Guia Nacional de Coleta e Preservação de Amostras

Guia Nacional de Coleta e Preservação de Amostras

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Setor de Toxicologia Humana e Saúde Ambiental

Elayse Maria Hachich Setor de Microbiologia e Parasitologia Francisco J. Ferreira Setor de Química Inorgânica Gilson Alves Quináglia Setor de Análises Toxicológicas Helena Mitiko Watanabe Setor de Comunidades Aquáticas João Carlos Carvalho Milanelli Agência Ambiental de Ubatuba José Eduardo Bevilacqua

Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental

Júlio César Swartelé Rodrigues

Setor de Avaliação de Sistema de Saneamento

Luis Altivo Carvalho Alvim

Setor de Hidrologia e Interpretação de Dados

Mara Elisa Pereira Salvador* Setor de Comunidades Aquáticas Márcia Janete Coelho Botelho * Setor de Comunidades Aquáticas Maria do Carmo Carvalho Setor de Comunidades Aquáticas Maria Inês Zanoli Sato Departamento de Análises Ambientais Marta Condé Lamparelli Divisão de Análises Hidrobiológica Mônica Luisa Kuhlmann Setor de Comunidades Aquáticas Neusa Akemi N. Beserra Setor de Química Orgânica Paulo Fernando Rodrigues Setor de Águas Subterrâneas e Solo Paulo Sérgio Gonçalves Rocha Setor de Amostragem Regis Nieto

Setor de Avaliação de Sistema de Saneamento

Ricardo Minçon Filho* Setor de Amostragem Rita Cerqueira Ribeiro de Souza* Setor de Comunidades Aquáticas Rogério Visquetti de Santana Setor de Amostragem Rosalina Pereira de A. Araújo Setor de Ecotoxicologia Aquática Valéria Aparecida Prósperi Setor de Ecotoxicologia Aquática Venicio Pedro Ribeiro Setor de Amostragem Vivian Baltazar Setor de Amostragem

Colaboradores Cesar Augusto Martins Roda* Setor de Amostragem Fernando de Caires Setor de Amostragem Geraldo G. J. Eysink* Setor de Comunidades Aquáticas

Guiomar Johnscher Fornasaro Setor de Comunidades Aquáticas

Marcelo Adriano de Oliveira Setor de Amostragem

Meron Petro Zajac

Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental

Nancy de Castro Stoppe* Setor de Microbiologia e Parasitologia

Osvaldo Atanagildo da Silva Setor de Amostragem

Renato Pizzi Rossetti Setor de Hidrologia e Interpretação de Dados

*ex-funcionários da CETESB e suas áreas de origem

Colaboração Técnica Adriana de Araujo Maximiano Ana Paula Montenegro Generino Doralice Meloni Assirati Maria Cristina de Sá Oliveira Matos Brito Paulo Augusto Cunha Libânio

- ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) pelo apoio à implementação do PNQA, por meio da Cooperação Técnica ATN/OC 9 ^^^3* "

- aos órgãos de meio ambiente e de recursos hídricos e às companhias de saneamento estaduais e do Distrito Federal que se dedicaram a revisar esta obra e a contribuir com sugestões para seu aperfeiçoamento durante a consulta técnica dirigida realizada pela ANA, em especial a:

Aos órgãos federais envolvidos, direta ou indiretamente, com ações relacionadas à qualidade das águas que contribuíram para o aperfeiçoamento dessa obra:

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo registra um especial agradecimento:

Figura 1. Planejamento para a seleção de locais e posições de monitoramento 32 Figura 2. Etapas principais para o planejamento de programas de amostragem 34

Figura 6. Dimensões do tecido de gaze para a confecção da mecha para coleta de amostras para análise de patógenos 64

Figura 17. Armadilha de Schindler-Patalas 8

Figura. 32. Detalhe do delimitador para estimativa da porcentagem de cobertura 98?

Figura 76. Seleção de ramos e folhas - Material coletado na bandeja 9\[

Figura 85. Torneiras localizadas no laboratório da ETA para controle das etapas 797

Figura 103. Bocais e orifícios para medição de vazão 273 Figura 104. Tubo de Pitot 274

Figura 105. Medidor Magnético 275

Figura 106. Rotâmetro 276

Figura 108. Aplicação do Método das Coordenadas Geométricas do Jato a canalizações inclinadas 278

Tabela 1. Comparação entre recipientes de vidro (borossilicato) e polietileno, polipropileno ou outro polímero inerte. 56

Tabela A3. Armazenamento e preservação de amostras para ensaios de cianobactérias e cianotoxina 300

O PNQA é um Programa de parcerias, que envolve, além da ANA, outras instituições relacionadas ao monitoramento de qualidade das águas, especialmente os órgãos estaduais de recursos hídricos e de meio ambiente, as companhias de saneamento e as concessionárias de empreendimentos hidrelétricos.

Nos seus 50 anos de atividade, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) acumulou experiência valiosa em diversas áreas de atuação, tanto no Brasil como nos demais países da Região.

O BID se orgulha em participar de uma iniciativa tão relevante para o País no tema de recursos hídricos.

Fernando Carrillo-Flórez Representante do BID no Brasil

Nesse processo a CETESB encontrou a parceria da Agência Nacional

1 INTRODUÇÃO 31 2 PLANEJAMENTO DE AMOSTRAGEM 35

3 ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS DE CAMPO 49 3.1 Planejamento das Atividades 49

3.5.3 Solução Transeau 74

9.8 Transparência248

31INTRODUÇÃO

1 INTRODUÇÃO

Na escolha do local adequado para o programa de amostragem é im- $ @ - me o local (espacial) e o decorrer do tempo (temporal). Para garantir a homogeneidade e representatividade do local de amostragem proposto, as ações a serem tomadas devem ser cuidadosamente planejadas, como detalhado na Figura 1.

32GUIA NACIONAL DE COLETA E PRESERVAÇÃO DE AMOSTRAS

Figura 1. Planejamento para a seleção de locais e posições de monitoramento

33INTRODUÇÃO

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