FAO - agroecologia, cultivo e usos da palma forrageira

FAO - agroecologia, cultivo e usos da palma forrageira

(Parte 1 de 8)

1 - "Este livro foi originalmente publicado pela Food and Agriculture Orgarnization of the United Nations (FAO) como Agro-ecology, cultivation and use of cactus pear" .

2 - "As designações empregadas e a apresentação de matérias nesta publicação não implicam a expressão de qualquer opinião por parte da Food and Agriculture Organization of the United Nations concementes ao status legal de qualquer país, região, cidade ou área de sua jurisdição, ou concernente à delimitação de suas fronteiras ou divisas".

3 - "As designações economias 'desenvolvidas' ou 'em desenvolvimento' pressupõem uma mera conveniência estatística e não expressam um julgamento sobre o estágio alcançado por um país, região ou área, em particular, no processo de desenvolvimento",

4 - "O Co-editor é responsável pela tradução do texto para o Português, e a FAO não se responsabiliza pela correção desta tradução".

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Copyright

FAO,1995, versão em língua Inglesa SEBRAE/PB, 2001, versão em língua Portuguesa

HISTÓRIA E IMPORTÂNCIA ECONÔMICA E AGROECOLÓGICA1

(G. Barbera) INTRODUÇÃO 1 HISTÓRIA 1 SITUAÇÃO ATUAL3 MÉXICO 4 CHILE 5 OUTROS PAÍSES AMERICANOS6 ITÁLIA 6 OUTROS PAÍSES EUROPEUS7 ÁFRICA DO SUL7 NORTE DA ÁFRICA8 ORIENTE MÉDIO9 PERSPECTIVAS 9

(W. Hoffmann) O PAPEL DESEMPENHADO PELAS CACTÁCEAS NA CULTURA MEXICANA12 ORIGEM E EVOLUÇÃO DO USO DA PALMA FORRAGEIRA13 O PAPEL DESEMPENHADO NA RELIGIÃO INDÍGENA E NA MEDICINA POPULAR15 O PAPEL DESEMPENHADO NA DIETA INDÍGENA E NA CULINÁRIA POPULAR15 PAPEL E IMPORTÂNCIA NA AGRICULTURA DE SUBSISTÊNCIA16 USOS TRADICIONAIS NA AMÉRICA LATINA17 AS ILHAS CANÁRIAS19

TAXONOMIA DAS OPUNTIAS UTILIZADAS20

(L. Scheinvar) O GÊNERO OPUNTIA20

(P.S. Nobel) INTRODUÇÃO 36 CAM – CHAVE DA CONSERVAÇÃO DA ÁGUA37 MORFOLOGIA, ANATOMIA E BIOQUÍMICA39 RESPOSTAS AMBIENTAIS DO INTERCÂMBIO DE GASES40

Água do solo40 Temperatura 40 Luz 42 Nutrientes e salinidade44

Alta concentração de CO2 na atmosfera45 PRODUTIVIDADE 45

TOLERÂNCIAS A TEMPERATURAS EXTREMAS47 CONCLUSÕES 48

(A. Nerd y Y. Mizrahi) INTRODUÇÃO 49 FERTILIDADE DOS CLADÓDIOS49 FLORAÇÃO 50 NECESSIDADES DE POLINIZAÇÃO53 DESENVOLVIMENTO DA FRUTA E MATURAÇÃO54 REDUÇÃO DA QUANTIDADE DE SEMENTES57

DOMESTICAÇÃO DAS OPUNTIAS E VARIEDADES CULTIVADAS58

(E. Pimenta-Barrios e A. Muñoz-Urias) INTRODUÇÃO 58 VARIABILIDADE E DOMESTICAÇÃO58 CARACTERÍSTICAS DA FRUTA E DE SUAS VARIEDADES61

PROPAGAÇÃO 65

(B. Mondragón e E. Pimenta-Barrios) INTRODUÇÃO 65 PROPAGAÇÃO POR SEMENTES65

Coleta e processamento65 Escarificação 65 Armazenagem de sementes66 Germinação 6 Apomixia 67 PROPAGAÇÃO ASSEXUAL 68

Tipos de propágulos68 Armazenagem dos cladódios69 Viveiros de palmas forrageiras69 Desinfecção dos cladódios71 Propagação por enxerto71

APLICAÇÃO DO CULTIVO DE TECIDOS PARA A MICROPROPAGAÇÃO DE OPUNTIA SP.72

(V. Villalobos) INTRODUÇÃO 72 APLICAÇÃO DO CULTIVO DE TECIDOS ÀS CACTÁCEAS72 SISTEMA DE MICROPROPAGAÇÃO72 EFEITOS DA SACAROSE73 DIFERENCIAÇÃO DE RAÍZES E DESENVOLVIMENTO DA PLANTA NO SOLO73 CULTIVO DE CALOS E EMBRIOGÊNESE SOMÁTICA73 PERSPECTIVAS FUTURAS 74

(P. Inglese) INTRODUÇÃO 79 SELEÇÃO DO LOCAL79

Condições climáticas 79 Condições do solo81 OPERAÇÕES ANTES DE PLANTAR82 PROJETO DO POMAR83 PLANTAÇÃO DO POMAR84

Poda de formação85 Poda de produção86 Época da poda86 Poda de rejuvenescimento87 Raleadura das frutas87 SCOZZOLATURA E COLHEITA FORA DE ÉPOCA88 MANEJO DO SOLO89 FERTILIZAÇÃO 89 REGA 90 COLHEITA 91 PRODUTIVIDADE 92

PRODUÇÃO, INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA94

(C. A. Flores Valdez) INTRODUÇÃO 94 PRODUÇÃO DE VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA NO MÉXICO: PASSADO E PRESENTE 94

Preparação do terreno95 Traçado da plantação95 Variedades 96 Plantação 96 Fertilização 96

Aspersão 97 Controle de pragas e doenças97 Práticas culturais e controle de ervas daninhas97 Prevenção contra geadas97 Poda 97 Colheita 98 Produção 98 Embalagem 98 Limpeza 9 OFERTA E DEMANDA DE VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA NO MÉXICO100

Distribuição geográfica da oferta100 Distribuição, demanda e oferta durante o ano100 Demanda internacional de verdura de palma forrageira101 VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA COMO FORRAGEM101 CONCLUSÕES 102

PRAGAS DA PALMA FORRAGEIRA103

(S. Longo e C. Rapisarda) INTRODUÇÃO 103 INSETOS 103

Thrips (Thrysanoptera Tripidae)103 Percevejos (Hemiptera Coreidae)104 Cochonilha (Homoptera Dactylopiidae)104 Escamas blindadas (Homoptera Diaspididae)106 Polias (Lepidoptera Pyraloidea)106 Escaravelhos (Colepotera) 108 Moscas (Diptera)109 Formigas (Hymenoptera formicidae)110 OUTRAS PRAGAS110 COMENTÁRIOS FINAIS 1

DOENÇAS BIÓTICAS E ABIÓTICAS112

(G. Granata) INTRODUÇÃO 112 DOENÇAS INFECCIOSAS 112

Doenças causadas por bactérias e leveduras112

Mancha bacteriana 113 Esfoladura da coroa da palma forrageira113 Podridão moderada 114

Doenças causadas por fungos114

Podridão por Armillaria e podridão dos caules115 Gomose causada por Dothiorella116 Podridão do colo, induzido por Phytophtora116 Mancha dourada causada por Alternaria117 Murcha causada por Fusarium118 Escamas ferruginosas 118 Podridão algodoeira 119 Mofo cinza119

Outros agentes patológicos tipo fungos120 Doenças tipo micoplasma121

Engrossamento dos cladódios121 Proliferação de flores121 vii

DOENÇAS ABIÓTICAS 122

Deficiências e toxicidade de minerais122 DESARANJOS CAUSADOS POR FATORES AMBIENTAS122

Danos causados por granizo122 DOENÇAS DE CAUSA DESCONHECIDA122 Caspa 122

MANEJO PÓS-COLHEITA DE FRUTAS E VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA123

(M. Cantewell) INTRODUÇÃO 123 FRUTAS 123

Composição e características nutritivas da fruta madura123 Desenvolvimento da fruta, índices de maturação e atributos de qualidade123 Fisiologia da pós-colheita128 Colheita e embalagem128 Condições de armazenagem e comercialização131 Necessidades futuras de pesquisa e divulgação133 VERDURA DE PALMA FORRAGEIRA133

Qualidade e características nutritivas133 Fisiologia de pós-colheita134 Colheita e embalagem135 Condições de armazenagem e comercialização137 Manuseio de verdura fresca de palma forrageira139 Atividades futuras de pesquisa e divulgação139

FABRICAÇÃO DE ALIMENTOS E OBTENÇÃO DE SUBPRODUTOS140

(D. Sáenz-Hernández) INTRODUÇÃO 140 COMPOSIÇÃO QUÍMICA E VALOR NUTRITIVO140 SUCOS E POLPAS142 DOCES EM PASTA, CONGELADOS E OUTROS PRODUTOS143 SUBPRODUTOS 145 USOS FARMACÊUTICOS E COSMÉTICOS145

PRODUÇÃO E UTILIZAÇÃO DE FORRAGEM147

(P. Felker) INTRODUÇÃO 147 USOS HISTÓRICOS148 PRODUTIVIDADE 149 LIMITANTES AMBIENTAIS 150 QUALIDADE NUTRITIVA 151 COMPLEMENTOS PARA BALANCEAR MINERAIS E PROTEÍNAS E REDUZIR A EVACUAÇÃO 153 TÉCNICAS PARA AUMENTAR O TEOR DE PROTEÍNAS NA PALMA FORRAGEIRA153 PROCESSAMENTO, QUEIMA, CORTE, PALHA E ENSILAGEM154 IMPLICAÇÕES ECONÔMICAS 156 EXPERIÊNCIAS COM OPUNTIAS NA ÁFRICA SAHELIANA E NO SUBCONTINENTE HINDU 156 SUMÁRIO 156 Necessidades de pesquisas157 viii

CONTROLE E UTILIZAÇÃO DAS OPUNTIAS SELVAGENS158

(M. O. Brutsch e A. G. Zimmermann) INTRODUÇÃO 158 CONTROLE 158 A AMEAÇA DA PALMA FORRAGEIRA NA AUSTRÁLIA159 ESPÉCIES SELVAGENS DE OPUNTIA NA ÁFRICA DO SUL159 ESPÉCIES SELVAGENS DE OPUNTIA EM OUTROS PAÍSES160 UTILIZAÇÃO 161 DISCUSSÃO GERAL162

PRODUÇÃO DE CORANTE DACTI (Dactylopius coccus Costa)169

(V. Flores-Flores e A. Tekelenburg) INTRODUÇÃO 169 IMPACTO SÓCIO-ECONÔMICO E MERCADOS169

Histórico 169 Produção atual170 Perspectivas do mercado171 O INSETO E SEU CICLO BIOLÓGICO171

Origem e evolução da cochonilha172 Posição taxonômica 172 Morfologia 172

Desenvolvimento da fêmea172 Desenvolvimento do macho174 FATORES AMBIENTAIS QUE AFETAM O CICLO DO INSETO174

Temperatura atmosférica 174 Precipitações 175 Umidade relativa175 Luz e tempo de exposição175 Fases da lua176 FATORES BIÓTICOS QUE AFETAM O CICLO BIOLÓGICO176

Espécies de Opuntia176 Idade e condição do cladódio176 PRODUÇÃO DE COCHONILHA EM PALMAIS A CÉU ABERTO177

Palmais nativos selvagens177 Opuntias em velhas hortas familiares178 Plantações intensivas 178 MANEJO TÉCNICO DA PRODUÇÃO DE COCHONILHA178

Processos de infestação178

Cladódio infestado 178

Saco de filó179

Época ótima de infestação179

Dinâmicas da população de cochonilhas179 Inimigos naturais da cochonilha181 Manejo intensivo181 MANUSEIO DA COLHEITA E DA PÓS-COLHEITA182 PRODUÇÃO DE COCHONILHA EM ÁREAS COBERTAS184 RENDIMENTOS E LUCROS185

Ritmos de produção e rendimentos de cochonilha185 Necessidades de mão de obra e análise financeira186

(V. García de Cartázar e M. T. Varnero M.) INTRODUÇÃO 187 ASPECTOS BÁSICOS E POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE BIOGÁS E ETANOL188 BIOGÁS A PARTIR DE PLANTAS E ANIMAIS. CÁLCULOS PRÁTICOS189 PROJETO E OPERAÇÃO DE BIODIGESTORES190 PRODUÇÃO DE ENERGIA E USO EFICIENTE DOS RECURSOS191

BIBLIOGRAFIA 194 ÍNDICE REMISSIVO 211 x x xi LISTA DE FIGURAS

Codex Mendoza. Uma águia sobre um pequeno arbusto de palma forrrageira.. Origem e evolução do uso da palma forrageira no México (até 1980).

Distribuição percentual dos tamanhos das empresas agrícolas, de acordo com um estudo realizado através de entrevistas.

Perda diária de água e captação atmosférica do CO2 para plantas representativas altamente produtivas dos tipos C3 e C4, bem como para a espécie CAM O. ficus-indica.

Influência da duração da seca sobre a captação atmosférica de CO2, em períodos de 24 horas na O. ficus-indica.

Influência da temperatura do ar dia/noite sobre a captação atmosférica de CO2, em período de 24 horas na O. ficus-indica.

Influência do fluxo diário de fótons fotossintéticos ativos sobre a captação atmosférica de CO2, em períodos de 24 horas para O. ficus-indica.

Produtividade prevista de O. ficus-indica para vários espaçamentos e portanto para valores do índice de área do cladódio (IAC).

Floração em cladódios cortados, colocados sob viveiros sobreados ou em estufa em Beer-Sheva, Israel.

Início da floração em vários locais de Israel e suas várias temperaturas mensais.

Mudanças no peso fresco da fruta e da polpa e no peso seco da fruta, polpa e sementes, durante o desenvolvimento da fruta da cultivar 'Gialla'.

Duração do período dos crescimento da fruta em Beer-Sheva, Israel, em função das temperaturas mensais.

Passos esquemáticos na micropropagação de Opuntia amyclaea.

Desenvolvimento e multiplicação de brotos. Desenvolvimento de brotos depois de 25 dias de cultivo. Seções longitudinais de broto desenvolvido, mostrando o desenvolvimento de novos brotos surgindo da gema préexistente.

Desenvolvimento de brotos em meios com diferentes concentrações percentuais de sacarose.

xii 16.

Diferenciação radicular. Brotos de Opuntia cultivados durante dez dias em um meio de cultivo complementado com AIB. Efeito sobre a quantidade de raízes em função da concentração de sais no meio. Indução de raízes em brotos cultivados em solução de sais. Seção histológica de raízes recém diferenciadas do câmbio.

Plantas micropropagadas de Opuntia no solo. Plantas recém-transferidas, mostrando características juvenis. Plantas com seis meses de idade, com formas típicas de cladódios.

Temperaturas médias mensais em alguns locais em que se cultiva a palma forrageira visando a produção de frutas.

Contribuição dos cladódios ao rendimento frutífero total da planta, em relação à produtividade isolada do cladódio.

Índice de refloração em relação ao ciclo da fertilidade.

Quantidade de cladódios férteis necessários para produzir 20 tons/ha de frutas (120 g) em relação à fertilidade do cladódio e à densidade do pomar, considerando uma fertilidade do cladódio de 6 frutas.

Períodos de colheita das frutas de Opuntia sp. cultivadas no mundo.

Mudanças nos sólidos solúveis, açúcar total, pH e teor total de pectina, na polpa e na casca de frutas (O. amyclaea, Copena 1), colhidas em diferentes estágios de maturação.

Manuseio de pós-colheita da fruta de palma forrageira para mercados internacionais.

Flutuação diária no teor de ácido titulável da verdura de palma forrageira de 20 cm de comprimento, colhida de O. ficus-indica no verão entre 05:0 e 2:0 horas.

Mudanças no comprimento e peso, teor de proteínas, cinzas e fibras brutas, e carboidratos totais e acidez, durante o crescimento de verdura de palma forrageira.

Produção de dióxido de carbono por verdura de palma forrageira de 10 cm de comprimento (O. inermis), armazenados a 5º, 10º, 15º e 20ºC.

Mudanças no teor da acidez titulável de verdura de palma forrageira (O. inermis) de 10 cm, e de 20 cm, colhida às 08:0 e às 18:0 e armazenada durante nove dias a 5º, 10º, 15º e 20ºC.

Diagrama do ciclo biológico da cochonilha.

Infestação de cochonilha com um cladódio infestado.

xiii 31.

Infestação de cochonilha com saco de filó. Colheita da cochonilha.

Estágios das transformações anaeróbicas da matéria orgânica para etanol e/ou metano com os principais grupos de microorganismos responsáveis pelos processos.

Diagrama de fluxo para um sistema agrícola otimizado, baseado na produção de palma forrageira.

xiv LISTA DE TABELAS

Principais usos tradicionais, atuais e potenciais de opuntias.

Variação no número de cromossomos em variedades selvagens e cultivadas de palma forrageira.

Características das variedades de frutas de palma forrageira cultivadas no mundo.

Conteúdo de sementes em frutas de palma forrageira.

Percentagem de germinação das sementes nas variedades de palmas forrageiras cultivadas e selvagens, em diferentes intervalos de tempo depois da colheita das frutas.

Percentagem de sementes poliembriônicas nas palmas forrageiras cultivadas e selvagens e quantidade de embriões por semente.

Quantidade e tamanho dos brotos de palma forrageira, em função do tamanho do corte do cladódio cv. Selección Pabellón.

Áreas representativas cultivadas com Opuntia para a produção de frutas.

Condições climáticas nas áreas produtoras de fruta de palma forrageira no México.

Produção mensal de verdura de palma forrageira em Tlalnepantla, Morelos, com preços médios por fardo pagos aos produtores na central de abastecimento da Cidade do México.

Área dedicada à produção de verdura de palma forrageira por estado.

Preços por quilo de verdura de palma forrageira em diferentes centrais de abastecimento no México 1991-1992 (US$)

Comparação da composição da polpa da fruta de palma forrageira com a da laranja e a do mamão.

Composição química da polpa e das sementes das frutas de O. ficus-indica.

Mudanças físicas e de composição química em frutas de O. amyclaea, Copena 18, durante seu desenvolvimento e maturação.

Composição química de frutas frescas e armazenadas de O. amyclaea, colhidas em vários estágios de desenvolvimento.

xv 17.

Respiração máxima e taxa de produção de etileno de algumas frutas climatéricas e não climatéricas a 20ºC.

Respiração e taxa de produção de etileno da fruta de O. amyclaea, Copena 18, colhida em três estágios de maturação e armazenada a 20ºC e 95% de umidade relativa.

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