ATPS - Contabilidade Geral

ATPS - Contabilidade Geral

Relação de contas patrimoniais  – em 20/08/2009 ( Tabela 1)

Inovação & Desafio Com. Ltda

CORRIGIDO

B – D -  O

Contas

Valor (R$)

B

Caixa

6.000

B

Banco conta movimento

250.000

O

Fornecedores

480.000

B

Imóveis

185.000

D

Duplicatas a receber

380.000

O

Contas a pagar

55.000

D

Títulos a receber

15.000

B

Instalações

40.000

B

Veículos

75.000

B

Estoques - Mercadorias

280.000

B

Móveis e utensílios

43.000

B

Terrenos

50.000

B

Estoques - Materiais de escritórios

8.500

O

Aluguéis a pagar

3.000

O

Impostos e taxas a recolher

101.000

D

Diferido

25.000

O

Seguros a pagar

4.000

B

Computadores e periféricos

25.000

D

Adiantamentos a funcionários

60.000

B

Estoques - Material de limpeza

1.200

O

Energia elétrica a pagar

800

B

Aplicações financeiras de curto prazo

24.000

D

Adiantamento ao fornecedor

127.500

B

Material de embalagem

7.000

O

Empréstimos a pagar

150.000

D

Impostos a recuperar

70.000

D

Marcas e patentes

15.600

D

Gastos de constituição

145.500

D

Despesas pagas antecipadamente

300

B= Bens    D= Direito              O= Obrigações

 

BENS DE USO

IMOVEIS

185.000

VEICULOS

75.000

MOVEIS E UTENSILIOS

43.000

TERRENOS

50.000

COMPUTADORES E PERIFÉRICOS

25.000

BENS DE CONSUMO

ESTOQUES-MATERIAIS DE ESCRITORIOS

8.500

ESTOQUES – MATERIAIS DE LIMPEZA

1.200

MATERIAL DE EMBALAGEM

7.000

BENS DE TROCA

CAIXA

6.000

BANCO CONTA MOVIMENTO

250.000

APLICAÇÃO FINANCEIRA DE CURTO PRAZO

24.000

BENS INTANGÍVEIS

MARCAS E PATENTES

15.600

BENS DE USO

378.000

BENS DE CONSUMO

16.700

BENS DE TROCA

280.000

BENS INTANGÍVEIS

15.600

TOTAL DOS BENS

690.300

 

 

 

 

INOVAÇÃO & DESAFIO COM LTDA

 

 

BALANÇO PATRIMONIAL em 20/08/2009

 

 

ATIVO

1.833.600,00

PASSIVO

1.833.600,00

Ativo Circulante

1.229.500,00

Passivo Circulante

793.800,00

Disponivel

280.000,00

Fornecedores

480.000,00

Caixa

6.000,00

Impostos e Taxas a Recolher

101.000,00

Banco Conta Movimento

250.000,00

Emprestimos a Pagar

150.000,00

Aplicações Financeiras C. Prazo

24.000,00

Contas a Pagar

55.000,00

 

Alugueis a Pagar

3.000,00

CREDITOS

652.800,00

Energia Elétrica a Pagar

800,00

Duplicatas a Receber

380.000,00

Seguros a Pagar

4.000,00

Titulos a Receber

15.000,00

 

Adiantamento de Fornecedores

127.500,00

 

Adiantamento de Funcionários

60.000,00

 

Despesas pagas Antecipadamente

300,00

 

Impostos a Recuperar

70.000,00

 

 

 

Estoques

296.700,00

 

Estoque de Mercadorias

280.000,00

Patrimônio Liquido

1.039.800,00

Estoqque - Material de Escritório

8.500,00

Estoqque - Material de Limpeza

1.200,00

Material de Embalagem

7.000,00

 

 

 

Imobilizado

418.000,00

 

Terreno

50.000,00

 

Imoveis

185.000,00

 

Instalações

40.000,00

 

Veiculos

75.000,00

 

Computadores e Perifericos

25.000,00

 

Moveis e Utensilios

43.000,00

 

 

 

Intangivel

15.600,00

 

Marcas e Patentes

15.600,00

 

 

 

 

 

Diferido

170.500,00

 

Gastos Prè Operacionais

25.000,00

 

Gastos de Constituição

145.500,00

 

 

 

 

 

O Patrimônio Liquido da Empresa Inovação e Desafio Com Ltda é de R$ 1.039.800,00 e a empresa se encontra em Situação Patrimonial Liquida Positiva pois o seu Ativo é maior que o Passivo.

Conforme solicitação da etapa 01 passo 04 deste desafio analisamos os balaços patrimoniais das empresas Perdigão S/A. e esta se encontra com a situação patrimonial liquida positiva, pois seu ativo é maior que o passivo.

A Industria Romi S/A em seu balanço publicado em em 31/12/2010 está com sua situação liquida positiva , pois o ativo é maior que o passivo.

http://www.romi.com/fileadmin/editores/empresa/investidores

 

 

 

 

INOVAÇÃO & DESAFIO COM LTDA

 

 

BALANÇO PATRIMONIAL em 20/08/2009

 

 

ATIVO

1.833.600,00

PASSIVO

1.833.600,00

Ativo Circulante

1.229.500,00

Passivo Circulante

793.800,00

Disponivel

280.000,00

Fornecedores

480.000,00

Caixa

6.000,00

Impostos e Taxas a Recolher

101.000,00

Banco Conta Movimento

250.000,00

Emprestimos a Pagar

150.000,00

Aplicações Financeiras C. Prazo

24.000,00

Contas a Pagar

55.000,00

 

Alugueis a Pagar

3.000,00

CREDITOS

652.800,00

Energia Eletrica a Pagar

800,00

Duplicatas a Receber

380.000,00

Seguros a Pagar

4.000,00

Titulos a Receber

15.000,00

 

Adiantamento de Fornecedores

127.500,00

 

Adiantamento de Funcionários

60.000,00

 

despesas pagas Antecipadamente

300,00

 

Impostos a Recuperar

70.000,00

 

 

 

Estoques

296.700,00

 

Estoque de Mercadorias

280.000,00

Patrimonio Liquido

1.039.800,00

Estoqque - Material de Escritório

8.500,00

Capital Social

950.300,00

Estoqque - Material de Limpeza

1.200,00

Reserva de Lucro

89.500,00

Material de Embalagem

7.000,00

 

 

 

Imobilizado

418.000,00

 

Terreno

50.000,00

 

Imoveis

185.000,00

 

Instalações

40.000,00

 

Veiculos

75.000,00

 

Computadores e Perifericos

25.000,00

 

Moveis e Utensilios

43.000,00

 

 

 

Intangivel

15.600,00

 

Marcas e Patentes

15.600,00

 

 

 

 

 

Diferido

170.500,00

 

Gastos Pre Operacionais

25.000,00

 

Gastos de Constituição

145.500,00

 

 

 

 

 

O Capital Social da empresa Inovação e Desafio Com Ltda é no valor de R$ 950.300,00.

Conforme analise do balanço demonstrado da empresa Inovação e Desafio Com Ltda, verificamos que a conta Diferido não faz parte da estrutura dos balanços patrimoniais após as alterações da Lei 11.638/07 e 11.941/09. Os gastos de Constituição da empresa devem ser classificados diretamente despesas no Grupo das contas de Resultado.

Segundo a Lei 11.638/07 e 11941/09 as contas do Balanço patrimonial deverão ser classificados em 2 grupos, os Ativos Circulante e Não-Circulante e Passivos Circulantes e Não Circulantes e Patrimônio liquido.

Os Ativos circulantes são as disponibilidades: bancos, caixa, além dos bens, direitos e valores a receber. Já os ativos Não circulantes, são considerados assim, quando aplicados como imobilizados, ou fixos que são aqueles que foram efetuados de forma permanente, e que não podem ser movimentados a todo o momento, pois estão fora dessas condições. Alguns exemplos de ativos não circulantes: Ativo Intangível, Ativo Imobilizado, Investimentos e Ativos Realizável a longo prazo. Outra coisa é que esses bens são divididos em mais duas categorias, que são os bens tangíveis e intangíveis.

O passivo circulante são escrituradas as obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, quando se vencerem no exercício seguinte. Os passivos não circulantes são escrituradas as obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, quando se vencerem após o exercício seguinte. e o Patrimônio Liquido é a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos. É constituído por Capital Social, Reservas de Capital, Ajustes de Avaliação Patrimonial, Reservas de Lucros, Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados.

De acordo com o Balanço da empresa Inovação e Desafio Com. Ltda. Pode se observar que não houve a identificação dos grupos tanto do ATIVO NÃO CIRCULANTE E O PASSIVO NÃO-CIRCULANTE, apenas o grupos Circulante. Verificamos que a conta subgrupo Ativo Diferido não faz parte da estrutura dos balanços patrimoniais após as alterações da Lei 11.638/07 e 11.941/09, sendo os gastos de Constituição da empresa classificados diretamente em despesas no Grupo das contas de Resultado.

Autor: Comitê de Pronunciamentos Contábeis

Titulo: PRONUNCIAMENTO CONCEITUAL BÁSICO (R1) - Estrutura Conceitual para elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-Financeiro. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – The Conceptual Framework for Financial Reporting (IASB –BV 2011 Blue Book).

Resenha Descritiva

Ativo - A entidade geralmente emprega os seus ativos na produção de bens ou na prestação de serviços capazes de satisfazer os desejos e as necessidades dos consumidores. Tendo em vista que esses bens ou serviços podem satisfazer esses desejos ou necessidades, os consumidores se predispõem a pagar por eles e a contribuir assim para o fluxo de caixa da entidade. O caixa por si só rende serviços para a entidade, visto que exerce um comando sobre os demais recursos.

Muitos ativos têm forma física. Entretanto, a forma física não é essencial para a existência de ativo. Assim sendo, as patentes e os direitos autorais, por exemplo, são considerados ativos, caso deles sejam esperados que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade e caso eles sejam por ela controlados.

Os ativos da entidade resultam de transações passadas ou de outros eventos passados. As entidades normalmente obtêm ativos por meio de sua compra ou produção, mas outras transações ou eventos podem gerar ativos. Por exemplo, um imóvel recebido de ente governamental como parte de programa para fomentar o crescimento econômico de dada região ou a descoberta de jazidas minerais.

Há uma forte associação entre incorrer em gastos e gerar ativos, mas ambas as atividades não são necessariamente indissociáveis. Assim, o fato de a entidade ter incorrido em gasto pode fornecer uma evidência de busca por futuros benefícios econômicos, mas não é prova conclusiva de que um item que satisfaça à definição de ativo tenha sido obtido. De modo análogo, a ausência de gasto relacionado não impede que um item satisfaça à definição de ativo e se qualifique para reconhecimento no balanço patrimonial. Por exemplo, itens que foram doados à entidade podem satisfazer à definição de ativo.

Passivos - característica essencial para a existência de passivo é que a entidade tenha uma obrigação presente. As obrigações podem ser legalmente exigíveis em conseqüência de contrato ou de exigências estatutárias. Esse é normalmente o caso, por exemplo, das contas a pagar por bens e serviços recebidos. Entretanto, obrigações surgem também de práticas usuais do negócio, de usos e costumes e do desejo de manter boas relações comerciais ou agir de maneira eqüitativa. Deve-se fazer uma distinção entre obrigação presente e compromisso futuro.

A decisão da administração de uma entidade para adquirir ativos no futuro não dá origem, por si só, a uma obrigação presente. A obrigação normalmente surge somente quando um ativo é entregue ou a entidade ingressa em acordo irrevogável para adquirir o ativo. Nesse último caso, a natureza irrevogável do acordo significa que as conseqüências econômicas de deixar de cumprir a obrigação como, por exemplo, em função da existência de penalidade contratual significativa, deixam a entidade com pouca, caso haja alguma, liberdade para evitar o desembolso de recursos em favor da outra parte. A liquidação de uma obrigação presente pode ocorrer de diversas maneiras, como, por exemplo, por meio de: pagamento em caixa; transferência de outros ativos; prestação de serviços; substituição da obrigação por outra; ou conversão da obrigação em item do patrimônio líquido. A obrigação pode também ser extinta por outros meios, tais como pela renúncia do credor ou pela perda dos seus direitos.

Alguns passivos somente podem ser mensurados por meio do emprego de significativo grau de estimativa. No Brasil, denominam-se esses passivos de Provisões. Exemplos concretos incluem provisões para pagamentos a serem feitos para satisfazer acordos com garantias em vigor e provisões para fazer face a obrigações de aposentadoria.

Patrimônio Liquido - O montante pelo qual o patrimônio líquido é apresentado no balanço patrimonial depende da mensuração dos ativos e passivos. Normalmente, o montante agregado do patrimônio líquido somente por coincidência corresponde ao valor de mercado agregado das ações da entidade ou da soma que poderia ser obtida pela venda dos seus ativos líquidos numa base de item-por-item, ou da entidade como um todo, tomando por base a premissa da continuidade (going concern basis). A constituição de reservas é, por vezes, exigida pelo estatuto ou por lei para dar à entidade e seus credores uma margem maior de proteção contra os efeitos de prejuízos. Outras reservas podem ser constituídas em atendimento a leis que concedem isenções ou reduções nos impostos a pagar quando são feitas transferências para tais reservas. A existência e o tamanho de tais reservas legais, estatutárias e fiscais representam informações que podem ser importantes para a tomada de decisão dos usuários. As transferências para tais reservas são apropriações de lucros acumulados, portanto, não constituem despesas.

O resultado é frequentemente utilizado como medida de performance ou como base para outras medidas, tais como o retorno do investimento ou o resultado por

ação. Os elementos diretamente relacionados com a mensuração do resultado são as receitas e as despesas. Receitas A definição de receita abrange tanto receitas propriamente ditas quanto ganhos. Despesas - A definição de despesas abrange tanto as perdas quanto as despesas propriamente ditas que surgem no curso das atividades usuais da entidade. As despesas que surgem no curso das atividades usuais da entidade incluem, por exemplo, o custo das vendas, salários e depreciação. Geralmente, tomam a forma de desembolso ou redução de ativos como caixa e equivalentes de caixa, estoques e ativo imobilizado. A receita deve ser reconhecida na demonstração do resultado quando resultar em aumento nos benefícios econômicos futuros relacionado com aumento de ativo ou com diminuição de passivo, e puder ser mensurado com confiabilidade. As despesas devem ser reconhecidas na demonstração do resultado quando resultarem em decréscimo nos benefícios econômicos futuros, relacionado com o decréscimo de um ativo ou o aumento de um passivo, e puder ser mensurado com confiabilidade. A despesa deve ser reconhecida imediatamente na demonstração do resultado quando o gasto não produzir benefícios econômicos futuros ou quando, e na extensão em que, os benefícios econômicos futuros não se qualificarem, ou deixarem de se qualificar, para reconhecimento no balanço patrimonial como ativo. A despesa também deve ser reconhecida na demonstração do resultado nos casos em que um passivo é incorrido sem o correspondente reconhecimento de ativo, como no caso de passivo decorrente de garantia de produto.

Mensuração é o processo que consiste em determinar os montantes monetários por meio dos quais os elementos das demonstrações contábeis devem ser reconhecidos e apresentados no balanço patrimonial e na demonstração do resultado. Esse processo envolve a seleção da base específica de mensuração. Essas bases incluem o que segue: Custo histórico, Custo corrente, Valor realizável, Valor presente. A base de mensuração mais comumente adotada pelas entidades na elaboração de suas demonstrações contábeis é o custo histórico. Ele é normalmente combinado com outras bases de mensuração. Por exemplo, os estoques são geralmente mantidos pelo menor valor entre o custo e o valor líquido de realização, os títulos e valores mobiliários negociáveis podem em determinadas circunstâncias ser mantidos a valor de mercado e os passivos decorrentes de pensões são mantidos pelo seu valor presente. O conceito de capital financeiro (ou monetário) é adotado pela maioria das entidades na elaboração de suas demonstrações contábeis. De acordo com o conceito de capital financeiro, tal como o dinheiro investido ou o seu poder de compra investido, o capital é sinônimo de ativos líquidos ou patrimônio líquido da entidade. Segundo o conceito de capital físico, tal como capacidade operacional, o capital é considerado como a capacidade produtiva da entidade baseada, por exemplo, nas unidades de produção diária.

A manutenção do capital financeiro o lucro é considerado auferido somente se o montante financeiro (ou dinheiro) dos ativos líquidos no fim do período exceder o seu montante financeiro (ou dinheiro) no começo do período, depois de excluídas quaisquer distribuições aos proprietários e seus aportes de capital durante o período. Manutenção do capital físico o lucro é considerado auferido somente se capacidade física produtiva (ou capacidade operacional) da entidade (ou os recursos ou fundos necessários para atingir essa capacidade) no fim do período exceder a capacidade física produtiva no início do período, depois de excluídas quaisquer distribuições aos proprietários e seus aportes de capital durante o período.

O conceito de manutenção de capital está relacionado com a forma pela qual a entidade define o capital que ela procura manter. Ele representa um elo entre os conceitos de capital e os conceitos de lucro, pois fornece um ponto de referência para medição do lucro; é uma condição essencial para distinção entre o retorno obre o capital da entidade e a recuperação do capital; somente os ingressos de ativos que excedam os montantes necessários para manutenção do capital podem ser considerados como lucro e, portanto, como retorno sobre o capital. Portanto, o lucro é o montante remanescente depois que as despesas (inclusive os ajustes de manutenção do capital, quando for apropriado) tiverem sido deduzidas do resultado. Se as despesas excederem as receitas, montante residual será um prejuízo.

Inovação & Desafio Com. Ltda

Não é conta de resultado (x) | Contas | Valor (R$)

| Outras receita | 75.250

| Devoluções de vendas | 10.290

x | Fornecedores | 680.000

| Provisão para IR pessoa jurídica e CSLL | 81.700

| Vendas de mercadorias | 700.000

x | Estoque inicial de mercadorias | 285.000

x | Despesas pagas antecipadamente | 700

| Despesa com salários | 45.800

| Outras despesas operacionais | 15.950

x | Contas a pagar | 55.000

| Juros ativos | 23.000

| Abatimentos s/ vendas | 11.900

| ICMS sobre vendas | 131.200

x | Compras de mercadorias | 170.500

| Despesas com pub & propaganda do mês | 35.000

| Despesa com energia elétrica da loja | 1.800

| Empréstimos a pagar | 315.600

| Juros passivos | 47.090

| Despesa de aluguel | 5.500

| Estoque final de mercadorias | 211.600

Receita é a entrada monetária que ocorre em uma Entidade (Contabilidade) ou patrimônio (Economia), em geral sob a forma de dinheiro ou de créditos representativos de direitos. Nas empresas privadas a Receita corresponde normalmente ao produto de venda de bens ou serviços (chamado no Brasil de faturamento). Classificam-se em operacionais e não-operacionais.

Lucro bruto ou lucro das vendas ou lucro operacional bruto é a diferença entre o faturado e o custo de fazer o produto ou prover o serviço, antes de deduzir overheads, folha de pagamento, impostos, e pagamento de juros.

No geral, este é o lucro mostrado em uma transação se não há interesse no custo indireto. Este é o rendimento que permanece uma vez deduzido os custos que surgem somente da geração daquele rendimento.

Para um varejista ou retalhista, o lucro bruto são as vendas feitas menos o custo dos bens vendidos. Para um manufaturista, o custo direto são os custos dos materiais e outro insumos usados para fazer o produto. Por exemplo, o custo da eletricidade para operar uma máquina é frequentemente um custo direto enquanto o custo para iluminar a sala do maquinário é um overhead. Custos com a folha de pagamento também podem ser diretos se a força de trabalho é paga em uma unidade de custo por item manufaturado. Por esta razão, a indústria de serviços, que vende seus serviços por unidades de tempo, frequentemente trata o custo dos honorários como um custo direto.

O Lucro Bruto é um importante guia para a viabilidade. Os custos indiretos são considerado quando se calcula a renda líquida, outro importante guia para a viabilidade.

 

Luco operacional - é todo resultado que direta ou indiretamente está relacionado com a atividade da empresa. O lucro ou prejuizo operacional é dado com bade na operação algébrica: Lucro Bruto - Despesas Operacionais + Receitas Operacionais = Lucro/Prejuizo OperacionalLucro Líquido - é o lucro do Exercício social de uma determinada empresa depois das Participações(DEAP) e antes das discribuições de Lucros aos Acionistas/Sócios), ou seja, é a base de calculo para distribuição de lucros(DL) os sócios.

 http://pt.wikipedia.org/ 

Plano de Contas

1.

ATIVO

1.1

CIRCULANTE

1.1.1

Disponível

1.1.1.001

Caixa

1.1.1.002

Bancos Conta Movimento

 

 

1.1.2

Realizações

1.1.2.001

Clientes

1.1.2.002

( - ) Duplicatas Descontadas

1.1.2.003

Aplicações Financeiras Curto Prazo

1.1.2.004

Impostos a Recuperar

 

 

1.1.3

Estoques

1.1.3.001

Estoque de Mercadorias

1.1.3.002

Estoque Materiais de Higiene

1.1.3.003

Estoque Materiais de Escritorio

 

 

1.2

NÃO CIRCULANTE

1.2.1.

Realizações a longo Prao

1.2.1.001

Títulos a Receber

 

 

1.3

ATIVO PERMANENTE

1.3.1

Investimentos

1.3.1.1

Participação de outras empresas

 

 

1.3.2

Imobilizado

1.3.2.001

Equipamentos de Informática

1.3.2.002

Imóveis

1.3.2.003

Instalações

1.3.2.004

Máquinas e Equipamentos

1.3.2.005

Móveis e Utensílios

1.3.2.006

Veículos

1.3.2.007

(-) Depreciação Acumulada

 

 

1.3.3

Intangível

1.3.3.001

Marcas e Patentes

1.3.3.002

Direitos Autorais

 

 

2

PASSIVO

2.1

CIRCULANTE

2.1.1

Obrigações com Fornecedores

2.1.1.001

Fornecedores Nacionais

2.1.1.002

Fornecedores Internacionais

 

 

2.1.2

Obrigações Trabalhistas e Sociais

2.1.2.1

Obrigações com Pessoal

2.1.2.1.1

Contribuições Previdenciárias a Recolher

2.1.2.1.2

FGTS a Recolher

2.1.2.1.3

Honorários da Diretoria a Pagar

2.1.2.1.4

Salários a Pagar

2.1.2.1.5

Dividendos a pagar

2.1.2.1.6

Outras Obrigações a Pagar

 

 

2.1.3

Obrigações Fiscais

2.1.3.1

Tributos e Contribuições a Recolher

2.1.3.1.1

IR a Recolher

2.1.3.1.2

ICMS a Recolher

2.1.3.1.3

IPI a Recolher

2.1.3.1.4

PIS e COFINS a Recolher

2.1.3.1.5

Taxas a Recolher

2.1.3.1.6

CSL a Recolher

 

 

2.2

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO

2.2.1

Obrigações Financeiras

2.2.1.001

Financiamentos a Pagar

 

 

2.3

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

2.3.1

CAPITAL SOCIAL

2.3.1.1

Capital Integralizado

2.3.1.1.001

Capital Social

2.3.1.1.002

( - ) Capital a Realizar

 

 

2.3.2

Reservas

2.3.2.1

Reservas de Capital

 

 

2.3.3

Reservas de Lucros

2.3.3.001

Reavaliação do Permanente

2.3.3.002

Reserva Legal

 

 

2.4.5

Lucros ou Prejuízos Acumulados

2.4.5.001

Lucros Acumulados

2.4.5.002

( - ) Prejuízos Acumulados

 

 

 

 

 

 

 

3

DESPESAS OPERACIONAIS

3.3

DESPESAS COM VENDAS

3.3.1

Despesas com Vendas

3.3.1.001

Comissões sobre Vendas

3.3.1.002

Material de Embalagem

3.3.1.003

Propaganda e Publicidade

3.3.1.004

Despesas c/ Devedores Duvidosos

 

 

3.3.2

Despesas Administrativas

3.3.2.001

Aluguel

3.3.2.002

Energia Elétrica

3.3.2.003

Água

3.3.2.004

Correios

3.3.2.005

Depreciações

3.3.2.006

Amortizações

3.3.2.007

Fretes e Carretos

3.3.2.008

Material de Expediente

3.3.2.009

Seguro

3.3.2.010

Comunicações

3.3.2.011

Impostos e Taxas

3.3.2.012

Serviços de Terceiros

3.3.2.013

Multas Fiscais

3.3.2.014

Salários

3.3.2.015

Honorários da Diretoria

3.3.2.016

Décimo Terceiro Salário

3.3.2.017

Encargos Sociais

3.3.2.018

Férias

 

 

3.3.3

Despesas Financeiras

3.3.3.001

Despesas Bancárias

3.3.3.002

Juros Passivos

3.3.3.003

Descontos Concedidos

 

 

3.3.4

Outras Despesas Operacionais

3.3.4.001

Prejuízo de Participação em outras Cias

3.3.4.002

Despesas Eventuais

 

 

3.4

DESPESAS NÃO OPERACIONAIS

3.4.1

Perdas não Operacionais

 

4

RECEITAS

4.1

RECEITAS OPERACIONAIS

4.1.1

Receitas de Vendas

4.1.1.001

Venda de Mercadorias

4.1.1.002

( - ) Vendas Anuladas

4.1.1.003

( - ) ICMS sobre Vendas

4.1.1.004

( - ) PIS sobre Faturamento

 

 

4.1.2

Receitas Financeiras

4.1.2.001

Rendimentos de Aplicações Financeiras

4.1.2.002

Descontos Obtidos

4.1.2.003

Juros Ativos

 

 

4.1.3

Outras Receitas Operacionais

4.1.3.001

Lucros de Participações em Outras Cias

4.1.3.002

Reversão de Provisão Para Devedores Duvidosos

4.1.3.003

Receitas Eventuais

 

 

4.2

RECEITAS NÃO OPERACIONAIS

4.2.1

Ganhos não Operacionais

4.2.1.001

Ganho na Alienação de Bens

 

5

CONTAS DE APURAÇÃO DE RESULTADOS

5.1

APURAÇÃO DE RESULTADO

5.1.1

Apuração de Resultado

5.1.1.001

Custo das Mercadorias Vendidas (CMV)

5.1.1.002

Resultado com Vendas de Mercadorias (RVM)

5.1.1.003

Apuração do Resultado do Exercício (ARE)

Balancete de Verificação

O balancete de verificação é um demonstrativo auxiliar de caráter não obrigatório, que relaciona os saldos das contas remanescentes no diário. Imprescindível para verificar se o método de partidas dobradas está sendo observado pela escrituração da empresa. Por este método cada débito deverá corresponder a um crédito de mesmo valor, cabendo ao balancete verificar se a soma dos saldos devedores é igual à soma dos saldos credores.

Geralmente o balancete é levantado antes do início de um novo exercício, servindo também como suporte aos gestores para visualizar a situação da empresa diante dos saldos mensurados, sendo um demonstrativo de fácil entendimento e de grande relevância.

O balancete de verificação é uma técnica bastante utilizada pelos responsáveis pela contabilidade para verificar se os lançamentos contábeis realizados no período estão corretos. Este instrumento, embora de muita utilidade, não detectará toda amplitude de erros que possam existir nos lançamentos contábeis.

O balancete de verificação tem como base o método das partidas dobradas: não há crédito sem débito correspondente. Portanto se de um lado for somado todos os débitos, do outro a soma dos créditos tem que somar um valor igual. Desse modo é verificado se os lançamentos a débito e a crédito foram realizados corretamente.

É o demonstrativo que relaciona cada conta com o respectivo saldo devedor ou credor, de tal forma que se os lançamentos foram corretamente efetuados, de acordo com o Método das Partidas Dobradas, o total da coluna dos saldos devedores é igual ao total da coluna dos saldos credores.

Apuração de Resultados

Chamamos de contas de resultado, as contas representativas de despesas e receitas. A cada exercício social (normalmente, um ano) a empresa deve apurar o resultado dos seus negócios. Para saber se obteve lucro ou prejuízo, a contabilidade confronta a receita (vendas) com as despesas. Essas contas terão, obrigatoriamente, ao final de um período contábil, seus saldos zerados contra a conta de Apuração de Resultado do Exercício (ARE) e o resultado econômico obtido (lucro ou prejuízo) irá diferenciar o valor do Patrimônio Líquido para mais ou para menos. É importante ressaltar que a confrontação dos saldos dessas contas ocorre em função do consumo de despesas, custos e perdas, pagos ou incorridos correspondentes a receitas realizadas e rendimentos ganhos no mesmo período de tempo, não importando o encaixe ou o desembolso (recebimento ou pagamento).

As receitas e despesas de uma empresa representam, respectivamente, acréscimo e diminuição de seu patrimônio líquido. Essas receitas e despesas são controladas em contas específicas que, em geral, são de grande volume, chamadas contas de resultado. Ao final de cada exercício, é necessário que essas contas sejam encerradas para que possa ser conhecido o resultado do exercício e esse resultado possa ser apresentado de modo ordenado e de fácil entendimento.

O encerramento das contas de receitas e despesas consiste em fazer um lançamento em todas as contas envolvidas de modo a deixá-las com saldo igual a zero, cuja contrapartida seria dada em uma única conta, denominada “Resultado do exercício”. Consequentemente, as receitas serão creditadas e as despesas, debitadas na conta “Resultado do exercício”. A diferença entre os débitos e créditos da conta “Resultado do exercício” será lucro, se for credor e prejuízo, se for devedor. Naturalmente, se o total das receitas for igual ao das despesas, a empresa não terá obtido nem lucro nem prejuízo, isto é, obterá resultado nulo.

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