guia - nacional - coleta - 2012

guia - nacional - coleta - 2012

(Parte 1 de 5)

Guia NacioNal

De coleta e

Preservação De amostras

Água, Sedimento,

ComunidadeS aquÁtiCaS e efluenteS líquidoS

1introdução

Guia NacioNal De coleta e Preservação De amostras

Água, Sedimento, ComunidadeS aquÁtiCaS e efluenteS líquidoS

2Guia NacioNal De coleta e Preservação De amostras

República Federativa do Brasil Dilma Vana Rousseff Presidenta

Ministério do Meio Ambiente Izabella Mônica Vieira Teixeira Ministra

Agência Nacional de Águas

Diretoria Colegiada Vicente Andreu Guillo (Diretor-Presidente) Dalvino Troccoli França Paulo Lopes Varella Neto João Gilberto Lotufo Conejo Paulo Rodrigues Vieira

Secretaria-Geral (SGE) Mayui Vieira Guimarães Scafuto

Procuradoria-Geral (PGE) Emiliano Ribeiro de Souza

Corregedoria (COR) Elmar Luis Kichel

Auditoria Interna (AUD ) Edmar da Costa Barros

Chefia de Gabinete (GAB) Horácio da Silva Figueiredo Junior

Coordenação de Articulação e Comunicação (CAC ) Antônio Félix Domingues

Coordenação de Gestão Estratégica (CGE) Bruno Pagnoccheschi

Superintendência de Planejamento de Recursos Hídricos (SPR) Ney Maranhão

Superintendência de Gestão da Rede Hidrometeorológica (SGH) Valdemar Santos Guimarães

Superintendência de Gestão da Informação (SGI) Sérgio Augusto Barbosa

Superintendência de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos (SAG ) Rodrigo Flecha Ferreira Alves

Superintendência de Implementação de Programas e Projetos (SIP) Ricardo Medeiros de Andrade

Superintendência de Regulação (SRE) Francisco Lopes Viana

Superintendência de Usos Múltiplos e Eventos Críticos (SUM) Joaquim Guedes Correa Gondim Filho

Superintendência de Fiscalização (SFI) Flavia Gomes de Barros

Superintendência de Administração, Finanças e Gestão de Pessoas (SAF) Luís André Muniz

Governo do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin Governador

Secretaria do Meio Ambiente Bruno Covas Secretário

Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Diretor-Presidente Otavio Okano

Diretor Vice-Presidente Nelson Roberto Bugalho

Diretor de Gestão Corporativa Sérgio Meirelles Carvalho

Diretor de Controle e Licenciamento Ambiental Geraldo do Amaral Filho

Diretor de Engenharia e Qualidade Ambiental Carlos Roberto dos Santos

Diretora de Avaliação e Impacto Ambiental Ana Cristina Pasini da Costa

3introdução

Guia NacioNal De coleta e Preservação De amostras

Água, Sedimento, ComunidadeS aquÁtiCaS e efluenteS líquidoS agência nacional de Águas ministério do meio ambiente

Companhia ambiental do estado de São Paulo

Secretaria de meio ambiente governo do estado de São Paulo

Brasília-df 2011

4Guia NacioNal De coleta e Preservação De amostras

Equipe editorial

Supervisão de edição: Superintendência de Implementação de Programas e Projetos - SIP/ANA. Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID. Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB.

Elaboração dos originais: Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB.

Revisão dos originais: Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB. Superintendência de Implementação de Programas e Projetos - SIP/ANA.

Produção: Athalaia Gráfica e Editora.

Projeto gráfico / Capa / Diagramação: Eduardo Meneses

Fotografias: Banco de imagens da CETESB.

Tiragem: 2.0 exemplares

Todos os direitos reservados. E permitida a reprodução de dados e de informações contidos nesta publicação, desde que citada a fonte.

CAtAloGAção nA Fonte: CeDoC/BiBlioteCA

C737g Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.

Brandão[et al.]. -- São Paulo: CETESB; Brasília: ANA, 2011.

Guia nacional de coleta e preservação de amostras: água, sedimento, comunidades aquáticas e efluentes líquidos / Companhia Ambiental do Estado de São Paulo; Organizadores: Carlos Jesus 326 p.: il. ISBN –

1. Água, Monitoramento 2. Água, Coleta de amostras. 3. Água, Preservação de amostras. I. Brandão, Carlos Jesus, org. I. Botelho, Marcia Janete Coelho, org. II. Sato, Maria Inês Zanoli, org. IV. Lamparelli, Marta Condé, org. V. Título

CDU (2. ed.) 556.043(81)(058)

© Agência Nacional de Águas – ANA, 2011 Setor Policial Sul, Area 5, Quadra 3, Blocos B, L, M e T. CEP: 70.610-200, Brasília – DF. PABX: (61) 2109-5400 | (61) 2109-5252 w.ana.gov.br

© Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB, 2011 Av. Professor Frederico Hermann Júnior, 345, térreo, Alto de Pinheiros CEP 05.459-900 São Paulo – SP w.cetesb.sp.gov.br

Organizadores Carlos Jesus Brandão Márcia Janete Coelho Botelho* Maria Inês Zanoli Sato Marta Condé Lamparelli

Autores Adriana Castilho R. de Deus Setor de Comunidades Aquáticas Cacilda J. Aiba*, Divisão de Análises Físico-Químicas Carlos Jesus Brandão Setor de Amostragem Carlos Ferreira Lopes Setor de Atendimento a Emergência Carlos Roberto Fanchini Agência Ambiental de Jundiai Déborah Arnsdorff Roubicek

Setor de Toxicologia Humana e Saúde Ambiental

Elayse Maria Hachich Setor de Microbiologia e Parasitologia Francisco J. Ferreira Setor de Química Inorgânica Gilson Alves Quináglia Setor de Análises Toxicológicas Helena Mitiko Watanabe Setor de Comunidades Aquáticas João Carlos Carvalho Milanelli Agência Ambiental de Ubatuba José Eduardo Bevilacqua

Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental

Júlio César Swartelé Rodrigues

Setor de Avaliação de Sistema de Saneamento

Luis Altivo Carvalho Alvim

Setor de Hidrologia e Interpretação de Dados

Mara Elisa Pereira Salvador* Setor de Comunidades Aquáticas Márcia Janete Coelho Botelho * Setor de Comunidades Aquáticas Maria do Carmo Carvalho Setor de Comunidades Aquáticas Maria Inês Zanoli Sato Departamento de Análises Ambientais Marta Condé Lamparelli Divisão de Análises Hidrobiológica Mônica Luisa Kuhlmann Setor de Comunidades Aquáticas Neusa Akemi N. Beserra Setor de Química Orgânica Paulo Fernando Rodrigues Setor de Águas Subterrâneas e Solo Paulo Sérgio Gonçalves Rocha Setor de Amostragem Regis Nieto

Setor de Avaliação de Sistema de Saneamento

Ricardo Minçon Filho* Setor de Amostragem Rita Cerqueira Ribeiro de Souza* Setor de Comunidades Aquáticas Rogério Visquetti de Santana Setor de Amostragem Rosalina Pereira de A. Araújo Setor de Ecotoxicologia Aquática Valéria Aparecida Prósperi Setor de Ecotoxicologia Aquática Venicio Pedro Ribeiro Setor de Amostragem Vivian Baltazar Setor de Amostragem

Colaboradores Cesar Augusto Martins Roda* Setor de Amostragem Fernando de Caires Setor de Amostragem Geraldo G. J. Eysink* Setor de Comunidades Aquáticas

Guiomar Johnscher Fornasaro Setor de Comunidades Aquáticas

Marcelo Adriano de Oliveira Setor de Amostragem

Meron Petro Zajac

Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental

Nancy de Castro Stoppe* Setor de Microbiologia e Parasitologia

Osvaldo Atanagildo da Silva Setor de Amostragem

Renato Pizzi Rossetti Setor de Hidrologia e Interpretação de Dados

*ex-funcionários da CETESB e suas áreas de origem

Colaboração Técnica Adriana de Araujo Maximiano Ana Paula Montenegro Generino Doralice Meloni Assirati Maria Cristina de Sá Oliveira Matos Brito Paulo Augusto Cunha Libânio

Apoio Fernanda Campello (consultora) Irene Guimarães Altafin Janaina Borges de Pádua Goulart Rafael Porfírio Tavares (consultor)

A Agência Nacional de Águas agradece a todos que contribuíram para este documento, em especial:

- à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), que com conhecimento, experiência e dedicação elaborou e revisou essa obra, e permitiu a ANA publicá-la para se tornar um documento técnico de referência nacional em apoio às ações do Programa Nacional de Avaliação de Qualidades das Águas (PNQA);

- ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) pelo apoio à implementação do PNQA, por meio da Cooperação Técnica ATN/OC 1.8-BR;

- aos órgãos de meio ambiente e de recursos hídricos e às companhias de saneamento estaduais e do Distrito Federal que se dedicaram a revisar esta obra e a contribuir com sugestões para seu aperfeiçoamento durante a consulta técnica dirigida realizada pela ANA, em especial a:

• Alagoas: Instituto de Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA); • Amapá: Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do

Amapá (IMAP); • Bahia: Empresa Baiana de Águas e Saneamento S/A – (Embasa);

• Ceará: Companhia de Água e Esgoto do Ceará (CAGECE);

• Distrito Federal: Agência Reguladora de Águas e Saneamento do

Distrito Federal (ADASA) e Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB);

• Espírito Santo: Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN);

• Mato Grosso do Sul: Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (IMASUL);

• Minas Gerais: Instituto Mineiro de Gestão das Águas do Estado de

Minas Gerais (IGAM) e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA); aGraDecimeNtos

• Paraíba: Secretaria de Estado dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia do Estado da Paraíba (SERHMACT);

• Paraná: Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Secretaria de Estado de

Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SEMA); • Piauí: Águas e Esgotos do Piauí S/A (AGEPISA);

• Rio Grande do Norte: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (IDEMA) e o Instituto de Gestão das Águas (IGARN);

• Santa Catarina: Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN); • Sergipe: Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO).

Aos órgãos federais envolvidos, direta ou indiretamente, com ações relacionadas à qualidade das águas que contribuíram para o aperfeiçoamento dessa obra:

• Fundação Nacional de Saúde (FUNASA); • Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA) do Ministério das Cidades; e • Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo registra um especial agradecimento:

• aos autores da publicação original do “Guia de Coleta e Preservação de Amostras Ambientais” editado em 1988 que lançaram a pedra fundamental para construir o novo texto desse Guia de Coleta: Azor Camargo Penteado Filho, Ben Hur Luttembarck Batalha, Denise Navas Pereira, Edmundo Garcia Agudo, Eduardo Bertoletti, Ernesto Werner Fredricksson, Guiomar Johnscher Fornasaro, Helcias Bernardo de Padua, Helga Bernhard de Souza, Ivan Ronaldo Horcel, João Ruocco Junior, José Guilherme Barreto Pires, José Leomax dos Santos, José Luiz de Guide, Maria Helena Roquetti Humayta, Maria Neuza Alves, Maria Therezinha Martins, Nilson Ney Scatigno, Paulo Tetuia Hasegawa, Petra Sanchez Sanchez, Renato Amaral, Rosa Helena de Oliveira Martins Freitas, Sebastião Gaglianone, Sergio Roberto e Vanderlei Marujo Prado; • à ANA que, com o apoio do BID, viabilizou a publicação deste Guia.

Figura 1. Planejamento para a seleção de locais e posições de monitoramento 32 Figura 2. Etapas principais para o planejamento de programas de amostragem 34

Figura 3. Efeito da variabilidade temporal na estimativa quantitativa da concentração de uma dada variável: (A) Variações aleatórias; (B) Variações aleatórias e cíclicas 37

Figura 4. Representação esquemática da mistura de um efluente com o rio: Vista Superior – dispersão lateral do efluente; Corte Lateral – dispersão vertical e lateral do efluente 41

Figura 5. Variação da qualidade de um corpo d’água considerando a distância do ponto de lançamento de descarga: (A) Local de amostragem próximo à descarga; (B) Posição intermediária do local de amostragem; (C) Local de amostragem distante da descarga 43

Figura 6. Dimensões do tecido de gaze para a confecção da mecha para coleta de amostras para análise de patógenos 64

Figura 7. Mecha empregada na técnica de Moore: (A) Esquema; (B) foto da mecha de gase com meio de transporte (Carry Blair) 64

Figura 8. Esquema de replicata para cálculo de incerteza da amostragem 79 Figura 9. Balde de aço inox 84

Figura 10. Coletor com braço retrátil: (A) Vista lateral do equipamento montado; (B) Vista do balde e do braço retrátil desmontado; (C) Vista superior do balde coletor 84

Figura 1. Batiscafo: (A) Batiscafo fechado; (B) Esquema ilustrativo em corte do equipamento; (C) Batiscafo aberto 85

Figura 12. Esquema de uma Garrafa de van Dorn 86 Figura 13. Garrafa de Niskin 86 Figura 14. Mensageiro: (A) Equipamento industrializado; (B) Mensageiro manufaturado 86

Figura 15. Garrafa de van Dorn de fluxo vertical: (A) Garrafa desmontada; (B) Garrafa montada 87

Figura 16. Garrafa de van Dorn de fluxo horizontal: (A) Garrafa desmontada; (B) Garrafa montada 87

Figura 17. Armadilha de Schindler-Patalas 8

Figura 18. Rede de plâncton: (A) Vista frontal da rede e copo coletor; (B) Vista lateral da rede e copo coletor 89 lista De fiGuras

Figura 19. Copo coletor de rede de plâncton: (A) Inox; (B) PVC 89 Figura 20. Fluxômetro 91

Figura 21. Pegador Ekman-Birge: (A) Equipamento desmontado; (B) Equipamento montado 92

Figura 2. Pegador Ekman-Birge, modificado por Lenz: (A) Vista lateral do equipamento montado; (B) Vista frontal do equipamento fechado com fracionador de sedimento inserido 94

Figura 23. Pegador Petersen modificado 95 Figura 24. Pegador van Veen 96 Figura 25. Pegador Ponar Pequeno 97 Figura 26. Pegador Shipek - (A) Desmontado; (B) Montado 98 Figura 27. Testemunhador modelo Kajak-Brinkhurst (K-B corer) 9 Figura 28. Pegador Manual 100 Figura 29. Draga Retangular 101 Figura 30. Delimitador Surber 102 Figura 31. Delimitador Hess-Canton 102

Figura. 32. Detalhe do delimitador para estimativa da porcentagem de cobertura de comunidades de costão rochoso 103

Figura 3. Dimensões do delimitador 103

Figura 34. Máquina fotográfica montada com lente “close-up”, suporte com delimitador de enquadramento e flashes 104

Figura 35. Detalhe do delimitador para estimativa da estrutura espacial de comunidades de costão rochoso, indicando suas respectivas dimensões em centímetros 105

Figura 36. Medidor de declive de praia 105 Figura 37. Rede Manual 106 Figura 38. Substrato artificial do tipo cesto preenchido com pedra de brita 108

Figura 39. Substrato artificial do tipo flutuador, com lâminas de vidro: (A) Vista superior do flutuador; (B) Vista do flutuador instalado próximo à margem 109

Figura 40. Substrato artificial do tipo flutuador, com lâminas de vidro: Detalhe do fio náilon de sustentação do flutuador 110

Figura 41. Perifitômetro com escova -VIS, 1997, modificado 1 Figura 42. Rede de espera de superfície 121

Figura 43. Rede de espera armada 122 Figura 4. Retirada da rede de espera 122 Figura 45. Rede de espera ancorada no fundo 123 Figura 46. Exemplos de espinhéis 124 Figura 47. Caniço ou vara de pesca 125 Figura 48. Curral 126 Figura 49. Cesto ou canastra 126 Figura 50. Cesto ou canastra 127

Figura 51. Diferentes armadilhas “Tipo Covo”: (A) Armadilha de forma cilíndrica; (B) Armadilha para pesca da lagosta; (C) Armadilha para peixes de pequeno porte em rios 127

Figura 52. Rede de arrasto manual: (A) Foto da rede de arrasto manual em operação; (B) Esquema da rede de arrasto manual 128

Figura 53. Rede de arrasto por embarcação 129

Figura 54. Rede de arrasto manual do tipo saco: A) Foto da rede de arrasto manual tipo saco em operação; (B) Esquema do detalhe do saco 129

Figura 5. Tarrafa: (A) Tarrafa em uso; (B) Vista superior da tarrafa 130

Figura 56. Puçá: (A) Vista lateral (Foto: Adriana C. C. R. de Deus); (B) Equipamento em uso 130

Figura 57. Pesca elétrica com aparelhagem do tipo móvel (mochila) 131

Figura 58. Localização genérica de pontos de coleta de água superficial em grandes cursos de água 134

Figura 59. Coleta de amostras de água superficial: (A) Disposição dos frascos com identificação; (B) Distribuição da amostra em todos os frascos; (C) Frascos preechidos com amostra 137

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