UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA

CENTRO DE ESTUDOS SUPERIORES DE CAXIAS – CESC

DEPARTAMNETO DE MATEMÁTICA E FÍSICA – DFM

DISCPLINA: DIÁTICA

PROFESSOR: LUÍS GONZAGA

ACADÊMICO: RICARDO GERMANO DA SILVA FERREIRA, 1053115

Resenha Crítica

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. 

O autor prefere tomar como ponto de partida o conceito da didática como um conjunto de ferramentas pedagógicas que tem a finalidade de guiar o ser humano dentro da sociedade, fazendo com o que o homem perceba a gravidade da importância do ato de ensinar, instruir e educar fazendo assim nascer cidadãos prontos para um melhor convívio no meio social.

Desde já sabendo que um dos maiores responsáveis pelo processo educativo é o professor, pois é ele que vai ajudar na formação dos aspectos padrões da sociedade que buscamos e queremos; deu – se a maior ênfase em relação aos tipos de educação sendo que são muitos, por exemplo, a educação não intencional (refere – se à influências do meio social e do meio sobre os indivíduos), a educação intencional (refere – se à aquela que tem seus objetivos, particularidades e intenções já definidas), pode ser também formal (aquela que ocorre sob um sistema educativo, por exemplo escola, igrejas) ou não – formal (fora dos sistemas educacionais convencionais, como à escola por exemplo).

É sob essas premissas que o autor aborda um dos mais importantes temas do livro, a educação, a instrução e o ensino. Onde a educaçãopossui um amplo conceito, mas se relaciona diretamente como a modalidade de influências e inter – relações que caminha pra uma formação em especial, a formação da personalidade social e claro também do caráter sendo assim uma instituição social. A instrução se relaciona com a capacidade de formação e desenvolvimento das capacidades cognitivas sob o domínio de certos conhecimentos adquiridos, porém o ensinopor sua vez éconceituado como as ações, os meios, as condições para que faça – se acontecer a instrução, ou seja, o ensino nada mais é de certa forma a ferramenta que produz a instrução.

Com esses conceitos formados temos agora que por a educação escolar em evidência, pois já sabemos que a educação escolar é um sistema de instrução e ensino de objetivos intencionais, sistematizados e com auto grau de organização onde o autor coloca que as práticas educativas são as reais práticas que determinam as ações da escola e o seu comprimento social para com a transformação da sociedade. A pedagogia entra como ferramenta de investigação, ou seja, investiga essas práticas e as suas finalidades fazendo com que se tenha uma visão una sobre o assunto, seria que a didática é o principal ramo da pedagogia, e tem como objetivo pesquisar as diversas maneiras e condições de realizar o ensino e a instrução podendo melhorar – las no que for preciso para que se forme profissionais altamente competentes em relação a educação.

É envolvendo profissionais, professores, educação, ensino e instrução que iremos agora bater em uma tecla muito importante, a democratização do ensino. Sabemos nós que a escolarização é o processo principal que oferece ao povo sua maior e real possibilidade de ser livre, e também de mobilização, desta mesma forma oferece ainda o fato de que se possa adentrar nas lutas democráticas em busca da qualidade de todos. O autor afirma esse pensamento quando defende que a democracia é o conjunto das conquistas de condições sociais, políticas, ou seja, para acontecer transformações na escola é necessário acontecer transformações na sociedade. Então a democratização do ensino é um patamar que ainda não atingimos devido as grandes dificuldades, por exemplo, o principal deles é á má organização do sistema escolar, isso se dar porque os planejamento é feito a partir de uma criança imaginada e não de uma criança com realidade social inserida em um contexto real.

Como havia citado, a pedagogia é o ser investigador de finalidades da educação como processo social, a didática é o que assegura o fazer pedagógico na escola em rodas as suas dimensões (política, social e técnica), logo podemos então sintetizar o conceito da didática como mediadora escola entre os objetivos e conteúdos. Sem dúvida a didática tem como objetivo o focar no processo de ensino, então conforme o autor expressa, o processo de ensino é uma sequência de atividades do professor e dos alunos tendo em vista a assimilação de habilidades e conhecimentos, não deixando de apontar e sabendo que a importância do trabalho docente é ainda mais relacionada com a mediação cognoscitiva entre os alunos e os materiais de ensino o autor coloca duas pontes muito ligadas –– o ensinar e o aprender –– são duas faces do mesmo processo são concretizadas em torno das matérias de ensino sob a direção e orientação do professor. Só que a situação da didática em sala de aula está sujeita também a determinantes fatores, o fator econômico – social e sócio – cultural, por exemplo, assim a ação didática pode e vai ser afetada de acordo com cada fator descoberto.

Falando um pouco mais de didática, sabemos que nos últimos anos vem sendo realizado muitos estudos sobre a história –– também a evolução –– e as lutas da didática no Brasil, temos que levar em conta também as tendências pedagógicas, a tendência liberal e a tendência progressivista pois são elas que veem a didática com olhos mais nítidos, entretanto as essas duas tendências divergem – se entre si. A tendência liberal ver a didática como apenas uma disciplina normativa, com regras, e padrões está centrada apenas na atividade de ensinar no professor usando a palavra como único instrumento pedagógico; a tendência progressivista ver a didática como direção da aprendizagem, ou seja, o aluno é sujeito deste processo e o professor deve oferecer condições para estimular o interesse dos alunos aos que seguem esta tendência dizem que o professor não ensina antes ele ajuda o aluno a aprender.

O autor fala que a maneira de preparar e fazer os docentes vai determinar a linha de qualidade do ensino; o autor nos mostra os três principais pontos a serem atingidos como objetivo da atuação do professor, são eles:

  • Assegurar ao aluno o domínio duradouro dos conhecimentos.

  • Criar condições e habilidades para o desenvolvimento de capacidades visando a autonomia na aprendizagem e independência de pensamento nos alunos.

  • Orientar tarefas do ensino para a formação da personalidade.

Os três itens citados acima se completam pois seguindo a linha de pensamento de Libâneo a aprendizagem é um processo, e sendo um processo o professor em seu ato profissional é de seu dever exercitar o pensamento para descobrir constantes relações sociais que envolvem sua disciplina e sua relação com a sociedade globalizada “desconfiando” sempre do normal e direcionando o seu olhar para além do livro didático ou mesmo das ações pré – estabelecidas. No ensino tradicional o professor só passa a matéria e o aluno recebe e reproduz mecanicamente o que absorveu, logo por que se é dado um importância maior a matéria do livro e não ao caráter da matéria então desta forma temos que o ensino é transmitido com dificuldades para detectar o ritmo de cada aluno no aprender pois o trabalho docente está apenas na sala de aula. É isso que o autor prova quando diz que no processo de ensino o objetivo é apenas alcançar resultados tendo como ponto inicial o nível de conhecimento dos alunos e algumas habilidades.

Indo um pouco mais a fundo ainda sobre o tema ensino e aprendizagem, o autor nos mostra a importância de garantir a unidade didática entre o ensino e a aprendizagem claro que de forma analisando – os separadamente como dois processos distintos. A aprendizagem pode ocorrer de duas formas, casual (quando for espontânea) e organizada (quando for aprender um conhecimento específico), então a educação escolar é definida como o processo de assimilação de determinados conhecimentos e modos de ação física e mental, sendo assim podemos aprender conhecimentos sistematizados, hábitos e valores, com isso podemos afirmar que são existentes dois níveis de aprendizagem são o reflexo e o cognitivo esses fatores são o de maior interligação para nos momentos da assimilação ativa implicando nas atividades práticas mentais. O ensino é colocado pelo autor como meio fundamental do processo intelectual dos alunos, trocando por miúdos o ensino nada mais é do que a combinação entre a condução do processo de ensino pelo professor e a assimilação ativa do aluno.

A estrutura e os componentes explica o processo didático como ação recíproca entre três componentes: os conteúdos, o ensino e a aprendizagem. O processo de ensino realizado no trabalho docente é um tipo de sistema articulado (formado por objetivos, conteúdos, métodos e condições) sendo como sempre o professor único responsável pela condução do mesmo. O autor deixa claro que há uma contradição muito grande quando se envolve o tempo de condução do estudo e a auto – atividade do aluno neste momento entra no jogo a didática contribuindo justamente para tentar resolver esta contradição entre o ensino e a aprendizagem, em outras palavras esta contradição acontece o saber sistematizado e o nível de conhecimento esperado; Libâneo mostrou três condições para que a contradição mostrada se faça acontecer, são elas:

  • Dar ao aluno consciência das dificuldades que aparecerem no confronto com um conhecimento novo que não conhecem.

  • O volume de várias atividades, conhecimentos exercícios devem considerar o preparo prévio do aluno.

  • Estas condições devem constar do planejamento

O autor indaga sobre o entendimento errôneo de que o trabalho docente na escola é de “dar” a matéria de acordo com o livro didático logo por que a estrutura da aula deve ser um trabalho ativo e em conjunto entre professor e aluno fazendo com que as aulas passem de mecânicas para dinâmicas, poderia ser usado como linha de pensamento, por exemplo, organizar os conteúdos para transmissão, oferecendo ao aluno relação subjetiva com os mesmo, ajudar os alunos nas suas possibilidades de aprender e também dirigir e controlar atividades do professor para os objetivos da aprendizagem, afinal o processo de ensino deve estabelecer apenas as exigências e expectativas que os alunos possam cumprir para poder realmente envolve – los neste processo mobilizando as suas energias.

Exaltando agora o processo de ensino e o estudo ativo, é necessário se ter presente conteúdos que representam e tratam do elemento que se realiza a atividade de estudo. O estudo ativo é um resultado do aluno e do professor frente a tal conteúdo, e já que as atividades deste estudo ativo se baseiam nas capacidades do aluno de observação e compreensão de fatos ligados a matéria tratada, da atenção na explicação do professor; favorecendo assim o desenvolvimento de suas capacidades cogniscitivas. O autor faz uma colocação importantíssima quando cita que não existe ensino ativo sem o trabalho docente. No fato de preparar o aluno para o desenvolver intelectual, o professor deve se satisfazer se o aluno compreende a matéria e tem possibilidade de pensar de certa forma independente e criativamente, entretanto se tem muitas dificuldades no trabalho docente quando se diz respeito à estimular os alunos até porque o professor usa sempre o mesmo método convencional de sempre, mas essas dificuldades podem ser superadas se o professor tem um domínio melhor e maior do conteúdo, adotar mais alguns livros de suporte ficar atualizado com as notícias do mundo e da tecnologia, conhecer e dominar com sutileza as características de seus alunos e também se basear em métodos didáticos e metodológicos. O estudar e o aprender no geral é influenciado sob vários fatores, o autor citou os três principais:

  • O incentivo ao estudo.

  • As condições de aprendizagem.

  • A influência do professor e do ambiente escolar.

A prática educacional baseia – se nos objetivos por meio de uma ação intencional e sistemática para oferecer a aprendizagem, sendo assim os objetivos são fundamentais para determinarem os propósitos definidos e explícitos quanto às qualidades humanas que precisam ser adquiridas. Os objetivos possuem três fundamentais referências para a sua formulação, os valores e idéias na legislação educacional é a primeira referência, a segunda é os conteúdos básicos das ciências, produzidos na história da humanidade, e o terceiro e último corresponde às necessidades e expectativas da maioria da sociedade. Segundo Libâneo os objetivos são o marco inicial do processo pedagógico e social, e a partir de três níveis de abrangência é provado por que isso acontece; o primeiro nível o sistema escolar é que determina as finalidades educativas, no segundo nível é a vez da escola determinar e estabelecer os princípios do trabalho escolar e por fim no terceiro nível o professor concretiza os outros dois níveis em práticas na sala de aula.

Muitos dos professores têm a idéia de que o conteúdo é o conhecimento ligado à cada matéria ou então que é a matéria do livro didático, o autor condena esse pensamento e diz que na verdade existe três ferramentas para o ensino: matéria, professor e aluno. O estudo dos conteúdos é de fato uma ação recíproca entre matéria, o ensino e o estudos dos alunos, por isso é de tal importância que os conteúdos tenham em si momentos de “vivência real” para se dar vida e significado aos mesmos. Então os conteúdos nada mais são do que o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos modos valorativos e atitudes, organizados pedagogicamente e didaticamente encontrando assim a assimilação ativa e aplicação prática na vida cotidiana dos alunos. Porém para se escolher esses conteúdo é respeitado três critérios de exigência: a participação na prática social, participação na vida e cotidiano dos alunos, da família e meio cultural fornecendo então fatos a serem ligados diretamente ao estudo e aprofundamento da matéria, e por fim a terceira e não menos importante está referente à própria condição de aprendizagem e de rendimento escolar dos alunos. Libâneo defende que a tarefa de elaboração e seleção de conteúdos é bem difícil para o professor, só que ele disponibiliza de cinco itens didaticamente ordenados que ajudam o professor nessa tarefa não muito fácil, citamos então:

  1. Correspondência entre os objetivos gerais e os conteúdos.

  2. Caráter científico.

  3. Caráter sistemático.

  4. Relevância social.

  5. Acessibilidade e solidez.

Os métodos são determinados pela relação entre objetivo – conteúdo; Um conceito simples de método é fazer o caminho para atingir um objetivo, têm – se que as características dos métodos de ensino estão direcionadas para os objetivos, ou seja, irão implicar numa sucessão planejada de ações e vão requerer a utilização dos meios, tendo em mãos esse conceito não se pode de forma alguma pensar em método como apenas um conjunto de procedimentos pois essa é uma minúscula parte do método como um todo, o método em geral é na verdade à sequência de atividades do professor para com aluno. Bom para um entendimento em todas as dimensões possíveis vamos proceder da seguinte forma, os métodos não tem vida se não vierem acompanhado dos objetivos e conteúdos logo, a assimilação de conteúdos está diretamente conectada aos métodos de ensino e a aprendizagem, sendo a maior característica desse imenso processo é a interdependência onde o conteúdo determina o método que pode ser a base informativa dos objetivos ou pode ser conteúdo quando for objeto de assimilação.

Os processos básicos de ensino são os aspectos gerais do processo de ensino seguidos de princípios que fundamentam teoricamente a orientação do trabalho docente, estes princípios também orientam o professor rumo aos objetivos gerais e específicos, são eles:

  1. Ter caráter científico.

  2. Ser compreensível.

  3. Assegurar a relação conhecimento – prática.

  4. Assentar – lhe na unidade ensino – aprendizagem.

  5. Garantir a solidez de conhecimento.

  6. Levantar vínculos para o trabalho coletivo.

Tendo em mãos o conceito de processos de ensino podemos então fazer uma ligação direta entre o processo de ensino e o processo de aprendizagem, sob este ponto de vista do a engrenagem central do processo é a relação cognoscitiva entre o aluno professor. Podendo diferenciar – se estes métodos em interno e externo, por meio de uma lista o autor selecionou todos os métodos mais conhecidos de atividade em sala de aula por parte do professor, são os seguintes:

  • Método de exposição pelo professor (aluno assume a função passiva perante a matéria exposta pelo professor)

  • Método de trabalho independente (tarefas dirigidas e orientadas pelo professor para os alunos resolverem de maneira independente e criativa)

  • Método de elaboração de grupo (distribuir tarefas iguais ou não a grupos e estudantes)

  • Atividades especiais (complementam os métodos de ensino)

Os meios de ensino são todos os meios, recursos e materiais utilizados pelo professor ou pelos alunos para a organização e condução do ensino e da aprendizagem, um exemplo disso estão os equipamentos em sala de aula desde quadro acrílico até o computador, o mais importante é que o professor saiba manusear estes equipamentos com eficácia para que se torne possível usa – los em sala de aula.

Já que a aula é a forma predominante de organização do processo de ensino, a aula também como parte do processo de aprendizagem também possui suas exigências a serem respeitadas, e são essas que o autor destaca quando cita:

  1. Ampliação do nível cultural e científico de conhecimento do alunos.

  2. Seleção, organização das atividades para prover um ensino criativo e independente.

  3. Empenho na formação dos métodos e hábitos de estudo.

  4. Formação de hábitos, atitudes e convicções ligadas à vida dos alunos.

  5. Valorização da sala de aula como meio educativo.

  6. Formação do espírito de coletividade, solidariedade e ajuda mútua sem esquecer o individual.

Seguindo fielmente essas características, a estruturação da sala deve ser indicada por etapas planejadas e organizadas favorecendo o foco do ensino e da aprendizagem, seria interessante ressaltar que o processo de planejamento da aula seje criativo e ao mesmo tempo flexível por parte do professor. Sendo assim Libâneo parte das seguintes etapas descritas dessa forma:

  1. Preparação e introdução da matéria (visa criar condições de estudo motivacionais e de atenção)

  2. Tratamento didático da matéria nova (se os passos do ensino não são mais que funções didáticas)

  3. Consolidação e aprimoramento dos conhecimentos e habilidades (pode ser produtiva, de generalização, e criativa)

  4. A aplicação (estabelece vínculos entre os conhecimentos e a vida)

  5. Controle e avaliação dos resultados escolares (esta função percorre todas as etapas do ensino, cumprindo três funções: a pedagógica, diagnóstica e de controle).

O autor ainda complementa na idéia de ensino que as tarefas docentes visam a organização e assimilação ativa, isso que dizer que as aulas podem ser preparadas em correspondência com os passos do processo de ensino; conforme cada aula é escolhido o método de ensino. A tarefa de casa é um importante complemento das atividades didáticas de sala de aula, Libâneo essa tarefa como sendo uma cumpridora da função social, integrando assim à famílias e os pais as atividades escolares, porém apesar de fazer tudo isso essa atividade não deve ser apenas exercícios deve também preparar ou aprofundar o aluno na matéria.

A avaliação escolar é em última análise uma reflexão do nível qualitativo do trabalho escolar do professor e do aluno, é muito complexa por não abordar apenas testes e provas para o determinar da nota, só qu8e lamentavelmente a avaliação da escola vem sido resumida no “dar” ponto e “tirar” ponto servindo apenas como uma espécie de controle dando a ele um substancial qualitativo. Fazendo isso os professores não conseguem efetivamente usar os procedimentos de avaliação pois quando as avaliações se resumem a provas o aluno pode ser desqualificado ou reprovado por questão de décimos então existe uma exclusão de professores do seu papel de docente que na verdade tem papel de fornecer através de meios pedagógicos – didáticos para os alunos aprenderem sem intimidação. O autor disponibilizou e sintetizou algumas das principais características da avaliação escolar, são estas:

  1. Reflete a unidade objetivos – conteúdos – métodos.

  2. Possibilita a revisão do plano de ensino.

  3. Ajuda a desenvolver capacidades e habilidades.

  4. Volta – se para atividade dos alunos.

  5. Ser objetivo

  6. Ajuda na auto percepção do professor.

  7. Reflete valores e expectativas do professor em relação aos alunos.

Com certeza as avaliações é com certeza a de determinar em que nível de qualidade está sendo atendido os objetivos, para alcançar esses devidos fins é preciso é necessário os instrumentos e os procedimentos, alguns desses procedimentos e instrumentos são muito conhecidos mas o autor revisa e enfatiza esses:

  • Prova escrita e dissertativa.

  • Prova escrita de questões objetivas.

  • Questões de certo – errado.

  • Questões de lacunas (para serem completadas).

  • Questões de correspondência.

  • Questões de múltipla escolha.

  • Questões do tipo “teste respostas curtas” ou de evocação simples.

  • Questões de interpretações de texto.

  • Questões de ordenação.

  • Questões de identificação.

O processo de avaliação é observado e avaliado com a atribuição das notas, pois essas avaliações tem uma outra função a de controle, expressando seu o resultado em notas e conceitos; o autor defende e valoriza cada tipo e modo de avaliação ou instrumento sendo que não se pode por apenas a prova como fonte de nota ou como grande nota absoluta; o planejamento, o ensino e a avaliação são atividades que devem supor conhecimentos do processo de ensino aprendizagem.

O planejamento escolar propõe uma tarefa ao professor a de previsão e de revisão do processo de ensino sendo um todo, todavia são existentes três modalidades que tornam possível essa previsão, o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aulas. O plano da escola é um plano pedagógico e administrativo é o guia de orientação e localização para o planejamento e trabalho docente, as principais premissas para se iniciar o plano escolar são o posicionamento da educação escolar na sociedade, as bases teórico – metodológicas da organização didática e administrativa, as características econômicas, sociais, políticas e culturais no contexto em que a escola está inserida, características sócio – culturais dos alunos, diretrizes gerais sobre o sistema de matérias, critérios de seleção de objetivos e conteúdos; diretrizes metodológicas, sistemáticas de avaliação e por fim as diretrizes da organização e administração.

O plano de ensino é um roteiro bem detalhado das unidades didáticas, podemos até chama – lo de plano de curso ou até mesmo de unidades didáticas. O plano de ensino é formado pelas seguintes componentes: justificativas das disciplinas, a delimitação dos conteúdos, objetivos gerais, desenvolvimento metodológico, os conteúdos, tempo provável, e o desenvolvimento metodológico. O plano de aula já é como um detalhamento do plano de ensino, ou seja, uma especificação do mesmo. Em primeiro lugar deve ser considerado que a aula é um período de tempo variável sendo assim as unidades didáticas devem ser distribuídas sabendo que as vezes é necessário bem mais que uma aula para finalizar tal unidade, por isso que na preparação do plano de aula o professor deve reler os objetivos gerais das matérias e a sequência dos conteúdos; desdobrar as unidades a serem desenvolvidas, e desenvolver a metodologia por assunto depois de ter dividido os objetivos específicos por tópico e por fim avaliar sempre a sua própria aula. Relacionado trabalho docente, planos, métodos, materiais e didática temos ainda um processo de relação de suma importantância para que se tenha um bom trabalho docente, a relação professor – aluno. Libâneo diz que para se ter uma relação professor – aluno é necessário que o professor use da observação, da forma de se comunicar, dinâmicas envolvendo o aluno de uma forma afetiva dando – lhe uma motivação a mais para a interação e participação nas aulas. Fazendo assim com que esses vínculos entre os mesmo seja adquirido com o uso da severidade e do respeito duas características que se combinam fazendo com que esse processo pedagógico seje almejado com sucesso.

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