Impactos ambientais ocasionados por ação antrópica no parque ambiental do Utinga localizado na região metropolitana de Belém.

Impactos ambientais ocasionados por ação antrópica no parque ambiental do Utinga...

Impactos ambientais ocasionados por ação antrópica no parque ambiental do Utinga localizado na região metropolitana de Belém.

RESUMO

INTRODUÇÃO

Os problemas ambientais são conseqüências do desequilíbrio causado pelo uso inadequado dos recursos naturais. Isso tem se transformado em grande preocupação junto á humanidade, pois esta agora precisa se habituar a conviver de forma equilibrada com o meio ambiente. Atualmente a compreensão da relação uso dos recursos naturais e impactos ambientais acendem a perspectiva para refletimos sobre a reeducação da sociedade no sentido de minimizar esses impactos. Frente a presente problemático, as Unidades de Conservação são áreas destinadas ao uso sustentável do meio ambiente, contribuindo para melhoria da qualidade de vida da população.

A problemática do Parque Ambiental de Belém existe em decorrência da urbanização crescente e desordenada que se verifica nos municípios de Belém e Ananindeua, levando ao surgimento de bairros, conjuntos residenciais e à multiplicação de favelas. Nesses locais encontram se as principais nascentes das bacias hidrográficas dos lagos Bolonha e Água Preta, algumas destas já seriamente comprometidas, pois se encontram sujeitas à degradação às suas proximidades

Nesse contexto o presente trabalho tem como objetivo geral analisar de que maneira a ação antrópica vem interferindo na preservação do parque ambiental de Belém (Utinga) e os lagos Bolonha e Água Preta.

Como objetivos específicos: (i) Pesquisar como o desmatamento pode provocar o assoreamento do lago e consequentemente ameaça a escassez do abastecimento de água para a população metropolitana; (ii) Identificar a área de ocupação em torno do parque ambiental; (iii) Identificar se o crescimento urbano desenfreado e quais os fatores são responsáveis pela ameaça do parque ambiental e verificar se a população tem conhecimento das conseqüências ocasionadas pela poluição do parque ambiental; (iv) Analisar os principais tipos de resíduos despejados na área do lixão do Aura localizado na proximidade do parque ambiental do Utinga.

Este trabalho tem uma abordagem focada na temática ambiental, com finalidade de analisar os tipos de impactos ambientais através das técnicas de analises bibliográficas do parque ambiental do Utinga.

O lagos Água Preta e Bolonha constituem os principais mananciais de água superficial para o abastecimento publico da região Metropolitana, composta ainda pelos municípios de Ananindeua, Benevides, Marituba e Santa Barbara, atendendo a aproximação de 75% da população. Ambos os lagos, foram formados por meio de construções de barragens na década de 30, sendo alimentado por pequenas drenagens e por água bombeada do rio Guamá. Esses mananciais correm riscos de eutrofização em decorrência de estarem situados num ambiente vulnerável à pressão da ocupação urbana e ao lançamento de efluentes domésticos e indústrias (CENSA/COSANPA, 1983; RIBEIRO, 1992; MORALES t al. 2002)

A análise dos impactos ambientais com apoio da técnica de analise bibliográfica aliado a visitas técnicas adotada no estudo possibilita o entendimento através dos parâmetros técnico-científicos adotados, os principais pontos de impactos ambientais ocasionados, sobretudo pela ação antrópica.

METODOLOGIA

Os procedimentos metodológicos adotados para a realização do trabalho foram: pesquisas bibliográficas para levantamento de referenciais bibliográficos e visitas técnicas ou de campo.

Área de Estudo

O Parque ambiental do Utinga (figura 01) está situado na região metropolitana de Belém, com cerca de 1348 ha, é uma das maiores Áreas de Proteção Ambiental do Brasil, ele abriga os mananciais hídricos que abastecem Belém e região e o lagos Bolonha e Água Preta (figura 02). É uma floresta tropical úmida perenifólia, de terra firme, com alguns pontos sujeitos as inundações. Segundo Koppen, seu clima é do tipo (tropical úmido ou superúmido), com umidade média anual de 70%. Os lagos Bolonha e Água Preta são abastecidos pelas águas drenadas de sua bacia hidrográfica (Rio Aurá a parte do Igarapé Tucunduba e Uriboquinha, sub-bacias do igarapé Mucutu e Água Preta), bem como por um sistema de bombeamento de água do rio Guamá, implantado pela Companhia de Saneamento do Pará - COSANPA, que tem por objetivo suprir o déficit de água destinada ao abastecimento de Belém. O lago Água Preta é o principal abastecedor de água da cidade de Belém, ocupando uma área de 7.199, 5 m². Após sua ampliação em 1973, passou a suportar cerca de 10,55x106 m³ de água acumulada com 8,5 m aproximadamente de profundidade máxima. Um sistema de comportas controla a saída de água do lago por um canal a céu aberto, que por gravidade é conduzida até o lago Bolonha, que ocupa uma área de 1.790.00 m², suportando cerca de 2,10x106 m³ de água acumulada com profundidade máxima em torno de 7,5 m.

Área de Proteção Ambiental dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém (APA de Belém) (figura 01).

A Lei 6.902/81, que dispõe sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental, estabelece que as Estações Ecológicas caracterizam-se como “áreas representativas dos ecossistemas brasileiros, destinadas à realização de pesquisas básicas e aplicadas de Ecologia, à proteção do ambiente natural e ao desenvolvimento da educação conservacionista” (art. 1º).

A Área de Proteção Ambiental dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém (figura 01) foi criada por meio do Decreto Estadual nº 1.551, de 03/05/1993 e está localizada nos municípios de Belém e Ananindeua, sendo administrada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Belém. Dentre os objetivos da APA, pode-se destacar a manutenção da portabilidade da água dos mananciais e da qualidade ambiental dos lagos Água Preta e Bolonha, do rio Aurá e respectivas bacias hidrográficas; ordenamento do uso do solo; promoção do saneamento ambiental e a urbanização das áreas ocupadas; promoção da recuperação das áreas degradadas, incluindo o seu reflorestamento; a preservação da biodiversidade, incremento da educação ambiental e atividades culturais e de lazer, dentre outros (art. 1º, Decreto Estadual nº 1.551/93). O Decreto estabelece que na APA Belém não sejam permitidas atividades de terraplanagem, mineração, dragagem e escavação de que venha causar danos ou degradação do meio ambiente e/ou perigo para pessoas ou para a biota, bem como qualquer atividade industrial, potencialmente capaz de causar poluição (art. 6º).

Figura 01 –Imagem de satélite do Parque Ambiental do Utinga.

Figura 02- Ortofoto da área dos lagos (JUNIOR; COSTA, 2004).

Levantamento e Analise de Dados

Para identificar as áreas com desmatamentos e áreas com ocupação urbanas desordenadas e desenfreadas próximo do parque ambiental do Utinga foram utilizadas imagens do software Google Earth 2009 devido à disponibilidade gratuita na internet e por apresentarem boa resolução na área pesquisada.

Em campo coletamos dados no perímetro pesquisado utilizando maquina fotográfica e posterior anotação de campo localizando os pontos de impactos ambientais. Realizamos registros fotográficos referente aos impactos encontrados na área pesquisada.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O desmatamento provoca assoreamento. O assoreamento é o acúmulo de areia, solo desprendido de erosões e outros materiais levados até rios e lagos pela chuva ou pelo vento. Quando isso ocorre, cabe às matas ciliares servirem de filtro para que este material não se deposite sob a água. Quando as matas são indevidamente removidas, rios e lagos perdem sua proteção natural e ficam sujeitos ao assoreamento, e ao desbarrancamento de suas margens, o que agrava ainda mais o problema.

Através de visita técnica foram feitas observações quanto à vegetação localizada em torno dos mananciais (água preta e Bolonha) (figura 03) foi constatado que atualmente há floresta secundaria em maior proporção, comparada com floresta primaria ou capoeira, isso se deve a interferência humana. Só que há a conservação da mata ciliar devido o parque ser uma Área de Proteção Ambiental (APA) e consequentemente diminui o processo de erosão o que reduz consideravelmente os riscos de intensificação do fenômeno de assoreamento na extensão dos lagos, acontecendo só o fenômeno de assoreamento natural. Agora no entorno do parque ambiental do Utinga (figura 01) há uma grande preocupação, porque foi constatado um intenso desmatamento devido não terem uma fiscalização adequada e uma proibição de novos assentamentos a cada ano que passa há um aumento em ocupações sem planejamentos (invasões), essas ocupações sem nenhum planejamento são umas das principais causadoras dos desmatamentos em torno do Parque Ambiental de Belém.

Figura 03- imagem da floresta em torno dos lagos.

Essa situação de elevado crescimento urbano, sem um crescimento correspondente das ações de caráter urbanísticas e sanitárias em algumas metrópoles, como a implantação de rede de coleta e tratamento de esgotos sanitários, canalização de rios e córregos, e a preservação da mata ciliar, só têm agravado os impactos produzidos no ciclo hidrológico.

A expansão da região metropolitana (figura 04) vem contribuindo para ocupação urbana da área de entorno do Parque Ambiental de Belém, através do entendimento das diferentes formas de apropriação, bem como do processo de degradação ambiental verificado nas microbacias hidrográficas dos Igarapés do Murutucu e Água Preta.

Figura 04 - Mapa de evolução urbana na Região Metropolitana de Belém (modificado de Matta, 2002).

Vale ressaltar, que esse crescimento urbano não vem acompanhado de infra-estrutura urbana, provocando o aparecimento de focos de poluição ambiental a partir do desmatamento das matas, e hídrica através dos esgotos que vertem para as nascentes localizadas no interior da área. Citam-se ainda outros fatores preocupantes, tais como à construção próxima de um cemitério e a existência de um lixão abandonado, além da implantação do aterro sanitário de lixo doméstico e industrial dos municípios de Belém e Ananindeua, localizado a apenas 1,4 Km da área de estudo. Durante a estação chuvosa, o lençol freático, bem como o Rio Aurá sofrem a possibilidade de uma contaminação direta por chorume, visto que a sua foz se encontra a 200 metros das bombas de captação e bombeamento de água da COSANPA no Rio Guamá, que abastecem o lagos através da adutora, colocando em risco os mananciais ali existentes.

Entre as décadas de 80 e 90 intensificou-se o processo de ocupação sem planejamento da área atualmente conhecida como Curió – Utinga que é um bairro da cidade de Belém. Apesar de ser o maior bairro em extensão territorial, sua maior parte é ocupada pelo verde de reservas e mananciais, uma vez que a principal fonte de abastecimento de água potável da cidade vem de lá, dos Lagos Água Preta e Bolonha. Assim como de água, o bairro do Curió-Utinga também abriga a Central de Abastecimento de Alimentos do Estado do Pará - CEASA/PA.

Apartir de análises bibliográficas e comparações visuais de imagens de satélite realizadas no decorrer dos anos foram possíveis constatar que a ocupação desenfreada (figura 05) vem ameaçando em decorrência do desmatamento, para construção de habitações irregulares e a carência de infra-estrutura no tratamento de esgoto nas áreas de invasões.

Figura 05- imagem das ocupações em torno do Parque.

Os dejetos domésticos e industriais são lançados em pequenos córregos sem nenhum tipo de tratamentos, esses córregos desembocam no parque ambiental ou nas proximidades ocasionando a poluição dos mananciais. E dessa maneira analisamos que a população tem pouco conhecimento das consequências ocasionadas por ela mesma, visto que a população joga lixo em córregos e etc.

O Depósito de Lixo Metropolitano de Belém localizado em Santana do Aurá (figura 06), com acesso pela Estrada do Aurá, a 4,5 km da Rodovia BR-316, foi iniciado em 1991 e, devido a problemas financeiros, uma usina de reciclagem e compostagem e um aterro sanitário, previstos em seu projeto inicial, não foram instalados, tornando o depósito um lixão ao longo dos anos, o qual recebe em torno de 1000 toneladas/dia de resíduos há 19 anos. O fato do Lago Água Preta, o principal manancial de abastecimento de água da população residencial da Região Metropolitana de Belém, se encontrar localizado a apenas 1,4km do “Lixão do Aurá”, tem levantado diversas especulações decorrente de sua possível contaminação pela proximidade existente entre ambos (BAHIA,V. E,2003).

Figura 06- localização do lixão do Aurá (BAIHA,2003)

Além de todos os tipos de lixo normal, que incluem a matéria orgânica do dia-a-dia, restos de alimentos, o material reciclável, entre outros mais comuns, alguns tipos não despertam cuidados e podem causar sérios danos ao ambiente, principalmente por conter elementos químicos na forma iônica que são absorvidos e acumulados pelo organismo. São elementos presentes em cosméticos e maquiagens, como alumínio, que pode causar a Síndrome de Alzheimer; nas pilhas e baterias, que lança níquel e cádmio no ambiente; nas lâmpadas que possuem mercúrio, um metal pesado e tóxico que pode contaminar solos e a água; nas pastilhas e lonas de freios, que contém amianto e se acumula nos pulmões; nos materiais de eletrônica, que contém chumbo; nos fertilizantes, que são ricos em fósforo, o lixo radiativo, proveniente de usinas, máquinas de radioterapia e raios-X (césio).

O Brasil produz cerca de 240 mil toneladas de lixo por dia sendo 90% depositado a céu aberto e menos de 5% do lixo urbano é reciclado. Calcula-se que 30% do lixo brasileiro fiquem espalhados pelas ruas das grandes cidades. Na cidade de São Paulo, das 15 mil toneladas de lixo recolhidas por dia, cerca de 35% são materiais recicláveis e menos de 1% é reciclado. Cada paulistano produz diariamente 1,2 kg de lixo, em média, que vão para as montanhas dos lixões ou aterros sanitários (PMB, 1997) (gráfico 01).

Gráfico 01

Fonte: Pereira Neto (1992).

O lixo da cidade de Belém é composto principalmente de matéria orgânica (58% do total) e o teor de material reciclável, papel, papelão, plásticos, metais e vidros se encontram em torno de 36%. Seus resíduos sólidos são compostos em sua grande maioria, por lixo público e lixo domiciliar (Gráfico 02).

Gráfico 02- Participação percentual dos diferentes tipos de lixo da cidade de Belém.

Fonte: PMB (1997).

A uma baixa influência do chorume na água do lagos Água Preta e Bolonha, não há evidência que o chorume do lixão do Aurá esta interferindo na qualidade da água do manancial Água Preta e Bolonha. Considerando que o Depósito de Resíduos do Aurá, encontra-se no lado oposto do lago, esse igarapé (Santo Antônio) atuaria como uma barreira natural e protetora, diminuindo a possibilidade de os aqüíferos localizados mais à oeste da área de estudo, serem atingidos por fluxos superficiais e subterrâneos originados do local de descarga dos resíduos sólidos ( BAIHA, V. E,2003).

CONCLUSÃO

Com base no trabalho realizado, concluiu-se que: A dinâmica da área estudada revela que a capacidade e suporte de suas condições naturais somadas à ação antrópica, representada pelas formas de uso por meio de atividades sócio-culturais, precisam valorizar a perspectiva da conservação ambiental.

Os conhecimentos da legislação ambiental e das políticas públicas, direcionada para o Parque Ambiental de Belém (Utinga) (figura 01) é relevante para o planejamento e execução de medidas duradouras para recuperação ambiental, procurando demonstrar aquilo de mais valioso que este possui o desenvolvimento de atividades que valorizam a sociedade, a cultura e o meio ambiente.

O Parque Ambiental de Belém (Utinga) (figura 01) é uma Área de Preservação Ambiental (APA), porém encontramos alguns impactos ambientais, o que tem causado instabilidade ambiental e uma conseqüente perda da qualidade dos recursos naturais. Isso vem se tornado preocupação à capacidade de suporte ambiental, o que demonstra o deficiente planejamento das áreas periféricas de Belém e região metropolitana.

Espera-se com este trabalho de pesquisa alertar sobre as conseqüências das ocupações desordenada, dos tipos de resíduos das cidades, importância das APA e fornecer informações para a sociedade que possam reverter ou minimizar os impactos causados ao meio ambiente.

BIBLIOGRAFIA

BAHIA, V. E. 2003. Estudo hidrogeológico da área localizada entre o Depósito de Lixo Metropolitano de Belém (Aurá) e o Lago Água Preta. Dissertação de Mestrado, Centro deGeociências, Universidade Federal do Pará.

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CENSA/COSANPA. 1983. Diagnóstico do estudo urbanístico de proteção sanitária dos lagos Bolonha e Água Preta. II: Estudo da qualidade de proteção das águas. Belém, Consultoria –Engenharia / Companhia de Saneamento do Pará. 279p.

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PEREIRA NETO, J.T. 1992. Conceitos modernos de compostagem. In: técnicas de tratamento de rsu domiciliar urbano, 1, 1992, Belo Horizonte. Curso... Belo Horizonte: ABES. p.77-92.

PMB, 1997. Projeto Técnico: Saneamento Ambiental do Complexo de Destino Final de Resíduos Sólidos do Aurá-Belém-PA. Belém, Prefeitura Municipal de Belém. 340p.

RIBEIRO, H.M.C. 1992. Avaliação Atual da Qualidade das Águas dos lagos Bolonha e Água Preta, situados na área fisiográfica de Utinga (Belém-PA). Belém. Universidade Federal do Pará. Centro de Geociências. 204p. (Dissertação de Mestrado).

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