Instrumentação industrial
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AMOSTRAGEM . Leituras que se fazem a intervalos fixos de tempo. ANALISADOR . Equipamento relativamente sofisticado, de opera o autom tica e independente, que tem a finalidade de medir uma ou mais caracter sticas de uma amostra do processo que por ele flui continuamente. ATUADOR . Aparelho que converte energia el trica, hidr ulica ou pneum tica em movimento mec nico. BANDA PROPORCIONAL . Porcentagem de varia o da vari vel controlada necess ria para provocar curso completo do elemento final de controle. CALIBRA O . Conjunto de opera es que estabelece, em condi es espec ficas, a correspond ncia entre os valores indicados por um instrumento de medi o ou por um sistema de medi o, ou por uma medida materializada ou um material de refer ncia, e os valores correspondentes das grandezas estabelecidas por padr es. CAMPO DE MEDIDA . Imagem ou conjunto de valores da medida vari vel que est o compreendidos dentro dos limites superior e inferior da capacidade de medida ou de transmiss o do instrumento. Vem expresso no instrumento estabelecendo os valores extremos. CAMPO DE MEDIDA COM ELEVA O DE ZERO . Campo de medida em que o valor zero da vari vel ou sinal maior que o valor inferior do campo.
C LULA CAPACITIVA
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. Elemento prim rio utilizado para registrar varia es de press o a partir da varia o de sua capacit ncia interna. amplamente empregado em transmissores de press o. CLP . Ver Controlador L gico Program vel. CONTROLADOR . Instrumento que compara a vari vel controlada com um valor desejado e exerce automaticamente uma a o de corre o de acordo com o desvio. CONTROLADOR ANAL GICO . Instrumento que recebe os diversos sinais de um processo (vari veis do processo), compara-os com um valor pr -estabelecido (valor desejado), efetua os devidos c lculos com o resultado da compara o (sinal de desvio), e o sinal resultante enviado como sinal de entrada para outra unidade, como por exemplo uma v lvula de controle, etc. CONTROLADOR DE A O DIRETA . Controlador cujo sinal de sa da varia diretamente proporcional ao sinal de entrada. CONTROLADOR DE A O INVERSA . Controlador cujo sinal de sa da varia inversamente proporcional ao sinal de entrada. CONTROLADOR (L GICO) PROGRAM VEL . Dispositivo em estado s lido, com mem ria program vel pelo usu rio, composto basicamente de unidade central de processamento e dispositivos de entrada e de sa da. Tem por objetivo adquirir dados de um processo, process -los atrav s de uma l gica de programa e atuar no processo por meio dos dispositivos de sa da. Conhecido pelas siglas CP, CLP e PLC.
CONTROLADOR PROGRAM VEL . Ver Controlador L gico Program vel (CLP).
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CONTROLE ADAPTATIVO . aquele que mede, de forma cont nua e autom tica, as caracter sticas din micas (tal como a fun o de transfer ncia) do processo, as compara com as caracter sticas din micas desejadas, e usa a diferen a para variar par metros ajust veis do sistema (normalmente caracter sticas do controlador) ou para gerar um sinal atuante de tal forma que o desempenho timo pode ser mantido independentemente das mudan as ambientais; alternativamente. Tal sistema pode continuamente medir seu pr prio desempenho, de acordo com um dado ndice de desempenho e modificar, se necess rio, seus pr prios par metros, de tal forma a manter desempenho timo independentemente de mudan as ambientais. CONTROLE DE FAIXA DIVIDA . Sistema de controle em que uma vari vel manipulada tem prefer ncia com rela o a outra ou outras do processo. Consegue-se usualmente fazendo com que os elementos finais de controle atuem cada um para uma parte da faixa de valores de sa da do controlador. CONTROLE POR REALIMENTA O . Sistema de controle em que se compara uma vari vel medida com um valor desejado (ponto de refer ncia comumente denominado set-point) e o sinal de erro obtido atua de tal modo que reduz a magnitude deste erro. CONTROLE DE RELA O . Sistema de controle em que uma vari vel do processo controlada em uma dada raz o com rela o a outra vari vel.
CONTROLE EM CASCATA . Sistema de controle em que o sinal de sa da de um controlador (prim rio) o Set-Point de outro controlador (secund rio).
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CONTROLE EM TEMPO REAL . Controle realizado simultaneamente com um determinado fato f sico. Os resultados dos c lculos feitos durante esse tempo real s o usados com o objetivo de corrigir as a es do processo sobre o produto final. O termo Tempo Real teoricamente define uma diferen a de tempo nulo entre a observa o do fato e a a o corretiva, por m na pr tica este resultado pr ximo mas nunca igual a zero. CONTROLE ON/OFF . Forma de controle em que o elemento final de controle adota duas posi es fixas. CONTROLE PROPORCIONAL . Forma de controle em que existe uma rela o linear entre o valor da vari vel controlada e a posi o do elemento final de controle. CONTROLE SELETIVO . Sistema de controle em que se seleciona automaticamente um dos v rios controladores segundo o valor de suas vari veis de entrada, geralmente com o objetivo de evitar danos no processo ou no produto. CONTROLE SUPERVIS RIO . Sistema de controle no qual os Loops de controle operam independentemente sujeitos a a es de corre o intermitente atrav s dos seus Set-Points. CONVERSOR DIGITAL ANAL GICO - CDA (DIGITAL TO ANALOG CONVERTER DAC) . Circuito que converte dados digitais em dados anal gicos.
CP . Ver Controlador Program vel DDC (CONTROLE DIGITAL DIRETO)
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. Sistema de controle composto por equipamento digital que estabelece diretamente os sinais para os elementos finais de controle. O computador, neste caso, cont m a fun o de controle ou algoritmo que faria parte do controlador convencional. DECODIFICAR . Interpretar um determinado c digo transformando este em um outro c digo ou a o intelig vel. DIAFRAGMA . Elemento sens vel formado por uma membrana colocada entre dois volumes. A membrana deformada por uma press o diferencial que nela se aplica. DIAGRAMA LADDER . Tipo de linguagem ou formato de comunica o utilizado na programa o de controladores l gicos program veis, caracterizada pela utiliza o de s mbolos similares aos utilizados nos diagramas el tricos de controle por rel s convencionais. DIAGRAMA L GICO . Diagrama gr fico de representa o das inter-rela es l gicas entre vari veis digitais de um sistema de controle. Utilizando normalmente para facilitar o desenvolvimento, depura o e manuten o desse sistema. DISPLAY . Apresenta o visual de um sinal.
DIST RBIO . um sinal que tende a afetar adversamente o valor da sa da de um sistema, podendo ser gerado dentro do sistema ou fora dele, neste caso, ele faria parte da entrada. ELEMENTO FINAL DE CONTROLE
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Dispositivo que recebe o sinal de controle e modifica a vari vel do processo em fun o do sinal recebido. ELEMENTO PRIM RIO . Converte a energia da vari vel medida em uma forma adequada para a medida. EMULA O . Simula o, em um computador de uso geral, do funcionamento de um dispositivo espec fico, de modo a torn -lo indistingu vel do ponto de vista funcional, para um terceiro dispositivo que com eles tenha uma interface. ENSAIO DIN MICO . Ensaio realizado para acumular informa o correspondente ao comportamento total a resposta de freq ncia do instrumento. ERRO . Diferen a alg brica entre o valor lido ou transmitido por um instrumento e o valor real da vari vel medida. ERRO DA MEDI O . Resultado de uma medi o menos o valor verdadeiro do mensurado. ERRO DE ANGULARIDADE . Desvio dos pontos da curva dos valores de sa da do instrumento com rela o a reta que relaciona a vari vel de entrada com a sa da de um instrumento ideal sem erro e coincidindo os dois nos pontos 0 e 100% do campo de medida. ERRO DE MULTIPLICA O . Aumento ou diminui o progressiva de todos os valores de sa da do instrumento com rela o a reta que relaciona a vari vel de entrada com a sa da de um instrumento ideal sem erro. ESTABILIDADE
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. Capacidade de um instrumento para manter seu comportamento durante sua vida til e de manter suas especifica es. ESTA O DE OPERA O . Conjunto de hardware e software destinado opera o e monitora o de um processo. ESTA O DE TRABALHO . Defini o gen rica para um conjunto de hardware e software que pode atuar como esta o de opera o e/ou esta o de engenharia. EXATID O DE MEDI O . Grau de concord ncia entre o resultado da medi o e o valor verdadeiro do mensurado. FIELDBUS . Barramento de comunica o digital para interligar equipamentos de campo com o sistema de controle. FULL DUPLEX (DUPLEX COMPLETO) . Tipo de comunica o na qual os dados passam em duas dire es simultaneamente, comunica o em duas vias. GANHO . a rela o de amplitude entre a sa da e a entrada de um sinal de equipamentos que se destinam a medir ou controlar vari veis de um dado processo.
HISTERESE . Propriedade de um "instrumento de medir" pela qual a resposta a um dado est mulo depende da seq ncia dos est mulos precedentes. HOT STAND-BY . Equipamento ou sistema reserva, energizado e pronto para entrar em opera o, em caso de falha do equipamento ou sistema principal.
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INSTRUMENTA O . a ci ncia da adapta o de dispositivos e t cnicas de medi o, de indica o, de ajuste e controle nos equipamentos e processos de fabrica o. INSTRUMENTO DE MEDI O . Dispositivo destinado a fazer uma medi o, sozinho ou em conjunto com outros equipamentos. INTERFACE AMIG VEL . Caracter stica gen rica de um sistema computacional que exige pouco ou nenhum treinamento para ser utilizado, sendo seu uso auto - explicativo pela utiliza o de recursos de associa o natural de id ias. INTERFACE SERIADA RS232 (RS232 SERIAL INTERFACE) . Padr o de comunica o digital seriada, definida pela associa o EIA. INTERTRAVAMENTO .Combina o de dispositivos, objetivando proteger o processo e assegurando um desempenho sem riscos e sem desvios de funcionamento. INSTRUMENTO .Dispositivo usado direta ou indiretamente para medir e/ou controlar uma vari vel. O termo inclui elementos prim rios, elementos finais de controle, dispositivos eletr nicos microprocessados e dispositivos el tricos, tais como: chaves e bot es de comando e anunciadores. O termo n o se aplica a pe as que s o componentes internos de um instrumento. JUNTA DE MEDIDA . a uni o de dois metais diferentes que comp em um termopar e que se encontra submetida temperatura que est sendo medida. JUNTA DE REFER NCIA
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. a uni o de dois metais diferentes que comp em um termopar e que se encontra submetida temperatura de refer ncia. LADDER (DIAGRAM) . Ver Diagrama de Ladder. MAINFRAME . Computador principal ou conjunto de computadores, geralmente de grande porte, que concentra informa es para planejamento e administra o de uma ind stria ou qualquer organiza o. MALHA ABERTA DE CONTROLE . O caminho seguido pelo sinal sem que haja realimenta o. MALHA FECHADA DE CONTROLE .Caminho que segue desde o controlador para a v lvula de controle, ao processo, realimentando-se atrav s do transmissor para o controlador. MEDI O . Conjunto de opera es que tem por objetivo determinar o valor de uma grandeza.
MEM RIA . Parte de um equipamento ou dispositivo eletr nico microprocessado em que se pode introduzir informa es e se extrair posteriormente. MEM RIA DE ACESSO ALEAT RIO (RAM - RANDOM ACCESS MEMORY) . Tipo de mem ria num computador, que serve para armazenamento provis rio de dados, e que atualizado constantemente. MEM RIA UNICAMENTE DE LEITURA (ROM - READ ONLY MEMORY)
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. Tipo de mem ria fixa num computador, cujo conte do n o pode ser alterado. MONOTAREFA . Caracter stica de um sistema operacional que n o permite a execu o de tarefas concomitantes e normalmente exige a interven o do operador para, ao t rmino da tarefa que estava sendo executada, iniciar a execu o da seguinte. MONOUSU RIO . Caracter stica de um sistema operacional que suporta somente um usu rio (operador) a cada instante. MULTI-LOOP . Sistema digital dedicado que realiza as fun es de controle, simultaneamente, de duas ou mais malhas de controle anal gicas. MULTIPROCESSAMENTO . Forma de trabalho de um sistema computacional, onde suas fun es s o realizadas, simultaneamente, por v rios processadores. MULTITAREFA . Caracter stica de um sistema operacional que permite a um processador realizar diversas fun es, de forma concorrente. MULTIUSU RIO . Caracter stica de um sistema operacional que possibilita a sua utiliza o por mais de um usu rio, simultaneamente. OFF-LINE . Caracteriza o de um sistema computacional que processa os dados em batelada ou caracteriza o de sistema computacional que n o est ativado e pronto para realizar suas fun es. Tamb m pode ser entendido como um modo de programa o de um controlador program vel que caracterizado pelo fato de o mesmo n o estar atuando sobre o
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processo controlado enquanto ocorre a programa o. Refere-se tamb m utiliza o do terminal de programa o de modo aut nomo. OFFSET . Desvio permanente que existe em regime no controle proporcional quando o processo est est vel. ON-LINE .Caracteriza o de um sistema computacional que est permanentemente ativado e pronto para realizar suas fun es, sem necessidade de se aguardar a sua ativa o ou um modo de programa o de um controlador program vel que caracterizado pelo fato de o mesmo estar atuando sobre o processo controlado enquanto ocorre a programa o. OVERVIEW . Fun o de Interface Homem-M quina que prov ao operador uma vista geral do processo sob supervis o. Geralmente composta de uma tela que apresenta simultaneamente os desvios entre as vari veis controladas e os set-points das malhas de controle anal gico mais importantes do processo e a situa o das vari veis de estado mais significativas.
PLANTA . uma parte de equipamento, eventualmente um conjunto de itens de uma m quina, que funcionam conjuntamente, cuja finalidade desempenhar uma dada opera o. PLATAFORMA DE TESTE . Montagem parcial ou completa do hardware de um sistema de automa o em local provis rio ou definitivo, para testes do pr prio hardware e/ou software. PLC . Sigla para Programable Logic Controller.
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Ver Controlador L gico Program vel. PROCEDIMENTO DE MEDI O . Conjunto de opera es, descritas especificamente, usado na execu o de determinadas medi es de acordo com um dado m todo. PROCESSO CONT NUO . Processo no qual entram componentes e saem produtos em seq ncia sem interrup es durante longos per odos de tempo. PROTOCOLO Conjunto de regras que regem as trocas de mensagens entre dois ou mais sistemas computacionais, no que se refere a formato das mensagens, c digos de verifica o de integridade, reconhecimento, acesso ao meio f sico, tempos de espera, etc. QUADRO SIN TICO . Representa o gr fica de um processo ou parte dele, contendo informa es sobre o estado de equipamentos e vari veis de processo, atualizadas dinamicamente. REALIMENTA O . Opera o em que parte do sinal de sa da de um sistema retorna para a entrada. REDE DE COMUNICA O . Conjunto de software e hardware (inclusive o meio f sico para transmiss o de sinais) utilizado para permitir o interc mbio de dados entre sistemas computacionais. REDE NEURAL . Sistema e algoritmos de computador constitu dos de v rios processadores conectados da mesma maneira que os neur nios no c rebro humano, com habilidades similares de aprendizagem, reconhecimento de regras e mem ria associativa. REDE PROPRIET RIA
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. Rede de comunica o de dados cujas especifica es s o de propriedade de um determinado fabricante, e cujos detalhes de implementa o n o seguem um padr o especificado por rg os de normaliza o. REDUNDANTE . Ver Sistema Redundante. REGULAGEM . Opera o destinada a fazer com que um instrumento de medir tenha funcionamento e justeza adequados a sua utiliza o, empregando somente os meios colocados disposi o do usu rio. REMOTA Ver Unidade Terminal Remota. REMOTO . Em sistemas de automa o, um dispositivo dito "remoto" quando est fisicamente separado da unidade de controle ou processador.
REPETIBILIDADE DAS MEDI ES . Grau de concord ncia entre os resultados de medi es sucessivas de uma mesma grandeza, efetuadas com a totalidade das seguintes condi es: mesmo m todo de medi o; mesmo observador; mesmo instrumento de medir; mesmo local; mesmas condi es de utiliza o; repeti o em curto per odo de tempo. REPRODUTIBILIDADE DAS MEDI ES . Grau de concord ncia entre os resultados das medi es de uma mesma grandeza, onde as medi es individuais s o efetuadas, variando-se uma ou mais das seguintes condi es: m todo de medi o; observador; instrumento de medir; local; condi es de utiliza o; tempo.
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RESOLU O . Magnitude das mudan as na escala do sinal ao ir variando continuamente a medida em todo o campo. Vem expressa em tanto por cento de sa da de toda a escala. Grau em que podem discriminar-se valores aproximadamente iguais de uma quantidade. RTU . Sigla para Remote Terminal Unit. Ver Unidade Terminal Remota. RU DO . Qualquer perturba o el trica ou sinal acidental n o desejado que modifica a transmiss o, indica o ou registro dos dados desejados. SCADA . Sigla para Supervisory Control And Data Acquisition. Sistema de Controle Supervis rio e Aquisi o de Dados. Sistema de supervis o e controle de processos, composto de remotas para simples interfaceamento com o processo (entrada e sa da de sinais digitais e anal gicos), interligadas a uma unidade central de processamento, controle, gerenciamento de dados e Interface Homem - M quina. Difere do SDCD pelo fato de as suas remotas n o possu rem processamento aut nomo capaz de realizar fun es de controle SDCD . Sigla para Sistema Digital de Controle Distribu do. Sistema que, embora funcionalmente integrado, consiste em subsistemas que podem ser fisicamente separados e localizados distantes uns dos outros. No SDCD, os microcomputadores s o situados nas esta es de controle de campo, nas esta es de opera o e no controle das vias de comunica o, executando diferentes tarefas que s o, desta forma, distribu das caracterizando a independ ncia dos diversos m dulos componentes do sistema. SEGURAN A INTR NSECA
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. Sistema de seguran a para atmosferas perigosas que limita a capacidade de um circuito de produzir centelhas el tricas, que tenham energia suficiente para provocar a igni o de uma mistura explosiva. SENSIBILIDADE . Quociente de varia o da resposta de um "instrumento de medir" pela varia o correspondente do est mulo. A sensibilidade pode depender do valor do est mulo. SENSOR TICO . Conjunto sens vel a ondas de luz vis vel ou infravermelha que transmite um sinal el trico ao controlador. SINAL ANAL GICO . Caracter stica de um sinal que apresenta valores cont nuos no tempo. No contexto de sistemas digitais, caracteriza um tipo de vari vel que traduz uma grandeza f sica cont nua, no tempo, representada numericamente atrav s de um n mero real.
SINGLE-LOOP . Sistema digital dedicado que realiza as fun es de controle de uma nica malha anal gica. SISTEMA ABERTO . Caracter stica de sistema cujas especifica es necess rias para se inclu rem novas tarefas do usu rio s o p blicas ou abertas e padronizadas por rg os de normaliza o, n o dependendo da participa o de fornecedor para a implementa o das novas tarefas ou programas. SISTEMA DE AMOSTRAGEM . Equipamento pouco sofisticado, de opera o autom tica, com a finalidade de retirar, continuamente, do processo uma amostra, enviando-a, ap s prepara o, ao analisador.
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SISTEMA DE AQUISI O DE DADOS . Equipamento ou conjunto de equipamentos destinado coleta de sinais de campo e o seu envio para sistemas de controle, supervis o e/ ou gerenciamento. Eventualmente usado como sin nimo de Sistema Supervis rio. SISTEMA DUAL . Ver Sistema Redundante SISTEMA ESPECIALISTA . Software que utiliza regras e fatos que simulam o racioc nio e experi ncia de especialistas humanos, visando a tomada de decis es para otimizar um determinado processo. "Especialista" porque incorpora o racioc nio e a experi ncia de um expert no processo em quest o.
SISTEMA FECHADO . Caracter stica de um sistema cujas especifica es necess rias para se inclu rem novas tarefas do usu rio n o s o p blicas ou abertas, sendo necess ria a participa o do fornecedor para a implementa o das mesmas, ou onde esta inclus o n o poss vel. SISTEMA REDUNDANTE . Sistema cujos dispositivos s o duplicados total ou parcialmente (ambos ativos simultaneamente) com a fun o de aumentar a disponibilidade, confiabilidade ou seguran a do mesmo. SISTEMA SUPERVIS RIO . Sistema digital cujas principais fun es s o a coleta e armazenamento de dados do processo e gera o de informa es adicionais para an lises operacional e gerencial, tais como relat rios, gr ficos, registros, hist ricos, tend ncias, dados estat sticos, etc.
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SPAN . Amplitude da faixa nominal (span). Diferen a, em m dulo, entre os dois limites de uma faixa nominal. TECLADO DE ENGENHARIA . Teclado usado para definir ou alterar as defini es (par metros) de funcionamento de um sistema. Difere do teclado de opera o pelo fato de este ltimo somente permitir a opera o cotidiana do processo TEMPO MORTO . Atraso na medida, atraso na a o do controlador, ou atraso na opera o do atuador. O tempo morto existe na maioria dos sistemas de controle de processos.
TEMPO REAL . Express o usada para designar sistemas de controle onde as respostas e indica es do mesmo s o compat veis com a velocidade das rea es e das opera es do processo controlado. TERM METRO BIMET LICO . Tipo de term metro industrial utilizado para indicar a temperatura local. Seu princ pio de funcionamento baseado na diferen a do coeficiente de dilata o de dois metais diferentes que s o sobrepostos e que quando aquecidos s o flexionados, transformando desta forma a varia o de temperatura em deslocamento. Esses metais s o dispostos de forma helicoidal, proporcionando assim um movimento de rota o que mecanicamente transmitido para o ponteiro do instrumento. TERMOPAR . Par termoel trico de fios de natureza diferentes, com as extremidades em contato.
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TERMOPILHA . Grupo de termopares conectados em s rie e utilizados para medir a pot ncia da radia o. TERMORESIST NCIA . Tipo de material cuja resist ncia varia com a temperatura, geralmente em forma linear. TIME-OUT . Tempo m ximo de espera resposta ou reconhecimento a uma mensagem enviada em um processo de comunica o entre sistemas computacionais. TOKEN-PASS . M todo de controle de acesso a uma rede de comunica o, padronizado pela norma IEEE 802.4. caracterizado pelo fato de que n o existe um dispositivo central respons vel pelo gerenciamento da troca de mensagens entre os diversos elementos que usam a rede. Cada usu rio de rede tem o monop lio da mesma, enquanto estiver de posse do token (bast o), que uma mensagem que circula entre todos os usu rios da rede, de acordo com determinados crit rios. TOKEN-RING . Tipo de rede Token-pass, padronizada pela norma IEEE 802.5, que utiliza topologia em anel. TOUCH-SCREEN . Dispositivo de Interface Homem-M quina constitu do por uma tela de v deo sens vel ao toque de um dedo humano. Usado normalmente para sele o de uma entre v rias op es exibidas em uma tela de v deo, onde o usu rio deve "tocar" a op o desejada. TRANSDUTOR . Dispositivo que recebe um sinal de entrada fun o de uma ou mais quantidades f sicas e a converte modificada ou n o a um sinal de sa da.
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TRANSMISSOR . Instrumento que capta a vari vel do processo e a transmite a dist ncia a um instrumento receptor indicador, registrador, controlador ou uma combina o destes. TUBO BOURDON . Tubo manom trico curvado de metal el stico que se deforma ao aplicar press o em seu interior. TUBO PITOT . Tubo cil ndrico, com um extremo aberto dirigido contra o fluido, que mede a press o de impacto, ou seja, mede a diferen a entre a press o total e a press o est tica, tendo como resultado a press o din mica, a qual proporcional ao quadrado da velocidade do fluido.
TUBO VENTURI . Tubo que possui uma redu o de rea em um dado trecho do seu comprimento total. Este fato acarreta uma diferen a de press o entre os pontos que se encontram no estreitamento do tubo e aqueles que se encontram fora deste estreitamento. Esta diferen a de press o proporcional ao quadrado da vaz o do fluido. UNIDADE TERMINAL REMOTA . Dispositivo de controle e/ou aquisi o de dados de processo que se interliga a um sistema central, enviando e recebendo dados e que se caracteriza por estar fisicamente diante deste. Conhecida pelas siglas UTR, RTU ou simplesmente Remota. WORKSTATION . Refere-se usualmente a uma classe de computadores cujo processador utiliza tecnologia RISC (Reduced Instructions Set Computer) e sistema operacional UNIX. VARI VEL CONTROLADA
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. Dentro de uma malha de controle a vari vel recebida atrav s do transmissor e que origina um sinal de realimenta o. VISCOSIDADE . Resist ncia oferecida por um fluido ao esfor o que atua no sentido de provocar uma deforma o. ZONA MORTA . o campo de valores da vari vel medida onde n o existe varia o na indica o ou no sinal de sa da do instrumento.
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REFER NCIAS BIBLIOGR FICAS:
CREUS SOLE, Ant nio. Instrumentaci n industrial. 2. ed. M xico, Marcombo, 1981. 634 p. il. ELONKA, S. M., PARSONS, A R. Manual de instrumenta o; sistemas de medi o. S o Paulo, McGraw-Hill, 1976. 2 v. GRINST. MG. Gloss rio de termos t cnicos de automa o industrial. Belo Horizonte, 1992. 40 p. INMETRO. Guia para express o da incerteza de medi o. Rio de Janeiro, 1997. 120 p. tab. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Rio de Janeiro, Prentice-Hall do Brasil, 1985. 929 p. tab. PASSOS FILHO, Geraldo, SILVA, Jos Carlos D., MORAES, Deusdedit C. de. Analisadores industriais. Rio de Janeiro, SENAI/DN, 1979. 258 p. il. SENAI. ES. Curso de instrumenta o industrial; instrumenta o aplicada II. Vit ria, 1990. 1 v. SENAI. RJ. CETEC MMEL. Metrologia dimensional com nfase na calibra o. Rio de Janeiro, s. d. 1 v.
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Me ajudou muito para entender o básico.
este tal de weber deve ser um frustrado, encubado.
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o que vale e seu esforço uma mera palavra não faz e não fará diferença em todo seu conteudo, pessoas que vivem nas sombras são imcapazes de se quer ajudar alguém mais ficam na espreita para fazer comentário das atitudes que ele é incapaz de ter.
<a href=http://www.skepter.com/ >west australian newspaper classifieds</a>
Arquivo muito útil, Obrigado!
muito boa .
Valeu Denis
bb
Apenas um comentário, o termo REPETIBILIDADE não existe na língua portuguesa e é comumente usado pelo equívoco na tradução do inglês, REPEATIBILITY, o termo correto, segundo a N-1882 é REPETITIVIDADE. No mais, gostei das definições.
gostei muito do glossário, bem eficiente. valeu
gostei
Centro Técnico Instrumentação Industrial do E.Santo
Historico do inicio do Senai-ES e da fundação do centro Técnico em Instrumentação Industrial Arivaldo Fontes-CTIIAF
Instrumentação Básica - Temperatura (Prof Marcos Lima)
Aula de Intrumentação do Eng Marcos Lima no curso CST petróleo e gás na Unp Natal. Conceito de temperatura, escalas termométricas, instrumentos de medição (bimetálico, por dilatação/expansão, termopar, termoresistência).
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Instrumentação e elementos de controle em caldeira
Instrumentação e elementos de controle em caldeira