283 programacao c++.zip

Apostila de Programação C++

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Comentários


  1. (!)BRUNO - em 03/11/2009 -

    TEM QUE ESTAR CADASTRADO NO SITE CARA

  2. (!)Eduardo - em 05/10/2009 -

    QUERO TER ACESSO ESSAS APOSTILAS E O PROGRAMA MPLAB
    O Q UE EU FAÇO?

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30/08/2008

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Pois bem, neste segundo volume ele descreve essa nova e não menos fascinante aventura, interrompida nas linhas anteriores por razões puramente técnicas, era tanta a quantidade de documentação que se tornou necessário dividi-la, pelo menos, em duas partes. Feito este esclarecimento e antes de passar à transcrição dessa segunda fase do diário, entendo também ser meu dever esclarecer mais dois pontos. Primeiro, não seria honesto animar o leitor a continuar a leitura do presente trabalho sem antes ter tido a oportunidade de ler o volume anterior. Eu explico. Dado que o que exposto faz parte de um todo - o diário do Major -, com um enredo que, em grande parte, depende do Já exposto nesse primeiro volume, o leitor que enfrentasse este volume ignorando o Já publicado situaria-se - sem querer - em inferioridade de condições para compreender muitos dos pormenores técnicos, situações, objetivos e acontecimentos registrados na chamada Operação Cavalo de Tróia. Tudo isso me obriga, em suma, a sugerir ao leitor que, se não conhecer a minha obra anterior, adie para depois a leitura do livro que tem na mão. Segundo, dada a natureza dos fatos e das afirmações contidas nas mais de cento e cinqüenta folhas que constituem esta forçada segunda parte do diário, atrevo-me a recomendar aos leitores cujos princípios religiosos se encontram irremediavelmente cristalizados na mais pura ortodoxia que, do mesmo modo, renunciem à presente informação. Apesar de tais acontecimentos e apreciações sobre a infância de Jesus de Nazaré bem como as aparições do Mestre da Galiléia após a sua morte e ressurreição terem sido tratados pelo autor do diário com absoluto respeito, algumas das revelações são - na minha humilde opinião - de tal magnitude que os espíritos pouco evoluídos ou de visão estreita poderão sentir ofendidos ou, pelo menos, desorientados. Em contrapartida, para aqueles que permanecem na difícil senda da busca da Verdade, as sucessivas descobertas que irão surgindo à sua frente - estou firmemente convencido - contribuirão para enriquecer a sua alma e compreender melhor a figura, o contexto e a mensagem do Filho de Deus. Estes, e não outros, foram e continuam a ser os meus objetivos ao escrever os dois livros. Feitos estes esclarecimentos, entremos plenamente nesta última parte do diário do Major. O diário (Segunda Parte) Cinco horas e quarenta e três minutos. Sessenta segundos depois da decolagem, o computador central - o nosso querido Papai Noel - respondeu com a sua habitual eficácia e minuciosidade, estabilizando o berço na cota prevista (oitocentos pés) para o imediato e delicado processo de inversão de massa da nave que deveria transportar-nos de volta ao nosso tempo, ao século XX. Mais exatamente, a 12 de Fevereiro de 1973. Eliseu e eu trocamos um olhar significativo. Absortos nos preparativos para a decolagem, o meu irmão e eu naquela primeira grande viagem, que escrevo estas linhas, quase não tínhamos tido ocasião de comentar as minhas últimas e dilacerantes experiências ao pé da cruz e durante as tensas horas que precederam o amanhecer de domingo, 9 de Abril do ano 30. Quando, finalmente, por volta das quatro horas, abordei o módulo, a minha expressão devia ser tão reveladora que Eliseu se manteve num respeitoso e prolongado silêncio. E mais uma vez me senti aliviado e agradecido pela sua extrema delicadeza. Recordo-me de, enquanto me desvencilhava das roupas suadas e Já malcheirosas que tinham me ajudado no meu papel de mercador grego, o meu companheiro, por iniciativa própria, ter ouvido a gravação efetuada durante a chamada última ceia. (Como Já indiquei noutro ponto deste diário, eu ainda não tivera a oportunidade de ouvi-la) E ambos, em silêncio, até às cinco horas, nos deixamos arrastar pela voz do Rabi da Galiléia; doce, firme e magnificente. Conhecendo como conhecíamos toda a dimensão da tragédia que acabara de acontecer, os conselhos e as recomendações de Jesus aos seus íntimos surgiram perante mim com uma força e luminosidade indescritíveis. Como creio que Já indiquei na devida altura, excetuando João, o Evangelista, os outros escritores sagrados não conseguiram transcrever com fidelidade nem os fatos nem o sentido daquela memorável ceia de despedida. Devo, porém, dominar-me. É necessário que eu saiba controlar as minhas emoções e a torrente de acontecimentos que se amontoam no meu cérebro e, em prol de uma maior clareza, prosseguir o meu relato sob a mais estrita ordem cronológica. Espero que aqueles que chegarem a ler o meu legado saibam compreender e perdoar as minhas contínuas debilidades. A partir das cinco horas - a quarenta e dois minutos do alvorecer Eliseu e eu, enfiados nas roupas espaciais regulamentares, entregamo-nos de corpo e alma a uma exaustiva revisão dos equipamentos, prestando uma especialíssima atenção à fase crítica da decolagem. Embora, como Já frisei na devida altura, os técnicos do projeto tivessem programado a decolagem, o posterior estacionário da nave e o retorno dos eixos do tempo dos swivels de forma automática, uma pungente e lógica dúvida menos tinha tensos. E se falhasse qualquer uma das delicadas manobras Já citadas? O que seria de nós? Provavelmente, foi esta passageira mas crescente excitação que, naqueles momentos, me libertou da profunda angústia que se aninhara no meu coração, provocada pelos onze dias agitados que vivera no Israel do ano 30. Uma angústia - adianto Já - que me marcaria para sempre.

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