9 certos na administração de medicamentos

9 certos na administração de medicamentos

9 CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE

ENFERMEIRA ANDRÉA DANTAS

MEDICAMENTO

  • é um produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.

É responsabilidade da equipe de enfermagem, interceptar e evitar um erro ocorrido nos processos iniciais, prescrição médica, transformando-se em uma das últimas barreiras de prevenção e garantia da segurança do paciente.

  • É responsabilidade da equipe de enfermagem, interceptar e evitar um erro ocorrido nos processos iniciais, prescrição médica, transformando-se em uma das últimas barreiras de prevenção e garantia da segurança do paciente.

  • Esta responsabilidade atribuída à enfermagem deve mobilizar a categoria a deixar de ser somente “fazedora” e ter o entendimento de como pode funcionar como uma efetiva barreira para evitar ocorrências de eventos indesejados ao paciente.

ALGUNS CONCEITOS

  • Erro de medicação- é qualquer evento evitável que pode causar ou induzir ao uso inapropriado do medicamento ou prejudicar o paciente, enquanto a medicação está sob o controle de um profissional de saúde, paciente ou consumidor.

  • Evento adverso relacionado a medicamento- é todo dano ou prejuízo ao indivíduo (não intencional) resultante do uso de medicamentos, porém nem todo imputado ao erro de medicação.

TIPOS DE ERROS DE MEDICAÇÃO

TIPOS DE ERROS DE MEDICAÇÃO

CATEGORIAS DE ERROS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

CATEGORIAS DE ERROS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

9 certos na administração de medicamentos

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9 certos na administração de medicamentos

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CASO CLÍNICO

Foram prescritos 18g de Pipecarcilina e Tazobactam sódico (Tazocin) de 6/6h para infusão contínua, em um setor de terapia intensiva que não possui plantonista em todos os dias, onde a enfermeira aprazou sem observar e/ou questionar a prescrição, visto que a dose não era habitual (cabe ressaltar que a dose terapêutica diária do medicamento a um paciente adulto com funções renal e hepática normais é de 18g que é muito próxima da dose tóxica) para tratamento de sepse pulmonar, e por sua vez o serviço de farmácia também não observou e/ou questionou o valor da dose prescrita a ser “dispensada”, encaminhando a mesma ao setor solicitante, onde por mais uma vez a enfermeira realizou conferência sem nada de diferente observar, separando as doses para cada horário aprazado.

A equipe de técnicos em enfermagem administrou a dose prescrita (18g) conferindo com a prescrição sem também questionar e esta ação se repetiu por mais dois horários até que o paciente em questão evoluiu com TV e sangramento pulmonar que culminou com seu óbito. Observaram a superdosagem apenas quando um profissional de enfermagem de plantão perguntou a equipe médica sobre a dose prescrita no dia anterior da medicação enquanto checava as medicações utilizadas na tentativa de RCPC, o que já era tarde.

SÓ PARA LEMBRAR

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