Doença de chagas

Doença de chagas

ATIVIDADE PARCIAL CURSO DE FISIOTERAPIA

Quimioterapia da doença de chagas

ACADÊMICOS:

ANALICE UMBELINO

CRISTIANO VASCONCELOS

FABIO SILVA

FRANCISCA MAYSA

MAYRA GABRIELE

MARDSON ARAO

MARILIA AZEVEDO COLARES

SHEILA LIMA SEVALHO

KALINE ALMEIDA

INTRODUÇÃO

  • ESTADO DA ARTE E PERSPECTIVAS NO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS ???

Material e métodos

Como o trabalho foi feito baseado num breve artigo de revisão foram utilizados diversos fármacos, promovendo ações de integração social, cientifica e tecnológica abordando o estado da arte, as limitações e perspectivas para o desenvolvimento de novos fármacos para a doença de chagas, com ênfase em estratégias envolvendo aspectos fundamentais em química e biologia.

PROTEASES

BIOSSINTESE DE ESTERÓIS

VIA GLICOLITICA

METABOLISMO DEPENDENTE DE GRUPOS TIÓIS

TRANSFERÊNCIA DE ÁCIDO SIÁLICO

DNA TOPOISOMERASES

Conclusão e perspectivas do autor

Espera-se que as novas gerações de cientistas brasileiros possam contribuir efetivamente nesse processo, da forma louvável como tem sido feito pela geração atual e por aquelas passadas. Para o ano de 2109, coloca-se como desafio às novas gerações de pesquisadores que nos sucederão o preparo de um artigo de revisão dos 200 anos da descoberta da doença de Chagas, onde poderão, felizmente, ao lembrar desse artigo, descrever as histórias de sucesso do desenvolvimento de fármacos ou vacinas que foram fundamentais para o controle e tratamento da doença de Chagas.

Conclusão critica

  • Como todos nós sabemos, não há qualquer tratamento eficaz para essa grave enfermidade. Apenas experimentos de inúmeras substancias químicas, extratos e misturas de componentes, sendo marcado por resultados controversos e de significado clinico questionável.

  • Chegando ao primeiro centenário da descoberta da doença de chagas apenas com perspectivas para o futuro, esperando assim que as gerações futuras possam contribuir fortemente e efetivamente nesse processo. Mas no brasil, um pais tão corrupto, pode demorar mais 100 anos para que isso se realize, sem investimento necessário, ao invés de avançarmos iremos regredir.

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