MANUAL DE METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTIFICO
METODOLOGIA DO TRABALHO CIENT FICO
Estrutura de Um Trabalho Acad mico
Capa ( * ) Folha de Rosto Folha de Aprova o( * ) Dedicat ria ( * ) Agradecimentos ( * ) Sum rio Texto: Introdu o Texto: Desenvolvimento Texto: Conclus o Texto: Anexos ou Ap ndices ( * ) Refer ncias Bibliogr ficas Gloss rio ( * ) Contra - Capa( * )
( * ) Itens N o Obrigat rios
ABNT (ASSOCIA O BRASILEIRA DE NORMAS T CNICAS) MONOGRAFIA METODOLOGIA DE ARTIGO CIENT FICO NORMAS GERAIS PARA REDA O NORMAS GERAIS DE REVIS O NORMAS PARA REDA O DE MONOGRAFIAS NORMAS PARA REDA O DE DISSERTA ES NORMAS PARA REDA O DE TESES NORMAS DA ABNT REGRAS DA ABNT TRABALHO ESCOLAR TRABALHO DE CONCLUS O DE CURSO (TCC)
CAPA
DEVE CONTER
Nome do autor (margem superior, fonte 14) T tulo do trabalho (fonte 16, mai sculo, negrito, centralizado) Institui o onde o trabalho foi executado (fonte 14, s as primeiras letras mai sculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclus o do trabalho (fonte 14, negrito, mai sculo e min sculo, centralizado)
Modelo de uma Capa OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida
FOLHA DE ROSTO
DEVE CONTER
As mesmas informa es contidas na Capa: Nome do autor (margem superior, fonte 14)
T tulo do trabalho (fonte 16, mai sculo, negrito, centralizado) As informa es essenciais da origem do trabalho: -Institui o onde o trabalho foi executado (fonte 14, s as primeiras letras mai sculas, negrito, centralizada) Cidade e ano de conclus o do trabalho (fonte 14, negrito, mai sculo e min sculo, centralizado)
Modelo de uma Folha de Rosto
OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
FOLHA DE APROVA O
DEVE CONTER
Nome do Autor T TULO Objetivo Nome do autor NOME DA INSTITUI O Curso rea de Concentra o Data de aprova o: de de 20 T tulo (e subt tulo, se houver) do trabalho Natureza Objetivos Nome da institui o rea de concentra o Data da aprova o Nome do Professor Titula o Nome, titula o, assinatura dos componentes da banca e as institui es a que fazem parte.
Nome do Professor Titula o
Nome do Professor Titula o Modelo de uma Folha de Aprova o
DEDICAT RIA
Tem a finalidade de se dedicar o trabalho a algu m, como uma homenagem de gratid o especial.
DEVE CONTER
(tamanho12 negrito podendo ser it lico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita espa amento simples digitado acima da margem inferior sem aspas
OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
AGRADECIMENTOS
Os AGRADECIMENTOS n o obedecem s normas nem t m car ter cient fico. Mas devem obedecer ao bom senso. Procure redigir de forma expl cita o agradecimento a todas as pessoas que ajudaram voc em seu trabalho. Inicie agradecendo a seu orientador, n o se esquecendo de referir-se a quem emprestou material para a pesquisa, assim como queles que participaram da coleta de dados. O estilo deve ser objetivo, uma vez que se trata de um trabalho acad mico, n o devendo misturar os agradecimentos profissionais com as quest es pessoais
DEVE CONTER
Agrade o.
(tamanho12 negrito podendo ser it lico alinhado a 3 tab (3,75 cm) da margem esquerda e 1 cm da margem direita espa amento simples digitado acima da margem inferior sem aspas
OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
SUM RIO
O SUM RIO oferece ao leitor uma vis o global do estudo realizado. Inclui todos os t tulos principais e suas subdivis es, que recebem numera o pr pria. Seus elementos dever o ser devidamente alinhados entre si, sempre obedecendo margem esquerda. Digitado em negrito, a coluna de numera o dever ser sempre alinhada obedecendo margem direita. Os n meros dever o ser ligados ltima palavra dos respectivos t tulos por uma linha de pontos. O tamanho das letras, pontilhados e n meros receber o tamanhos de letras distintos, conforme especifica es indicadas na Figura. N o constam no sum rio: folha de rosto, folha de ep grafe, dedicat rias ou agradecimentos.
OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
TEXTO: INTRODU O
A INTRODU O a parte inicial do texto, abrindo o trabalho propriamente dito. A justificativa, por sua vez, deve descrever a relev ncia do tema e o porqu de sua escolha, abordando as contribui es acad micas e aplicadas. Para Salomon (2001), a defesa de projeto, a exposi o de interesses envolvidos: os te ricos, os pessoais e os da equipe de pesquisadores. Deve constar o tema tratado, justificativa, problema de pesquisa, objetivos e outros elementos necess rios para situar o tema do trabalho. N o apresenta indica o num rica por se tratar de texto introdut rio ao trabalho. (NBR6024-89, p.2 e NBR 14724-01 p.4). OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
TEXTO: DESENVOLVIMENTO
O item DESENVOLVIMENTO agrega: Referencial Te rico e Procedimentos Metodol gicos (em casos de pesquisa de campo, considerar - Resultados e An lise de Dados). Cada um destes itens deve iniciar uma p gina. a parte principal do texto, que cont m a exposi o ordenada e pormenorizada do assunto. Independente do assunto abordado nos trabalhos acad micos importante que os alunos sejam orientados para buscarem um referencial te rico, definirem o procedimento metodol gico a ser desenvolvido no trabalho e que o mesmo tenha resultados. Estes resultados muitas vezes n o adv m de pesquisa de campo, mas de um levantamento bibliogr fico. Com base nestes itens, aprender a analisar os resultados, argumentando e dando encaminhamento para a conclus o do trabalho.
Desenvolvimento do Texto
O corpo do trabalho onde o tema discutido pelo autor As hip teses a serem testadas devem ser claras e objetivas. Devem ser apresentados os objetivos do trabalho. A revis o de literatura deve resumir as obras j trabalhadas sobre o mesmo assunto. Deve-se mencionar a import ncia do trabalho, justificando sua imperiosa necessidade de se realizar tal empreendimento. Deve ser bem explicada toda a metodologia adotada para se chegar s conclus es. OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
TEXTO: CONCLUS O
A CONCLUS O a parte final do texto, na qual se apresentam conclus es correspondentes aos objetivos do trabalho. o fecho do trabalho. Recapitulam-se sinteticamente os resultados do trabalho elaborado. As principais caracter sticas de uma conclus o s o: essencialidade, brevidade e personalidade. Este o momento em que o autor do trabalho se posiciona, faz cr tica, apresenta as suas contribui es e traz sua marca pessoal. Contribui com um novo conhecimento ou reformula conhecimentos existentes. (NBR 14724-01 p.4) OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
TEXTO: ANEXOS E AP NDICES
ANEXOS OU AP NDICES todo material suplementar de sustenta o ao texto (itens do question rio aplicado, roteiro de entrevista ou observa o, uma lei discutida no corpo do texto etc). OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
REFER NCIAS BIBLIOGR FICAS
Trata-se da rela o das obras consultadas e mencionadas no trabalho. Deve seguir a NBR 6023/agosto/2000.
Modelo de Refer ncias Bibliogr ficas
Livros
ANTUNES, Maria Thereza P. Capital intelectual. S o Paulo: Atlas, 2000. BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo C. Teoria Geral da administra o. 3. ed. S o Paulo : Saraiva , 2002.
Disserta es e Teses
VILA, Ricardo T. A press o pela redu o de pre os nos novos produtos das autope as e a inova o em automa es industriais. 2001, 198 p. Disserta o (Mestrado em Administra o de Empresas). Programa de P s- Gradua o em Administra o de Empresas, Universidade Presbiteriana Mackenzie. S o Paulo. MOORI, Roberto G. Um modelo de procedimento para a avalia o da produtividade na administra o dos materiais. 1993. 152p. Tese (Doutorado em Engenharia). Escola Polit cnica da Universidade de S o Paulo.S o Paulo.
Dicion rios
DINIZ, Maria Helena. Dicion rio jur dico. S o Paulo: Saraiva, 1998.
Cat logos
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Cat logo de disserta es e teses: resumos, 1999. S o Paulo, 2000. 218 p. HEWLETT-PACKARD. Test & measurement catalog 1998. Englewood: Hewlett-Packard Press, 1999. 668 p.
Congressos, Semin rios, Encontros
HANASHIRO,Darcy M. M; TEIXEIRA, Maria Luisa Mendes . Os pap is desempenhados pelos profissionais de recursos humanos contribuem para a vantagem competitiva sustent vel? In: ENANPAD 2001. Campinas- S o Paulo. Anais dos Resumos dos trabalhos. Hotel Royal, 2001. 312 p.
Peri dicos
Revista Cient fica considerada no todo (cole o) REVISTA DE ADMINISTRA O MACKENZIE. S o Paulo: Ed. Mackenzie, 2001 -. Semestral. ISSN 1518-6776
Artigos de revista Cient fica
NASSIF, V nia M. J.; HANASHIRO, Darcy.M.M. A competitividade das universidade particulares luz de uma vis o baseada em recursos. Revista de Administra o Mackenzie, S o Paulo, ano 3, n.1, p.97-114, 2001. HU, Osvaldo R. T.; RAUNHEITTE, Lu s Tadeu. M. Padr o JPEG de compacta o de imagens. Revista Mackenzie de Engenharia e Computa o, S o Paulo, v. 1, n. 1, p. 139- 152, jul./dez. 2000.
Artigo de Jornal
FONSECA, Roberto. Gabinete "paga" campanha de vereador. Jornal da Tarde, S o Paulo, 9 maio 2001. Cidade, Caderno A, p.12. Parte de livros e artigos ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G. ; SCHIMIDT, J. (Org.). Hist ria dos jovens 2. S o Paulo: Companhia das Letras, 1996. P.7-16. Artigo e mat ria de Revistas e Boletins AS 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econ mica, Rio de Janeiro, v. 38, n.9, set. 1984. Edi o especial.
Parte de Revistas e Boletins
DINHEIRO: revista semanal de neg cios. S o Paulo: Ed. Tr s, n. 148, 28 jun. 2000. 98p. 18 Artigo de reportagem e resenhas LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p.3, 25 abr. 1999.
Legisla o
BRASIL. Constitui o (1988). Emenda constitucional n 9, de 9 de novembro de 1995. Lex: legisla o federal e marginalia, S o Paulo, v.59, p.1966, out./dez. 1995.
Jurisprud ncia
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. S mula n 14. In: . S mulas. S o Paulo: Associa o dos Advogados do Brasil, 1994. P.16.
C digo
BRASIL. C digo civil. Coordena o de Maur cio Antonio Ribeiro Lopes. 6. Ed. S o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001.
Decreto
BRASIL.Decreto n. 3.704, de 27 de dezembro de 2000. Altera a Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM) e as al quotas do imposto de importa o dos produtos que menciona, e d outras provid ncias. LEX Colet nea de Legisla o e Jurisprud ncia: Legisla o Federal e Marginalia. S o Paulo, v. 65, 2001.
Mapa
Sistema cartogr fico metropolitano da Grande S o Paulo: levantamento aerofotogram trico: Consola o. S o Paulo: Emplasa, [1972?]. 1 mapa, 64 x 84 cm. Escala 1:2000. Proje o transversa de Mercator, Meridiano Central 45
Microficha
MARTENE, Edmond. Veterum scriptorum et monumentorum historicorum. [S.l: s.n.], [1729?]. v. 6. Microficha. MORSAN, George Campell. God's last word to man: studies in hebrews. London, Morsan & Scott, Ltda. [1992-1996?]. Microficha.
Meios Eletr nicos
Banco de Dados
PROQUEST: banco de dados. Dispon vel em : . Acesso em: 03 abr. 2001.
Lista de Discuss o
BIBLIOTECAS Universit rias. Lista mantida pela FEBAB, Brasil. Dispon vel em: BIBUNIVERSITARIAS@E-GROUPS.COM. Acesso em 03 abr.2001.
Home Page Institucional
DIRET RIO Acad mico Eug nio Gudin (DAEG). Desenvolvido pelo Diret rio Acad mico da Faculdade de Ci ncias Econ micas, Cont beis e Administrativas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Apresenta informa es acad micas dos cursos da universidade. Dispon vel em: . Acesso em: 03 abr. 2001.
Arquivo em Disquete
PETROBR S. Informe T cnico. Rio de Janeiro, ago.1999.1 disquete, 31/2. Windows 98. E-mail ASCOLI, Raymond. Base de dados FIS. Mensagem recebida por biblio.fceca@mackenzie.br em 08 mar.2001.
Artigo de Revista em Meio Eletr nico
NELIO. Brazil reforms cut planning opportunities. International Tax Review, London, Nov.1999. Dispon vel em: Acesso em : 9 maio 2001.
Livros/Monografias no todo
KOOGAN, Andr ; HOUAISS, Antonio (Ed.). Enciclop dio e dicion rio digital 98. Dire o geral de Andr Koogan Breikman. S o Paulo: Delta: Estad o, 1998. 5CD-ROM.
Partes de Livros/Monografias
S O PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organiza es ambientais em mat ria de meio ambiente. In: . Entendendo o meio ambiente. S o Paulo, 1999. V. 1. Dispon vel em: http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm. Acesso em:8 mar. 1999.
Consultas Online
ALVES, Castro. Navio Negreiro. [S.I.]: Virtual Books, 2000. Dispon vel em: http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/Lport2/navionegreiro.htm . Acesso em: 10 jan.2002, 16:30:30
Revista e Boletim
SILVA, M. M. L. Crimes da era digital.Net, Rio de Janeiro, nov.1998. Sec o Ponto de Vista. Dispon vel em: http://www.brazilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm. Acesso em: 28 nov.1998.
Artigo e mat ria de jornal
SILVA, Ives Gandra da. Pena de morte para o nascituro.O Estado de S o Paulo, S o Paulo, 19 set. 1998. Dispon vel em: http:///www.providafa lia.org/pena morte nascituro.htm. Acesso em: 19 set.1998.
Trabalho apresentado em evento em meio eletr nico
GUNCHO, M. R. A educa o dist ncia e a biblioteca universit ria. In: SEMIN RIO DE BIBLIOTECAS UNIVERSIT RIAS, 10., 1998, Fortaleza. Anais.Fortaleza: Tec Treina, 1998. 1 CD-ROM.
Documento cartogr fico
PERCENTAGEM de imigrantes em S o Paulo, 1920. 1 mapa, color. Escala indetermin vel. Neo Interativa, Rio de Janeiro, n.2, inverno 1994. 1 CD-ROM. OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
GLOSS RIO
Palavras Utilizadas em Pesquisas
Agradecimento: a manifesta o de gratid o do autor da pesquisa s pessoas que colaboraram no seu trabalho. Deve ter a caracter stica de ser curto e objetivo. Amostra: uma parcela significativa do universo pesquisado ou de coleta de dados. An lise: o trabalho de avalia o dos dados recolhidos. Sem ela n o h relat rio de pesquisa. Anexo: uma parte opcional de um relat rio de pesquisa. Nele deve constar o material que contribui para melhor esclarecer o texto do relat rio de pesquisa. Ap ndice: O mesmo que Anexo. Bibliografia: a lista de obras utilizadas ou sugeridas pelo autor do trabalho de pesquisa. Capa: Serve para proteger o trabalho e dela deve constar o nome do autor, o t tulo do trabalho e a institui o onde a pesquisa foi realizada. Cap tulo: uma das partes da divis o do relat rio de pesquisa. Lembrando que o primeiro cap tulo ser a Introdu o e o ltimo as Conclus es do autor. Entre eles o texto da pesquisa. Ci ncia: um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto conquistados atrav s de m todos pr prios de coleta de informa o. Cita o: quando se transcreve ou se refere o que um outro autor escreveu. Coleta de Dados: a fase da pesquisa em que se re nem dados atrav s de t cnicas espec ficas. Conclus o: a parte final do trabalho onde o autor se coloca com liberdade cient fica, avaliando os resultados obtidos, propondo solu es e aplica es pr ticas. Conhecimento Cient fico: o conhecimento racional, sistem tico, exato e verific vel da realidade. Sua origem est nos procedimentos de verifica o baseados na metodologia cient fica. Podemos ent o dizer que o Conhecimento Cient fico: " racional e objetivo. At m-se aos fatos. Transcende aos fatos. anal tico. Requer exatid o e clareza. comunic vel. verific vel. Depende de investiga o met dica. Busca e aplica leis. explicativo. Pode fazer predi es. aberto. til" (Galliano, 1979: 24-30). Conhecimento Emp rico (ou conhecimento vulgar): o conhecimento obtido ao acaso, ap s in meras tentativas, ou seja, o conhecimento adquirido atrav s de a es n o planejadas. Conhecimento Filos fico: fruto do racioc nio e da reflex o humana. o conhecimento especulativo sobre fen menos, gerando conceitos subjetivos. Busca dar sentido aos fen menos gerais do universo, ultrapassando os limites formais da ci ncia. Conhecimento Teol gico: Conhecimento revelado pela f divina ou cren a religiosa. N o pode, por sua origem, ser confirmado ou negado. Depende da forma o moral e das cren as de cada indiv duo. Corpo do Texto: o desenvolvimento do tema pesquisado, dividido em partes, cap tulos ou itens, excluindo-se a Introdu o e a Conclus o. Dedicat ria: Parte opcional que abre o trabalho homenageando afetivamente algum indiv duo, grupos de pessoas ou outras inst ncias. Entrevista: um instrumento de pesquisa utilizado na fase de coleta de dados. Experimento: Situa o provocada com o objetivo de observar a rea o de determinado fen meno. Fichamento: S o as anota es de coletas de dados registradas em fichas para posterior consulta.
Folha de Rosto: a folha seguinte a capa e deve conter as mesmas informa es contidas na Capa e as informa es essenciais da origem do trabalho. Gloss rio: S o as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de defini o. Gr fico: a representa o gr fica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. Hip tese: a suposi o de uma resposta para o problema formulado em rela o ao tema. A Hip tese pode ser confirmada ou negada. ndice (ou ndice Remissivo): uma lista que pode ser de assuntos, de nomes de pessoas citadas, com a indica o da(s) p gina(s) no texto onde aparecem. Alguns autores referem-se a ndice como o mesmo que Sum rio e ndice como ndice Remissivo. Instrumento de Pesquisa: Material utilizado pelo pesquisador para colher dados para a pesquisa. Introdu o: o primeiro cap tulo de um relat rio de pesquisa, onde o pesquisador ir apresentar, em linhas gerais, o que o leitor encontrar no corpo do texto. Por isso, apesar do nome Introdu o, a ltima parte a ser escrita pelo autor. M todo: A palavra m todo deriva do grego e quer dizer caminho. M todo ent o, no nosso caso, a ordena o de um conjunto de etapas a serem cumprias no estudo de uma ci ncia, na busca de uma verdade ou para se chegar a um determinado fim. Metodologia: "Methodo" significa caminho; "logia" significa estudo. o estudo dos caminhos a serem seguidos para se fazer ci ncia. Monografia: um estudo cient fico, com tratamento escrito individual, de um tema bem determinado e limitado, que venha contribuir com relev ncia ; ci ncia. Pesquisa: a a o met dica para se buscar uma resposta; busca; investiga o. Problema: o marco referencial inicial de uma pesquisa. a d vida inicial que lan a o pesquisador ao seu trabalho de pesquisa. Resenha: uma descri o minuciosa de um livro, de um cap tulo de um livro ou de parte deste livro, de um artigo, de uma apostila ou qualquer outro documento. T cnica: a forma mais segura e gil para se cumprir algum tipo de atividade, utilizando-se de um instrumental apropriado. Teoria: " um conjunto de princ pios e defini es que servem para dar organiza o l gica a aspectos selecionados da realidade emp rica. As proposi es de uma teoria s o consideradas leis se j foram suficientemente comprovadas e hip teses se constituem ainda problema de investiga o" (Goldenberg, 1998: 106-107) T pico: a subdivis o do assunto ou do tema. Universo: o conjunto de fen menos a serem trabalhados, definido como crit rio global da pesquisa.
PALAVRAS OU EXPRESS ES LATINAS UTILIZADAS EM PESQUISA
apud: Significa "citado por". Nas cita es utilizada para informar que o que foi transcrito de uma obra de um determinado autor na verdade pertence a um outro. Ex.: (Napole o apud Loi) ou seja, Napole o "citado por" Loi et al. (et alli): Significa "e outros". Utilizado quando a obra foi executada por muitos autores. Ex.: Numa obra escrita por Helena Schirm, Maria Cec lia Rubinger de Ottoni e Rosana Velloso Montanari escreve-se: SCHIRM, Helena et al. ibid ou ibdem: Significa "na mesma obra". idem ou id: Significa "igual a anterior". in: Significa "em". ipsis litteris: Significa "pelas mesmas letras", "literalmente". Utiliza-se para expressar que o texto foi transcrito com fidelidade, mesmo que possa parecer estranho ou esteja reconhecidamente escrita com erros de linguagem. ipsis verbis: Significa "pelas mesmas palavras", "textualmente". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou sic. opus citatum ou op.cit.: Significa "obra citada"
passim: Significa "aqui e ali". utilizada quando a cita o se repete em mais de um trecho da obra. sic: Significa "assim". Utiliza-se da mesma forma que ipsis litteris ou ipsis verbis. supra: Significa "acima", referindo-se a nota imediatamente anterior. OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
CONTRA - CAPA
Serve para proteger a ltima folha do trabalho, opcional e permanece em branco.
OBS.: A Associa o Brasileira de Normas T cnicas (ABNT) n o determina a disposi o destes dados na folha. Esta distribui o deve ser definida pelo professor ou pela Institui o, para uniformiza o de seus trabalhos acad micos.
NORMAS ABNT
Digita o do Documento
Os trabalhos devem ser apresentados de modo leg vel, atrav s de documento digitado em espa o dum e meio (1,5) (exceto as refer ncias bibliogr ficas, que devem ter espa o um (1), ocupando apenas o anverso da p gina. Recomenda-se a utiliza o da fonte arial ou times new roman, tamanho 12. Tipos it licos s o usados para nomes cient ficos e express es estrangeiras.
Alinhamento do Documento
Para efeito de alinhamento, n o devem ser usados barras, travess es, h fens, asteriscos e outros sinais gr ficos na margem lateral direita do texto, que n o deve apresentar sali ncias e reentr ncias.
Impress o do Documento
A impress o deve ser feita exclusivamente em papel branco formato A4, de boa qualidade, que permita a impress o e leitura.
Margens do Documento
As margens devem permitir encaderna o e reprodu o corretas. Margem esquerda: 3.0 cm Margem direita : 2.0 cm Margem superior : 3.0 cm Margem inferior : 2.0 cm
Numera o das P ginas do Documento
As p ginas devem ser numeradas sequencialmente a partir da Introdu o, em algarismos ar bicos, no canto superior direito, sem tra os, pontos ou par nteses. A numera o das p ginas preliminares (a partir da p gina de rosto at a ltima folha antes do texto) opcional. Caso sejam numeradas, utilizar algarismos romanos representados por letras min sculas (i, ii, iii, iv, etc.). Em se fazendo tal op o, a p gina de rosto (p gina i), n o deve ser numerada, iniciando-se a numera o na p gina seguinte (p gina ii). Havendo anexos, suas p ginas devem ser numeradas de maneira cont nua e sua pagina o deve dar seguimento a do texto principal.
ESTRUTURA
A estrutura do trabalho cient fico deve apresentar as seguintes etapas:
Capa Errata P gina de Rosto Ficha Catalogr fica (verso da p gina de rosto) Ep grafe (opcional) Dedicat ria (opcional) Agradecimentos (opcional) Sum rio Listas de Ilustra es (figuras, tabelas e quadros) Lista de S mbolos e Abreviaturas Resumo em Portugu s (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028) Texto (introdu o, desenvolvimento e conclus o) Para trabalhos de peso acad mico (disserta es de mestrado e teses de doutorado) ou para alguns tipos de projetos: introdu o, revis o de literatura, material e m todo, resultados, discuss o dos resultados e conclus o)
Abstract (resumo em ingl s) opcional para alguns tipos de trabalho Anexos e Ap ndices Gloss rio (opcional) Refer ncias bibliogr ficas (de acordo com a Norma ABNT/NBR-6023) No caso de haver algum documento a ser referenciado, que a Norma n o contemple, ser o necess rias adapta es que o profissional bibliotec rio de sua Unidade ou da Biblioteca Central poder vir a orientar. Bibliografia (opcional) ndice (opcional)
Capa
Deve constar autoria, t tulo do trabalho, local e data, dispostos a crit rio do autor. A inclus o de outros elementos opcional.
Autor T tulo Local Data
FIGURA 1 - Capa
Errata
Lista de erros de natureza tipogr fica ou n o com as devidas corre es, indicando-se as p ginas e/ou linhas em que aparecem. Impressa quase sempre em retalho de papel avulso ou encartado, acrescido ao volume depois de impresso.
ERRATA
Onde se l Leia-se P gina Par grafo Linha Material de refer ncia conclus o 132 1 3 Pretextuais pr -textuais 156 2 1 FIGURA 2 - Errata
P gina de Rosto
Elementos necess rios para identifica o do documento, ou seja:
nome completo do autor; t tulo do trabalho e subt tulo quando houver, separado do t tulo por dois pontos (quando for explicativo) ou ponto e v rgula (quando se tratar de subt tulo complementar); nome da institui o e departamento; indica o da disciplina ou rea de concentra o (disserta es de mestrado, teses de doutorado ou livre doc ncia, etc.); nome do orientador (monografias, disserta es e teses); local e data.
Logotipo da universidade Autor T tulo
Trabalho referente a disciplina
de do per odo do Curso de da "sua universidade" Orientado professor(a) Realizado pelo(s) aluno(s)
Local
Data
FIGURA 3 - P gina de rosto
Ficha Catalogr fica
Localizada no verso da p gina de rosto e na parte inferior da mesma. Dever ser elaborada pelo profissional bibliotec rio de sua Unidade ou da Biblioteca Central, objetivando a padroniza o das entradas de autor, orientador e defini o dos cabe alhos de assunto partir de ndices de assuntos reconhecidos internacionalmente. FICHA CATAL0GR FICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DA REA DE ENGENHARIA - BAE - UNICAMP Vel squez Alegre, Delia Perla Patricia V541t T cnicas b sicas para intera es 3D atrav s do mouse. / Delia Perla Patricia Vel squez Alegre.-Campinas, SP: [s.n.], 1997. Orientadora: Wu Shin-Ting Disserta o (mestrado) - Pontif cia Universidade Cat lica do Paran Curitiba, Universidade de Engenharia El trica e de Computa o. 1. Intera o homem-m quina. 2. Interfaces gr ficas de usu rio (Sistema de computador). I. Wu Shin-Ting. II. Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Engenharia El trica e de Computa o. III. T tulo.
FIGURA 4 - Ficha catalogr fica
Folha de Aprova o
Deve conter data de aprova o, nome completo e local para assinatura dos membros da banca examinadora. Outros dados como notas, pareceres, etc., podem der inclu dos nesta p gina a crit rio da institui o. Formaram parte da Banca:
Maria Cristina Ferreira de Oliveira
ICMSC - Instituto de Ci ncias Matem ticas de S o Carlos - USP
L o Pini Magalh es Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Wu Shin-Ting Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
FIGURA 5 - Folha de aprova o
Ep grafe (opcional)
Esta p gina opcional, tendo uma cita o de um pensamento que, de certa forma, embasou ou inspirou o trabalho. Pode ocorrer, tamb m, no in cio de cada cap tulo ou partes principais. "A luta contra o erro tipogr fico tem algo de hom rico. Durante a revis o os erros se escondem, fazem-se positivamente invis veis. Mas assim que o livro sai, tornam-se visibil ssimos." (Monteiro Lobato) FIGURA 6 - Ep grafe
Dedicat ria (opcional)
P gina opcional, tendo um texto, geralmente curto, no qual o autor presta alguma homenagem ou dedica o seu trabalho a algu m. A todos os m dicos veterin rios
que trabalham no meio rural, desenvolvendo a pecu ria e aumentando sobremaneira a produ o de alimentos. FIGURA 7 - Dedicat ria
Agradecimentos (opcional)
P gina opcional, podendo ser inclu das aqui refer ncias a Institui es ou pessoas que subvencionaram o trabalho. Este trabalho para Susana, Rachel, Vera L cia e Albertina que colaboraram com a realiza o deste, incentivando-me. FIGURA 8 - Agradecimentos
Sum rio
Consiste na enumera o dos cap tulos do trabalho, na ordem em que aparecem no texto, com a p gina inicial de cada cap tulo. Deve ser elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6027. Os cap tulos devem ser numerados em algarismos ar bicos, a partir da Introdu o at as Refer ncias Bibliogr ficas. Havendo subdivis o nos cap tulos, deve ser adotada a numera o progressiva, sempre em n mero ar bico, de acordo com a Norma ABNT/NBR-6024. N o deve ser usado algarismo romano, nem letra. SUM RIO LISTA DE FIGURAS . ii RESUMO . iv 1 INTRODU O . 5 2 REVIS O DE LITERATURA. 7 3 MATERIAL E M TODO. 8 3.1 Material . 8 4 RESULTADOS . 9 4.1 Psicol gicos . 10 4.2 Pedag gicos . 11 5 DISCUSS O . 12 6 CONCLUS ES . 12
7 ANEXOS E AP NDICES . 13 8 REFER NCIAS BIBLIOGR FICAS . 15 FIGURA 9 - Sum rio
Listas
Rol de elementos ilustrativos ou explicativos. Dependendo das caracter sticas do documento podem ser inclu das as seguintes listas: lista de ilustra es - rela o de tabelas, gr ficos, f rmulas, l minas, figuras (desenhos, gravuras, mapas, fotografias), na mesma ordem em que s o citadas no texto, com indica o da p gina onde est o localizadas; lista de abreviaturas e siglas - rela o alfab tica das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras a que correspondem, escritas por extenso; lista de nota es - rela o de sinais convencionados, utilizados no texto, seguidos dos respectivos significados.
Item a:
LISTA DE FIGURAS 1 Curvatura do movimento . 5 2 Vistas ortogonais . 6 3 Correspond ncia entre movimentos . 7 4 Representa es gr ficas . 7 5 O cursor tridimensional . 8 6 O cursor skitter e os jacks . 10 7 Controladores virtuais . 11 8 Manipula o direta . 12 Item b: Ibidem ou Ibid. - na mesma obra Idem ou Id. - do mesmo autor Op. cit - na obra citada Loc. cit - no lugar citado Et seq. - seguinte ou que se segue Passim - aqui e ali; em v rios trechos ou passagens Cf. - confira
Resumo em Portugu s
Deve ser precedido de refer ncia bibliogr fica do autor e elaborado de acordo com a Norma ABNT/NBR-6028. Redigido pelo pr prio autor do trabalho, o resumo deve ser a s ntese dos pontos relevantes do texto, em linguagem clara, concisa e direta. Deve ressaltar o objetivo, o resultado e as conclus es do trabalho, assim como o m todo e a t cnica empregada em sua elabora o. O resumo redigido na l ngua original do trabalho precede o texto, por m a tradu o para o ingl s "Abstract" deve ser inserido logo ap s o texto, antes da lista de refer ncias bibliogr ficas.
ALMEIDA, E. L. Reconstru o do es fago cervical de c es. [Cervical esophagus reconstruction in dogs]. S o Paulo, 1996. 71 p. Tese (Doutorado em Medicina Veterin ria) - Departamento de Cirurgia, Faculdade de Medicina Veterin ria e Zootecnia, Universidade de S o Paulo. TEXTO DO RESUMO
FIGURA 10 - Resumo em portugu s
Texto
Como todos os trabalhos cient ficos, a organiza o do texto deve obedecer a uma sequ ncia, ou seja, Introdu o, Desenvolvimento e Conclus o, dividindo-se em cap tulos conforme a natureza do assunto. Utiliza-se comumente a seguinte estrutura :
Introdu o
Nesta primeira parte do texto o autor deve incluir:
apresenta o geral do assunto do trabalho; defini o sucinta e objetivo do tema abordado; justificativa sobre a escolha do tema e m todos empregados; delimita o precisa das fronteiras da pesquisa em rela o ao campo e per odos abrangidos; esclarecimentos sobre o ponto de vista sob o qual o assunto ser tratado; relacionamento do trabalho com outros da mesma rea; objetivos e finalidades da pesquisa, com especifica o dos aspectos que ser o ou n o abordados; a proposi o poder ser apresentada em cap tulo parte.
Revis o de Literatura
a apresenta o do hist rico e evolu o cient fica do aspecto do trabalho, atrav s da cita o e de coment rios sobre a literatura considerada relevante e que serviu de base investiga o. Todos os autores citados na revis o de literatura ou em qualquer das partes do trabalho dever o constar da listagem final das Refer ncias Bibliogr ficas.
Material e M todo
a descri o precisa dos m todos, materiais e equipamentos utilizados, de modo a permitir a repeti o dos ensaios por outros pesquisadores. T cnicas e equipamentos novos devem ser descritos com detalhes; entretanto, se os m todos empregados j forem conhecidos, ser suficiente a cita o de seu autor. A especifica o e origem do material utilizado poder ser feita no pr prio texto ou em nota de rodap . Os testes estat sticos empregados e o n vel de signific ncia adotado tamb m devem ser referidos neste cap tulo.
Resultados
a apresenta o, em ordem l gica, dos resultados obtidos, sem interpreta es pessoais. Podem ser acompanhados por gr ficos, tabelas, mapas e figuras.
Discuss o
Neste cap tulo, os resultados da pesquisa s o analisados e comparados com os j existentes sobre o assunto na literatura citada. S o discutidas suas poss veis implica es, significados e raz es para concord ncia ou discord ncia com outros autores. A discuss o deve fornecer elementos para as conclus es.
Conclus es
Devem ser fundamentadas nos resultados e na discuss o, contendo dedu es l gicas e correspondentes, em n mero igual ou superior aos objetivos propostos. Refere-se introdu o, fechando-se sobre o in cio do trabalho.
Abstract (Resumo em ingl s)
Opcional para alguns tipos de trabalho. A tradu o do resumo para o ingl s "Abstract" deve ser inserido logo ap s o texto e precedido de refer ncia bibliogr fica do autor. Como exemplo ver item 2.11, tendo como ressalva na refer ncia bibliogr fica a invers o do t tulo, ou seja, citar primeiramente o t tulo em ingl s e, posteriormente, entre colchetes, o t tulo em portugu s.
Anexos e Ap ndices
Anexos s o partes integrantes do texto, mas destacados deste para evitar descontinuidade na sequ ncia l gica das id ias. Constituem suportes elucidativos e ilustrativos para a compreens o do texto. Ap ndices constituem suportes elucidativos e ilustrativos, por m n o essenciais compreens o do texto. Quando existe a necessidade, no trabalho, de v rios anexos ou ap ndices, cada um deles deve ter no alto da p gina a indica o em letras mai sculas , seguido do n mero correspondente em algarismo ar bico. No texto devem ser citados entre par nteses. Alto da p gina - ANEXO 3 ou AP NDICE 3 No texto - (ANEXO 3) ou (AP NDICE 3)
Gloss rio (opcional)
Lista de palavras pouco conhecidas, de sentido obscuro ou de uso muito restrito, acompanhadas de defini o. GLOSS RIO AUTOR - Pessoa a quem cabe a responsabilidade principal pela cria o do conte do intelectual ou art stico de uma obra. CITA O - Men o de uma informa o obtida em outra fonte. NOTAS DE RODAP - Anota es colocadas ao p da p gina, com a finalidade de transmitir informa es que n o foram inclu das no texto. RESENHA - S ntese ou coment rio sobre uma obra cient fica, liter ria, etc. Pode limitar-se a uma exposi o objetiva do texto resenhado ou tecer coment rios teis e interpretativos. Em geral realizada por um especialista que domina o assunto. RESUMO - Apresenta o concisa dos pontos relevantes de um texto. FIGURA 11 - Gloss rio.
Refer ncias Bibliogr ficas
S o o conjunto de elementos que permitem a identifica o, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais. As refer ncias bibliogr ficas s o apresentadas em forma de listagem de acordo com um sistema de chamada adotado (ver item 3.2). Para a elabora o das refer ncias bibliogr ficas utilizar a norma ABNT/NBR 6023.
ndice (opcional)
Lista de entradas ordenadas, segundo determinado crit rio, que localiza e remete para as informa es contidas no texto. O ndice deve ser elaborado de acordo com a norma ABNT/NBR 6034.
O arranjo do ndice pode ser classificado em:
a. alfab tico - quando as entradas s o ordenadas alfabeticamente; b. sistem tico - quando as entradas s o ordenadas de acordo com um sistema de classifica o de assunto; c. cronol gico - quando as entradas s o ordenadas cronologicamente. NDICE DE AUTORES ABATH, Rachel Joffily, 357 ALMEIDA, I da Muniz de, 65 ALMEIDA, Marina dos Santos, 27 ALVES, Mar lia Amaral Mendes, 149 BANDEIRA, Suelena Pinto, 65 BLANK, Veleida Ana, 399 BORGES, Stella Maris, 167 CABRAL, Anna Maria Rezende, 553 NDICE SISTEM TICO MONTAGEM Ver Arte-final MONTAGEM DO LIVRO processo de, 596-598 MORAIS, Rubens Borba de, 27, 31 NEOLOGISMO uso do, 73-74 NORMALIZA O
CARIB , Eliane e Rita Abreviaturas, 94 FIGURA 12 - ndice de autores. FIGURA 13 - ndice sistem tico.
ORIENTA ES T CNICAS
Apresenta o de informa o no texto
Cita o
a men o no texto de uma informa o colhida de outra fonte. Pode ser direta, indireta e cita o de cita o.
Cita o Direta
a c pia exata ou transcri o literal de outro texto (leis, decretos, regulamentos, f rmulas cient ficas, palavras ou trechos de outro autor). O tamanho de uma cita o determina sua localiza o no texto da seguinte forma: a. at tr s linhas deve ser incorporada ao par grafo, entre aspas duplas. De acordo com as conclus es de SINHORINI (1983), "O BCG induz forma o de les o granulomatosa, quer na aus ncia, quer na presen a da hipersensibilidade espec fica detectada pelo PPD"
b. cita o mais longa deve figurar abaixo do texto, em bloco recuado das margens laterais. Valendo-se de v rias hip teses, SINHORINI (1983) constata que ".o granuloma tuberculoso constitu do por dois sistemas independentes: o macrof gico que controlaria tanto o escape
do ant geno da les o, quanto o crescimento bacteriano na mesma, e o imunocompetente, representado pela hipersensibilidade e expresso morfologicamente pelo halo de c lulas jovens.". Observa o: A indica o da fonte entre par nteses pode suceder a cita o, para evitar interrup o na sequ ncia do texto. Ap s esse primeiro isolamento, na Inglaterra, v rios casos t m sido descritos em pa ses como Canad , Noruega, Holanda, Dinamarca e Finl ndia (GLAZEBROOK et al, 1973, JONES, 1981).
Cita o Indireta
a express o da id ia contida na fonte citada, sem transcri o, dispensando o uso de aspas duplas. A hipertermia em bovinos Jersey foi constatada quando a temperatura ambiente alcan ava 29.5 C (RIECK & LEE, 1948). Pode-se simplificar a cita o, mencionando-se apenas o n mero recebido pelo documento na listagem bibliogr fica. Esse procedimento pressup e que a listagem bibliogr fica j possua numera o definitiva, uma vez que inser es posteriores exigem mudan a em toda a numera o. CAMPOS (15) destacou, em estudo sobre o atendimento aos menores em S o Paulo, que as creches comunit rias expressam uma rela o diferente dos orfanatos.
Cita o de Cita o
a mens o de um documento ao qual n o se teve acesso. Pode ser citado na lista final de refer ncias bibliogr ficas ou em nota de rodap , sendo obrigat ria a indica o da p gina de onde foi extra da a informa o. Esse tipo de cita o s deve ser utilizado nos casos em que realmente o documento original n o pode ser recuperado (documento muito antigo, dados insuficientes para a localiza o do material, etc.). No texto deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) do documento n o consultado, seguido da data e da express o apud e do sobrenome do(s) autor(es) da refer ncia fonte. . MUELLER (1858) apud REIS, NOBREGA (1956) chegou s mesmas conclus es.
ou
. (MUELLER, 1858 apud REIS, NOBREGA, 1956) As entidades coletivas podem ser citadas pelas respectivas siglas, desde que na primeira vez em que forem mencionadas apare am por extenso. World Health Organization - WHO (1985) O documento original n o consultado tamb m pode ser citado em nota de rodap . MARINHO1 , apud MARCONI & LAKATOS (1982), apresenta a formula o do problema como uma fase de pesquisa, que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investiga o.
1MARINHO, Pedro. A pesquisa em ci ncias humanas. Petr polis : Vozes, 1980. Na listagem bibliogr fica deve-se incluir os dados completos do documento efetivamente consultado. Observa o: Quando n o se usa a nota de rodap , devem-se incluir duas entradas na listagem bibliogr fica: uma relacionando o documento n o consultado seguido da express o "apud" e os dados do documento efetivamente consultado; outra entrada ser feita relacionando apenas os dados da fonte consultada.
Cita o de Informa es
Quando obtidas atrav s de canais informais, como comunica es pessoais, anota es de aulas, eventos n o impressos (confer ncias, palestras, semin rios, congressos, simp sios, etc.) devem ser mencionadas em nota de rodap . SILVA (1983) afirma que o calor se constitui. FUKUSHIMA, HAGIWARA (1979) realizaram o estudo do proteinograma. SILVA, H.M. Comunica o pessoal. Belo Horizonte : Escola de Veterin ria da Universidade Federal de Minas Gerais, 1983. FUKUSHIMA, R.S., HAGIWARA, M.K. Eletroforese em acetato de celulose das prote nas s ricas de c es com ascite. (Apresentado Confer ncia Anual da Sociedade Paulista de Medicina Veterin ria, 34. S o Paulo, 1979).
Documentos An nimos, Documentos Considerados no Todo, ou de Autoria Coletiva
Documentos cuja entrada no texto pelo t tulo (obras an nimas, eventos considerados no todo, etc.) a cita o deve ser feita com as primeiras palavras deste t tulo, na forma em que se apresentam na lista de refer ncias bibliogr ficas. Se o t tulo for muito longo, ou tiver subt tulo, devem ser usadas retic ncias. T tulo - De acordo com a ENCICLOP DIA de Tecnologia. (1972). Entidades - Conforme os dados do ANU RIO ESTAT STICO DO BRASIL (1973), o n mero de brasileiros cursando o segundo grau n o alcan ou os ndices esperados. OU (ANU RIO ESTAT STICO DO BRASIL, 1973) c) Evento - No SIMP SIO INTERNACIONAL SOBRE INSTALA ES HIDR ULICAS. (1990).
Trabalhos n o Publicados
Trabalhos n o publicados e em fase de elabora o devem ser mencionados apenas em nota de rodap .
FIGUEIRA (1977)* estudando a a o dos universit rios. *FIGUEIRA, Marcelo Lima. Popula o regional. S o Paulo : Faculdade de Educa o - Unicamp, 1977. b. Trabalhos comprovadamente em fase de impress o devem ser mencionados na lista final de refer ncias bibliogr ficas, com a informa o (No prelo) precedendo o t tulo do peri dico, volume, n mero e ano.
Apresenta o de Autores no Texto
Deve obedecer os seguintes crit rios:
a. Um autor Indica o do SOBRENOME do autor em mai sculas, seguido da data. HAFEZ (1973) aconselha a medica o D. OU Em pesquisa anterior (HAFEZ, 1973) aconselha a medica o D. b. Dois autores Indica o dos dois autores unidos por "&", acrescidos da data.
RIECK & LEE (1948) ou (RIECK & LEE, 1948)
c. Tr s ou mais autores Indica o do primeiro autor, seguido da express o et al. acrescido da data.
JARDIM et al. (1965) ou (JARDIM et al., 1965)
d. Na cita o de v rios trabalhos de diferentes autores, mencionam-se todos os autores, separados pelas nota es do sistema de chamada adotado (ver item 3.2). A cita o de v rios autores poder obedecer a ordem alfab tica ou cronol gica, quando citados em bloco no texto. A op o por qualquer dos crit rios dever ser seguida uniformemente, em toda a mat ria.
ORDEM ALFAB TICA
ATANASIU (1967), KING (1965), LIRONS (1955), THOMAS (1973) Ou (ATANASIU, 1967, KING, 1965, LIRONS, 1955, THOMAS, 1973)
ORDEM CRONOL GICA
LIRONS (1955), KING (1965), ATANASIU (1967), THOMAS (1973)
Ou (LIRONS, 1955, KING, 1965, ATANASIU, 1967, THOMAS, 1973)
Sistema de Chamada para Apresenta o de Cita es no Texto
O m todo escolhido para a identifica o das cita es deve ser observado ao longo de todo o trabalho. Os sistemas podem ser:
Sistema alfab tico (autor-data)
As cita es devem ser indicadas pelo SOBRENOME do autor, seguido da data de publica o do trabalho. A lista final de refer ncias bibliogr ficas deve ter arranjo alfab tico.
LUCCI et al (1976) constata que a ingest o de alimentos.
As cita es de diversos documentos de um mesmo autor, publicados em um mesmo ano, s o distinguidas pelo acr scimo de letras min sculas do alfabeto ap s a data, e sem espacejamento. a) CARRARO (1973a) ou (CARRARO, 1973a) CARRARO (1973b) ou (CARRARO, 1973b)b) VOLKMAN & GOWANS (1965a) ou (VOLKMAN & GOWANS, 1965a) VOLKMAN & GOWANS (1965b) ou (VOLKMAN & GOWANS, 1965b) Quando houver coincid ncias de autores com o mesmo sobrenome e data, acrescentar as iniciais de seus prenomes. a) BARBOSA, N. (1958) ou (BARBOSA, N., 1958) b) BARBOSA, R. (1958) ou (BARBOSA, R., 1958)
Sistema num rico
As cita es dos documentos devem ser indicadas por chamadas num ricas colocadas meia entrelinha acima do texto. O nome do autor pode, em alguns casos, n o ser mencionado. citada apenas a id ia ou pensamento, seguido da indica o num rica da cita o. De acordo com CERVO & BERVIAN "documento toda base de conhecimento fixado materialmente".7 A lista final de refer ncias bibliogr ficas deve ter arranjo num rico, seguindo a ordem em que as cita es aparecem no texto.
Sistema alfanum rico
Neste sistema, as refer ncias bibliogr ficas s o alfabetadas e numeradas previamente. As chamadas no texto recebem o n mero respectivo dessa ordem pr -estabelecida.
GOMES , concordando com AZEVEDO e BARBOSA .
Notas de Rodap
As notas de rodap destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considera es que n o devam ser inclu das no texto para n o interromper a sequ ncia l gica da leitura. Essas notas devem ser reduzidas ao m nimo e situar-se em local t o pr ximo quanto poss vel do texto, n o sendo aconselh vel reun -las todas no fim de cap tulos ou da publica o. Para se fazer a chamada das notas de rodap , usam-se algarismos ar bicos, na entrelinha superior sem par nteses, com numera o consecutiva para cada cap tulo ou parte, evitando-se recome ar a numera o a cada p gina. Quando as notas forem em n mero reduzido, pode-se adotar uma sequ ncia num rica nica para todo o texto.
H dois tipos de notas de rodap :
Bibliogr ficas
S o em geral utilizadas para indicar fontes bibliogr ficas permitindo comprova o ou amplia o de conhecimento do leitor; para indicar textos relacionados com as afirma es contidas no trabalho, remeter o leitor a outras partes do mesmo trabalho ou outros trabalhos para compara o de resultados e para incluir a tradu o de cita es feitas em l ngua estrangeira ou indicar a l ngua original de cita es traduzidas.
Explicativas
Quando se referem a coment rios e/ou observa es pessoais do autor. Por exemplo, concess o de bolsas e aux lios financeiros para realiza o de pesquisa, nomes de institui es, endere os, t tulos do autor e outros. S o tamb m usadas para indicar dados relativos a comunica o pessoal, a trabalhos n o publicados e a originais n o consultados, mas citadas pelo autor.
Apresenta o
As notas de rodap se localizam na margem inferior da mesma p gina onde ocorre a chamada num rica recebida no texto. S o separadas do texto por um tra o cont nuo de 4cm e datilografadas em espa o simples e com caracteres menores do que o usado para o texto. Usa-se espa o duplo para separar as notas, entre si.
Notas Bibliogr ficas
As notas de indica o bibliogr fica devem conter o sobrenome do autor, data da publica o e outros dados para localiza o da parte citada. Essa orienta o aplica-se tamb m a artigos de publica es peri dicas. muito comum o uso de termos, express es e abreviaturas latinas, embora as mesmas devam ser evitadas, uma vez que dificultam a leitura. Em alguns casos prefer vel repetir tantas vezes quantas forem necess rias as indica es bibliogr ficas. Essas express es s podem ser usadas quando fizerem refer ncia s notas de uma mesma p gina ou em p ginas confrontantes.
Apresenta o de Ilustra es (figuras, quadros, tabelas e gr ficos)
A apresenta o de quadros e tabelas est regida pelas "Normas de Apresenta o Tabular" (IBGE, 1979) e Normas de Apresenta o Tabular (Conselho Nacional de Estat stica, 1958). Entretanto, ampliando nossa busca bibliogr fica, encontramos em fontes n o oficiais conceitos que podem auxiliar na elabora o dest
Guia de Apresentação de Teses - 2ª edição
As teses e dissertações constituem fontes importantes de informação especializada. Sua construção requer do aluno conhecimentos sobre metodologia para elaboração de trabalhos científicos, que engloba vários aspectos, tanto intrínsecos como extrínsecos. Estes últimos são os que o presente Guia pretende atender, pois esse trabalho se constitui em grande aprendizado em como comunicar um achado de pesquisa à comunidade científica. Nos dias de hoje, a publicação da tese por meio de artigos em revistas científicas, livros ou capítulos de livros especializados é obrigatória para que os resultados alcançados passem a fazer parte da literatura científica. Nesse sentido, este Guia traz também um capítulo dedicado a transformar uma tese em um artigo para publicação em revista científica.
Orientação para elaboração de Artigos Científicos
Orientações para elaboração de Artigos Científicos organizado pelas Prof. Julien Ariani de Souza Laudelino e Prof. Jane Marli Spredemann.
Fundamentos de Metodologia Científica, Método, Teoria e Lei Científica
Neste trabalho, propõe-se em fornecer uma fundamentação básica de metodologia cientifica necessária a condução de trabalho de pesquisa. Feita uma aplicação de textos sobre método, teoria e lei cientifica com intuito de demonstrar o verdadeiro significado dos inúmeros contextos do método cientifico.
Como elaborar um artigo científico
Passo a passo de como elaborar o seu artigo sem quebrar a cabeça.
Metodologia de Pesquisa Científica
Metodologia de Pesquisa Científica, Autores: Jaime Roy Doxsey e Joelma De Riz