Aspectos Econômicos

Thiago Felipe Ferraz

Quem é esse cara?

  • Formado em Economia

  • Pós Graduado em Gestão de Projetos

  • Pós Graduado em Gestão e Planejamento de Negócios

Mas o que faremos nesse módulo?

  • O objetivo da aula hoje é apresentarmos e discutirmos como será o andamento do módulo.

  • Teremos a oportunidade de debater todo nosso planejamento para que não ocorra choro e lamentações no final do módulo.

  • Vamos as orientações

Dados para contatos

  • Thiago Felipe Ferraz

thiagofelipepereira@hotmail.com

  • Thiago Felipe

    • Face Book
  • https://www.facebook.com/thiago.pereira.908

Significado de economia

  • No geral, as pessoas não gostam muito de economia e de economistas. Somos vistos como verdadeiros “chutadores”. Quando acertamos somos gênios, porém, quando erramos o sistema foi não favorável a perspectivas.

  • Vamos ao significado:

  • ECO = JESUS

  • NOMIA = SOCORRO!

Economia

  • O que é?

  • Para que serve?

  • Qual sua vantagem competitiva se conhecer a economia?

  • O que é escassez mesmo?

O que é?

  • Sistema econômico?

    • Forma como a sociedade está organizada
    • Conjunto de regras e regulamentos
  • Por economia é uma ciência social?

    • Estudam a organização e o funcionamento da sociedade
    • A economia está vinculada com várias outras ciências e fenômenos:

Economia

Perguntas da economia

  • O que é inflação? Quais suas causas?

  • Por que a distribuição de renda no Brasil é desigual?

  • O que é o desemprego?

  • Qual o papel do governo? Como sei se o governo é bom ou ruim?

  • Como se determinam os preços?

  • O que faz os países comercializarem?

Teorias e modelos

  • Teoria = modelo

    • Modelo – representação simplificada da realidade
    • Modelo – fácil de manipular do que a realidade representada por ele.
    • Eventualmente trata-se do conhecimento técnico e não tácito.
    • Exemplo: Guia da cidade de São Paulo

Métodos de Análise

  • Método Indutivo

    • Experiência do dia a dia
    • Observações ou fatos específicos
    • Exemplo: “O sol se levantará amanhã!”
  • Método Dedutivo

    • Método de raciocinar que parte de premissas gerais para conclusões específicas.
    • Exemplo: “Toda empresa maximiza o lucro” / “A GM é um empresa”

Argumentos

  • Argumentos Positivos

    • Explicar os fenômenos econômicos como eles realmente são.
    • Qualquer discordância deve ser confrontada com a realidade.
    • Exemplo: Corinthians é o melhor time do Brasil.
  • Argumentos Normativos

    • O que deveria ser
    • Embasados por fatores filosóficos, sociais e culturais.

Alguns importantes conceitos

  • Necessidades humanas

  • Bens e serviços

  • Recursos produtivos

  • Agentes econômicos

  • Mercado

  • Fluxos e estoques

Necessidades humanas

  • O que você entende que é?

  • Buscamos satisfazer nossas necessidades?

  • Existem necessidades que são infinitas?

  • Necessidades humanas são ilimitadas?

Bens e serviços

  • O que é um bem?

  • O que é um serviço?

  • O que é?

    • Bem durável?
    • Bem semi-durável?
    • Bem não durável?

Classificação dos bens

  • Quanto a raridade

    • Bens livres e bens econômicos
  • Quanto a natureza os bens econômicos são classificados:

    • Bens materiais e bens imateriais ou de serviços
  • Quanto ao destino

    • Bens de consumo e bens de capital

Bens de consumo e bens de capital

  • Bens de consumo

    • Diretamente utilizados para satisfazer as necessidades humanas
    • Duráveis ou não duráveis (como conversamos)
  • Bens de capital

    • Bens de produção
    • Aqueles que permitem produzir outro bem
    • Exemplo: Máquinas, equipamentos, instalações e edifícios.

Privados e públicos

  • Bens privados

    • Produzidos e possuídos privadamente
    • Tudo o que for seu ou de uma empresa privada
    • Exemplo: Automóveis, produtos da AVON e da Lancome que você tem em casa, etc...
  • Bens públicos

    • Conjunto de bens gerais fornecidos pelo setor público
    • Educação pública, segurança, transporte, etc..

Recursos Produtivos

  • Classificação:

  • Terra

    • Recursos naturais existentes
  • Trabalho

    • Todo o trabalho físico, humano e mental
  • Capital (bens de capital)

    • Bens fabricados pelo homem para geração de outros bens.
  • Capacidade empresarial

    • Lucros e prejuízos

Remuneração dos proprietários

  • Terra

    • Aluguel
  • Trabalho

    • Salário
  • Capital

    • Juros
  • Capacidade empresarial

    • Lucro

Agentes econômicos

  • Famílias

    • Todos os indivíduos
    • Consumidores / buscar saciar suas necessidades
  • Empresários

    • Unidades encarregadas em produzir
    • Combinação dos fatores produtivos adquiridos junto as famílias
  • Governo

    • Inclui todas as organizações, que direta ou indiretamente estão sob o controle do Estado.

Mercado

  • “Local” em que compradores (o lado da procura) e vendedores (o lado que oferece os produtos e serviços) estabelecem contatos e realizam transações.

  • Não há mais a necessidade de um local físico para existência de um mercado!

  • Por que?

Fluxos e estoques

  • Variáveis fluxo

    • São medidas dentro de um intervalo de tempo
    • Exemplos: Quando você gasta em bens e serviços por mês?
  • Variáveis estoque

    • São medidas em pontos (momentos ou instantes) do tempo
    • Exemplos: Quanto você possuía de dinheiro no dia 31/12/2009?

Analisando e vinculando os agentes econômicos

  • Vejamos agora no quatro como se comportam os agentes econômicos quando ligados uns aos outros dentro de um mercado fechado.

  • Peço que anote o que faremos no quadro com seu caderno na forma horizontal

  • Vejamos como funciona a economia fechada.

Economia

  • Economia

    • Do grego (oikos) e (nomos), ou seja, casa e lei / norma
    • “Administração da casa”
  • Obviamente que essa definição ficaria muito vaga e perdida para que possamos iniciar nossa conversa. Sendo assim, vejamos uma definição mais clara:

Economia

  • Ciência que estuda como os indivíduos e a sociedade decidem utilizar recursos produtivos escassos, na produção de um bem ou serviço, de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e grupos da sociedade, com a finalidade de satisfazer as necessidades humanas.

Economia

  • Quais são as nossas necessidades?

  • Como podemos satisfazer nossas necessidades?

  • Os recursos que utilizamos são infinitos?

  • Nossas necessidades são infinitas?

Dando continuidade...

  • Pelo que percebemos, o objeto de estudo da economia é a escassez.

  • Mas o que é escassez?

  • Escassez é a restrição física dos produtos, ou seja, eles acabam!

  • Caso não existisse escassez (bens livres), não haveria inflação, crise econômica e outras coisas que discutiremos.

Questões da escassez

  • O que e Quanto

    • Decidir o que e qual a quantidade que será produzida de um determinado produto ou serviço. Armas ou flores?
  • Como

    • Como serão produzidos ou prestados esses produtos e serviços. Alta tecnologia ou manufaturado?
  • Para quem

    • Quais setores serão beneficiados na distribuição de produtos ou serviços.

Desenho para entender!

Sistemas econômicos

  • Para responder as questões apresentadas anteriormente, as sociedades variam suas respostas dependendo da sua organização econômica:

  • Economia de mercado ( ou descentralizada )

    • Pouca ou nenhuma intervenção do governo
  • Economia planificada ( ou centralizada )

    • Grande participação do governo

Economia de mercado

  • As economias de mercado podem ser:

  • Sistema de concorrência pura (sem interferência do governo)

  • Sistema de economia mista / mercado misto (com interferência do governo)

Sistema de economia mista

  • Durante muito tempo a humanidade fixava seus sistema econômico na concorrência pura, porém, no ano de 1929, ocorreu o que muitos especialistas chamam da “quebra da bolsa”

  • Uma breve explicação do que foi a quebra da bolsa de 29 para que possamos analisar o sistema de mercado misto.

Sistema de economia mista

  • Participação do governo como alocador de recursos, ou seja, promover a melhoria do padrão de vida da coletividade. Isso ocorre das seguintes formas:

    • Atuação sobre formação de preços
    • Complemento da iniciativa privada (investimentos básicos como energia, saúde, estradas, etc..)
    • Fornecimento de serviços públicos
    • Fornecimento de bens públicos (educação, justiça, segurança, etc...)
    • Compra e venda de bens e serviços

Debate

  • Vinculando o que conversamos até agora com a crise americana de 2008, pergunto a vocês:

  • Qual sistema econômico existente dos Estados Unidos?

  • Qual o sistema econômico atual?

  • Existe ainda o capitalismo?

Funcionamento da economia centralizada

  • Decisões das perguntas (O que, para quem e quanto?) são feitas pelo governo

  • Os recursos são propriedades públicas

  • As pessoas somente são detentoras dos meios de sobrevivência (roupas, carros, etc...)

  • O Estado decide, após análise da sua economia, o que deverá ser produzido dentro da sociedade. Um exemplo real foi a URSS, com sua agência central (planos qüinqüenais)

Características da economia centralizada

  • O governo determina o preços dos produtos

  • O governo subsidia os produtos que acredita ser interessante para a sociedade

  • Parte dos lucros das empresas vão para o governo

  • Mesmo que a empresa seja ruim, mas o governo acredite que aquele setor é primordial para economia, o mesmo bancará a sobrevivência da empresa.

Possibilidades de produção

  • Curva da possibilidade de produção

    • Para suprir os problemas de escassez, a economia apresenta a CPP que é a fronteira máxima que a economia pode produzir.
    • Mostra alternativas de produção
    • Importante para entendermos as características da produção de uma sociedade e ou empresa.

Vejamos um exemplo

  • Suponhamos que a economia produza somente dois bens (cerveja e camisa do corinthians)

  • Nesse exemplo são empregados todos os recursos produtivos

    • Mão de obra
    • Capital
    • Terra
    • Matérias primas
    • Recursos naturais e outros.

Para entendermos melhor

  • Exemplo da fazenda

  • Vamos imaginar que em uma fazenda podemos utilizar o terreno para plantarmos várias coisas – soja, milho, trigo, pasto para o gado, etc...

  • Sendo assim, escolheremos duas opções para entendermos a CPP. (soja e milho)

Custos de oportunidade

  • Expressão utilizada para exprimir os custos em termos de alternativas sacrificadas.

  • Vejamos o exemplo de custos de oportunidade de passarmos do ponto C para o ponto D no nosso gráfico.

  • O custo de oportunidade para produzirmos mais 1000 unidades de soja é sacrificando 1500 quilos de milho.

Resumindo

  • Toda vez que a economia identifica uma escassez de um determinado produto, ela analise o custo de oportunidade para migrar sua produção e (ou) ampliar a atual.

  • Tudo na economia possui um custo.

  • “No free lunch” – Milton Friedman

Desemprego

  • Imagine agora que a produção da fazenda não está na curva de possibilidade de produção, mas sim, no ponto G.

  • Isso significa que alguns fatores podem estar ociosos (terras inativas, trabalhadores desocupados e outros)

  • No caso de um ponto “acima” da curva, isso significa que a empresa – ou fazenda em nosso exemplo – não possui capacidade de atingir o ponto sem aumentar sua capacidade, ou seja, aumento na disponibilidade dos fatores de produção.

CPP – Algumas aplicações

  • Crescimento na curva de possibilidades de produção

    • Força de trabalho
    • Expansão do número de fábricas
    • Tecnologia
  • Para que possamos entender graficamente, vejamos como uma cpp pode ampliar após um aumento em um dos fatores citados anteriormente.

O que é melhor produzir?

  • Importante buscar um equilíbrio, porém, deve-se produzir mais bens de capital para que futuramente possa ser ampliada a capacidade da CPP.

  • Pergunto: Investir mais em bens de consumo e sacrificar o futuro? Investir em bens de capital sacrificando o consumo presente?

Mais sobre a curva CPP

  • Vale a pena frisar algumas informações sobre a curva de possibilidade de produção:

    • Ela não é estática, ou seja, caso exista um aumento dos recursos disponíveis ela pode aumentar ou diminuir.
    • A tecnologia e outros fatores podem alterar a CPP dentro de uma sociedade

Microeconomia

  • Antes de entrarmos na microeconomia, vejamos algumas definições importantes e que não foram discutidas em sala de aula até o presente momento.

  • Essas definições servem para nosso cotidiano e talvez sejam óbvias para algumas pessoas, porém, estamos aqui para disseminar as informações.

O que é? O que é?

  • Setor primário

  • Setor secundário

  • Setor terciário

  • Terceiro setor

Microeconomia

  • A microeconomia (teoria dos preços) estuda as unidades existentes dentro da economia

  • Analisa os preços e seus impactos em dois mercados:

    • Mercado de bens e serviços
      • Preço dos bens e serviços
    • Mercado dos serviços dos fatores de produção
      • Salários, juros, aluguéis e lucros

SOCORRO!!!!

  • PROFESSOR! EU VIM EM TODAS AS AULAS E NÃO LEMBRO DO SR. TER FALADO DESSES MERCADOS. PODE IR EXPLICANDO CADA UM DELES!

  • Mercado de bens e serviços

    • São os preços dos produtos e serviços e os impactos nas famílias e empresas.
  • Fatores de produção

    • São as empresa que pagam salários (quando trabalhamos), juros (quando pegam dinheiro emprestado), aluguéis (quando não possuem um bem próprio) e lucros (para sócios ou investidores)

Condição Coeteris Paridus

  • Expressão em latim

  • Análise separada de um mercado.

  • Supõe todos os demias mercados constantes

  • Supõe que o mercado estudado não afeta e nem é afetado pelos demais

  • Saber a variação isolada do preço de um determinado bem sobre sua procura.

Demanda

  • Uma das primeiras coisas que vocês devem entender sobre demanda é que demanda é a mesma coisa que produra.

  • No decorrer das nossas aulas talvez eu fale procura, talvez eu fale demanda.

  • Não esqueça:

  • DEMANDA = PROCURA

Demanda

  • Quantidade de um determinado bem ou serviço que os consumidores desejam adquirir, em um dado período, dada sua renda, seus gastos e o preço de mercado.

  • Representa um desejo

  • Máximo que o consumidor pode aspirar dada sua renda e os preços no mercado.

Demanda

  • Você possui em sua carteira R$ 2,00 reais.

  • Ao ir na cantina da universidade, você descobre que com esses R$ 2,00 você compra 10 unidades de balas azedinhas.

  • No mês seguinte, ao ir com os mesmos R$ 2,00 na cantina para comprar suas 10 unidades, você descobre que não pode comprar 10 unidades, pois o preço da bala aumentou para 0,30 centavos. Pergunto:

  • Quantas unidades de balas azedinhas você pode comprar?

Por que estudamos a demanda?

  • No exemplo apresentado ficou bem claro que o aumento de preço de um produto determina a quantidade adquirida da pessoa.

  • O aumento ou redução dos preços faz com que a demanda por um determinado produto ou serviço aumente ou diminua.

  • Talvez você não saiba, mas várias pessoas deixam de consumir um produto devido seu aumento de preço.

Fundamentos da teoria da demanda

  • Valor unidade

    • O valor de um bem se forma por sua demanda
    • Satisfação que o bem representa para o consumidor
    • Subjetiva (satisfação dos cliente)
  • Valor trabalho

    • O valor do bem se forma do lado da oferta
    • Custos do trabalho incorporado no bem
    • Objetiva (depende dos custos de produção)

Conceitos da utilidade total e utilidade marginal

  • Utilidade total

    • Tende a aumentar quanto maior a quantidade consumida
    • “Quanto mais se possui, mais se quer”
  • Utilidade marginal

    • Satisfação adicional obtida pelo consumo de mais uma unidade do bem.
    • Decrescente porque o consumidor vai saturando-se desse bem.

Profe! Dá exemplos!!!

  • ÁGUA

    • Mais necessária
    • Barata
    • Encontrada em abundância
    • Grande utilidade total
    • Baixa utilidade marginal
  • DIAMANTE

    • Escasso
    • Grande utilidade marginal (satisfação adicional por mais um diamante adquirido)
    • Baixa utilidade total (comparada com a água)

Curva da indiferença (CI)

  • Gráfico que apresenta as preferências do consumidor

  • Mostra a indiferença do consumidor com relação a sua satisfação de adquirir bens diferentes.

  • Mulheres do mundo inteiro fazem isso. Experimente entregar várias opções entre dois produtos. A satisfação é indiferente a possibilidade colocada.

Exemplos

  • 1ª opção

    • 8 calças da renner e 2 blusas da M. Officer
  • 2ª opção

    • 5 calças da Zara e 3 blusas da M. Officer
  • 3ª opção

    • 3 calças da Morena Rosa e 5 blusas da Renner.

Curva da indiferença

Restrição orçamentária

  • Montante da renda disponível do consumidor, em dado período de tempo.

  • Limita as possibilidades de consumo

  • Indica o quanto o consumidor possui de renda ($$$) para gastar.

  • Vejamos alguns exemplos de restrição orçamentária.

Exemplos de RO

  • Qual diferença fará no seu orçamento de uma Ferrari de R$ 1.000.000,00 ter um desconto de 50%?

  • Quantos de nós temos possibilidade de comprar nesse momento um pacote para o Taiti com os cartões de créditos e dinheiro que possuímos na carteira?

  • Quantos de nós pode comprar um vestido na loja do Carlos Miele?

Graficamente falando!

Fazendo a cabeça funcionar!

  • Elabore uma lista dos bens ou serviços que possui interesse em adquirir nos próximos 12 meses.

  • Faça um comparativo da sua renda atual com os bens que mencionou anteriormente.

  • Caso sua renda seja inferior ao custo do bem que deseja comprar, seu ponto dentro do gráfico esta abaixo da RO.

O que afeta a demanda???

A demanda por um bem ou serviço pode ser alterada por vários fatores:

Riqueza

Renda

Preço de outro bem

Fatores climáticos

Propagandas

Hábitos, gostos, moda e preferência

Expectativas sobre o futuro

Facilidade de crédito

Relação quantidade x preço

Para que possamos dar continuidade em nosso estudo, analisaremos a relação mais comum entre quantidade procurada e preço.

Por que sempre que ocorre uma variação dos preços existe uma variação das quantidade? A resposta parece obvia, mas vamos analisar com mais detalhes.

Relação quantidade x preço

Efeito substituição

Quando um determinado bem fica mais barato com relação a sua concorrência

Quantidade demandada aumenta

Efeito renda

Ao cair o preço de um determinado bem, mesmo a quantidade de renda do consumidor não variando, o mesmo irá aumentar sua demanda pelo produto.

Exemplos

Você está andando no supermercado da sua preferência quando encontra uma placa escrito “PROMOÇÃO”

Você está andando no shopping de sua preferência e passa na frente de uma loja que possui um cartaz escrito “Liquidação”

Você chega em um bar de sua preferência e descobre que até determinado horário o porção de fritas possui 50% de desconto.

Vejamos um exemplo utilizando preços

Resumindo

  • Demanda = preço do bem

  • A relação é inversa

  • Quando o preço aumenta a demanda reduz

  • Quando o preço abaixa a demanda aumenta

Relação de quantidade x preços de outros bens

Importante analisarmos essa relação, pois com elas entenderemos o comportamento do consumidor quando outro bem altera seus preços.

Duas funções importantes aparecem nesse exemplo.

Bens substitutos

Bens complementares

Explicando melhor

  • A variação no preço de um bem (qualquer um que você imaginar) irá aumentar ou diminuir a demanda por outro bem.

  • Essa variação acontecerá pelo nível de relação existente entre os bens estudados.

  • Quando você vai a um restaurante você pode pedir filé, mas se esse for muito caro você pode suprir sua necessidade de fome com uma massa.

Bens substitutos

O consumo de um bem substitui outro

Toda vez em que um determinado produto aumenta seu preço, a demanda por outro aumenta.

Quando o guaraná antártica aumenta seu preço, a demanda por suco de laranja aumenta.

Quando o preço da Skol aumenta a demanda por refrigerante aumenta.

Bens complementares

Bens consumidos em conjunto

O aumento ou redução no preço de um produto afetará outro complementar

O que acontece com a venda de automóveis quando o preço da gasolina fica elevado?

O que acontece com a pipoca quando o preço do cinema é elevado?

Relação entre demanda de um bem x renda do consumidor

Bem normal (Qd/R > 0)

Aumento da renda levam ao aumento da demanda do bem

Bem inferior (Qd/R < 0)

Aumento da renda faz com que diminua a demanda por bens inferiores

Bem de consumo saciado ou neutro (Qd/R=0)

Mesmo aumentando a renda do consumidor a demanda pelo produto não aumentará.

Relação entre demanda de um bem x renda do consumidor

Bem normal

Ganho mais dinheiro vou mais vezes ao Mac Donald´s por semana

Bem inferior

Ganho mais dinheiro e não vou mais comprar roupas na feirinha de domingo do Largo da Ordem. Vou comprar no Shopping.

Bem de consumo saciado ou neutro

Ganho mais dinheiro e vou continuar comprando a mesma quantidade de arroz e feijão por mês. Não tem lógica eu comprar mais. A não ser que eu seja um louco e queira atacar no professor durante a aula.

Demanda X hábito dos consumidores

A demanda por um determinado produto varia conforme o hábito dos consumidores e também de propagandas.

Exemplos clássicos disso:

Promoção “Ó lá em casa da Bombril

Compre Nestlé e concorra a duas casas por semana

Participe de todas as aulas e ganhe 0,5 na nota no final do bimestre.

Definindo oferta

  • Quantidade de bens e serviços que as pessoas estão dispostas a vender, a um determinado preço.

  • Oferta é a quantidade de determinado bem ou serviço que os produtores e vendedores desejam vender em determinado período de tempo

  • Oferta são os bens e serviços colocados a disposição da população em um determinado período de tempo.

Tabela de oferta

Exemplo para ficar mais claro

  • Imagine que várias pessoas comprem ingressos para um jogo de futebol.

  • Ao preço “x”, somente algumas pessoas estão dispostas a vender seus ingressos.

  • Ao preço “x+1” o número de pessoas com interesse de vender os ingressos aumenta um pouco mais

  • Ao preço “x+2” esse número aumenta ainda mais

A curva da oferta

  • Diferentemente da curva de demanda (inclinada para baixo), a curva de oferta é inclinada para cima,

  • As pessoas e empresas sempre vão buscar o melhor preço de venda.

  • Por isso a oferta mostra quanto de um bem as pessoas estão dispostas a vender a qualquer preço dado.

Mas o que afeta a oferta?

  • Mudança no preços dos insumos

  • Mudanças de tecnologia

  • Mudanças nas expectativas

  • Fatores ambientais

Mudança de preços dos insumos

  • O que é insumo?

  • Para que as empresas utilizam os insumos?

  • Quais os insumos para produção de um brigadeiro?

Mudança de preços dos insumos

  • Insumo é qualquer bem usado para produzir outro bem

  • Insumos possuem preços

  • Insumos são comprados por diversas empresas para fabricação de bens finais

Mudança de preços dos insumos

  • Sempre que um insumo aumenta seu preço a oferta pelo produto tende a reduzir.

  • Imagine o que aconteceria com os jornais se o preço do papel imprensa (insumos dos jornais) aumentasse.

  • O que acontece com qualquer produto quando o seu principal insumo aumenta?

Mudança de tecnologia

  • Por que você acha que a tecnologia pode afetar a oferta de um produto?

  • A tecnologia torna o produto mais barato ou mais caro?

  • A inclusão do sistema “flex” nos automóveis; aumentou ou reduziu seus preços?

Mudança de tecnologia

  • A tecnologia, quando usada corretamente, agrega valor ao produto e geralmente desloca a curva de oferta para direita.

  • Quando a tecnologia, dentro do setor primário (agricultura) auxilia a produtor a enfrentar pragas e crises ele estará mais disposto a ofertar mais produtos qualquer preço dado.

Mudança nas expectativas

  • Imagine que você descobre que um determinado produto seu “fita de vídeo do 1º Show da Xuxa” vai virar raridade.

  • Com certeza você vai esperar o anúncio oficial da imprensa para depois colocar o bem a venda.

  • Produtos raros e expectativas futuras alteram a curva de oferta para esquerda ou direita.

Entendendo a expectativa

  • Quando o preço de um bem vai aumentar no futuro a tendência da sua oferta é reduzir a curto prazo

  • Quando o preço de um bem vai baixar no futuro a tendência da oferta é aumentar a curto prazo.

  • Por que vários agricultores esperam a “entre safra” ou na época do plantio para vender seus produtos?

Fatores ambientais

  • Por que sempre que analisamos jornais e revistas temos que interpretar as notícias de perda na agricultura de maneira cautelosa?

  • Você acredita que uma má produção, causada por fatores ambientais, pode afetar os produtos que você consome?

Fazendo a cabeça funcionar!

  • Vamos fazer um rápido exercício para entendermos mais a oferta:

  • Respondam:

    • O que acontece com a oferta quando o preço da matéria prima de um determinado produto aumenta?
    • O que acontece com a oferta quando a mudança climática é favorável a produção do produto?

Fazendo a cabeça funcionar mais um pouco!

  • Busque em sua memória diferentes acontecimentos (de preferência recentes na economia) em que você acredita que ocorreram um aumento / redução na demanda e também aumento / redução na oferta.

  • Você dará um exemplo de cada:

    • 1 exemplo de aumento da demanda
    • 1 exemplo de redução da demanda
    • 1 exemplo do aumento da oferta
    • 1 exemplo da redução da oferta

Equilíbrio de mercado

O preço em uma economia de mercado é determinado tanto pela oferta como pela procura

Tantos os consumidores como as empresas que determinam os preços dos produtos.

Vamos explicar professor?

O ponto E que aparece no gráfico nós chamamos de Equilíbrio.

Significa que as quantidades que os consumidores desejam consumir exatamente a quantidade que os produtores desejam vender.

Coincidência de desejos

Lei da oferta e da procura

Lei da oferta e da procura

O gráfico mostra que no ponto de equilíbrio existe uma coincidência de desejos.

Sempre que os preços estiverem acima do ponto de equilíbrio existirá um excesso de oferta

Sempre que os preços estiverem abaixo do ponto de equilíbrio existirá um excesso de demanda.

Continuando com exemplos:

O que aconteceria se o preço de uma passagem aérea para o nordeste caísse 80%?

Várias pessoas iriam correndo para os sites, agências e aeroportos para adquirir essas maravilha.

Existiria um excesso de demanda.

Continuando com exemplos:

O que aconteceria se o preço das baladas em Curitiba subisses 90%?

Existiria um excesso de oferta, pois as pessoas não teriam interesse em pagar um valor tão elevado para tomar uns “góles” e paquerar.

Esses exemplos mostram bem o que chamamos da lei da oferta e da procura.

Mas o que ocorre quando não existe equilíbrio?

O que as empresas fazem quando descobrem que existe um excesso de oferta, ou seja, os produtos estão ficando estocados?

O que acontece com os preços quando os consumidores estão demandando um produto devido excesso de demanda?

Governos x preços

Por que os governos controlam os preços?

Mercado busca o equilíbrio?

Mesmo com o equilíbrio, compradores e vendedores estão satisfeitos?

Por que o governo controla?

Controle de preços

Ocorre quando existe uma pressão política sobre o governo

Teto para os preços

Limite superior de preços

Piso para os preços

Limite inferior de preços

Controlar preços é bom?

Efeitos colaterais previsíveis que analisaremos na aula de hoje

Controle de preços em mercados competitivos (não levaremos em consideração monopólios e oligopólios)

Controle de mercados de monopólio e oligopólio são benéficos para economia.

Teto para os preços

Originado nos momentos de crises

Guerras

Más colheitas

Desastres naturais

Alumínio e aço na 2ª grande guerra

Petróleo nas crises de 70

O Brasil estipulou um teto para botijões de gás no desastre de Santa Catarina?

Modelo de um teto para preços

Imagine que um determinado produto possua um equilíbrio de mercado x

Quando o governo determina um teto abaixo desse equilíbrio, as pessoas não estarão dispostas a ofertar o produto a esse preço.

Sendo assim ocorre uma escassez da oferta e um excesso de demanda

Gráfico para entender

Por que é ineficiente o teto?

A economia é ineficiente porque melhora a condição de algumas piorando a de outras

No caso dos apartamentos (utilizando o exemplo), podemos afirmar que o teto dos preços causa três impactos:

Alocação ineficiente entre consumidores

Desperdício de recursos

Baixa qualidade

Mercados negros

Alocação ineficiente entre consumidores

Pessoas com muito interesse de alugar não encontram apartamentos (dispostas a pagar mais pelo aluguel)

Pessoas com pouco interesse de alugar encontram apartamentos

Alocação ineficiente entre consumidores

Existência de sublocação (ilegal)

Aumento dos preços pelos pessoas que possuem apartamentos

Desperdício de recursos

O teto dos preços faz com que as pessoas tenham custos que não teriam.

Exemplos:

Na crise do petróleo as pessoas passaram horas nas filas dos postos de gasolina

No exemplo dos apartamentos, perdem tempo e dinheiro buscando apartamentos escassos na região de Nova Iorque.

Perda do tempo livre

Baixa qualidade por ineficiência

Como já existe um teto para os preços as pessoas que ofertam não possuem interesse em melhoramento contínuo dos bens e (ou) serviços

A perda do livre mercado faz com que a oferta não tenha interesse em ampliar a qualidade dos seus produtos e serviços

Mercados negros

Atividades ilegais

Bens e serviços ofertados “por fora”

Como existe o teto e as pessoas possuem interesse em produtos e serviços de melhor qualidade; cria-se um acordo paralelo.

Piso para os preços

Busca auxiliar as pessoas

Produtos agrícolas

Salário mínimo

O piso é sempre bom? Vejamos o exemplo da manteiga

Gráfico para entender

Mas o que aconteceu?

Existia um equilíbrio de mercado

Governo estipulou um preço mínimo acima do equilíbrio (ajudar os pecuaristas)

Ocorre um excedente dos produtos. A oferta é maior do que a demanda pelo produto, ou seja, sobrará produtos no mercado.

O governo – muitas vezes – compra o excedente indesejado para distribuição e (ou) exportação

Por que o piso é ineficiente?

Alocação ineficiente das vendas entre os vendedores

Desperdício de recursos

Qualidade elevada por ineficiência

Atividade ilegal

Alocação ineficiente das vendas

Alocação ineficiente das vendas entre vendedores

Pessoas não alocadas em postos de trabalhos devido peso salarial

Pessoas preferem outras formas de demanda por trabalho como parentes e familiares (onde não há necessidade de pagamento do piso)

Desperdício de recursos

Perda da produção excedente

Produto estocado perde sua validade

Pessoas desempregadas e desperdiçando recursos na busca por trabalho.

Qualidade elevada por ineficiência

Bens de elevada qualidade (oferta), mas que os consumidores não identificam e não possuem interesse no repasse disso para o preço.

O consumidores estão dispostos a ter menor qualidade a um preço mais baixo do que uma alta qualidade a um preço elevado.

Atividade Ilegal

Trabalho sem registro

Mercado informal

Propina das empresas aos inspetores e controladores do piso

Controle de quantidade / cota

Governo regula a quantidade de um bem que pode ser comprado e (ou) vendido, e não o preço pelo qual se fazem as transações.

Ao controlar a qualidade de um mercado o governo pode, a longo prazo, ter problemas políticos para remoção.

As pessoas que possuem benefícios não querem abrir mão do que ganharam.

Exemplos

Taxi em Curitiba

Espaço na feira do largo da ordem

Cadeira “vitalícia” do Maracanã

Mas o que acontece?

Como o governo somente controla a qualidade do serviço ou produto, existe a criação de um mercado paralelo.

Algumas licenças e permissões tornam-se valiosas e são comercializadas livremente pelos seus proprietários para venda e aluguel.

Criação de um mercado ilegal (no caso de São Paulo o surgimento da “lotação”

Impostos

Arrecadação pelo governo

Custo extra dentro do processo econômico

Todos os impostos impõem alguma carga excedente, porém, impostos mal elaborados impõem um excedente maior. (carga excedente / perda de peso morto)

Um diagnóstico da economia

  • Como anda nossa economia?

  • Estamos ultrapassando limites?

  • Realmente somos uma potencia?

  • Existe uma forma clara e objetiva de entendermos a economia.

Formação econômica

Extração

  • Exploração dos recursos naturais

  • 33% dos recursos desapareceram

  • 80% das florestas originais já desapareceram

  • Necessidade de 5 planetas para suprir nosso consumo

  • Exploração do terceiro mundo

  • 1ª barreira

Produção

  • Transformação de bens de produção final

  • Mistura de tóxicos, tecnologia e custos

    • Retardantes de incêndio a base de brometo
  • Poluição do ambiente

  • Exploração da mão de obra barata

  • Baixo investimento em capital intelectual

  • Trabalhadores capacitados para tecnologias obsoletas.

Distribuição / venda

  • Setor Terciário

  • Venda dos produtos e serviços

  • Velocidade de venda

  • Low coast

  • “Exteriorizar o verdadeiro custo de produção”

O verdadeiro motor do sistema

  • Victor Leboux (II Grande Guerra)

  • O sistema depende do bom funcionamento da “seta dourada”

  • Os bens devem ser construídos e destruídos em uma velocidade crescente.

  • O não funcionamento do escoamento dos bens finais transformaria a economia em um colapso.

Victor Leboux

  • "A nossa enorme economia produtiva" "exige que façamos do consumo a nossa forma de vida," "que tornemos a compra e uso de bens em rituais," "que procuremos a nossa satisfação espiritual" "a satisfação do nosso ego, no consumo..." "Precisamos que as coisas sejam consumidas," "destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior." O conselheiro econômico do presidente Eisenhower disse: "O principal objetivo da economia americana" "é produzir mais bens de consumo."

Como proteger isso?

  • Obsolescência Planejada

    • “Criado para ir ao lixo”
    • “CPU, Telefones, Softwares, etc
  • Obsolescência Perceptiva

    • Não contribuição para o andamento da economia
    • Utilização da mídia, moda e outras ferramentas
    • Muda-se a aparência das coisas
    • “Nossas fotos antigas”

Consumo

  • Trabalhamos mais que na época feudal!

  • Trabalhamos atrás de bens de consumo!

  • Trabalhamos para comprar mais!

  • Compramos mais para trabalharmos mais!

  • Quando não trabalhamos estamos assistindo televisão ou comprando!

Descarte

  • Aterro

  • Incinerado e depois colocado no aterro

    • Dioxina (substância mais tóxica criada pelo homem)
  • Reciclagem é bom, mas não resolve

  • Para cada lixo colocado na frente de nossas casas, mais de setenta são criados pelas fábricas.

O que isso mostra?

  • Por todo o percurso estamos esbarrando com as barreiras da economia linear

  • Mudanças climáticas estão sendo visualizadas em todos os quatro cantos do mundo

  • A limitação econômica e os graves ciclos de exclusão criados estão originando uma nova modalidade de cliente.

O que hoje se analisa?

  • Alguns paradigmas formados em décadas anteriores não estão sendo mais aceitos pela maior parte da população.

  • Grupos de pressão hoje possuem força perante as comunidades carentes.

  • A economia linear está sendo substituída pelos tempos esporádicos

Mas essa mudança é real?

  • Hoje atendemos um público que não busca mais suprir suas necessidades tangíveis, mas sim, fazer parte de algo novo.

  • As gerações atuais possuem uma formação de opinião muito mais concreta que a nossa.

  • Enquanto discutimos no congresso a legalização da união entre casais do mesmo sexo, milhares de pessoas debatiam outras questões em redes sociais.

Como devemos nos posicionar?

  • Não há duvidas de que qualquer escolha que façamos será benéfica a nossa realidade.

  • A reflexão que devemos fazer – como empresários e seres humanos – é se queremos que nós e nossas empresas sejam formadoras de opinião ou que simplesmente sejamos uma nação de seguidores.

A outra escolha!

  • Economicamente falando, escolher ser um formador de opinião é trazer ao mercado e a nova geração um novo conceito de bens e serviços.

  • Duas palavras devem ser colocadas em pauta para nova economia:

    • Empreendedorismo
    • Inovação

Empreendedorismo

  • Colocar à prática uma ideia

  • Simplificar a vida das pessoas

  • Transformar o óbvio e extraordinário

  • Tangibilizar o intangível

  • Não vender apenas um produto ou serviço, mas sim, as sensações e benfeitorias que a utilização desse produto ou serviços podem propiciar.

Inovação

  • Inovações Radicais

    • Novas tipologias de mercados
  • Inovações incrementais

    • Melhorias em mercados existentes
  • Inovações de logística

    • Ganho de tempo
  • Inovações de espaço

    • Melhor aproveitamento das ferramentas disponíveis

Mas quem é a nova geração?

  • Conceitos da sociologia

  • Baby Boomers

    • Nascidos logo após a segunda guerra
  • Geração X

    • 1965 até 1981
  • Geração Y

    • 1980 até 1995
  • Geração Z

    • 1995 até os dias atuais

Você faz parte dessa geração?

Mas qual a importância deles?

  • Eles são os consumidores de hoje e aqueles que irão alterar nosso mundo como conhecemos.

  • Todos os problemas encontrados na economia linear serão vislumbrados e modificados pela geração Y e Z.

  • Eles podem possuir defeitos, mas tê-los como aliados pode ser a solução para a sobrevivência das organizações e da economia como um todo.

O que devemos entender?

  • Para descobrir para onde a economia está indo e quais são as novas diretrizes não basta apenas investirmos em pesquisas e desenvolvimento.

  • O investimento no capital intelectual e a leitura das novas gerações são as diretrizes necessárias para o entendimento da nova economia.

  • Algumas empresas já entenderam isso!

O que tiremos de lição?

  • A economia linear é algo que ainda perpetuará por alguns anos.

  • As novas gerações serão diretamente confrontadas com as heranças criadas pelos gerações antigas.

  • A mudança econômica somente permitirá a continuidade de empresas que preocuparem-se com situações extra organizacionais.

    • Ambiental e Social

Qual a nova economia?

  • Investimento em capital intelectual

  • Redes de cooperação / coopetição

  • Mídias sociais e redes colaborativas

  • Restrição e grave escassez de recursos

  • Desburocratização

  • Descentralização

  • Inovações contínuas (mercados)

  • Inclusão social X exclusão digital.

Capital Financeiro

Capital agregado do mercado

Toda movimentação realizada por bancos e instituições financeiras.

Empresas x Bancos

Empréstimos e Créditos x Ações e títulos

Banco

Guardar dinheiros e valores

Pagamentos e cobranças

Venda de títulos

Compra de títulos

Fluxo monetário

Banco Central

Banco dos Bancos

Instituição governamental

Estabilidade da moeda

Emissão do papel moeda

Fluxo monetário

Banco Central do Brasil

Política financeira do governo

Autorizar funcionamento de instituições financeiras

Depósito compulsório

Compra e venda de títulos públicos

Controle crédito

Independência do governo

BID

Sediada em Washington

Ajuda financeira a países da América Latina e Caribe

Acionistas – Estados Unidos, Canadá, Brasil, Argentina e México.

BNDES

Criada em 1952

Investimentos em setores básicos da economia em planos públicos e privados.

Responsável pela Plano de Investimento social

Crédito

Transação comercial

Recebimento á vista

Prazo para pagamento

Crédito direto ao consumidor

Crédito mobiliário

Crédito do governo

Crédito à produção

Juros

Ações

Documento de propriedade (real / virtual)

Ações ao portador (extintas)

Ações nominativas (somente um portador)

Ações endossáveis

Ações ordinárias (voto)

Ações preferenciais (prioridade lucro)

Bolsa de Valores

Instituições onde ocorrem as negociações de títulos e ações.

Transformam poupanças em investimentos.

Jogo de compra e venda de ações

Logística antiga

Logística atual

Bolsa de valores de Nova York

Maior e mais importante do planeta

30 empresas (Dow Jones)

Controlada por 20 membros

Conhecida como Big Board

IBOVESPA

Índice que exprime a variação média diária dos valores negociados na Bolsa de São Paulo.

Mostra a tendência da negociação das ações.

“Pontos”

Escolha das empresas devido movimentação das suas ações.

Bolsa de Futuros

Mercado de Commodities

Contratos futuros financeiros ou mercadorias físicas.

Comercialização e ações

Fixação de preços

Câmbio

Operação financeira

Vender, trocar ou comprar moedas ou papéis.

Preço comparativo entre moedas

Troca de moeda entre países = comercialização entre países.

Exportação

Importação

Câmbio Livre

Sem intervenção governamental

Flutuação da moeda conforme interesse do mercado.

Influências políticas, sociais e até psicológicas.

Especulação de moeda.

Taxa de juros

Câmbio Negro

Compra e venda ilegal de moeda estrangeira

Transações paralelas ao mercado

Turistas

Informações privilegiadas

Crescimento Econômico

Aumento da capacidade produtiva

Aumento do emprego

Aumento da produtividade

Aumento PIB

Aumento PNB

Desenvolvimento Econômico

Crescimento econômico

Aumento qualidade de vida

Combate a desigualdade

Distribuição de renda e riqueza

Desaquecimento

Retração econômica

Restrição de crédito

Aumento taxas de juros

Eliminar pressão da demanda

Controle da inflação

Bolha de consumo

Crescimento brusco do consumo

Sem condições de continuidade

“Maquiagem” da economia

Descentralização

Política governamental

Estimula desenvolvimento

Incentivos as empresas

Subsídios

Estímulos temporários

Sonegação Fiscal

Ilegal

Evitar pagamento de impostos

Não declaração de quantidades recebidas

Subvalorização

Teoria monetária (moeda)

Papel fundamental na sociedade

A teoria macroeconômica aborda os impactos da moeda dentro da economia

Abrange também um conjunto de instituições e instrumentos que cumprem funções importantes.

Quais funções importantes?

Transferência de recursos

Promoção de desenvolvimento

Aumento de liquides de ativos

Mudança de características de ativos financeiros

Negociação da propriedade de firmas

Ajuste do preço dos ativos de risco

Aumento da eficiência produtiva

Condução da política monetária

Instituições da teoria monetária

Banco Central

Bancos comerciais e múltiplos

Corretoras

Instituições

Instrumentos

Financeiros

Papel-moeda

Depósitos à vista

Letras de câmbio

Política econômica

Taxa de redesconto

Operações de mercado aberto

Alíquota de depósitos compulsórios dos bancos comerciais.

Moeda

Não existe uma definição única sobre moeda, por isso, sua definição baseia-se em suas três funções.

Meio de troca

Unidade de conta

Reserva de valor

Meio ou instrumento de troca

Aceito por todos

Caso não fosse aceita?

Ocorreria a economia do escambo

Dupla coincidência de desejos

Unidade de conta

Comparar valor de diversas mercadorias

Denominador comum

Serve como medida de pagamento a realizar-se no futuro

Reserva de valor

Aceita na compra de bens e serviços

Deve obter valor estável para que o detentor tenha idéia de quanto pode obter em troca.

Pode ser poupada

Os agregados monetários no Brasil

Existem alguns ativos que não podem ser considerados moedas. Sendo assim, chamamos esses ativos de quase-moeda.

Eles não são muito utilizados para compra de bens e serviços, porém, podem ser rapidamente convertidos em moedas.

Depósitos a prazo, bônus do banco central, caderneta de poupança entre outros.

Classificação dos agregados monetários (Brasil)

M0: Papel moeda e moedas metálicas

M1: M0 + depósito à vista nos bancos comerciais.

M2: M1+ depósitos especiais remunerados + depósitos de poupança + títulos emitidos por instituições depositárias.

M3: M2 + quotas de renda fixa + operações compromissadas registradas no SELIC

M4: M3 + títulos públicos de alta liquidez.

Resumindo

M0 e M1 = liquidez imediata que não rendem juros, sendo que M1 são depósitos em conta corrente nos bancos comerciais.

M2, M3 e M4 = incluem as quase-moedas que rendem juros aos aplicadores.

Intermediários financeiros

Para que o sistema financeiro de uma economia funcione de maneira correta, faz-se necessário a utilização de intermediários.

Especialização

Economia de escala

Vantagens regulamentárias.

Intermediários Bancários

Bancos comerciais

Intermediação financeira

Transmutação de ativos

Câmara de compensação.

Intermediação Financeira

Uma das maiores funções dos bancos comerciais é a realização de uma “ponte” entre poupadores e tomadores de recursos.

Transmutação de ativos

Transformar ativos

Ex: depósitos à vista de alguns clientes podem ser transformados em um financiamento de equipamento para outro cliente.

Intermediários não-bancários

Não captam recursos por meio de depósitos à vista, e sim por meios que caracterizam a chamada quase moeda.

Ex: Todas instituições financeiras com exceção dos bancos.

Podemos encontrar nesse subgrupo empresas do varejo que possuem cartão de crédito próprio para facilitar a vida dos clientes.

Quem são os intermediários financeiros não bancários

Bancos de investimento

CDB e captação de recursos externos

Sociedade de crédito

Financiamento de bens duráveis (letras de câmbio e empréstimos)

Sociedades de crédito imobiliários

Caixa econômica Federal

Sociedade de arrendamento mercantil

Leasing

Sociedade corretoras e distribuidoras

Compra e venda de derivativos e títulos e valores imobiliários

Banco Central

Banco dos bancos

Banco do governo

Executor da política monetária

Banco dos Bancos

Mecanismo que os bancos comerciais utilizam para realização de depósito dos seus fundos.

Transfere fundos de um banco para outro

Efetua empréstimos aos bancos comerciais utilizando a cobrança de juros (conhecida como taxa de redesconto)

Zelar pela estabilidade do sistema bancário

Socorre os bancos quando necessário

Banco do Governo

Grande parte dos fundos do governo são depositados no Banco Central

Quando o governo vende títulos ao público ele efetua esse procedimento por intermédio do Banco Central.

Agente financeiro do Governo.

Executor de política monetária

Controle da oferta por moeda

Alterações no volume de moeda possui impactos importantes nas variáveis macroeconômicas.

Nível de emprego

Taxa de juros

Volume de investimentos

Oferta de moeda

Somente haverá criação de moeda quando ocorrer um aumento do montante.

Aumentar o volume da soma da moeda manual e da moeda escritural

Haverá destruição de moeda quando reduzir o volume dos meios de pagamento

Exemplos!

Você chega ao caixa eletrônico e faz um depósito a vista para sua revendedora da AVON.

Isso será somente uma transferência entre moeda manual para moeda escritural.

Exemplos

Você chega ao caixa eletrônico e faz um depósito a prazo para sua revendedora da AVON.

Haverá um destruição de moeda, pois não são considerados meios de pagamento no sentido escrito M1

Exemplos

Um banco compra dívida pública possuídos pelo público, pagando em moeda corrente.

Haverá criação de moeda, pois aumenta a moeda manual em poder do público. (chamamos essa operação de open market)

Resumindo

A criação ou destruição de moeda manual corresponde a um aumento / diminuição de moeda em poder público.

Pergunto a turma! Qual o interesse da política monetária de ampliar ou reduzir a moeda para o poder público?

Quem faz isso?

Banco Central

Monopólio

Emissão de moedas

Bancos comerciais

Depósitos a vista

Oferta pelos bancos comerciais

Depósitos efetuados a vista representam um direito do depositante sobre determinada quantia.

Como no mundo existem várias pessoas depositando e sacando seu dinheiro, somente uma parcela do total depositado é suficiente para atender as necessidades de caixa dos bancos.

Oferta pelos bancos comerciais

Sempre que ocorre isso, o banco possui oportunidade de utilizar seus fundos para efetuar empréstimos a economia.

Utilizando-se dessa metodologia, o banco consegue emprestar dinheiro e ampliar sua receita com juros e taxas administrativas.

Entendendo os bancos

Vamos supor que os bancos comerciais mantenham parte dos seus depósitos a vista em uma reserva “r%”

Eles emprestam parte dessa reserva ao público (1-r)%

R = taxa de reservas

Entendendo os bancos

Continuando nossa análise, vamos supor que as pessoas de uma maneira geral não depositem todo seu ativo nos bancos.

Quando a população prefere manter parte da sua receita em seu poder e não em pode dos bancos, chamamos isso de taxa de retenção do público.

Entendendo os bancos

O processo de ampliação e retenção de moedas pelos bancos comerciais começaria com um simples depósito.

Ao efetuar um depósito o banco terá em seu poder “r” e poderá repassar como empréstimo (1-r) para o mercado.

Essa etapa já nos mostra a ampliação de moeda, pois o depósito a vista somado com o empréstimo à terceiros aumenta a oferta de moedas no mercado.

Entendendo os bancos

Continuando nosso raciocínio, podemos afirmar que parte da população que receber (1-r) guardará “c” depositará o restante no mesmo banco ou em outro.

Esse processo é contínuo e chamamos de multiplicador monetário.

Multiplicador monetário

Varia inversamente com relação a taxa de reservas ou taxa de retenção do público.

Quanto maior a % de “r” menor será a quantidade emprestada ao público, sendo assim, menor a expansão monetária.

Quanto menor a % de r maior será a quantidade emprestada ao público, sendo assim, maior a expansão monetária

No Brasil

Retenção do público é calculada com a relação da moeda manual (poder público), depósitos a vista, reservas / encaixes e reservas obrigatórias.

Reservas e encaixes – reserva necessária para atender a movimentação normal do banco.

Reservas obrigatórias – determinadas pelas autoridades monetárias.

Instrumento da política monetária

Oferta de moeda suficiente

Desenvolvimento das atividades econômicas

Manter a liquidez do sistema.

Utiliza-se três instrumentos

Instrumento da política monetária

Reservas obrigatórias

Operações de mercado aberto (open market)

Política de redesconto

Reservas obrigatórias

Bancos comerciais guardam parte das suas reservas obrigatoriamente

Reservas compulsórias

No Brasil, a média dos depósitos compulsórios para o Banco Central é de aproximadamente 70% dos depósitos a vista.

Open Market

Compra e venda de títulos governamentais pelo Banco Central

Utilizado para expansão ou redução da moeda no mercado

Exemplos de compra e venda!

Política de redesconto

Mais utilizada nas economias modernas

O banco central oferta empréstimo aos bancos comerciais cobrando uma taxa de juros (taxa de redesconto).

A oferta de moeda varia conforme a alíquota da taxa de redesconto for alta ou baixa.

Mecanismo de transmissão da política monetária

O impacto na economia da política monetária pode ser avaliado em quatro mecanismos.

Mecanismo de equilíbrio de carteira

Mecanismo de riqueza

Mecanismo de disponibilidade de crédito

Mecanismo das expectativas

Mecanismo de equilíbrio de carteira

Conjunto de ativos com características específicas – risco, retorno, liquidez, prazo e outras (carteira / portifólio)

O banco central busca equilibrar a carteira conforme ocorra um aumento ou redução na oferta por moeda.

Mecanismo de riqueza

Alterações no estoque de moeda afetam a riqueza existente

Alterações na riqueza afetam as variáveis macroeconômicas

Mudanças na riqueza possuem impacto nas variáveis econômicas.

Mecanismo de disponibilidade de crédito

Abundância de liquidez

Vinculada a operação de mercado aberto (open market) esse mecanismo possui dois efeitos na oferta por moeda:

Alteração de liquidez dos bancos comerciais

Mudança no retorno dos empréstimos

Mecanismo das expectativas

Expectativa da sociedade

População

Empresários

Variação das ações do banco central.

Diferenças entre mercados

  • Mercado formal de trabalho

    • Relação contratual
    • Legislação específica
  • Mercado informal de trabalho

    • Mínima participação governamental
    • Regra verbal de trabalho

Como ele é na macro?

  • Determinação da demanda agregada

  • Determinação do produto

  • Determinação do emprego

  • Salários

  • Desemprego

  • Rotatividade

  • Produtividade

  • Condições de trabalho

Como funciona o mercado de trabalho?

  • Geralmente o mercado de trabalho está diretamente ligado a produtividade, rotatividade, desemprego, emprego e salários.

  • O mercado de trabalho, na maioria dos casos, acompanha o ciclo econômico.

População economicamente ativa

  • Elementos que irão constituir o mercado de trabalho, que por sua vez, abastecerá as firmas no que diz respeito a necessidade de mão-de-obra.

  • Qual a projeção para o Brasil? Existirá um número maior ou menor de pessoas com disponibilidade para trabalhar no futuro?

Mas o que mais é o PEA?

  • Conjunto de elementos empregados “E” e desempregados “D”, num certo momento e captado por um inquérito estatístico, com base na definição de atividade econômica dos indivíduos.

Elementos do mercado de trabalho

  • Indivíduos em idade ativa

    • Não considerados economicamente ativos
  • Indivíduos ocupados

    • Empregados
  • Indivíduos desocupados

    • Desempregados / “a galera bem de boa”

Subgrupos

  • Dentro das definições apresentadas, existem subgrupos que são analisados dentro da economia.

  • Você como empresário entenderá que alguns desses fatores podem ser indicadores da ampliação ou redução do custo do trabalho da coletividade.

Subgrupos - PEA

  • Empregados

  • Plenamente ocupados

    • Tempo integral
    • Tempo parcial
  • Subempregados

    • Visíveis
    • invisíveis

Observações sobre a análise

  • Alguns indivíduos que não trabalham fazem parte do mercado informal

  • O PEA pode alterar

  • No Brasil o critério de 10 anos é o limite mínimo para idade ativa

  • O fato do indivíduo estar em idade ativa não significa como economicamente ativo

  • Desemprego não significa inatividade

O que você deve saber!

  • Mesmo com todas as classificações, as categorias apresentadas não revelam a potencialidade da força de trabalho.

  • A força de trabalho não leva em consideração aspectos como:

    • Nível educacional
    • Experiência de trabalho
    • Qualidade do trabalho
    • Horas trabalhadas
    • outras

Dinâmica do mercado de trabalho

  • População total

  • População em idade ativa

  • Força de trabalho

    • Estoque de vagas
    • Mercado de trabalho
    • Estoque de desempregados
  • Estoque de empregos disponíveis

  • Demanda por trabalho

  • Firmas

Indicadores do mercado de trabalho

  • Taxa de participação da força de trabalho

  • Taxa de desemprego

  • Índice de emprego

  • Índice de subemprego

  • Taxa de rotatividade de mão-de-obra

  • Índices de salários reais e salários nominais

  • Índice de produtividade

Taxa de participação da força de trabalho

  • Engajamento da população nas atividades produtivas

  • TP = PEA / PIA

  • População economicamente ativa / população de idade ativa

Taxa de participação da força de trabalho

  • Utilizada para cálculo de outras características como:

    • Sexo
    • Idade
    • Estado Civil
    • Escolaridade
    • Região e outras

Observações encontradas no Brasil e outros países

  • Com esse índice concluí-se as seguintes afirmações:

  • Mais homens que mulheres no mercado de trabalho (tarefas domésticas não são contabilizadas como economicamente ativas)

  • Participação de adultos é maior que a participação de jovens

  • Participação feminina tende a crescer.

Taxa de desemprego

  • Um dos mais conhecidos indicadores

  • Representa a falta de capacidade do sistema econômico

  • Indivíduos que estão aptos e saudáveis para trabalhar, porém, não encontram emprego

  • Desempregados (D) / População Economicamente Ativa (PEA)

Taxa de desemprego

  • Utilizado pelo governo como indicador do impacto das políticas econômicas

  • O trabalha precário ou temporário é, muitas vezes, computado como atividade produtiva.

  • Desemprego disfarçado ou precário

Classificações de desemprego

  • Desemprego involuntário

    • Não encontra ocupação
  • Desemprego estrutural

    • tecnologia
  • Desemprego friccional

    • Equívoco na entrada e saída de trabalhadores
  • Desemprego sazonal

    • Sazonalidade de uma atividade

Índice de emprego

  • Medir produção da PEA

  • Contingente de trabalhadores disponível e utilizados pelas firmas

  • Apenas as ocupações do chamado setor formal, ou seja, que possui vínculo empregatício legal.

  • E / PEA

Índice de Subemprego

  • Subutilização da mão-de-obra

  • Criado pelo desenvolvimento econômico

  • Conhecido como mercado informal

  • Discussões e controvérsias

  • Seade / Dieese x IBGE

  • 1º - considera vários empregos informais como desemprego

  • IBGE – considera a grande maioria dos empregos informais como produtidos.

Definições de subemprego

  • Subemprego visível

    • Horas trabalhadas pelo indivíduo / pelas horas que ele poderia de fato, trabalhar.
  • Subemprego encoberto

    • Melhorando as organizações (sem investimento de capital fixo) qual a quantidade de mão-de-obra que poderia ser empregada.
  • Subemprego potencial

    • Reduzir gradualmente a mão-de-obra ocupada em atividades de baixa produtividade.

Taxa de rotatividade da mão-de-obra

  • Demissões e rescisões de contrato de trabalho

  • Empresas = reposição

  • Empregados = não reposição (desemprego)

Discussão

  • Podemos dividir a rotatividade em dois componentes:

    • Rotatividade provocada pelos empregados
    • Rotatividade provocada pelas firmas
  • Qual a diferença entre elas em períodos de crescimento econômico e recessão?

Salários reais x salários nominais

  • Salário Nominal

    • Determinação do salário nominal e/ou do piso salarial
    • Depende das características dos trabalhadores, da firma e setor de atividade
  • Salário Real

    • Deflação do salário nominal / índice de preços
    • Determinado pelo ritmo de crescimento dos preços - inflação

Índice de produtividade

  • Produtividade dos trabalhadores envolvidos no processo de produção

  • Produtividade é um elemento fundamental

  • Incorporação dos ganhos de produtividade aos salários

  • Rendas na economia resumem-se em dois tipos:

    • Salários
    • Lucros

Brasil

  • Pesquisas mais importantes são realizadas pelo IBGE

  • Pesquisa mensal de empregos (PME)

  • Pesquisa de emprego e desemprego (PED) – regional realizado pelo Dieese

  • Demais pesquisas realizadas por sindicatos e confederações

Brasil il il...distribuição de renda

Década de 50

Crescimento acelerado

Indicadores sociais insatisfatórios

Década de 70

Relatório do Banco Mundial – 137 países

10% das famílias possuíam 48% da riqueza

Renda 19 vezes maior do que a renda das famílias 20% mais pobres.

Brasil il il...

Essa desigualdade ainda existe?

Podemos dizer que o Brasil melhorou a distância entre as famílias mais ricas e as famílias mais pobres?

Podemos dizer que existe uma grande diversidade entre Estados da mesma região? Regiões diferentes?

Mensuração do Grau de Distribuição de Renda

Índice de Gini

Medir o grau de concentração de renda

Curva de Larenz

1º eixo – porcentagem acumulada das famílias que recebem um determinado nível de renda

2º eixo – porcentagem acumulada da renda agregada calculada para cada porcentagem da população obtida no eixo anterior.

Desenho para entender!

Coeficiente de Concentração de Geni

O gráfico mostra que 40% da população recebe 40% da renda total. Que 70% da população recebe 70% da renda total.

No exemplo anterior a desigualdade não existiria, ou seja, Geni teria um valor nulo.

Sabemos que a concentração de renda não é igualitária, ou seja, a curva de geni possui um valor unitário.

Brasil il il...

Gráfico

O índice de concentração de renda (geni), mostra que no Brasil a concentração de renda é desigual.

Pequena parte das famílias ficam com a maior parte da renda nacional.

Isso prova que no Brasil a riqueza gerada está concentrada em uma minoria.

Distribuição de renda

Em quanto as rendas são iguais numa determinada sociedade, num determinado período, ou, de forma complementar, em quanto elas diferem.

Você acredita ser possível existe um país com uma distribuição de renda equiparada?

Problemas dos estudos de distribuição de renda

A renda varia no decorrer do tempo

Os dados são coletados diretamente com as famílias

Informações equivocadas

Falta de transparência

Distribuição de renda no Brasil

Por que o Brasil é desigual?

História (escravidão e posse de terras)

Poder concentrado e paternalista

Industrialização de algumas regiões

Concentração de capital humano

Ensino de qualidade precário

Política paternalista

Saúde, habitação, transportes, infra-estrutura urbana e outros.

Discussão em sala!

Quais os critérios, tirando os já mencionados, podem ser responsabilizados pela desigualdade da distribuição de renda no Brasil?

Qual a maneira que você como consultor adotaria para minimizar os impactos da distribuição de renda no Brasil?

Respostas

Inflação

Instabilidade econômica

Excesso de trabalho informal

Plano real 1994

Estabilização da economia

Política de importação

Política de exportação (1998) não foi eficaz como esperado pelo governo

Dados do Brasil

A educação eleva em aproximadamente 11% / 15% o salário do colaborador

´

34% da população nacional possui renda inferior à linha de pobreza

Sul e sudeste possuem a maior concentração de renda

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