE MEDICAÇÃO

Parada cardiorrespiratória (PCR) é definida como a cessação das atividades respiratória e circulatória efetivas. A reanimação cardiorrespiratória (RCR) constitui um conjunto de intervenções que objetiva restabelecer a circulação efetiva e a oxigenação tissular.Os profissionais de saúde devem estar preparados para atender, de forma sistematizada e padronizada, uma situação de emergência. Devem impor o atendimento imediato, com objetivo de evitar anóxia cerebral e hipóxia, visto que o limite para que não cause uma lesão no cérebro é de três minutos sem oxigênio, causando a partir deste uma isquemia e danos imprevisíveis.Usado em Emergência o Carro de Parada é um armário que contém os equipamentos usados médicos e enfermeiros, quando acontece uma parada cardiopulmonar (PCR) onde vai exigir procedimentos de socorro imediatos. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a nomenclatura mais apropriada é Carrinho de Emergência.Para que isso ocorra, o treinamento da equipe é fundamental, e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata.Neste Carrinho de Emergência devem conter: material de proteção, monitor e desfibrilador, tábua de parada, equipamentos de fibra ótica, equipamentos de laringoscopia, tubos endotraqueais (TET) ou tubos orotraqueais (TOT), vias aéreas, equipamento de intubação, equipamento de aspiração, equipamento de anestesia tópica, equipamentos de ventilação transtraqueal e outros.Cabe ao enfermeiro de preferência um diarista a responsabilidade da conferência e reposição do Carrinho de Emergência, esta responsabilidade deve ser protocolada de modo que toda equipe tenha acesso a sua conferência.

1. CUIDADOS COM O CARRINHO DE EMERGÊNCIAAlguns cuidados a serem observados para a sua utilização:a) Estar sempre organizado de forma ordenada, e toda equipe deve estar familiarizada onde esta guardado cada material;b) Gavetas chaveadas são contra-indicadas, com exceção á guarda dos psicotrópicos;c) Os critérios para identificação podem ser: ordem alfabética, ordem numérica crescente, padronização por cores contrastantes;d) O excesso de materiais que dificultem a localização devem ser retirados;e) O local onde se encontra o carro de parada deve ser de fácil acesso, não conter obstáculos que dificultem sua remoção e deslocamento.f) Junto ao carrinho deve permanecer a tábua de reanimação;g) Deve ser revisado diariamente e após cada uso.1.1 Rotinas para Controle do Carrinho de Emergência(Gerais ANVISA)Para que não ocorra perda de tempo para a equipe e conseqüente dano ao paciente, os materiais e equipamentos devem estar preparados. Este preparo consiste em suprir constantemente os equipamentos e materiais indispensáveis em quantidades suficientes a qualquer momento e contando com uma rotina de reposição dos materiais e drogas utilizados, bem como testar os equipamentos a cada atendimento realizado, considerando que as emergências acontecem de forma imprevisível e muitas vezes, simultaneamente.Todo o material de consumo deverá estar discriminado e quantificado em uma lista, facilitando o trabalho da pessoa responsável pela revisão e evitando a colocação de material insuficiente ou excessivo, o que igualmente dificultaria o atendimento.A rotina de reposição e manutenção também deve listar os pontos importantes a serem checados no início de cada plantão e após cada atendimento, tais como: verificar o perfeito funcionamento do ventilador mecânico, do desfibrilador, do aspirador, do laringoscópio, do ambú e demais equipamentos. A equipe deve reconhecer a importância em se utilizar esses materiais de forma exclusiva e criteriosa, não permitindo afetar no trabalho realizado.2. MATERIAIS QUE DEVE CONTER O CARRINHO DE EMERGÊNCIAPara que tenhamos uma agilidade no atendimento á PCR, o carrinho deve conter, obrigatoriamente:• Máscara facial adequadamente inflada e do tamanho do rosto do paciente para que a respiração seja eficiente;• Ambú com intermediário para oxigênio conectado (a conexão para o tubo orotraqueal (TOT) deve ficar livre);• Fluxômetro com umidificador de oxigênio;• TOT (um de cada calibre) de preferência descartáveis, com cuff macio de grande volume e baixa pressão a fim de evitar posterior desconforto, edema, estenose e necrose traqueal. Cada TOT deve ter o seu adaptador com saída macho 15 mm adaptado. Os tamanhos recomendados para as mulheres são 7, 5-8 e para os homens, 8-8, 5;• Xylocaína gel;• Seringa de 10 ml para insuflar o cuff, de preferência descartável;• Gase, cadarço, luvas estéreis, pinça Manguil (para facilitar a colocação do tubo endotraqueal), esparadrapo, cânulas de Guedel;• Sondas de aspiração (calibre médio e grosso);• Válvula de aspiração com frasco coletor e intermediário adaptados;• Cabo de laringoscópio com duas pilhas novas (não guardá-las dentro do cabo);• Lâminas para o laringoscópio, de diferentes tamanhos e formatos (curva e reta), com lâmpada em bom estado;• Seringas, agulhas de aspiração, equipos de soro, abocath e scalp descartáveis, cortador descartável de soro, SF 0,9%, SG 5%;• Desfibrilador com cabo terra devidamente instalado, acompanhado de gazes e pasta de eletrodos.3. MEDICAMENTOSADRENALINAATROPINAAMINOFILINAANCORONBICARBONATO DE SÓDIOCEDILANIDEDILACORONFENERGANSOLUCORTEFGLICOSE 25 E 50%GLUCONATO DE CÁLCIOPROPANOLOLISORDILLASIXNITROPRUSSIATO DE SÓDIONORADRENALINADOPAMINADOBUTAMINASTREPTOQUINASESELOKENPROCAMIDEPROTAMINAXYLOCAÍNA

Vale ressaltar que existe uma norma no HE, porém citei a norma geral da ANVISA, que serve para todos os demais hospitais no Brasil, pois como referência para meu estudo, acredito ser importante saber e ter conhecimento do que é PROTOCOLAR em todos os centros de saúde em nosso território nacional.

CONCLUSÃO

Ao fim de 10 dias em campo de estágio no pronto socorro, posso concluir que foi muito produtivo. Aspectos inerentes a profissão de Técnico de Enfermagem, enquanto no Pronto Socorro foram tratados de forma clara e objetiva e para nós assim transmitido por nossa supervisora. Oportunidade para os mais diversos tipos de procedimentos tivemos e executamos. Normas e procedimentos também foram seguidos a risca visando o treinamento para no futuro ser um profissional qualificado. Não tenho duvidas de que foi uma ótima oportunidade, muito bem aproveitada, pois em nenhum outro campo, tantos procedimentos invasivos puderam ser feitos como no Pronto Socorro. Obvio e claro também de que o conhecimento é algo em constante evolução, muito mais há para se aprender, esse foi apenas um pequeno passo rumo a um novo horizonte

BIBLIOGRAFIA

- BRUNNER & SUDDARTH, Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgico. 9ª edição, Ed Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2002.

- GUYTON, ARTHUR C., Fisiologia Humana. 6ª edição, Ed Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1988.

- NANDA, North American Nursing Diagnosis Association. 1999-2000. Ed. Artes Médicas Sul Ltda. São Paulo. 1999

- http://www.einstein.br

- http://www.aisi.edu.br/he/

- http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home

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