Manual de Educação Física da PMSC - 2013

Manual de Educação Física da PMSC - 2013

(Parte 1 de 5)

Departamento De eDucação física e Desportos

manual De eDucação física Da polícia militar De santa catarina

ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Segurança Pública Polícia Militar

3MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA

Secretaria de Estado da Segurança Pública Polícia Militar do Estado de Santa Catarina

Manual de Educação

Física da Polícia Militar de Santa Catarina

Departamento de Educação Física e Desportos

1ª edição Florianópolis

Diretoria da Imprensa Oficial e Editora de Santa Catarina

5MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA portaria nº 163, de 2 de abril de 2013.

Aprova o Manual de Educação Física da Polícia Militar de Santa Catarina.

CATARINA, no uso de suas atribuições legais, conforme o previsto no art. 2, inciso XXI, da Constituição Federal de 1988, no art. 4º do Decreto- Lei nº 667/69, no art. 10 do Decreto nº 8.7/83, no art. 5º da Lei nº 6.217/83, no art. 107 da Constituição Estadual de 1989 e na Portaria nº 2.400/GEREH/DIGA/SSP/2010, resolVe:

Art. 1º - Aprovar o Manual de Educação Física da Polícia Militar de Santa Catarina.

Art. 2º - O Manual aprovado passa a ser empregado e utilizado como documento oficial, regulador da Avaliação Física para ingresso e demais situações que a exijam, na Polícia Militar de Santa Catarina.

Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.

Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário, em especial o Manual de Procedimentos do Teste de Aptidão Física (TAF), 1989.

Florianópolis, 2 de abril de 2013

NAZARENO MARCINEIRO Cel PM Comandante-Geral

ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Segurança Pública Polícia Militar estaDo De santa catarina polícia militar

7MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA polícia militar De santa catarina Comandante Geral Coronel PMSC Nazareno Marcineiro aGraDecimentos 1º Ten PMSC Humberto Porto Mapelli 1º Ten PMSC Fabiano Rene Farias 1º Ten PMSC Maylon Pedro Levy Cavalheiro Sd PM Mirella Ribeiro Santoro

Sgt PMSC Jocemar Pagani do 2º BPM

Responsável pelo elaboração das planilhas eletrônicas EXCEL para tabulação dos resultados.

autores

Major PMSC Edésio da Silva Major PMSC Aurélio José Pelozato da Rosa projeto Gráfico | capa | DiaGramação Valdir Siqueira | MTB: 31.804

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capítulo i13
1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES13
1.1 FINALIDADE13
1.2 ORIGEM DA EDUCAÇÃO FÍSICA MILITAR13
1.3 DEFINIÇÕES DE TERMOS17
capítulo i19
2 DA APTIDÃO FÍSICA19
2.1 APTIDÃO FÍSICA PARA SAÚDE19
2.2 APTIDÃO FÍSICA RELACIONADA AO DESEMPENHO MOTOR21
2.3 TESTE DE APTIDÃO FÍSICA – TAF2
capítulo i23
3 DA ATIVIDADE FÍSICA23
3.1 A ATIVIDADE FÍSICA E A PREVENÇÃO DE DOENÇAS24
3.2 AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE APTIDÃO FÍSICA26
3.3 ATIVIDADE FÍSICA E O SERVIÇO POLICIAL MILITAR26
capítulo iV31
4 DA APLICAÇÃO DOS TESTES DE APTIDÃO FÍSICA (TAF)31
4.1 FORMAS DE APLICAÇÃO DOS TAF31
4.2 NORMAS GERAIS DE APLICAÇÃO DOS TAF31
4.3 TIPOS DE TESTES DE APTIDÃO FÍSICA3
4.3.1 Teste de Aptidão Física para Inclusão na PMSC (TAF-IC)3
4.3.3 Teste de Aptidão Física Específica 1 (TAF-E1)3
4.3.4 Teste de Aptidão Física Específica 2 (TAF-E2)3
4.3.5. Teste de Aptidão Física - Restrição Médica (TAF-RM)3
4.4 NORMAS ESPECÍFICAS DE APLICAÇÃO DOS TAF3
4.4.1 Teste de Aptidão Física para Inclusão nos Cursos da PMSC (TAF-IC)3
4.4.2 Teste de Aptidão Física do Policial Militar (TAF-PM)34
4.4.3 Teste de Aptidão Física Específica 1 (TAF-E1)35
4.4.4 Teste de Aptidão Física Específica 2 (TAF-E2)36
4.4.5 Teste de Aptidão Física – Restrição Médica (TAF-RM)37
capítulo V38
5 DAS COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES38
5.1 DO DEFID/DSPS38
5.2 DAS REGIÕES POLICIAIS MILITARES39
5.3 DO OFICIAL DE TREINAMENTO FÍSICO POLICIAL MILITAR39
capítulo Vi41
6 DA AVALIAÇÃO DO CONDICIONAMENTO FÍSICO DO POLICIAL MILITAR41
6.1 FINALIDADE DO TAF41
6.2 DO DESEMPENHO FÍSICO INDIVIDUAL41
6.3 AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS42
6.4 DA FORMA DE AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS43
CURSOS DA CORPORAÇÃO ........................................45
6.5.1. TAF-PM45
6.5.2. TAF-RM46
prescriçÕes DiVersas47
referÊncias48
ANEXO A - Orientações e Instruções para Aplicação das Provas53

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Formação da PMSC (TAF-IC).................................73
ANEXO C - Tabela do Teste de Aptidão Física do Policial - (TAF-PM)75
ANEXO D - Tabela do Teste de Aptidão Física Específica 1 (TAF-E1)80
ANEXO E - Tabela do Teste de Aptidão Física Específica 2 (TAF-E2)82
ANEXO F - Tabela do Teste de Aptidão Física – (TAF-RM)84
ANEXO G - Tabela Demonstrativa de Aplicação da Bateria de Testes (TAF)100

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Ao construirmos o Plano de Comando da Polícia Militar, no ano de 2011, elegemos, ao lado da sociedade e cidadãos, os policiais militares como as pessoas que deveríamos colocar em primeiro lugar, seguindo, assim, o direcionamento estratégico estabelecido pelo Governo do Estado.

Dentre os objetivos definidos para que pudéssemos efetivamente ofertar aos policiais militares as condições pessoais de trabalho, adequadas à complexidade do exercício da polícia ostensiva e da preservação da ordem pública, definimos um objetivo direcionado a aperfeiçoar o condicionamento físico dos membros de nossa Corporação.

Agora, como uma das etapas do projeto concebido para tornar realidade o programa institucional de atividade física, tenho a grata satisfação de aprovar o Manual de Educação Física e Desportos da Polícia Militar de Santa Catarina.

Este manual consolida um conhecimento sobre educação física militar que vem sendo construído por policiais militares dedicados ao tema ao longo de décadas, dentre os quais, destacam-se os seus autores, a quem devoto meus agradecimentos e congratulações pela qualidade do trabalho desenvolvido.

O condicionamento físico é, sem dúvida, uma das mais relevantes dimensões do capital humano de uma instituição policial militar, pois somente com policiais militares saudáveis conseguiremos proteger, de forma mais efetiva, o povo catarinense.

Quartel em Florianópolis, 19 de fevereiro de 2013

NAZARENO MARCINEIRO Cel PM Comandante-Geral da PMSC

13MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA

1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 finaliDaDe

Regular a Avaliação Física na PMSC, medindo e avaliando padrões individuais a serem atingidos pelos Policiais Militares da ativa da corporação, e servir como parâmetro de orientação para o Treinamento Físico Profissional, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e saúde do policial militar, resultando melhor nível na qualidade dos serviços prestados ao cidadão catarinense.

1.2 oriGem Da eDucação física militar

A Educação Física Militar dentro do contexto histórico tem suas raízes em nossos antepassados, onde o ato de lutar ou fugir estava associado à sobrevivência. Na sua grande maioria os grupos eram nômades e viviam em constante deslocamento em busca de novas áreas de caça e plantio.

Com a evolução e a organização das cidades e por conseqüência a necessidade de constituir forças para a guarda e defender os interesses do soberano, os exércitos se preocupavam com o vigor físico do homem, que era preponderante na escolha de seus soldados.

O treinamento físico era essencial para que pudessem lograr êxito em suas batalhas, pois a indumentária a época era desprovida de qualquer conforto para o combate, espadas rudimentares e pesadas, escudos para proteção e muitas vezes armaduras que dificultavam o simples deslocamento.

Segundo Moraes apud Fergitz (2007), foi na fase da Renascença que o homem desperta mais uma vez para a importância da necessidade da atividade física, para as necessidades do dia a dia, incluindo principalmente os afazeres do trabalho.

Só na idade contemporânea é que surgem as grandes escolas de Educação física, como: alemã, francesa, inglesa e sueca, cada qual com características diferentes, sendo a escola francesa a que mais influenciou nas atividades militares do Brasil, ela segue a linha de atividades primordiais como a ginástica e o trabalho de força, ainda marcante nas escolas de educação física militar.

No ano de 1993, é fundada a Escola de Educação Física do Exército, um grande expoente na formação de profissionais de Educação Física no Brasil e com certeza um novo marco da atividade física nas instituições militares.

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Giraldelli apud Velho (1994) explica que os primeiros profissionais da área de educação física foram formados nas instituições militares.

Segundo Facó (1952, p. 188), a valorização da prática sistematizada de exercícios físicos por militares, numa perspectiva atual, pressupunha sua utilidade na manutenção da boa forma do combatente e pela crença de que constituía instrumento de aperfeiçoamento disciplinar da tropa. Os exercícios em ordem unida são úteis, pois produzem disciplina, coesão e absoluta obediência às ordens do chefe. Estes exercícios permitem que a tropa execute movimentos com ordem e rapidez de acordo com o desejo do seu comandante a despeito dos perigos, dificuldades e privações.

Cita Melo (2000) a evidência de que em muitos paises os militares foram os primeiros a incluir em seus programas de formação conhecimentos ligados à prática de exercícios físicos, tendo, por isso, grande influência na organização e no desenvolvimento inicial da educação física nas escolas e na sociedade como um todo.

Os militares tiveram papel importante para a formação de uma doutrina de Educação Física no Brasil, o que acarretou a fundação do curso de educação física no país.

A necessidade de padronizar o treinamento físico é incorporada pelos professores de educação física das instituições militares. Instituem-se o Manual de Instrução Básica C21-20, utilizado durante muito tempo, tendo sido reeditado novamente num formato mais atualizado passando a se denominar Manual de Campanha – Treinamento Físico Militar, ou C20-20.

Recentemente o Estado Maior do Exército editou a PORTARIA Nº. 115-

EME, DE 28 DE SETEMBRO DE 2007, que aprovou a Diretriz para Avaliação da Aptidão Física no Exército Brasileiro – Projeto TAF 2007, que teve como objetivo verificar a adequabilidade dos Padrões Básico, Avançado e Especial de Desempenho Físico (PBD, PAD e PED) e das tabelas de conceituação do desempenho físico individual estabelecido na Diretriz para o Treinamento Físico Militar do Exército e a sua Avaliação (Port. Nº. 223-EME, de 23 Dez 05).

Com isso podemos notar a constante preocupação em se buscar novos mecanismos para avaliar a aptidão física no corpo de tropa.

A atividade física realizada com regularidade é uma das principais bases para a manutenção da saúde em qualquer idade, junto à correta alimentação e ao seu estado psico-social equilibrado. Para Silva & Silva (1995, p.92), a prática regular de atividades físicas, em níveis de intensidade adequados age sobre

15MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA todos os fatores de risco à saúde proporcionando modificações benéficas e comprovadamente diminuindo o número de óbitos.

Silva & Silva (1995), citam que historicamente o homem sempre foi muito ativo, podendo-se afirmar que desde o seu aparecimento, há dois milhões de anos, viveu mais de 9% deste tempo como nômade, vivendo da caça e da agricultura. Somente há pouco mais de um século sua atividade passou a apresentar mudanças radicais.

A Revolução Industrial iniciada no século XIX, levou o Homem do campo para as cidades que passou a favorecer uma vida com menor atividade física, com tendência ao sedentarismo. O ser humano foi preparado para um tipo de vida extremamente ativa do ponto de vista físico e a vida moderna mudou radicalmente esta perspectiva.

Este fato trouxe importantes implicações sobre o padrão de doenças e também na associação entre hábitos de vida e saúde.

O homem volta-se novamente para a atividade física, na forma de exercícios organizados, como caminhadas, ciclismo, etc. demonstrando uma clara tendência à volta ao comportamento de seus ancestrais.

Na realidade a prática de exercícios físicos foi introduzida pela civilização grega com o nome de ginástica, que se caracterizava por exercícios disciplinados e tinha a finalidade de desenvolver a destreza, a beleza e a força. Os exercícios incluíam a corrida, os saltos, a natação, o arremesso e o levantamento de peso.

A saúde está relacionada diretamente à nossa atividade física. Pessoas com hábitos sedentários possuem menor aptidão física, isto é, menor capacidade para executar exercícios físicos. Por outro lado, nossas características de estrutura muscular e de nossas articulações, a constituição de nosso corpo ou de nossa capacidade cardiorrespiratória, determinam também os limites de nossa aptidão física.

Pinotti apud Sada (1991), nos relata que: Saúde não é só medicina [...].

Para construir um fator social objetivo, a saúde deve chegar a ter uma conotação muito mais ampla abrangendo aspectos [...] como nutrição, moradia, transporte, saneamento, condições de trabalho e toda uma gama de realidades [...]; indo um pouco mais longe, vê-se a saúde através das políticas econômicas, sociais, culturais e até jurídicas, incluindo o projeto existencial de cada indivíduo, sua sensação pessoal do corpo e da mente, ou seja, a relação dinâmica do homem com o seu meio ambiente.

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A mudança de nossa aptidão física é feita através de condicionamento físico. Um programa de condicionamento físico deve sempre levar em conta características físicas individualizadas (individualidade biológica), sendo, evidentemente, orientada cuidadosamente do ponto de vista de um profissional de educação física e precedida sempre de uma avaliação médica.

O Policial Militar necessita diariamente do aprimoramento de suas qualidades físicas, não só para o desempenho da função policial, mas para seu bem estar diário.

Segundo Marcineiro (1993, p.2), “a qualificação do profissional militar está amparada no tripé que contempla o preparo técnico profissional, íntegros valores morais e higidez física e mental” (figura 1). Ele também afirma que, “após ingressar na corporação, o indivíduo recebe, nos cursos de formação, a capacitação técnico-profissional para bem atender as demandas da sua área”.

Preparo técnico-profissional

Íntegros valores moraisHigidez físico-mental

Figura 1 - Tripé da qualificação do profissional militar Fonte: Marcineiro (1993, p.2)

Cabe salientar que a PMSC é regida por leis, normas e regulamentos, que regulam todas as atividades profissionais desenvolvidas diariamente.

A Constituição da República Federativa do Brasil, em seu art. 144, parágrafo 5º, atribui à Polícia Militar a responsabilidade pela polícia ostensiva e pela preservação da ordem pública.

Dentro desses aspectos vamos encontrar as mais variadas modalidades e processos de policiamento, e para o bom desempenho das missões em cada um deles o condicionamento físico é fundamental.

17MANUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLICIA MILITAR DE SANTA CATARINA

A atividade física é curricular nos cursos de formação da PMSC, porém estamos aquém do que realmente deveria ser feito em matéria de aprimoramento físico para a profissão policial para o bom desempenho de nossas atividades, de forma a não colocar o policial em situações de risco.

1.3 DefiniçÕes De termos educação física: Segundo Silva (1995), o conceito pode representar uma ciência, uma área do conhecimento humano, que trata do movimento humano em suas múltiplas dimensões (física, psíquica, social) ao longo da história, procurando contribuir para o desenvolvimento integral do indivíduo quanto aos aspectos inerentes às atividades físicas, lúdicas e desportivas.

aptidão física: Para Mathews (1980), é um estado dinâmico de energia e vitalidade que permite a cada uma não apenas realizar as tarefas diárias, as ocupações ativas das horas livres e enfrentar emergências imprevisíveis sem fadiga excessiva, mas também ajuda a evitar doenças hipocinéticas.

atividade física: Em análises mais amplas, é cabível afirmar que o termo representa toda e qualquer atividade física inerente à rotina da própria vida nas suas relações com os indivíduos e com o mundo. Deste modo, é possível entender atividades físicas como movimentações do corpo humano na rotina de vida. Este entendimento baseia-se nas diversas definições que se encontram, mas que são muito próximas umas das outras. Já Bouchard e Shepard (1994) conceituam como qualquer movimento corporal promovido pela musculatura esquelética que provoque um gasto energético acima dos níveis de repouso.

teste de aptidão física: Conjunto de provas aplicadas pelos profissionais de educação física para avaliar a capacidade física dos indivíduos.

avaliação: É o processo de ajuizamento, apreciação, julgamento ou valorização do que o educando revelou ter aprendido durante um período de estudo ou de desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem.

aptidão física associada a saúde: É a capacidade de realizar atividades do cotidiano, com vigor e energia, e de demonstrar traços relacionados a um baixo risco de desenvolvimento prematuro de distúrbios orgânicos provocados pela falta de atividade física.

aptidão física profissional: É a capacidade do militar de desempenhar suas atividades laborativas sem perda de qualidade e sem atingir níveis de fadiga, mantendo reservas de energia acumulada, tendo possibilidade de recuperar, em breve espaço de tempo, as condições físicas ideais.

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