leitura e interpretação de desenho
Gabarito das aulas 1 a 34
Aula 1 - Introdu o manuten o
1. a) F; b) V; c) V; d) F; e) F; f) V; g) V. 2. a) Consiste no conjunto de procedimentos e a es antecipadas que visam manter a m quina em funcionamento. b) A manuten o corretiva tem por objetivo localizar e reparar osdefeitos em equipamentos que operam em regime de trabalhocont nuo. c) A manuten o de ocasi o consiste em fazer consertos quando a m quina se encontra parada. d) Planejar significa conhecer os trabalhos, os recursos para execut -los e tomar decis es. e) Como? O que? Em quanto tempo? Quem? Quando? Quanto? 3. a) Administra o; b) Controle
Aula 2 - TPM - Planejamento, organiza o, administra o
1. c; 6. 1) g; 2. e; 3. b; 4. a; 2) c; 3) b; 4) e; 5) f; 5. f sicos e psicol gicos. 6) h; 7) a; 8) d.
Aula 3 - CPM - M todo do caminho cr tico
1. 4, 2, 5, 1, 3, 6 2. c 3. b 4. a) PERT; b) CPM, manuten o; visualiza o. 5.
c) flechas, c rculos;
d) fantasma;
e)
Aula 4 - Manuten o corretiva
1. d 2. b
3. Unidade: Pintura Equipamento: de exaust o Subconjunto: 83 Conjunto: 235 Parada: 2:00 Natureza da avaria: 15 4. Porque o conjunto sofreu uma parada inesperada motivada pela desregulagem da correia.
Aula 5 - Manuten o preventiva
1. b; 2. c; 3. a; 4. e.
Aula 6 - Manuten o preditiva
1. c; 2. a; 3. b; 4. c.
Aula 7 - Soldagem de manuten o I
1. a) A solda de manuten o um meio muito utilizado para prolongar a vida til das pe as de m quinas e equipamentos. b) A solda de produ o executada dentro de condi es favor veis onde a composi o qu mica do metal de base conhecida. A solda de manuten o passa por restri es e limita es que s o agravadas pela rapidez com que deve ser efetuada a recupera o do componente. c) Deve-se: - analisar o local da falha; - determinar a causa da falha; - determina o do funcionamento; - reconhecer os materiais envolvidos; - determinar o estado do material. d) Fratura, desgaste ou corros o e) Altas solicita es e fadiga do material.
Aula 8 - Soldagem de manuten o II
1. a; 2. d; 3. c; 4. e;
Aula 9 - No es de manuten o de hidr ulica industrial
1. b; 2. c; 3. d; 4. e. 5. a) 3; b) 1; c) 2; d) 4.
Aula 10 - No es b sicas de pneum tica
1. a) 3; b) 5; c) 4; d) 1; e) 2. 2. a) O ar constitu do por uma mistura de gases: oxig nio, ne nio, nitrog nio, g s carb nico, arg nio e part culas de poeira. b) Deve se apresentar isento de impurezas e de gua. c) 6 bar ou 600 kpa. d) Para evitar a presen a de fluxos turbulentos. e) Azul. f) Desgaste de retentores, molas do cilindro fadigadas, desgaste na camisa do atuador, excesso de press o, ressecamento de retentores e guarni es.
g) De cinco vias e duas posi es e as de tr s vias e duas posi es. h) V lvulas alternadoras, v lvulas de simultaneidade ou de duas press es e v lvulas de escape r pido.
Aula 11 - Manuten o eletroeletr nica I
1. a) 2; 2. a) V; 3. b 4. d 5. a 6. b b) 1; c) 3 b) V; c) V; d) V.
Aula 12 - Manuten o eletroeletr nica II
1. e; 2. c; 3. d; 4. Limpeza e bons contatos.
Aula 13 - An lise de falhas em m quinas
1. a; 2. b; 3. d; 4. b; 5. e; 6. d.
Aula 14 - Uso de ferramentas
1. a; 2. b; 3. b;. 4. d; 5. e.
Aula 15 - Desmontagem
1. b; 2. d; 3. c; 4. e 5. d; 6. e; 7 . a; 8. e.
Aula 16 - Montagem de conjuntos mec nicos
1. a 2. b 3. montagem pe a a pe a e montagem em s rie 4. lubrific -los
Aula 17 - Recupera o de elementos mec nicos
1. e; 2. a; 3. b; 4. d; 5. a; 6. c.
Aula 18 - Travas e vedantes qu micos
1. c; 2. a; 3. b; 4. d; 5. d.
Aula 19 - Mancais de rolamento I
1. c; 2. c; 3. c.
Aula 20 - Mancais de rolamento II
1. c; 2. d; 3. a; 4. a) arranhamento da superf cie externa; b) rota o do anel em rela o ao eixo e caixa; c) escolher um ajuste com maior interfer ncia.
Aula 21 - Mancais de deslizamento
1. 1 ) d; 2) c; 3) a; 4) e. 2. a) eixo, observadas; b) n vel; c) rel gio comparador. 3. vantagens: vantagens s o simples de montar e desmontar; adaptam-se facilmente s circunst ncias. desvantagens: desvantagens produzem altas temperaturas em servi o; provocam perda de
rendimento devido ao atrito. 4. evita deforma es, vibra es e outras irregularidades prejudiciais ao bom funcionamento do sistema.
Aula 22 - Eixos e correntes
1. b 2. c 3. b 4. a) F;
b) F
c) V;
d) F;
e) V;
f) F;
g) V;
h) V;
i) F;
j) V
Aula 23 - Polias e correias I
1. circulares, canais 2. planas e trapezoidais 3. "V" 4. bordas, oxidadas 5. correias c) V; 6. a) V; b) F;
d) F;
e) V
Aula 24 - Polias e correias II
1. a 2. c 3. 1 (e); 3 (f); 4 (c); 5 (a); 6 (b); 7 (g); 8 (d) 4. - baixo custo de manuten o; - s o silenciosas; - n o patinam facilmente; - permitem grandes rela es de transmiss o.
Aula 25 - Variadores de velocidade, redutores e manuten o de engrenagens
1. b; 2. a; 3. d; 4. e; 5. d Aula 26 - Sistemas de veda o I 1. a) F; b) V; c) V; d) V; e) F; 2. c 3. d 4. e 5. b 6. d
f) F
Aula 27 - Sistemas de veda o II
1. a) algod o, juta, asbesto, n ilon, teflon, borracha, alum nio, lat o e cobre. b) servem para vedar a passagem de um fluxo de fluido de um local para outro. c) manter a gaxeta alojada entre o mancal e o eixo, sob press o conveniente para o trabalho. d) em forma de corda ou an is. 2. a) press o, hidr ulicos; b) principal, polidas; c) secund ria; - elimina o desgaste prematuro do eixo e da bucha; - vaz o ou fuga do produto em opera o m nima ou impercept vel;
- tem capacidade de abosrver o jogo e a deflex o normais do eixo rotativo.
Aula 28 - Alinhamento geom trico e nivelamento de m quinas e equipamentos
1. a) V; 2. a 3. b 4. d 5. c 6. b b) F; c) F; d) V; e) V
Aula 29 - Recupera o de guias ou vias deslizantes I
1. c; 2. d; 3. a; 4. c; 5. d.
Aula 30 - Recupera o de guias ou vias deslizantes II
1. b; 2. e; 3. d; 4. c; 5. a; 6. a.
Aula 31 - Lubrifica o industrial I
1. Consiste em introduzir uma subst ncia apropriada entre superf cies s lidas que estejam em contato entre si e que executam movimento relativo, a fim de diminuir o atrito. 2. Os leos e as graxas. 3. Mineral, vegetal, animal e sint tico. 4. a resist ncia ao escoamento oferecida por um fluido. 5. Graxas s o compostos lubrificantes semi-s lidos constitu dos de uma mistura de leo, aditivos e agentes engrossadores chamados sab es met licos. 6. Com leo de alta viscosidade, pois h necessidade de se manter o filme lubrificante entre o eixo e o mancal.
Aula 32 - Lubrifica o industrial II
1. c; 2. a; 3. b; 4. d; 5. e.
Aula 33 - An lise de lubrificantes por meio da t cnica ferrogr fica
1. b; 2. e; 3. a; 4. c; 5. d; 6. a.
Aula 34 - An lise de vibra es
1. a; 2. b; 3. e; 4. c.
Bibliografia
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Para suas anota es
Para suas anota es
Para suas anota es
NBR 10582 - Apresentação da folha para desenho técnico
Esta Norma fixas as condições exigíveis para a localização e disposição do espaço para desenho, espaço para texto e espaço para legenda, e respectivos conteúdos, nas falhas de desenhos técnicos.
Introdução à OpenGL (primeiro programa) - EXERCÍCIO
O primeiro exercício proposto pelo Prof. Dr. Kelson Rômulo. Computação Gráfica. Ciência da Computação. UFPI.
que é desenho? É uma forma importante de comunicação, porque por meio de desenhos podemos conhecer as técnicas, os hábitos e as idéias de quem os projetou. 1.2 Desenho técnico - é uma forma de representação gráfica, usada entre outras finalidades, para ilustrar instrumentos de trabalho, como máquinas, peças e ferramentas.
Desenho de Projetos de Edificações
A presente apostila tem como objetivo apresentar, de forma sintética, as normas e convenções usuais para representação dos projetos arquitetônicos de edificações.
Apostila Desenho Técnico B - AutoCAD e Arquitetônico
Apostila de AutoCAD para Desenho Técnico e Arquitetônico