O Homem que Calculava

Editora Record


O autor relata as incríveis aventuras de um homem singular e suas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis. Um clássico brasileiro que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.

Descrição

Um livro envolvendo matemática e que vem sendo consumido com rara avidez há gerações, O Homem que Calculava, de Malba Tahan, está sendo reeditado pela Editora Record. Com um novo projeto gráfico, atraente e moderno, o livro é definitivamente um sucesso. A matemática recreativa apresentada no livro é, certamente, menos dolorosa que a fria e doutoral ensinada nos colégios. Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) conseguiu realizar quase que um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção e acertar. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso. O Homem que Calculava é uma oportunidade para os aficcionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos da obra. Tahan narra a história de Bereniz Samir, um viajante com o dom intuitivo da matemática, manejando os números com a facilidade de um ilusionista. Problemas aparentemente sem solução tornam-se de uma transparente simplicidade quando expostos a ele. Gráficos facilitam ainda mais a leitura do livro. Uma pequena obra-prima da literatura infanto-juvenil. Malba Tahan nasceu em 1885 na aldeia de Muzalit, Península Arábica, perto da cidade de Meca, um dos lugares santos da religião muçulmana, o islamismo. Foi prefeito da cidade árabe de El-Medina, estudou no Cairo e em Constantinopla. Aos 27 anos recebeu uma grande herança do pai, iniciando uma longa viagem pelo Japão, Rússia e Índia. Morreu em 1921, lutando pela libertação de uma tribo na Arábia Central. A história é bem convincente, não? Mas, na verdade, Malba Tahan nunca existiu. Pseudônimo e biografia foram inventados por Júlio César de Mello e Souza, professor, educador, pedagogo, escritor e conferencista brasileiro. Júlio César nasceu em 6 de maio de 1895 e passou quase toda a vida no Rio de Janeiro. Morreu em 1974, aos 79 anos de idade. A ideia de criar um pseudônimo nasceu quando o escritor tinha 23 anos e era colaborador do jornal carioca O Imparcial. Ele entregou cinco contos que escrevera ao editor e os papéis ficaram vários dias jogados sobre uma mesa da redação. Sem fazer nenhum comentário, Júlio pegou o trabalho de volta. No dia seguinte levou os mesmos contos ao jornal, mas com a assinatura de R.S.Slade, um fictício escritor americano. Disse ao editor que tinha acabado de traduzi-los e que faziam grande sucesso em Nova York. O primeiro deles foi publicado já no dia seguinte, na primeira página. Os outros quatro tiveram o mesmo destaque posteriormente. Júlio aprendeu a lição e decidiu virar Malba Tahan. Produziu 69 livros de contos e 51 de matemática. Sua obra mais famosa, O Homem que Calculava, já foi traduzida para mais de 12 idiomas. Entre outros livros do autor publicados pela Editora Record estão Salim, o mágico, Lendas do deserto, A Caixa do Futuro e Mil Histórias Sem Fim.
As proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir - o Homem que Calculava - tornaram-se lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Neste livro, Malba Taham relata as incríveis aventuras deste homem singular e suas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis. O Homem que Calculava - um clássico brasileiro, já traduzido para o inglês e espanhol - mantém o valor pedagógico comum a toda a obra de Malba Tahan, que, sem perder o clima de aventura e romance da terra das mil e uma noites, ensina matemática por meio da ficção.

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