Tcc ed ambiental formatado e corrigido

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JULIANA KAREN LIMA SEIXEIRO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O MODO DE COMO TRABALHAR A RECICLAGEM COM ALUNOS A PARTIR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Artigo apresentado a UNICID como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Educação Ambiental.

Orientadora: Profa. Siderly do Carmo Dahle de Almeida

SÃO PAULO

2011

RESUMO

A pesquisa apresenta algumas orientações teóricas referentes à educação infantil e a educação ambiental, visando proporcionar metodologias de exploração aos problemas ambientais orientados por princípios, valores e habilidades necessárias aos educandos para resolverem problemas. Além dessa discussão, pretendem-se aqui abordar as questões ambientais da atualidade e as chamadas oito metas do milênio para a qualidade de vida. A partir da educação infantil, os alunos conhecendo a importância do tratamento do lixo, suas classificações, causas e consequências e por fim a reciclagem como exemplo de cidadania, poderá contribuir para conscientização e melhorias quanto à decomposição e reciclagem do lixo, bem como a conservação do meio ambiente. Objetiva-se explicar e procurar fazer com que os alunos compreendam que a poluição atualmente pode ser considerada como um dos maiores males da sociedade, pois o que se vê são animais indefesos, o clima e recursos naturais serem destruídos em virtude de interesses particulares, geralmente econômicos. Conscientizar aos alunos da educação infantil de que seja necessário que se faça uma prevenção, conscientização e efetivação das leis, uma vez que, a natureza trata-se de um patrimônio de todos devendo ser respeitado acima de qualquer interesse econômico. A metodologia utilizada fundamentou-se em um levantamento bibliográfico que partiu de artigos, livros, revistas e pesquisa na internet, para a construção da base teórica que subsidiaria o desenvolvimento do trabalho, acredita-se ser essa a maneira que mais pode tornar objetivo o nosso trabalho segundo fundamentações e citações dos autores pesquisados.

Palavras Chaves: Reciclagem, Preservação do Meio Ambiente, Educação Infantil.

1 INTRODUÇÃO

O tema foi desenvolvido por ser uma das grandes prioridades e preocupações dos governos de todo o mundo e, gera interesse entre todos nos educandos. No Brasil desde a década de 70, a preservação ambiental ganhou destaque com a rearticulação dos movimentos sociais. A pesquisa aqui apresentada envolverá questões diversas, como a preservação da natureza, manutenção dos recursos naturais e melhoria da qualidade de vida nas cidades, fala de alguns problemas e procura soluções para questões simples como o que fazer para reduzir o lixo que vem se acumulando no planeta e degradando o meio ambiente.

Pretende-se conscientizar as pessoas sobre a grande importância da colaboração, pois, a comunidade não é bem informada e necessita abrir os olhos, pois a questão da preservação ambiental deve estar embutida na educação que, por sua vez, deve estar além das paredes da escola. Professores e alunos devem levar as temáticas ambientais para o conhecimento da comunidade e procurar interferir na solução de problemas ecológicos locais. Uma coisa é ler sobre o meu meio ambiente e ficar informado sobre ele; outra é observar diretamente o meu meio ambiente, entrar em contato direto com os diferentes grupos sociais que o compõem, observar como as relações sociais permeiam o meio ambiente e o exploram, coletar junto às pessoas informações sobre as relações que mantêm com o meio ambiente em que vivem, enfim, aprender como a sociedade lida com ele. Agir assim é experimentar comportamentos sociais em relação ao meio que permitem constatar suas características e as reações dele à nossa atuação (PENTEADO, 2007, p. 53). O lixo que se joga fora leva anos para se decompor e acaba poluindo o meio ambiente destruindo a natureza e junto com ela todos os seres vivos

De acordo com Kraemer (2005) as sociedades desenvolvidas precisam da indústria para produzir energia e bens que mantenham seu estilo de vida, dessa forma as atividades industriais abrangem processamento de alimentos, mineração, produção petroquímica e de plástico, metais e produtos químicos, papel e celulose, e a manufatura de bens de consumo, como a televisão. Por sua vez, a indústria necessita de matéria-prima, como o ferro, a água e a madeira, para a produção desses bens. Esses processos de manufatura produzem lixo, que pode ser inofensivo ou tóxico.

O problema é quando ele não é tratado, sendo jogado em rios ou queimado, o que polui o meio ambiente. Em consequência, quanto mais se enterram os resíduos, mais os ciclos naturais são ameaçados, e o ambiente se torna poluído. Desde os anos 50, os resíduos químicos e tóxicos têm causado desastres cada vez mais frequentes e sérios. Neste contexto, nossa pesquisa teve o propósito de mostrar o índice do impacto ambiental. Pretende-se mostrar que a questão da preservação deve estar embutida na educação ambiental que, por sua vez, tem de estar além das paredes da escola (KRAEMER, 2005).

A pesquisa iniciar-se-á mostrando o lixo como espelho fiel da sociedade. A partir daí fez-se um roteiro de conhecimento sobre a conservação do meio ambiente na educação infantil, como trabalho de conscientização. O homem começou a destruir o ambiente e, continua, dessa forma, através da apresentação de alguns métodos de eliminação do lixo centrando na reciclagem e seus benefícios, procurou-se fazer um trabalho conscientizador. Fundamentados pela lei de diretrizes e bases, tratou-se ainda da questão meio ambiente e qualidade de vida, apontando a escola como provedora de saúde e bem estar. Comentou sobre a poluição do ar, e ensinou-se a como preservar o meio ambiente, além de fazer uma crítica a gestão ambiental do Mercosul.

Conclui-se por fim pretender desenvolver com os alunos da educação infantil uma consciência crítica e preocupada com o meio ambiente e com os problemas que lhe são associados fazendo com que tenham conhecimentos, habilidades, atitudes, motivações e compromissos para trabalhar individualmente e coletivamente na busca de soluções para os problemas existentes.

2 CONHECENDO SOBRE A CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

São inúmeras as discussões sobre as melhores formas de tratar e eliminar o lixo seja ele industrial, comercial, doméstico ou hospitalar, gerado pelo estilo de vida da sociedade contemporânea. Concorda-se, no entanto, que o lixo é o espelho fiel da sociedade moderna, sempre tão mais geradora de lixo quanto rica e consumista. Qualquer tentativa de reduzir a quantidade de lixo ou alterar sua composição pressupõe mudanças no comportamento social.1

De acordo com sua origem, há quatro tipos de lixo: residencial, comercial, público e de fontes especiais. Entre os últimos se incluem, por exemplo, o lixo industrial, o hospitalar e o radioativo, que exigem cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e disposição final. Juntos, os tipos domésticos e comerciais constituem o chamado lixo domiciliar que, com o lixo público resíduos da limpeza de ruas e praças, entulho de obras etc. Representam a maior parte dos resíduos sólidos produzidos nas cidades.2

Conforme Santos (2009) a adequada condução do serviço de limpeza urbana é importante não só do ponto de vista sanitário, mas também econômico-financeiro, social, estético e de bem-estar. Apesar disso, um estudo conveniado da Organização Pan-Americana de Saúde, de 1990, que estimou em mais de oitenta mil toneladas a quantidade de resíduos sólidos gerados diariamente nas cidades brasileiras, constatou que apenas a metade era coletada. A outra metade acabava nas ruas, terrenos baldios, encostas de morros e cursos d'água. Da parte coletada, 34% iam para os lixões, os famosos depósitos a céu aberto e 63% eram despejados pelos próprios serviços de coleta nas beiras de rios, áreas alagadas ou manguezais, prática cada vez mais questionada por suas implicações ecológicas. Somente três por cento da parte coletada recebiam destinação adequada ou pelo menos controlada.

O lixo coletado pode ser processado, isto é, passar por algum tipo de beneficiamento a fim de reduzir custos de transporte e inconvenientes sanitários e ambientais. As opções de tratamento do lixo urbano, que podem ocorrer de forma associada, são: compactação, que reduz o volume inicial dos resíduos em até um terço, trituração e incineração. Boa opção do ponto de vista sanitário, a incineração, porém, é condenada por acarretar poluição atmosférica.3 A disposição final do lixo conforme aponta, Santos (2009) pode ser feitos em aterros sanitários e controlados ou visar à compostagem (aproveitamento do material orgânico para a fabricação de adubo) e a reciclagem. Esses dois últimos processos associados constituem a mais importante forma de recuperação energética. A reciclagem exige uma seleção prévia do material, a fim de aproveitar os resíduos dos quais ainda se pode obter algum benefício, como é o caso do vidro, do papel e de alguns metais. A solução defendida por muitos especialistas, porém, envolve a redução do volume de lixo produzido. Isso exigiria tanto uma mudança nos padrões de produção e consumo, quanto à implantação de programas de coleta seletiva de lixo. Nesse caso, os diversos materiais recicláveis devem ser separados antes da coleta, com a colaboração da comunidade.

Os países industrializados são os que mais produzem lixo e também os que mais reciclam. O Japão reutiliza 50% de seu lixo sólido e promove, entre outros tipos de reciclagem, o reaproveitamento da água do chuveiro no vaso sanitário. Os Estados Unidos (EUA) recuperam 11% do lixo que produzem e a Europa Ocidental, 30%. A taxa de produção de lixo per capita dos norte-americanos, de 1,5 quilos por dia, é a mais alta do mundo. Equivale ao dobro da de outros países desenvolvidos. Nova York é a cidade que mais produz lixo, uma média diária de 13 mil toneladas. São Paulo produz 12 mil toneladas. Entre os líderes mundiais da reciclagem de latas de alumínio destacam-se Japão (70%), EUA (64%) e Brasil (61%), conforme dados de 1996 da Associação Brasileira de Alumínio.4

A partir da educação infantil devem-se preparar os alunos contribuindo para sua autoformação, ensinando-os a assumir a condição humana necessária, a viver e como se tornar cidadão, que é definido em uma democracia por sua solidariedade e responsabilidade em relação à sua pátria, enfocando o fato de pertencermos a terra. Assumir a identidade terrena é vital atualmente, pois o desenvolvimento e enraizamento desta consciência é que permitirá o fortalecimento, por múltiplos canais e em diversas regiões do globo, de um sentimento de religação intersolidariedade, imprescindível para civilizar as relações humanas e a cidadania ambiental. É preciso enfatizar que a visão do mundo hegemônico em nossa sociedade, com seus conceitos de natureza e de homem, não se afirmaram porque era melhor ou superior. Aceitar essa tese só teria sentido se fosse ignorado que muitas dessas questões já haviam, no passado, sido levantadas por uns e sufocadas, silenciadas e oprimidas, por outros.

Com os avanços científicos da humanidade, a capacidade de exploração e utilização do meio ambiente pelo homem cresceu. Em contrapartida, cresceu também a velocidade com que o homem consegue destruir e degradar o meio ambiente. Desde nossos ancestrais, dos primeiros primatas ao moderno homo sapiens, o homem viu-se a necessidade de interagir com o meio ambiente, de forma a retirar da natureza toda espécie de recursos necessários à sua sobrevivência, desde alimentos até energia.

No início dos tempos, nada mais era necessário ao homem do que conseguir alimentos para sua manutenção diária, em atividade que buscava tão somente sua subsistência, não sendo o homem capaz de provocar maiores danos à natureza. Com os avanços da ciência e tecnologia, as necessidades do homem transcenderam a mera busca de alimentos e artefatos de proteção, incluindo-se nas necessidades do homem a busca de recursos naturais que pudessem nutrir sua necessidade por um fator que marca radicalmente a capacidade destrutiva do homem, a energia. Sem dúvidas, os procedimentos adotados pelo homem para produzir energia estão entre os maiores destruidores e modificadores do meio ambiente. Imagine toda a mudança e destruição do meio ambiente necessária para a construção e ativação de uma usina hidrelétrica. Construção de barragens,mudanças de cursos de rios, desmatamento de florestas, instalação de geradores, turbinas, condutores de energia, etc. A criança, desde cedo, deve aprender cuidar da natureza. No seio familiar e na escola é que se deve iniciar a conscientização do cuidado com o meio ambiente natural. É fundamental esta educação ambiental, pois  responsabilizará o educado para o resto de sua vida.

De acordo com Munhoz (2004, p. 81), uma das formas de levar educação ambiental à comunidade é pela ação direta do professor na sala de aula e em atividades extracurriculares. Através de atividades como leitura, trabalhos escolares, pesquisas e debates, os alunos poderão entender os problemas que afetam a comunidade onde vivem; instados a refletir e criticar as ações de desrespeito à ecologia, a essa riqueza que é patrimônio do planeta, e, de todos os que nele se encontram. O autor completa ainda dizendo que os professores são a peça fundamental no processo de conscientização da sociedade dos problemas ambientais, pois buscarão desenvolver em seus alunos hábitos e atitudes sadias de conservação ambiental e respeito à natureza transformando-os em cidadãos conscientes e comprometidos com o futuro do país.

Apesar da importância fundamental do professor no processo de desenvolvimento da nação ainda não se dá o devido valor, por parte de nossas autoridades, ao professor e com isto a educação. O Estado ainda não se conscientizou que a educação é o veiculo do bem estar social, mas, sim, de forma oposta, se tem priorizado o interesse político de manter a massa sem uma formação cultural adequada. Qualquer ação de proteção ambiental deve passar pela educação ambiental. Não é apenas a alta tecnologia que devasta o planeta, a exploração de minas e principalmente garimpos na busca por minérios preciosos como carvão, metais e ouro, desertificaram diversas regiões do planeta. A própria exploração do solo de maneira errada pode transformar uma simples atividade agrícola em um ato capaz de destruir o meio ambiente, através do esgotamento dos recursos minerais necessários ao plantio pela falta de adubação, rodízio de culturas, ou até mesmo pelo mal uso de terras na pecuária, não esquecendo evidentemente do uso indiscriminado de queimadas por agricultores no desmatamento.

Após alguns séculos de destruição e devastação, onde a evolução tecnológica deu-se em velocidade elevada, o homem a partir dessas transformações mostra-se preocupado com o meio ambiente; elaborando normas que permitam sua utilização, porém evitando sua total degradação e destruição, fato este que na atualidade, ocasiona manchetes e discussões sobre o tema conservação do meio ambiente, sobretudo, em trabalhos de conscientização a partir da educação infantil. Apesar de muitas críticas à proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais, salientam que os conhecimentos pertinentes à questão ambiental estão bem estruturados e contribuem para a formação dos educandos onde estimulam “uma consciência global das questões relativas ao meio, para que possam assumir posições afinadas com os valores referentes à sua proteção e melhoria” (BRASIL, 1997. p. 47-48).

O maior objetivo da Década é integrar princípios, valores e práticas de desenvolvimento sustentável em todos os aspectos da educação e do ensino. Tal esforço educacional encoraja mudanças de comportamento para criação de um futuro mais sustentável em termos de integridade do meio ambiente, viabilidade econômica e de uma sociedade justa para as atuais e futuras gerações, sendo exigido apenas que se reexamine a política educacional, no sentido de reorientar a educação desde a pré-escola até a universidade e o aprendizado permanente na vida adulta, para que estejam claramente enfocados na aquisição de conhecimentos, competências, perspectivas e valores relacionados com a sustentabilidade (UNESCO, 2005, p. 57).

Os educandos aprenderiam a reconhecer fatores que produzem o real bem estar, desenvolver o espírito crítico de críticas às induções do consumismo e senso de responsabilidade e de solidariedade no uso dos bens comuns e recursos naturais de modo a respeitar o ambiente e as pessoas da comunidade. Com a economia globalizada as empresas são forçadas a aprimorar continuamente o nível de qualidade de seus meios patrimoniais e ter cuidado com o meio ambiente natural, satisfazendo o consumidor cada vez mais exigente e consciente. O cliente moderno observa e prefere a célula social que adota cuidado com o entorno ecológico e social e adquire os produtos dessa organização. Ele prefere a empresa que respeita o meio ambiente e contribui para a qualidade de vida da comunidade. O aspecto ambiental natural é uma variável a ser considerada no planejamento estratégico competitivo.

Segundo (REBOLLO, 2001, p. 19)

Atenção e cuidados para os recursos disponíveis na natureza ou a produção de produtos e resíduos que eventualmente venha a afetar o meio ambiente são variáveis que crescem de importância no planejamento estratégico das empresas. Diz ainda haver um crescente movimento de conscientização, inclusive nas empresas, visando a um desenvolvimento econômico sustentável.

Desenvolvimento sustentável é a prosperidade patrimonial da célula social sem agressão ao meio ambiente natural. A sustentabilidade tornou-se uma preocupação não só dos estudiosos como também dos empresários a nível mundial. O grande desafio é compatibilizar o crescimento econômico com a preservação da natureza. O Neo patrimonialismo contábil pode dar grande contribuição à célula social e à comunidade criando modelos contábeis competentes para que o empresário venha a tomar decisões eficazes em sua gestão patrimonial e  ambiental.

Segundo Antônio Lopes de Sá (1999), conciliar a eficácia empresarial com aquela ambiental passa a ser um desafio que só a ciência pode resolver, mas, necessário para que a utilidade do conhecimento cumpra a sua meta. Faz-se necessário, portanto, na elaboração de modelos de eficácia empresarial, no caso em tela, a adaptação de tal fenômeno particular da célula social com aquele de uma eficácia ambiental, este tomado como parâmetro. Tais interesses de eficácias, interativos, representam uma nova ótica que a doutrina contábil não havia antes considerado, mas, imprescindível como fundamento no desenvolvimento de uma Contabilidade aplicada ao Meio Ambiente. E ainda, a ação do capital não pode chegar a ponto de prejudicar a vida dos seres, quer no presente, quer no futuro, embora, isto, não seja seguido por alguns especuladores financeiros, parece ser, todavia, uma determinante para o futuro, como cobrança das sociedades humanas. Como bem lembra Attuy (apud WERNKE, 2000), o verdadeiro desenvolvimento sustentável pressupõe aumento da renda nacional em longo prazo, sem prejuízo do progresso e sem ferir a ecologia. A sustentabilidade referida gera, pois, concomitantemente, fenômeno patrimonial e do meio ambiente natural. Logo, sempre que houver fenômeno patrimonial haverá mutação patrimonial e sempre que houver fenômeno ambiental natural haverá mutação da natureza.

O trabalho com Educação Ambiental deve ser iniciado a partir das séries iniciais da educação infantil partindo da observação das necessidades de nosso entorno e os interesses pelos problemas regionais próximos a escola. Na prática, significa que o educador deve partir da realidade local, estudando as necessidades, os interesses e os problemas vividos e estabelecer as unidades de aprendizagem integradas, que constituem, basicamente, na seleção de um ou mais temas centrais para a sua realização; a título de exemplo podem-se abordar o problema de escassez da água e o problema do lixo urbano, onde isso poderá ser pensado nas esferas cognitivas, afetiva, técnica e epistemológica, orientando o professor para ações interdisciplinares ou transversais, valorizando as experiências com a comunidade local através da Educação Infantil.

Mayer (1998, p. 226) destaca que um dos objetivos mais importantes da Educação Ambiental, é justamente educar para enfrentar valores, analisando diferentes pontos de vista, em relação ao problema concreto. Se os estudantes sabem valorizar a complexidade dos temas ambientais, e se têm adquirido um método de análise das posições no campo, possa realmente ser livres e capazes de obter uma posição própria, compreender e revelar razões de ordem política, econômica e social que estão posteriores a conquista de atitudes por parte de diferentes sujeitos que se enfrenta com o problema.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1997) sugerem que o tema Meio Ambiente seja trabalhado transversalmente na educação, ou seja, propõem que as questões ambientais permeiam os objetivos, conteúdos e orientações didáticas em todas as disciplinas, no período da escolaridade obrigatória. Ao mesmo tempo, na perspectiva da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Lei 9394/96 - há indicação de mudanças curriculares no ensino formal, onde a Educação Ambiental pode ser apresentada em outros níveis de ensino.

Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura de paz. Para chegar a esse propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida e com as futuras gerações (GADOTTI, 2010 apud CECCON, 2010).

Neste contexto, a escola deve se transformar orientando-se para a investigação e reflexão da temática ambiental, desenvolvendo o senso crítico e as habilidades necessárias para resolver problemas, construindo conhecimentos, associado às atividades práticas e as experiências pessoais, reconhecendo o conhecimento vivenciado pelos alunos, já na educação infantil. Acredita-se que uma das possíveis causas da poluição do solo sejam o acúmulo de lixo sólido, como embalagens de plástico, papel e metal, e de produtos químicos, como fertilizantes e pesticidas. O material sólido do lixo demora muito tempo para desaparecer no ambiente. O vidro, por exemplo, leva cerca de 5 mil anos para se decompor, enquanto certos tipos de plástico nunca se desintegram, pois são impermeáveis ao processo de bio-degradação promovido pelos microorganismos.

As soluções utilizadas para reduzirem o acúmulo de lixo, como a incineração e os aterros, também têm efeito poluidor, pois emitem fumaça tóxica, no primeiro caso, ou produzem fluidos tóxicos que se infiltram no solo e contaminam os lençóis de água no segundo caso. A melhor forma de amenizar o problema, segundo a opinião de especialistas, é reduzindo a quantidade de lixo produzido, através da reciclagem e do uso de materiais biodegradáveis. A poluição pode ainda afetar o solo dificultando seu cultivo, como ocorre em grandes aglomerações urbanas, onde o principal foco de poluição do solo são os resíduos industriais e domésticos. O lixo das cidades brasileiras, por exemplo, contém de setenta e a oitenta por cento de matéria orgânica em decomposição e constitui uma permanente ameaça de surtos epidêmicos. Contudo, o maior fator de poluição do solo é o desmatamento, causa de desequilíbrios hidrogeológicos, pois em consequência de tal prática a terra deixa de reter as águas pluviais. Estima-se que no Brasil sejam abatidos anualmente trinta mil quilômetros quadrados de florestas, com o objetivo de obter madeira ou áreas para cultivo.

Além de outra grande ameaça à agricultura tem-se o fenômeno conhecido como chuva ácida, ou seja, gases tóxicos em suspensão na atmosfera que são arrastados para a terra pelas precipitações. A chuva ácida afeta regiões com elevado índice de industrialização e exerce uma ação devastadora sobre as áreas cultivadas e os campos em geral.

A expressão Educação Infantil aparece pela primeira vez na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB - sancionada em dezembro de 1996. Recebe um destaque inexistente nas legislações anteriores, sendo tratada numa seção específica. É definida como a primeira etapa da educação básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até seis anos de idade. A lei também estabelece que a educação infantil seja oferecida em creches, para crianças de até 3 anos de idade, e em pré-escolas, para crianças de quatro a seis anos. Portanto, a distinção entre creches e pré-escolas é feita exclusivamente pelo critério de faixa etária, sendo ambas as instituições de educação infantil, com o mesmo objetivo desenvolvimento da criança, em seus diversos aspectos. A LDB afirma ainda que a ação da educação infantil seja complementar à da família e à da comunidade, o que implica em papel específico das instituições desse segmento, diferente do da família, no sentido de ampliação das experiências e conhecimentos da criança, seu interesse pelo ser humano, pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade. A nova LDB, capítulo V, artigo 58, § 3º, insere na educação infantil a oferta da educação especial: “dever constitucional do Estado tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil”.

Resultado da pressão exercida por diversos grupos sociais surge, então, o Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA, Lei 3069, cujo artigo 54, inciso IV, enfatiza a educação infantil como dever do Estado. Podem-se considerar esses marcos legais como avanços no reconhecimento do direito da criança à educação nos seus primeiros anos de vida, também é necessário considerar os desafios impostos para o efetivo atendimento desse direito, que podem ser resumidos em duas grandes questões: do acesso e da qualidade do atendimento. A garantia, a expansão e a melhoria da qualidade da Educação Infantil exigem a integração entre as instâncias federal, estadual, distrital e municipal na articulação das políticas e dos programas destinados à criança. A real inserção das creches e pré-escolas no sistema educacional, conforme prevê a LDB depende da definição de normas e diretrizes pelos conselhos de educação, para o que é imprescindível um conhecimento da situação da área.

A conquista da cidadania plena, da qual todos os brasileiros são titulares, supõe, entre outros aspectos, o acesso à educação básica, constituída pela educação infantil, ensino fundamental e médio. Visando atingir os objetivos vinculados à fase desencadeadora da educação formal, iniciada pela educação infantil, foram propostas orientações básicas para sua condução, elencadas sob a forma de princípios norteadores. Educar e cuidar de crianças de zero a três anos supõe definir previamente para que isto seja feito e como se desenvolverão as práticas pedagógicas, visando à inclusão das crianças e de suas famílias em uma vida de cidadania plena. Para que isso aconteça de forma satisfatória é importante que as propostas pedagógicas de educação infantil definam-se a respeito dos seguintes princípios norteadores:

1 - Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; 2 - Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem Democrática; 3 - Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade, da Qualidade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais.

As crianças pequenas e suas famílias devem encontrar nos Centros de educação infantil, ambiente físico e humano, por intermédio de estruturas e funcionamento adequados, que propicie experiências e situações planejadas intencionalmente, de modo a democratizar o acesso de todos aos bens culturais e educacionais que proporcionam uma qualidade de vida mais justa, equânime e feliz. Ao iniciar sua trajetória na vida, as crianças têm direito à saúde, ao amor, à aceitação e segurança, à confiança de sentir-se parte de uma família e de um ambiente de cuidados e educação. As instituições de educação infantil deverão explicitar o reconhecimento da importância da identidade pessoal dos alunos, suas famílias, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade educacional e de seus respectivos sistemas; porque influem as crianças pequenas mais do que em qualquer outra etapa da vida, definindo suas identidades, tão cruciais para a inserção numa vida de plena cidadania.

É de fundamental importância que propostas pedagógicas contemplem e acatem as identidades de crianças e suas famílias em suas diversas manifestações, sem exclusões devidas a gênero masculino ou feminino; às múltiplas etnias presentes na sociedade brasileira, às diversidades religiosas, econômicas, culturais e às peculiaridades no desenvolvimento em relação às necessidades especiais de educação e cuidados, como é o caso de deficientes de qualquer natureza. Nessa concepção de ensino e proposta curricular, acredita-se ser onde o professor deve agir; agregando ao conteúdo disciplinar das crianças, a Preservação do Meio Ambiente e da Qualidade de Vida, através do incentivo e motivação a Reciclagem, sempre justificando as mesmas, a influência da Reciclagem para a sociedade e o papel de cidadão que cada um pode fazer realizando cada qual a sua parte, juntamente com seus familiares.

Entende-se por ambiente um lugar determinado, com componentes vivos e não-vivos e todas as interações que nele acontecem. A tendência de qualquer ambiente é a de manterem-se em equilíbrio, desde que seus componentes permaneçam os mesmos. O ambiente sempre sofreu modificações devido à necessidade que o homem encontrou para que as suas necessidades fossem atendidas. Com o passar do tempo, estas modificações tem se tornado muito mais rápidas e profundas causando grandes desequilíbrios, responsáveis por boa parte dos problemas que a humanidade vem enfrentando nos dias de hoje.

Problemas complexos de higiene ambiental têm afetado o ambiente urbano como um todo. O saneamento básico constitui-se pelas medidas higiênicas adotadas pelo poder público para garantir a salubridade do meio urbano e a saúde da população. Pela complexidade do meio urbano, o saneamento básico inclui coleta e destino do lixo, sistema de tratamento e distribuição de água e esgoto, medidas de prevenção da poluição atmosférica, da água, do solo, etc. Compreende a varredura de ruas e praças e o recolhimento de detritos sólidos de casa em casa o sistema de coleta de lixo. Esses detritos são removidos para áreas escolhidas, onde ficam definitivamente depositados.

Para o lixo, a alternativa mais proveitosa e econômica seria o reaproveitamento. O lixo orgânico pode ser encaminhado para usinas de compostagem e de produção de iogas. Já o inorgânico, ou sucata, incluindo-se papel, madeira, vidro, metais, etc., pode ser destinado a diferentes tipos de indústria de reciclagem. Investimentos constantes e técnicas especiais são fundamentais para o sistema de captação, tratamento e distribuição de água em uma cidade. Todas as residências necessitam que a água seja o suficiente para se suprir a necessidade dos lares e que a mesma chegue limpa. A água pode ser captada em rios e represas ou diretamente em lençóis subterrâneos. Sendo a mesma captada na superfície, geralmente não é adequada para o consumo direto e precisa passar por estações de tratamento, após o que ela vai para a rede de distribuição. As águas servidas são recolhidas pela rede de esgoto e lançadas nos rios ou no mar. O despejo dos esgotos contamina as águas de superfície tornando-as impróprias para o consumo humano. A poluição do ar, da água e do solo é outro grande problema nas cidades e áreas industrializadas. Transtornos imediatos causados na população pela poluição do ar são grandes causadores de sintomas nas pessoas que já têm problemas respiratórios. A monitoração do ar é realizada pelas grandes cidades e pelos centros industriais. É registrada continuamente a concentração dos poluentes aéreos mais comuns.

Nas áreas urbanas ou de grandes aglomerados industriais, a poluição das águas pode ser evitada ou reduzida pelo tratamento dos esgotos e dos despejos industriais. Pelo acúmulo de resíduos sólidos e de agrotóxico pode ocorrer a poluição do solo. Na periferia das cidades o solo é poluído principalmente por resíduos orgânicos e sucata, o que favorece o desenvolvimento de agentes patogênicos e de vetores de doenças. Os agrotóxicos são os poluentes mais comuns nas áreas rurais, devido ao seu uso indiscriminado na lavoura. Pode-se dizer que toda a parte orgânica do lixo de uma cidade pode passar por biodigestores e se transformar em adubo orgânico ou húmus.

A educação promove saúde permitindo assim que as pessoas adquiram um maior controle sobre sua própria qualidade de vida, onde através de hábitos saudáveis não só os indivíduos, mas também suas famílias e comunidade se apoderam de um bem, um direito e um recurso aplicável à vida cotidiana. A Organização Mundial da Saúde - OMS define que uma das melhores formas de promover a saúde é através da escola, pois ela é um espaço social, onde muitas pessoas convivem, aprendem e trabalham além dos alunos e professores passam a maior parte de seu tempo. É na escola onde os programas de educação e saúde pode ter a maior repercussão, beneficiando os alunos desde a infância a adolescência.

A escola é vista como espaço social e local onde o aluno dará sequência ao seu processo de socialização, pois o que nela se faz se diz e se valoriza representando um exemplo daquilo que a sociedade deseja e aprova. Comportamentos ambientalmente corretos devem ser aprendidos na prática, no cotidiano escolar, contribuindo para a formação de cidadãos responsáveis. É fundamental que cada aluno desenvolva as suas potencialidades e adote posturas pessoais e comportamentos sociais construtivos, colaborando para a construção de uma sociedade justa, em um ambiente saudável. Para fortalecermos o vínculo positivo entre a educação e a saúde, deve-se promover um ambiente saudável melhorando a educação e o potencial de aprendizagem e ao mesmo tempo promovendo a saúde. A formação e a adoção dos hábitos saudáveis devem ser estimuladas em crianças, pois é durante os primeiros anos de vida que ela estará formando seus hábitos, por exemplo, alimentares e atividade física. Dessa forma, a promoção da saúde assume um papel de educação para a saúde.

As escolas que estão empenhadas com esta questão já deram um grande passo em relação à educação ambiental, pois a alimentação está diretamente relacionada às questões ambientais. Acredita-se que incentivando a utilização de frutas, legumes, cereais, alimentos caseiros, para a merenda escolar, estão contribuindo de forma direta com a conscientização de que quanto mais natural for nossa alimentação, menos lixo será produzido e mais saúde se terá. Pode-se inclusive criar atividades na escola com o auxílio de uma horta onde o professor relaciona diferentes conteúdos e coloca em prática a interdisciplinaridade com os seus alunos, ao passo que, o estudo do crescimento e desenvolvimento dos vegetais pode ser associado com o próprio desenvolvimento, ou seja, a importância da terra ter todos os nutrientes para que a semente se desenvolva em todo o seu potencial, livre de qualquer doença poluidora.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Acredita-se que se a questão sobre a preservação ambiental for trabalhada de maneira correta nas escolas e com a noção de que não deva ficar restrita apenas ao meio ambiente escolar, estendendo-se à comunidade local, poderia contribuir em muito para recuperar e preservar os recursos naturais e melhorar a qualidade de vida da população. Merecemos direito a um meio ambiente saudável, sem poluição de qualquer natureza. Matas, ar, rios, lagos, mares e animais silvestres necessários ao ecossistema e ao equilíbrio ecológico são bens preservados para uma vida pura. Defender, perante as comunidades, o poder público e a justiça, todos os patrimônios sociais, mesmo se estiver sob o domínio particular.

Denunciar atos de destruição ao meio ambiente, quando souber da existência deles. Nos estados e municípios existem instituições de proteção ao meio ambiente como as Secretarias do Meio Ambiente. No Governo Federal, há a Secretaria Nacional do Meio Ambiente que funciona nos estados através do Instituto Nacional do Meio Ambiente - IBAMA para receber denúncias e sugestões dos cidadãos quando ocorrerem perigo ou agressões aos recursos da natureza.

No mundo moderno não há mais espaços para os ideais de progresso advindos da revolução industrial, onde o único valor reconhecido era o aumento da produção econômica. Outros valores são pesados junto ao aumento econômico, como a degradação ambiental provocada por uma determinada atividade econômica, em busca do bem maior que deve servir de parâmetro para qualquer sociedade, a qualidade da vida humana, que depende diretamente da qualidade de seu meio ambiente, de seu habitat. Sem um meio ambiente equilibrado e saudável, o homem está condenado à destruição, portanto jamais se poderá especular sobre progresso e desenvolvimento, sem considerar, antes de qualquer outro valor, as conseqüências trazidas ao meio ambiente, decorrentes de sua exploração econômica, e como preservá-lo para as gerações presentes e futuras, em busca de um mundo mais humano e habitável.

Acredita-se que o caminho mais curto e valioso para as manifestações sobre a preservação do meio ambiente é exatamente através da escola; focando uma educação ambiental que atinja aos alunos de maneira a conscientizá-los e fazendo com que os mesmos exijam, não só de seus responsáveis como da comunidade, a conscientização sobre a importância do meio ambiente e sua preservação.

REFERÊNCIAS

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3 SANTOS, Milena Queiroz Gonçalves. Lixo: conceito, armazenamento e soluções. Publicado em 18 de maio de 2009. Disponível em: http://www.profissionalizando.net.br/ensino-fundamental/79-ciencias/2534-lixo-conceito-armazenamento-solucoes. Acessado em: 10/Jan./2011.

4 Destinação do Lixo Urbano e Hospitalar. Fonte: lixohospitalar.vilabol.uol.com.br. Disponível em: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/lixo-1.php. Acessado em: 01/Jan./2011.

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