metrologia - mecânica e eletrica automotiva

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(Parte 1 de 29)

SUMÁRIO

1 Sistemas de Medidas 9

1.2 Unidades não oficiais – sistemas Inglês e Americano 9

1.3 Múltiplos e Submúltiplos do Metro 10

1.4 Régua graduada 12

1.4.1 Sistema Métrico 12

1.4.2 Sistema Inglês 12

1.4.3 Tipos de Réguas Graduadas 12

1.4.5 Características da Boa Régua Graduada 15

1.4.6 Conservação. 15

1.5 Paquímetro 18

1.5.1 Princípio do Nônio 18

1.5.2 Processo para Colocação de Medidas em Polegada. 20

1.5.3 Cálculo de Aproximação (sensibilidade) 21

1.5.4 Erros de Leitura 21

1.5.5 Erros de Medição 23

1.5.6 Tipos de Paquímetros 23

1.5.7 Medida do Diâmetro Externo 26

1.5.8 Leitura da Escala Fixa 30

1.5.9 Uso do Vernier (Nônio) 30

1.5.10 Cálculo de Aproximação 31

1.5.11 Leitura de Medidas 31

1.6 Micrômetro 33

1.6.1 Características do Micrômetro 33

1.6.2 Tipos e Usos 34

1.6.3 Micrômetro para Medição em Milímetro. 35

1.6.4 Aproximação do Instrumento: 36

1.7 Goniômetro 37

1.7.1 Tipos e Usos 38

1.7.2 Divisão Angular 39

1.7.3 Leitura do Goniômetro 40

1.8 Relógios Comparadores 42

1.8.1 Medida de ressalto 44

1.8.2 Medida de Rebaixo 45

46

1.9 Dispositivos para Medidas Internas 47

1.9.1 Utilização 47

1.10 Teste de Metrologia 49

2 Pneus, CUBOS DE RODAS E FREIO 59

2.1 Pneu Sem Câmara ou Tubeless 59

2.2 Significado das inscrições Lateral do Pneu Radial 59

2.2.1 Tabela I - Capacidade de Carga por Pneu 60

2.2.2 Tabela II – Categoria de Velocidade Máxima do pneu 60

2.3 Freios Hidráulicos 60

2.4 Freios 61

2.4.1 Freios Mecânicos, Freios Hidráulicos e Pneumáticos (ar) 61

2.4.2 Cilindro Mestre 62

2.4.3 Freio a Disco 62

2.5 Funcionamento : 63

2.6 Revisar Cilindro Mestre 64

2.7 Revisar Cilindro de Rodas 66

2.8 Revisar Conjunto Pinça de Freio 68

3 SUSPENSÃO 71

3.1 Suspensão Dependente 71

3.2 Suspensão Independente 71

3.3 Mola helicoidal 71

3.4 Feixe de molas 72

3.4.1 Torção 72

3.5 Ponta de Eixo 72

3.6 Articulação Esférica 72

3.7 Suspensão Independente Mac Pherson 73

3.8 Suspensão Independente Torcional (Volks dianteira) 74

3.9 Suspensão Dependente com Feixe de Molas Lâminas (Semi-elípticas) 75

3.10 Suspensão Independente com Molas Helicoidais 76

3.11 Retirar Testar e Revisar Feixe de Molas 76

3.12 Retirar Molas Helicoidais da Suspensão 79

4 SISTEMA DE DIREÇÃO 81

4.1 Coluna de Direção 82

4.2 Árvore de Direção 82

4.3 Caixa de Direção 82

4.3.1 Os sistemas de direção 82

4.3.2 Direção Mecânica 82

4.3.4 Direção Servo-assistida 82

4.4 Alinhamento ou Geometria da Direção 83

4.4.1 Ângulo de Queda ou Inclinação vertical (Câmber) 83

4.4.2 Angulo de Avanço (caster) 83

4.4.3 Convergência ou Divergência 83

4.4.4 Divergência nas Curvas 84

4.5 Remover a Caixa de Direção 84

4.6 Desmontar Caixa de Direção 88

5 SISTEMA DE TRANSMISSÃO 92

5.1 Embreagem 92

5.1.1 Disco de Embreagem 92

5.1.2 Platô de Embreagem 92

5.1.3 Platô de Mola tipo Diafragma 92

5.1.4 Citamos alguns defeitos : 93

5.2 Sistema de Transmissão 93

5.2.1 Transmissão Articulada 93

5.2.2 Junta Elástica 93

5.2.3 Junta Universais 93

5.3 Caixa de Câmbio 94

5.3.1 Árvore Primária 94

5.3.2 Arvore Intermediária 95

5.3.3 Árvore Secundária (convencional) 95

5.3.4 Conjunto Sincronizador 95

5.3.5 Defeitos: 96

5.5 Óleo 96

5.6 Diferencial 96

5.6.1 Pinhão 96

5.6.2 Coroa 96

5.6.3 Engrenagens Satélites 97

5.6.4 Engrenagens Planetárias 97

5.6.5 Caixa do Diferencial 97

5.6.6 Hipoidal 97

5.6.7 Helicoidal 97

5.6.8 Troca de Óleo 97

5.7 Recondicionamento da transmissão articulada 98

5.8 Retirar a Junta Homocinética para Recondicionar 100

5.9 Remover a Embreagem 101

5.9.1 Remover a Embreagem (Só para Veículos V W. 1300/1500/1600) 104

5.10 Revisar Diferencial 104

5.11 Desmontar a Caixa de Câmbio 112

6 SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO 114

6.1 Constituição 114

6.2 Tanque de combustível 115

6.3 Tubulação 115

6.4 Filtros de Combustível 115

6.4.1 Tipos de Filtros 116

6.4.2 Manutenção 117

6.5 Bomba de combustível. 117

6.6 Carburador 117

6.7 Filtro de ar. 117

6.7.1 Constituição 118

6.8 Funcionamento 119

6.9 Manutenção. 120

6.10 Principais Defeitos e suas Causas 121

7 TANQUE DE COMBUSTÍVEL 122

7.1 Constituição. 123

7.1.1 Bóia de comando do indicador de combustível. 123

7.1.2 Comando do indicador de combustível. 124

7.1.3 Tubo de enchimento 124

7.1.4 Tubo de saída do combustível 124

7.1.5 Divisórias internas. 124

7.2 Manutenção. 124

8 Combustíveis. 125

8.1 Gasolina. 125

8.1.1 Obtenção 125

8.2 Álcool. 126

8.2.1 Obtenção. 126

8.3 Álcool Anidro e hidratado 126

8.4 Comparação das propriedades do álcool etílico e da gasolina 127

8.5 Metanol 127

8.6 Combustão Normal. 128

8.7 Detonação. 128

8.8 Auto Ignição. 129

9 Bomba de Combustível 129

9.1 Constituição 130

9.1.1 Tampa 130

9.1.2 Corpo Superior 130

9.1.3 Diafragma 130

9.1.4 Mola 130

9.1.5 Corpo Inferior 131

9.1.6 Balancim 131

9.1.7 Espaçador 131

9.2 Funcionamento 131

9.3 Tipos de Bombas 132

9.3.1 Bomba mecânica. 132

9.3.2 Bomba elétrica 133

9.4 Manutenção. 133

9.5 Principais Defeitos e Causas 134

10 Carburador. 134

10.1 Tipos de Carburadores. 135

10.1.1 Carburadores tipo Descendente 136

10.1.2 Carburadores tipo Horizontal 136

10.1.3 Carburadores tipo Ascendente 136

10.2 Constituição. 137

10.2.1 Sistema de nível constante. 137

10.2.2 Cuba. 138

10.2.3 Bóia 138

10.2.4 Estilete (válvula estilete). 139

10.3 Regulagem de nível 139

10.4 Sistema de partida a frio. 140

10.5 Sistema de marcha lenta. 141

10.5.1 Giclê de marcha lenta. 142

10.5.2 Condutos calibrados. 142

10.5.3 Parafuso de controle da mistura da marcha lenta (agulha). 142

10.5.4 Parafuso de Controle da Rotação da Marcha Lenta 142

10.6 Sistema de Aceleração Rápida. 142

10.6.1 Bomba de Aceleração. 143

10.6.2 Válvulas de Esferas. 143

10.6.3 Pulverizador de Aceleração Rápida. 143

10.7 Sistema Principal. 144

10.7.1 Corpo de Carburador. 144

10.7.2 Difusor. 144

10.7.3 Pulverizador Principal. 145

10.7.4 Borboleta de Aceleração. 145

10.7.5 Giclê Principal. 145

10.7.6 Misturador. 146

10.8 Sistema Suplementar (potência). 146

10.8.1 Cilindro. 147

10.8.2 Êmbolo. 147

10.8.3 Haste. 147

10.8.4 Giclê Complementar. 147

10.8.5 Mola. 147

10.9 Funcionamento do Carburador. 147

10.9.1 Momento 1: Sistema de Partida a Frio 147

10.9.2 Momento 2: Sistema de Marcha Lenta 148

10.9.3 Momento 3: Sistema de Aceleração Rápida. 148

10.9.4 Momento 4: sistema Principal. 150

10.9.5 Momento 5: Sistema Suplementar. 150

10.10 Manutenção. 151

10.11 Ligações Pneumáticas do Carburador (TLDE) 151

10.11.1 Posicionamento das mangueiras no carburador. 152

10.11.2 Ligação do Sistema de Correção da Rotação da Marcha-lenta 153

10.12 Ligações Pneumáticas do Carburador (Brosol) 154

10.12.1 Posicionamento das mangueiras no carburador 154

10.12.2 Ligação do sistema de retardo da abertura da borboleta do 2° estágio (veículos a álcool) motores 1.8 I 155

10.12.3 Ligação do sistema de retardo da abertura da borboleta do 2° estágio (veículos a álcool) motores 2.0 I 155

10.12.4 Ligação do sistema de correção da rotação da marcha-lenta (veículos com climatizador) motores 1.8 I 156

10.12.5 Ligação do sistema de correção da rotação da marcha-lenta (veículos com climatizador) motores 2.0 I 156

10.12.6 Ligação do sistema de correção da rotação da marcha-lenta (somente veículos com climatizador) (bomba de vácuo) 157

10.13 Dispositivo de vácuo corretor da rotação da marcha-lenta (somente veículos com climatizador) 157

10.13.1 Funcionamento 157

10.13.2 Verificar o funcionamento 158

10.14 Regulagem da rotação da correção da marcha-lenta (veículos com climatizador) 159

10.15 Válvula pneumática do 2° estágio (somente veículos a álcool) 159

10.15.1 Funcionamento: 159

10.15.2 Teste da válvula pneumática 160

11 Coletor de Admissão. 160

11.1 Tipos. 162

11.2 Manutenção. 162

12 Conjunto de Escapamento. 162

12.1 Coletor de Escapamento. 164

12.2 Estágio Primário 164

12.3 Estágio Intermediário. 164

12.4 Estágio Secundário. 165

12.4.1 Silencioso com tubo Perfurado. 166

12.4.2 Silencioso com Dois Tubos Perfurados. 166

12.4.3 Silenciosos com Defletores 166

12.5 Funcionamento. 167

12.6 Manutenção. 167

13 Sistema de Partida. 168

13.1 Bateria. 168

13.2 Chave de Ignição. 168

13.3 Motor de Partida. 169

13.4 Funcionamento. 169

14 Geradores. 171

14.1 Alternador. 172

14.1.1 Constituição 172

14.2 Funcionamento. 175

14.3 Teste do Alternador e Regulador. 175

14.3.1 Teste do Rotor. 176

14.3.2 Teste do Estator. 176

14.3.3 Teste dos Retificadores. 177

14.3.4 Teste da Ponte Retificadora. 177

14.3.5 Teste do Tri-diodo 178

14.3.6 Teste do Regulador. 178

14.4 Tipos de Reguladores (equivalência) 179

15 Motor de Partida. 183

15.1 Constituição. 184

15.1.1 Carcaça. 184

15.1.2 Massas Polares 185

15.1.3 Bobinas de Campo 185

15.1.4 Induzido. 186

15.1.5 Suporte das Escovas 187

15.1.6 Pinhão de Engrenamento 187

15.1.7 Alavanca de Acionamento 187

15.1. 8 Solenóide 188

15.1.9 Tampa Anterior 188

15.1.10 Tampa Posterior 189

15.2 Funcionamento 189

15.3 Tipos 190

15.3.1 Fuso de Avanço e Engrenamento por Inércia. 190

15.3.2 Fuso de Avanço e Engrenamento por Alavanca. 190

15.3.3 Engrenamento por Induzido Deslizante 191

15.4 Manutenção 191

16 Distribuidor. 192

16.1 Constituição 193

16.1.1 Corpo 194

16.1.2 Tampa. 194

16.1.3 Escova Rotativa (rotor). 195

16.1.4 Eixo de Cames. 196

196

16.1.5 Avanço Centrífugo 197

16.1.6 Árvore. 198

16.1.7 Engrenagem. 198

16.1.8 Mesa. 199

16.1.9 Avanço a vácuo 199

16.1.10 Conjunto Ruptor (platinados). 200

16.1.11 Capacitor (Condensador). 201

16.2 Funcionamento. 201

16.3 Tipos. 202

17 Sistema de Ignição 203

17.1 Constituição. 203

17.1.1 Bateria. 204

17.1.2 Chave de Ignição. 204

17.1.3 Bobina de Ignição. 204

17.1.4 Distribuidor. 204

17.1.5 Velas de Ignição. 204

17.2 Funcionamento. 205

17.3 Sistema de Ignição Eletrônica. 205

17.3.1 Constituição. 206

17.3.2 Esquemático 207

17.3.3 Manutenção. 207

18 Bobina de Ignição. 208

18.1 Constituição. 208

18.1.1 Núcleo Magnético. 209

18.1.2 Enrolamento Secundário. 209

18.1.3 Enrolamento primário. 209

18.1.4 Terminais do Enrolamento Primário. 209

18.1.5 Terminal do Enrolamento Secundário. 210

18.1.6 Invólucro. 210

18.2 Teste da Bobina de Ignição 210

18.2.1 Valores de Resistência (Bobinas de ignição) 212

18.3 Cuidados e Medidas de Segurança. 213

19 Vela de Ignição. 215

19.1 Constituição. 216

19.1.1 Terminal de Encaixe. 216

19.1.2 Isolante 216

19.1.3 Eletrodo Central. 216

19.1.4 Corpo da Vela. 217

19.1.5 Guarnição (gaxeta) 217

19.1.6 Anel de vedação 217

19.1.7 Eletrodo Lateral (massa) 217

19.2 Funcionamento 217

19.3 Tipos 218

19.3.1 Quanto ao Número de Eletrodos. 218

19.3.2 Quanto à Dissipação de Calor 219

19.4 Manutenção. 220

19.5 Observações 221

20 Pinagem dos equipamentos 223

20.1 Interruptor Pisca Alerta: 223

20.2 Relê Intermitente (Seta): 223

20.3 Motor do Limpador de Para-brisa: 223

20.4 Temporizador do Limpador de Para-brisa: 224

20.5 Alternador e Regulador de Tensão. 224

20.6 Aplicação de Relés 225

1 Sistemas de Medidas

A necessidade de um sistema de medidas surgiu quase que simultaneamente com a civilização. Havia a necessidade de medir a distância a percorrer, o numero de ovelhas no rebanho, os dias de caminhada..... Dessa carência, as pessoas, individualmente ou em grupos, criam suas próprias medidas.

Durante muito tempo, cada povo utilizava um sistema de unidade diferente para medir comprimentos. Esses sistemas tinham como base o corpo humano.

Como por exemplo de medidas que foram definidas, podemos citar o cúbito e a jarda inglesa (yard).

O metro, unidade fundamental do sistema métrico, criado na França em 1795, é praticamente igual à décima milionésima parte do quarto do meridiano terrestre (Figura 1); esse valor, escolhido por apresentar caráter mundial, foi adotado, em 20 de maio de 1875, como unidade oficial de medidas por dezoito nações.

Observação:

A 26 de junho de 1.862, a lei imperial N° 1.157 adotavam, no Brasil, o sistema métrico decimal.

1.2 Unidades não oficiais – sistemas Inglês e Americano

Os países Anglo-Saxões utilizavam um sistema de medidas baseado na Jarda Imperial (Yard) e seus derivados não decimais, em particular a polegada inglesa (inch), equivalente a 25,399 956 mm à temperatura de 0° C.

Os americanos adotam a polegada milesimal, cujo valor foi fixado em 25,400 050 8 mm à temperatura de 16° Celsius.

Em razão da influência Anglo-Saxônica na fabricação mecânica, empregava-se freqüentemente, para as medidas industriais, à temperatura de 20’ C , a polegada de 25,4 mm. Em meados de 1975 a ABNT (associação brasileira de normas técnicas), padronizou o uso do sistema métrico nas industrias Automobilística.

1.3 Múltiplos e Submúltiplos do Metro

Temos uma unidade básica para todos os casos, e os múltiplos e submúltiplos são obtidos, respectivamente, multiplicando ou dividindo por dez a unidade básica, quantas vezes for necessária.

Para os múltiplos, medidas superiores à unidade, usa-se os prefixos gregos ”quilo”, ”hecto” e ”deca” e para os submúltiplos, medidas inferiores à unidade, os prefixos latinos ”deci”, ”centi” e ”mili”. A variação de uma unidade para seu imediato está na razão de 10, veja a tabela abaixo

Múltiplos:

“Quilo”

=

Unidade

X 1.000

“Hecto”

=

Unidade

X 100

“Deca”

=

Unidade

X 10

Submúltiplos:

Deci”

=

Unidade

X 0,1

“Centi”

=

Unidade

X 0,01

“Mili”

=

Unidade

X 0,001

MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS DO METRO

Terâmetro

Tm

1012

1.000.000.000.000 m

Gigâmetro

Gm

109

1.000.000.000 m

Megâmetro

Mmm

106

1.000.000 m

Quilômetro

Km

103

1.000 m

Hectômetro

Hm

102

100 m

Decâmetro

Dam

101

10 m

METRO (UNIDADE)

m

====

1 m

Decímetro

dm

10-1

0,1 m

Centímetro

cm

10-2

0,01 m

Milímetro

mm

10-3

0,001 m

Micrômetro

m

10-6

0,000 001 m

Nanômetro

nm

10-9

0,000 000 001 m

Picômetro

pm

10-12

0,000 000 000 001 m

Femtômetro

fm

10-15

0,000 000 000 000 001 m

Attômetro

am

10-18

0,000 000 000 000 000 001 m

Quadro simplificado geral de todas as unidades de medida de comprimento criada a partir do metro.

Nome

Quilô-metro

Hectô-metro

Decâ-metro

METRO

Decí-metro

Centí-metro

Milí-metro

décimo de mm

centésimo de mm

microm

Símbolo

Km

hm

dam

m

dm

cm

mm

x-x-x-x

x-x-x-x

Valor

1.000m

100m

10m

1m

0,1m

0,01m

0,001m

0,0001m

ou 0,1mm

0,00001m

ou 0,01mm

0,000001m

ou 0,001mm

Agora você já pode definir o que são grandezas e unidades, vamos dar alguns exemplos:

A altura do quadro da sala é de 2 metros.

A espessura da folha dos cadernos é de 0,1 mm (zero vírgula um décimo de milímetro)

O quadro e a folha são objetos.

A altura e a espessura são grandezas.

2 metros e 0,1 mm são unidades de medidas.

1.4 Régua graduada

O mais elementar instrumento de medição utilizado nas oficinas é a régua graduada (escala). É usada para tomar medidas lineares, quando não há exigência de grande precisão. Para que seja completa e tenha caráter universal, deverá ter graduações do sistema métrico e do sistema inglês. (figura 1).

1.4.1 Sistema Métrico

Graduação em milímetros (mm) .

1.4.2 Sistema Inglês

Graduação em polegadas ( “ )

A escala ou régua graduada é construída de aço, tendo sua graduação inicial situada na extremidade esquerda. É fabricada em diversos comprimentos:

6 ” (152,4 mm) , 12 “ (304,8 mm).

Figura 1

1.4.3 Tipos de Réguas Graduadas

A régua graduada apresenta-se em vários tipos, conforme figuras 2, 3 e 4

Figura 2

Figura 3

Figura 4

O uso da régua graduada torna-se frequente nas oficinas, conforme mostram as figuras 5, 6, 7, 8 e 9.

Figura 5

Figura 6

Figura 7 Figura 8

Figura 9

1.4.5 Características da Boa Régua Graduada

1 - Ser, de preferência, em aço inoxidável.

2 - Ter graduação uniforme.

3 - Apresentar traços bem finos, profundos e salientados em preto.

1.4.6 Conservação.

1 - Evitar quedas e contato com ferramentas de trabalho.

2 - Evitar flexioná-la ou torcê-la, para que não se empene ou quebre.

3 - Limpe-a após o uso, para remover o suor e a sujeira.

4 - Aplique-lhe ligeira camada de óleo fino, antes de guardá-la.

RESPOSTAS

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

Figura 16

A graduação da escala consiste em dividir 1 cm em 10 partes iguais (figura 17).

Figura 17

Na figura 18, no sentido da seta, podemos ler 13 mm

Figura 18

1.5 Paquímetro

Utilizado para a medição de peças, quando a quantidade não justifica um instrumento específico e a precisão requerida não desce a menos de 0,02 mm, 1/128” e 0,001” (figura 1).

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