A morte e o morrer apresentação

A morte e o morrer apresentação

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE PASSOS FACULDADE DE ENFERMAGEM DE PASSOS

A morte e o morrer

ELIANE APARECIDA VIEIRA FRANCO

EDINA APARECIDA DE ANDRADE GONÇALVES

JEMIMA ALVES MIRANDA

LAÍS FARIA ALVES LÚCIO

LUDMILLA FRANCIELE DA SILVA

MÁRCIA MATTHES MELLO DE OLIVEIRA

Introdução

Desde que se tem documentado, o exercício da enfermagem está diretamente ligado ao fator saúde, morte e ao processo do morrer, momento da existência em que o ser humano encontra-se em condição de maior vulnerabilidade a mudanças e sofrimentos.

Nesse momento, o enfermeiro tem o papel de proporcionar cuidados técnicos, compreensão, proteção, segurança, conforto e um ambiente saudável para que o ser humano encontre o caminho de acordo com suas necessidades e consiga seguir o seu curso natural.

Nesse momento, o enfermeiro tem o papel de proporcionar cuidados técnicos, compreensão, proteção, segurança, conforto e um ambiente saudável para que o ser humano encontre o caminho de acordo com suas necessidades e consiga seguir o seu curso natural.

Normalmente quando pensamos sobre a morte e o morrer, nosso objeto de interesse focaliza-se no sujeito que morre, no corpo morto e em suas causas de ordem patológica. Porém temos que entender que a morte e o morrer, não envolve somente questões de interesse das políticas públicas de saúde, mas também questões sociais.

Normalmente quando pensamos sobre a morte e o morrer, nosso objeto de interesse focaliza-se no sujeito que morre, no corpo morto e em suas causas de ordem patológica. Porém temos que entender que a morte e o morrer, não envolve somente questões de interesse das políticas públicas de saúde, mas também questões sociais.

Objetivo

Trabalhar o pensamento crítico sobre o relacionamento da Enfermagem com a morte e o morrer.

A morte e o morrer

A morte é um evento biológico que encerra uma vida. Nenhum outro evento vital é capaz de suscitar, nos seres humanos, mais pensamentos dirigidos pela emoção e reações emocionais que ela, seja no indivíduo que está morrendo, seja naqueles à sua volta.

A morte é um evento biológico que encerra uma vida. Nenhum outro evento vital é capaz de suscitar, nos seres humanos, mais pensamentos dirigidos pela emoção e reações emocionais que ela, seja no indivíduo que está morrendo, seja naqueles à sua volta.

O conceito tradicional de morte biológica definida como o instante do cessamento dos batimentos cardíacos tornou-se obsoleto. Hoje, ela é vista como um processo, como um fenômeno progressivo e não mais como um momento, ou evento.

Porém morte não é somente um fato biológico, mas um processo construído socialmente, que não se distingue das outras dimensões do universo das relações sociais. Assim, a morte está presente em nosso cotidiano e, independente de suas causas ou formas, seu grande palco continua sendo os hospitais e instituições de saúde. (BRETAS, OLIVEIRA, YAMAGUTI, 2006).

Porém morte não é somente um fato biológico, mas um processo construído socialmente, que não se distingue das outras dimensões do universo das relações sociais. Assim, a morte está presente em nosso cotidiano e, independente de suas causas ou formas, seu grande palco continua sendo os hospitais e instituições de saúde. (BRETAS, OLIVEIRA, YAMAGUTI, 2006).

A Enfermagem e a Morte

Como acadêmicos de Enfermagem e futuros profissionais, reconhecemos nossa responsabilidade na promoção da saúde de todos os indivíduos que forem confiados aos nossos cuidados.

Justamente por esse motivo notamos a necessidade de buscarmos propostas que nos auxiliem a enfrentar o problema da morte, para que ao posicionarmo-nos frente ao tema, possamos também ajudar nossos clientes a enfrentar tal situação.

Justamente por esse motivo notamos a necessidade de buscarmos propostas que nos auxiliem a enfrentar o problema da morte, para que ao posicionarmo-nos frente ao tema, possamos também ajudar nossos clientes a enfrentar tal situação.

A união do pensamento crítico e o respeito à subjetividade de cada ser humano, quando aplicados na prática da Enfermagem, resultam em maior confiança, empatia, conforto e ainda, melhor resposta na relação enfermeiro-paciente-família.

A união do pensamento crítico e o respeito à subjetividade de cada ser humano, quando aplicados na prática da Enfermagem, resultam em maior confiança, empatia, conforto e ainda, melhor resposta na relação enfermeiro-paciente-família.

O ser Enfermeiro assim como qualquer ser humano, enfrenta problemas e sofrimentos cotidianos, ainda mais diante do morrer, tanto de seus clientes quanto o seu próprio.

O ser Enfermeiro assim como qualquer ser humano, enfrenta problemas e sofrimentos cotidianos, ainda mais diante do morrer, tanto de seus clientes quanto o seu próprio.

“Quando alguém morre num hospital é rapidamente “varrido”, um ato mágico de desaparecimento afasta a evidência antes que ele possa chocar alguém” (ROSS 1975 apud KIRCHNER, 1982 p. 30).

Reconhecemos a necessidade de mudarmos nossos conceitos, usando como potencial holístico todas as nossas potencialidades, assumindo a verdadeira postura terapêutica do Enfermeiro moderno e da assistência que esta presta

Reconhecemos a necessidade de mudarmos nossos conceitos, usando como potencial holístico todas as nossas potencialidades, assumindo a verdadeira postura terapêutica do Enfermeiro moderno e da assistência que esta presta

Conclusão

Enquanto membros de uma equipe multiprofissional, adquirimos inúmeras experiências e experimentamos sentimentos que são a chave do relacionamento interpessoal enfermeiro-cliente, mas muitas vezes não prestamos atenção a isso.Estes momentos nos colocam em choque com os nossos próprios conceitos éticos e humanitários.Presenciarmos a morte, sofrermos a dor da perda, nos faz sentir pequenos, frustrados e impotentes,visto que somos preparados para promover a vida, somente a vida nos esquecendo que a morte é parte inseparável dela.

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