TEMA-II PAQUÍMETRO
O PAQUÍMETRO é talvez, de entre todos os instrumentos de qualidade, o mais solicitado na indústria. Trata-se de um instrumento para medir em diferentes situações, como veremos mais abaixo, e é fabricado em aço especial com a particularidade de apresentar os pontos de contacto geralmente temperados.
Basicamente, este instrumento é constituído por uma régua graduada de encosto fixo e um cursor que desliza ao longo desta para que se possa proceder à medição de dimensões lineares internas, externas e de profundidade de componentes.
Na figura abaixo apresenta-se o denominado PAQUÍMETRO UNIVERSAL, bem como os componentes que o compõe.
Figura 1
A régua apresenta-se graduada em milímetros (caso do sistema métrico);
O encosto fixo é uma das partes que geralmente contacta com a peça.
O encosto móvel é o que vai agarrado ao cursor e se desloca para permitir ajustar à peça
Ao paquímetro.
Corrediça ou cursor é o componente que desliza sobre a régua e que vai levando consigo a encosto móvel, o nónio e o parafuso de fixação.
Geralmente, o paquímetro é utilizado sempre que a quantidade de peças a medir seja pequena.
Quanto ao cursor, este componente deve apenas possuir o mínimo de folga que lhe garanta deslizar livremente na régua e não mais do que isso. Sobre este mesmo componente é também onde poderemos encontrar o chamado nónio ou vernier, isto é, a escala auxiliar que permite a leitura de fracções da menor divisão da escala principal.
RESOLUÇÃO
Os paquímetros mais utilizados apresentam habitualmente uma resolução de 0.05mm ou 0.02mm. Se nos referimos ao sistema inglês, então, neste caso, a resolução máxima será de (1/128) ou 0.001 .
Posteriormente apresentar-se-á a forma correcta de determinar esta resolução e explicar-se-á mais detalhadamente o significado de nónio.
TIPOS DE PAQUÍMETRO E EXEMPLOS DE APLICAÇÃO
Segue-se uma breve apresentação dos tipos de paquímetros vulgarmente utilizados na indústria e algumas exemplificações de como e em que situações podem ser utilizados.
PAQUÍMETRO UNIVERSAL (CONVENCIONAL)
Figura 2
PAQUÍMETRO UNIVERSAL COM RELÓGIO.
A configuração deste tipo de paquímetro continua sendo bastante similar do anteriormente apresentado, se bem que a parte correspondente ao nónio é aqui substituída por um relógio. A existência do mostrador em forma de relógio sobre o cursor, surge com o intuito de facilitar a leitura ao operador e reduzir a probabilidade de ocorrer engano.
Figura 3
PAQUÍMETRO DE PROFUNDIDADE
Como o próprio nome indica, este tipo de instrumento foi especialmente concebido para medir profundidades de todos os tipos, como por exemplo, rasgos, furos e rebaixos.
Entre muitas particularidades que podemos encontrar entre cada dois diferentes paquímetros destes tipo, é de realçar o facto de havê-los de haste simples ou haste com talão (ou gancho). Segue-se a figura que ilustra estes.
Figura 4
PAQUÍMETRO DE BICO MÓVEL BASCULANTE
Especialmente concebido para medir peças de configuração especial, como por exemplo peças cónicas.
Figura 5
PAQUÍMETRO DUPLO
Trata-se de um tipo de paquímetro quase exclusivamente concebido para controlo de rodas dentadas.
Figura 6
PAQUÍMETRO DIGITAL
São talvez os mais dispendiosos, mas sem sombra de dúvida também os mais fáceis de utilizar e os que menor probabilidade de erro originam.
Como principais características deste tipo de paquímetro há a realçar a leitura rápida que nos permite a eliminação do erro de paralaxe (que mais tarde falaremos) e a possibilidade de conectá-lo a uma impressora que permita registar e imprimir os dados recolhidos. Em consequência desta última característica relativa à saída de dados para a impressora, dizemos também tratar-se do tipo de paquímetro ideal para o controle estatístico.
Figura 7
TRAÇADOR DE ALTURA OU GRAMINHO PARA TRAÇAR
A sua base é construída em aço ao carbono e é temperada para resistir ao desgaste por roce. Por forma a não influenciar o valor da leitura, a base é rectificada e apresenta uma elevada precisão em virtude de ser sujeita a um acabamento fino.
A haste é rectangular e apresenta a escala em milímetros.
Quanto ao princípio de funcionamento, este é em tudo idêntico ao paquímetro, ou seja, apresenta a escala fixa sobre a qual se desloca um cursor na vertical.
Como principais aplicações temos:
1 Traçagem de peças com vista a facilitar operações posteriores de fabricação;
2 Controlo dimensional com auxilio de acessórios tais como um apalpador;
Por inúmeras vantagens um tanto ao quanto idênticas às referidas para os paquímetros digitais, também se recomenda a utilização de GRAMINHOS DIGITAIS.
Figura 8
Depois do uso é importante que não nos esqueçamos de untá-lo com uma leve camada de vaselina ou óleo.
CARACTERÍSTICAS
Comprimento O tamanho dos paquímetros caracteriza-se pela sua capacidade de medir, variando entre 150 e 2000mm.
Régua graduada Existem paquímetros com a régua graduada em milímetros e em polegadas, sendo esta última decimal ou em fracção ordinária.
Nónio O nónio pode ser construído com 10, 20 e 50 divisões para que se obtenha leituras com aproximação, respectivamente, de 0.1mm, 0.05mm e 0.02mm.
Cursor Existem paquímetros com ajuste mecânico que permitem deslocar o curso com mais suavidade.
Traços Geralmente, um bom paquímetro apresenta traços nítidos para facilitar a leitura.
EM RESUMO:
O paquímetro pode ser :
- Tipo Universal (medições externas, internas e de profundidade);
Bicos Alongados (medições externas e internas);
De profundidade (Simples ou com talão para medições de rebaixos e espessuras de parede).
Cuidados:
Ter em atenção que o paquímetro se encontre aferido (calibrado), que se apresente com todos os componentes limpos e ajustados (sem folga);
Ser guardado em lugar próprio;
Ser manejado com os devidos cuidados que este tipo de instrumentos;
Características:
Comprimento de instrumentos de 150 a 2000mm;
Graduação da régua em milímetros e em polegadas;
Nónio com 10, 20 e 50 divisões (0.1mm, 0.05mm e 0.02mm);
Cursor de deslizamento suave
Traços nítidos.
PRINCÍPIO DO NÓNIO
Tal como já se referiu atrás, a escala do cursor é então chamada de nónio ou vernier, tendo esta designação sido atribuída em virtude de se pretender homenagear os seus considerados dois inventores, o Português Pedro Nunes e o Francês Pierre Vernier.
No sistema métrico, entre outras possibilidades, existem paquímetros em que o nónio possui 10 divisões equivalentes a 9mm (milímetros). Significa isto que há, portanto, entre o primeiro traço da escala fixa e o primeiro traço da escala móvel, uma diferença de 0.1mm. Entre o 2º traço da fixa e o 2º da móvel, 0.2mm. Entre o 3º traço da fixa e o 3º da móvel, 0.3mm e assim sucessivamente até ao 10º traço de cada uma delas onde a diferença é de 1.0mm.
Figura 9
Figura 10
DETERMINAÇÃO DA RESOLUÇÃO
Considerando UEF a Unidade da Escala Fixa e NDN o Número de Divisões do Nónio, poderemos determinar a RESOLUÇÃO do instrumento aplicando a fórmula seguinte:
RESOLUÇÃO = UEF
NDM
Assim, considerando um paquímetro cuja escala fixa se apresenta em milímetros, se a escala móvel possui 10 divisões, conclui-se que:
R = 1 mm = 0.1mm
10 divisões
Se a escala móvel se apresenta com 20 divisões, significa que:
R = 1 mm = 0.05mm
20 divisões
Se a escala móvel se apresenta com 50 divisões, significa que:
R = 1 mm = 0.02mm
50 divisões
LEITURAS NO SISTEMA MÉTRICO
Ao realizar a leitura começamos por contabilizar os espaços entre cada dois traços da escala fixa, até surgir o zero da escala móvel, e o resultado apresentar-se-á em milímetros. Se contarmos 12 traços teremos, então, 12mm.
Posto isto devemos proceder á contagem dos traços do nónio até que surja o ponto onde o traço da escala fixa e do nónio sejam coincidentes. Basta agora conhecermos a quanto corresponde cada traço (o que depende do número das divisões do nónio) e acrescentar ao número anteriormente lido.
Exemplos:
Figura 11
EXERCÍCIOS DE APLICAÇÃO
ERROS DE LEITURA
Como principais erros de leitura a contemplar neste tipo de instrumentos, para além dos que possam advir por simples falta de habilidade ou formação do operador, temos o ERRO DE PARALAXE e o ERRO POR PRESSÃO DE MEDIÇÃO.
Erro de paralaxe É um erro que ocorre sempre que o ângulo de visão do operador não é o correcto, o que o induz em erro em virtude de aparentemente haver coincidência entre um traço da escala fixa e outra da móvel, que em realidade não existe.
O cursor sobre o qual está gravado o nónio, por razões meramente técnicas, tem uma determinada espessura (a) e é montado sobre a escala principal. Desta forma, os traços do nónio (TN) vão encontrar-se num plano mais elevado que os da escala fixa (TM).
O erro de paralaxe surge se não colocarmos o instrumento perpendicular à vista, já que, mesmo que os traços TN e TM se sobreponham, cada olho irá projectar o traço TN em posição diferente. Portanto, para que não ocorra este tipo de erro, basta colocar o paquímetro em posição perpendicular aos olhos.
Figura 12
Figura 13
Pressão de medição Este erro ocorre quando a pressão que exerce o operador sobre o cursor, provoca inclinação deste em relação à régua sobre a qual se desloca e, deste modo, altera a medida (fig.13).
Pode ser controlado por uma mola, sendo esta regulada através de dois parafusos que se aparafusam até ao fundo e posteriormente se desaparafusam em aproximadamente 1/8 de volta para garantir um movimento suave do cursor sobre a régua sem folga.
Figura 14 Figura - 15
PRINCIPAIS TÉCNICAS DE UTILIZAÇÃO DO PAQUÍMETRO
Segue-se um conjunto de alguns aspectos principais a ter em linha de conta para uma correcta utilização do paquímetro e, consequentemente, conseguir assim uma leitura fiável:
Os encostos do paquímetro devem apresentar-se sempre limpos;
Posicionar correctamente, entre os encostos, a peça a medir;
Encostar a peça ao encosto fixo e ir fechando o encosto móvel até que este contacte com a outra extremidade da peça;
Figura 16 Figura 17
Realizada a leitura, o paquímetro deve ser aberto cuidadosamente e a peça ser retirada sem que toque nos encostos do paquímetro.
ASPECTOS A TER EM LINHA DE CONTA AQUANDO DA REALIZAÇÃO DE MEDIÇÕES EXTERNAS, INTERNAS, DE PROFUNDIDADE E RESSALTO.
Figura 18
Figura 19
Figura 20
Figura 21
Figura 22
Figura 23
Figura 24
ASPECTOS DE CONSERVAÇÃO A TER EM CONSIDERAÇÃO
- Sempre que se pretenda arrumá-lo deve fazer-se colocando-o em um estojo próprio, mas não sem antes limpá-lo cuidadosamente cobrindo-o, inclusivamente, com uma fina película de vaselina neutra;
- Não deve colocar-se em qualquer lugar. Deve guardar-se sempre em local apropriado para colocar instrumentos de medição;
- Deve verificar-se a sua precisão e ajuste periodicamente;
- Manejá-lo cuidadosamente de forma a evitar que sofra choques que lhe possam provocar empenos, arranhaduras ou mossas;
- Aquando da realização de medições, não pressionar o cursor mais do que o necessário;
- Não medir peças em movimento;
- Não utilizá-los para outras funções diferentes daquelas para a qual foi concebido.
TESTE DE APRENDIZAGEM
1 Que tipos de erro podem ocorrer aquando da realização de medições com este tipo de instrumentos:
( ) Pressão
( ) Paralaxe
( ) Desvio
( ) Engano
2 Quando o cursor apresenta uma espessura extremamente grossa, estamos perante uma forte possibilidade de que ocorra de:
( ) Pressão
( ) Paralaxe
( ) Desvio
( ) Desajuste
3 No caso em que se tenha constatado que o paquímetro apresenta erro de leitura resultante da pressão excessiva exercida sobre o cursor é necessário, neste caso:
( ) Inclinar o encosto no sentido contrário ao da pressão;
( ) Fixar o cursor para que a pressão não interfira;
( ) Regular a mola;
( ) Controlar os encostos do instrumento periodicamente.
4 Ao efectuar-se o controlo dimensional de uma peça ela deve ficar bem colocada entre os bicos de medição para evitar:
( ) Que rode ou deslize para onde não deva;
( ) Que ocorra o chamado erro de medida dos bicos;
( ) Que ocorra o erro de paralaxe;
( ) Desgaste nas pontas dos bicos.
5 Quando se realiza o controlo dimensional do furo de uma peça, devemos ter sempre o cuidado de assegurar que o paquímetro fique em posição:
( ) Vertical;
( ) Perpendicular;
( ) Obliqua ao eixo;
( ) Horizontal
muito bom
Muito Obrigado!!! Ajudou bastante
Se desejar interagir com um paquímetro virtual em milímetro acesse:
http://www.stefanelli.eng.br/webpage/p_paq_05.html
compreender a ciência do funcionamentio do nônio:
http://www.stefanelli.eng.br/webpage/p_nonio.html
gostei muito , auxiliou no meu trabalho de pesquisa.
04 - Relatório - Paquimetro e Micrometro
Fisica experimental => 04 - Relatório - Paquimetro e Micrometro
Instrumentos de medidas. 1. Paquímetro. Um paquímetro (por vezes também chamado de craveira) é um instrumento utilizado para medir a distância entre dois lados simetricamente opostos em um objeto. Um paquímetro pode ser tão simples como um compasso. O paquímetro é ajustado entre dois pontos, retirado do local e a medição é lida em sua régua. Vernier, ou nônio, é a escala de medição contida no cursor móvel do paquímetro, que permite uma precisão decimal de leitura através do alinhamento desta escala com uma medida da régua. 2. Micrômetro.O micrômetro e o paquímetro são instrumentos que medem com exatidão a espessura de revestimentos na construção civil, e têm grande uso na indústria mecânica, medindo toda a espécie de objetos, como peças de máquinas. O micrômetro funciona por um parafuso micrométrico e é muito mais preciso que a craveira do, que funciona por deslizamento de uma haste sobre uma peça dentada e permite a leitura da espessura por meio de um nônio ou de um mecanismo semelhante ao de um relógio analógico. 3. Medidas de massa.As medidas de massa constituem-se em operação primordial em todos os ramos da física. Utiliza-se a balança analítica para a determinação de massas. Para tanto, compara-se a massa encontrada com outra já conhecida de valor igual. 4. Aceleração e Velocidade. Na busca de resultados de uma análise física, o pesquisador que não possuir subsídios teóricos suficientes para se fazer uma conclusão dispõe de uma ferramenta de excepcional importância e utilidade que é a construção de gráficos. Após a análise do fenômeno em laboratório, usando os dados colhidos é possível a construção de um gráfico. Gráficos são curvas dentro de um plano que descrevem a relação entre as variáveis do fenômeno. Tendo em mãos o gráfico que descreve o comportamento do fenômeno analisado, é fácil, a partir da observação do comportamento da curva, obter funções matemáticas que regerão as variáveis físicas de tal fenômeno podendo então ser feitas conclusões e estudos mais avançados da situação.
Relatório de atividades Praticas laboratoriais
Resumo e questionário do que foi aprendido em laboratório
Medidores da instrumentação fisica e industrial
Medidores e sensores utilizados como referencias de grandezas fisicas na instrumentação em geral
ÍNDICE 1. Qualidade e segurança de produtos e serviços automobilísticos ____________ 6 1.1 Importância para a Indústria e para a sociedade _____________________________ 8 1.2 Normalização, Regulamentação Técnica e Avaliação de conformidade_________ 10 1.3 A Metrologia __________________________________________________________ 15 1.3.1 Presença e importância na vida do cidadão e da sociedade__________________ 18 1.3.2 Presença e importância nas atividades técnicas ___________________________ 19 2. Presença da Metrologia na área automobilística _________________________ 22 1.1. Metrologia no Desenvolvimento de produtos_______________________________ 23 2.2 Metrologia no Controle de Processos e Produtos ___________________________ 24 2.3 Metrologia na Manutenção e assistência técnica____________________________ 26 2.4 Metrologia na Inspeção veicular__________________________________________ 28 3. Fundamentos metrológicos __________________________________________ 30 3.1 O Processo de medição_________________________________________________ 30 3.2 Erros e Incertezas de medição ___________________________________________ 33 3.3 Características metrológicas de instrumentos______________________________ 38 3.4 A Importância dos resultados confiáveis __________________________________ 41 4. Metrologia Dimensional ______________________________________________ 43 4.1 Sistemas de unidades __________________________________________________ 43 4.1.1 Sistema métrico_____________________________________________________ 43 4.1.2 Sistema Inglês ______________________________________________________ 48 4.1.3 Conversões de Unidades _____________________________________________ 50 4.2 Instrumentos de medição básicos ________________________________________ 51 Metrologia ? Curso Técnico de Automobilística ? CEFET-SC 3 4.2.1 Réguas graduadas (escalas flexíveis) ___________________________________ 51 4.2.2 Escalas articuladas __________________________________________________ 57 4.2.3 Trenas ____________________________________________________________ 57 4.3 Calibradores e Verificadores_____________________________________________ 59 4.3.1 Calibradores _______________________________________________________ 59 4.3.2 Verificadores _______________________________________________________ 65 4.4 Paquímetros __________________________________________________________ 71 4.4.1 Tipos e usos _______________________________________________________ 73 4.4.2 O Princípio do Nônio _________________________________________________ 75 4.4.3 Cálculo da resolução_________________________________________________ 77 4.4.4 Paquímetro no sistema métrico ________________________________________ 78 4.4.5 Paquímetro no sistema inglês__________________________________________ 87 4.4.6 Evitando erros de medição ____________________________________________ 94 4.4.7 Utilizando corretamente o paquímetro ___________________________________ 96 4.4.8 Cuidados com a conservação dos paquímetros ___________________________ 99 4.5 Micrômetros _________________________________________________________ 100 4.5.1 Tipos e aplicações__________________________________________________ 103 4.5.2 Micrômetros no sistema métrico_______________________________________ 106 4.5.3 Micrômetros no sistema Inglês ________________________________________ 114 4.5.4 Cuidados com a operação e conservação dos Micrômetros _________________ 120 4.6 Relógios comparadores________________________________________________ 121 4.6.1 Tipos de relógio ____________________________________________________ 121 4.6.2 Mecanismo de amplificação __________________________________________ 124 4.6.3 Utilização e Conservação ____________________________________________ 126 4.6.4 Relógio apalpador __________________________________________________ 127 4.6.5 Leitura nos relógios _________________________________________________ 128 4.7 Medidores internos com relógio_________________________________________ 131 4.7.1 Procedimentos de uso do comparador__________________________________ 134 4.8 Medição tridimensional ________________________________________________ 137 4.8.1 Princípio de medição________________________________________________ 138 4.8.2 Potencialidades e Presença na Indústria Automotiva ______________________ 140 4.8.3 A máquina de medir por coordenadas __________________________________ 142 4.8.4 Iniciando a medição ________________________________________________ 146 Metrologia ? Curso Técnico de Automobilística ? CEFET-SC 4 4.8.5 Tipos e tamanhos de Máquinas de Medir por Coordenadas _________________ 148 4.8.6 A técnica de construção de elementos geométricos _______________________ 150 4.8.7 Medição programada _______________________________________________ 151 4.8.8 Erros e Incertezas __________________________________________________ 152 5. Calibração de instrumentos de medição _______________________________ 153 5.1 Importância para a qualidade das medições ______________________________ 153 5.2 Exemplo de calibração_________________________________________________ 155 5.3 Exigência de normas de qualidade ______________________________________ 157 5.4 A Rede Brasileira de Calibração - INMETRO_______________________________ 159 6. BIBLIOGRAFIAS ___________________________________________________ 160