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Aula 1 Introdução manuten ão 1. a)a) F b)b) V c)c) V d)d) F e)e) F f)f) V g) V. 2. a)a) Consiste no conjunto de procedimentos e a ões antecipadas que visam manter a máquina em funcionamento. b)b) A manuten ão corretiva tem por objetivo localizar e reparar osdefeitos em equipamentos que operam em regime de trabalhocont nuo. c)c) A manuten ão de ocasião consiste em fazer consertos quando a máquina se encontra parada. d)d) Planejar significa conhecer os trabalhos, os recursos para executá-los e tomar decisões. e)e) Como? O que? Em quanto tempo? Quem? Quando? Quanto? 3. a)a) Administração b)b) Controle Aula 2 TPM Planejamento, organização, administração 1.1. c 2.2. e 3.3. b 4.4. a 5.5. f sicos e psicol gicos. 6. 1)1) g 2)2) c 3)3) b 4)4) e 5)5) f 6)6) h 7)7) a 8) d. Aula 3 CPM Método do caminho cr tico 1.1. 4, 2, 5, 1, 3, 6 2. c 3. b 4. a) PERT b) CPM, manuten ão c) flechas, c rculos d) fantasma e) visualização. 5. Aula 4 Manuten ão corretiva 1. d 2. b Gabarito das aulas 1 a 34 3. Unidade: Pintura Equipamento: de exaustão Subconjunto: 83 Conjunto: 235 Parada: 2:00 Natureza da avaria: 15 4.4. Porque o conjunto sofreu uma parada inesperada motivada pela desregulagem da correia. Aula 5 Manuten ão preventiva 1.1. b 2.2. c 3.3. a 4. e. Aula 6 Manuten ão preditiva 1.1. c 2.2. a 3.3. b 4. c. Aula 7 Soldagem de manuten ão I 1. a)a) A solda de manuten ão é um meio muito utilizado para prolongar a vida til das pe as de máquinas e equipamentos. b)b) A solda de produção é executada dentro de condi ões favoráveis onde a composi ão qu mica do metal de base é conhecida. A solda de manuten ão passa por restri ões e limita ões que são agravadas pela rapidez com que deve ser efetuada a recuperação do componente. c)c) Deve-se: - analisar o local da falha - determinar a causa da falha - determinação do funcionamento - reconhecer os materiais envolvidos - determinar o estado do material. d) d) Fratura, desgaste ou corrosão e)e) Altas solicita ões e fadiga do material. Aula 8 Soldagem de manuten ão II 1.1. a 2.2. d 3.3. c 4. e Aula 9 No ões de manuten ão de hidráulica industrial 1. b 2.2. c 3.3. d 4. e. 5. a)a) 3 b) b) 1 c)c) 2 d) 4. Aula 10 No ões básicas de pneumática 1. a)a) 3 b)b) 5 c)c) 4 d)d) 1 e) 2. 2. a)a) O ar é constitu do por uma mistura de gases: oxignio, ne nio, nitrognio, gás carb nico, arg nio e part culas de poeira. b)b) Deve se apresentar isento de impurezas e de água. c)c) 6 bar ou 600 kpa. d)d) Para evitar a presen a de fluxos turbulentos. e)e) Azul. f)f) Desgaste de retentores, molas do cilindro fadigadas, desgaste na camisa do atuador, excesso de pressão, ressecamento de retentores e guarni ões. g)g) De cinco vias e duas posi ões e as de trs vias e duas posi ões. h)h) Válvulas alternadoras, válvulas de simultaneidade ou de duas pressões e válvulas de escape rápido. Aula 11 Manuten ão eletroeletr nica I 1. a)a) 2 b)b) 1 c) 3 2.2. a) V b) V c) V d) V. 3. b 4. d 5. a 6. b Aula 12 Manuten ão eletroeletr nica II 1.1. e 2.2. c 3.3. d 4.4. Limpeza e bons contatos. Aula 13 Análise de falhas em máquinas 1. a 2.2. b 3.3. d 4.4. b 5.5. e 6. d. Aula 14 Uso de ferramentas 1.1. a 2.2. b 3.3. b. 4.4. d 5. e. Aula 15 Desmontagem 1.1. b 2.2. d 3.3. c 4.4. e 5. d 6.6. e 7. a 8. e. Aula 16 Montagem de conjuntos mec nicos 1. a 2. b 3.3. montagem pe a a pe a e montagem em série 4.4. lubrificá-los Aula 17 Recuperação de elementos mec nicos 1.1. e 2.2. a 3.3. b 4.4. d 5.5. a 6. c. Aula 18 Travas e vedantes qu micos 1.1. c 2.2. a 3.3. b 4.4. d 5. d. Aula 19 Mancais de rolamento I 1.1. c 2.2. c 3. c. Aula 20 Mancais de rolamento II 1.1. c 2.2. d 3. a 4. a)a) arranhamento da superf cie externa b)b) rotação do anel em relação ao eixo e caixa c)c) escolher um ajuste com maior interferncia. Aula 21 Mancais de deslizamento 1. 1) d 2) 2) c 3) a 4) e. 2. a)a) eixo, observadas b)b) n vel c)c) rel gio comparador. 3. vantagens: são simples de montar e desmontar adaptam-se facilmente s circunst ncias. desvantagens: produzem altas temperaturas em servi o provocam perda de rendimento devido ao atrito. 4.4. evita deforma ões, vibra ões e outras irregularidades prejudiciais ao bom funcionamento do sistema. Aula 22 Eixos e correntes 1. b 2. c 3. b 4. a)a) F b)b) F c)c) V d)d) F e)e) V f)f) F g)g) V h)h) V i)i) F j) V Aula 23 Polias e correias I 1.1. circulares, canais 2.2. planas e trapezoidais 3.3. V 4. bordas, oxidadas 5.5. correias 6.6. a) V b)b) F c) c) V d)d) F e) e) V Aula 24 Polias e correias II 1. a 2. c 3.3. 1 (e) 3 (f) 4 (c) 5 (a) 6 (b) 7 (g) 8 (d) 4. - baixo custo de manuten ão - são silenciosas - não patinam facilmente - permitem grandes rela ões de transmissão. Aula 25 Variadores de velocidade, redutores e manuten ão de engrenagens 1.1. b 2.2. a 3.3. d 4.4. e 5. d Aula 26 Sistemas de vedação I 1. a)1. a) F b)b) V c)c) V d)d) V e)e) F f) F 2. c 3. d 4. e 5. b 6. d Aula 27 Sistemas de vedação II 1. a)a) algodão, juta, asbesto, náilon, teflon, borracha, alum nio, latão e cobre. b)b) servem para vedar a passagem de um fluxo de fluido de um local para outro. c)c) manter a gaxeta alojada entre o mancal e o eixo, sob pressão conveniente para o trabalho. d)d) em forma de corda ou anéis. 2. a)a) pressão, hidráulicos b)b) principal, polidas c)c) secundária - elimina o desgaste prematuro do eixo e da bucha - vazão ou fuga do produto em operação é m nima ou impercept vel - tem capacidade de abosrver o jogo e a deflexão normais do eixo rotativo. Aula 28 Alinhamento geométrico e nivelamento de máquinas e equipamentos 1. a) V b)b) F c)c) F d)d) V e) V 2. a 3. b 4. d 5. c 6. b Aula 29 Recuperação de guias ou vias deslizantes I 1.1. c 2.2. d 3. a 4.4. c 5. d. Aula 30 Recuperação de guias ou vias deslizantes II 1.1. b 2.2. e 3.3. d 4.4. c 5.5. a 6. a. Aula 31 Lubrificação industrial I 1.1. Consiste em introduzir uma subst ncia apropriada entre superf cies s lidas que estejam em contato entre si e que executam movimento relativo, a fim de diminuir o atrito. 2.2. Os leos e as graxas. 3.3. Mineral, vegetal, animal e sintético. 4.4. a resistncia ao escoamento oferecida por um fluido. 5.5. Graxas são compostos lubrificantes semi-s lidos constitu dos de uma mistura de leo, aditivos e agentes engrossadores chamados sabões metálicos. 6.6. Com leo de alta viscosidade, pois há necessidade de se manter o filme lubrificante entre o eixo e o mancal. Aula 32 Lubrificação industrial II 1.1. c 2.2. a 3.3. b 4.4. d 5. e. Aula 33 Análise de lubrificantes por meio da técnica ferrográfica 1.1. b 2.2. e 3.3. a 4.4. c 5.5. d 6. a. Aula 34 Análise de vibra ões 1.1. a 2.2. b 3. e 4. c. ABIMAQ:SINDIMAQ. Máquinas e Acess rios Txteis Brasileros. 4 ed. São Paulo, 1989. AIRBUS INDUSTRIE. Blagnac, 1993. [Catálogo]. AMARAL FILHO, Dario do et al. Cincias Aplicadas ll: 7 Pressão. 3 ed. São Paulo, SENAI, 1991. BOMBARDIER REGIONAL AIRCRAFT. Downsview, s.d. [Catálogo]. BONJORNO, Regina Azenha e outros. F sica 2 grau. São Paulo, FTD, 1988. BOYLESTAD, Robert et al. Dispositivos Eletr nicos e Teoria de Circuitos. Trad. Alberto Gaspar Guimarães et al. 5 ed. Rio de Janeiro, Prentice-Hall do Brasil, 1994. BRITISH AEROSPACE COMMERCIAL AIRCRAFT. Ayrshire, 1991. [Catálogo]. CAPUANO, Francisco Gabriel et al. Laborat rio de Eletricidade e Eletr nica. São Paulo, rica, 1988. CARVALHO, Luiz Tavarez de. Gerenciamento de Manuten ão. Curso de P s- Graduação FEI. São Paulo, 1995. CAVICHIOLI Carlos Aparecido. 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