Parecer sobre a Proposta Curricular do Estado de São Paulo - Matemática
Parecer sobre Proposta Curricular do Estado de São Paulo
Matemática
Em 2008 foi implementada a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, sob a regência da Secretária de Educação Maria Helena Guimarães de Castro, que visa uma abordagem padronizada em todas as escolas do Estado na tentativa de pôr fim à falta de um sistema de ensino comum, tanto no ciclo II do ensino fundamental quanto no ensino médio.
O quadro escolar em 2007 não era muito diferente dos anos anteriores, o que nos indica que as propostas sugeridas até então, não foram muito eficazes. Escolas mal organizadas e sem um projeto pedagógico coerente, ensino pouco coeso e, principalmente, professores que não obedeciam a uma padronização levaram-nos a formar um grupo de alunos que não queriam aprender acompanhados de docentes que não queriam e não tinham as ferramentas necessárias para ensinar.
Quando me refiro a ferramentas, não quero me prender ao velho paradigma de falta de recursos. Dizer que não obtivemos avanço na educação brasileira pois não temos lousa eletrônica ou acesso ilimitado a Internet não é o suficiente para o fracasso escolar. Essa bandeira, levantada por muitos anos, nos fez fechar os olhos para novos problemas e, até mesmo, novas propostas para solução de antigas questões.
Adiante, tratarei mais a fundo a proposta para a disciplina de Matemática.
Novos horizontes, sem abandonar a base
A proposta para a disciplina de matemática ressalta a indispensabilidade de elaborar um currículo que trabalhe em conjunto com as necessidades diárias de um cidadão, com problemas cotidianos, sem se afastar dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) nem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Destaca, também, a importância da Matemática como linguagem fundamental, pareada com a língua materna, para o desenvolvimento da expressão e de compreensão da realidade. O foco principal da proposta é a transformação de informação em conhecimento.
Quanto ao conteúdo disciplinar, ela pouco modifica o molde já contemplado em outras propostas. Aborda os números, geometria e medidas e inclui mais um componente, referente à representação de dados e tratamentos de informação.
Porém, as maiores modificações não estão no conteúdo e sim na abordagem. A proposta sugere que o trabalho, tanto no Ensino Fundamental quanto Médio, seja apoiado na necessidade do aprendizado da matéria. Que seja, principalmente, introduzido através de situações significativas e apoiadas tanto na história quanto na futura utilização como cidadão.
Os conteúdos devem ser tratados ao longo de toda vida escolar, visando uma divisão por aprofundamento, e não por blocos como vemos atualmente. Isso significa dizer que um tema pode ser visto tanto nas primeiras séries do Ensino Fundamental quanto nas do Ensino Médio, variando, apenas, o aprofundamento e a forma de abordagem de tais conteúdos.
Vale ressaltar que a proposta não foi elaborada para ser fechada e inflexível. Ela é norteadora, junto com o Caderno do Professor também elaborado pela Secretaria de Educação, das atividades e desenvolvimento de cada escola. Os temas são indicados para que todos tenham acesso a um currículo completo porém, cada professor deve planejar como e o quanto irá tratar cada conteúdo da grade.
A escolha na forma de abordar os temas deve se voltar para a tentativa de estabelecer uma relação entre os quatro conteúdos básicos da Matemática, já citados anteriormente, visando um aprendizado continuado e não com apresentação focada em uma única matéria, como é ensinado atualmente.
Vemos, em toda a proposta, a preocupação de deixar de lado o velho padrão conteudista da matemática, fugindo das aplicações de fórmulas e equacionamento de problemas e partindo para a produção e articulação de idéias, exploração de interesse e, assim, consolidando o conceito de um aluno sendo formado como um cidadão consciente.
Carolina Raposo Incutto NUSP: 5640765
Parecer Proposta Curricular Matematica
Parecer sobre a Proposta Curricular do Estado de São Paulo - Matemática
MODELAGEM MATEMÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA: registros de representação semiótica
Estuda-se a conceitualização em Física por meio da articulação de registros de representação durante o ambiente gerado pelo processo de modelagem matemática no ensino de Física.
INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA EDUCATIVA DA AULA DE METODOLOGIA DE MATEMÁTICA NUM CURSO DE PEDAGOGIA
Este artigo objetiva apresentar experiências investigativas com a matemática no campo empírico de excelência da educação formal: a sala de aula, consoante ao crescimento no Brasil da pesquisa do ensino de matemática com os Mestrados Profissionais, aprovados pelo Comitê de Ciências da CAPES.
LIVRO DIDÁTICO PÚBLICO DE MATEMÁTICA
ÓTIMO LIVRO DE MATEMÁTICA - SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ
QUÍMICA - COLEÇÃO EXPLORANDO O ENSINO - VOL 4
Química : ensino médio / organização Eduardo Fleury Mortimer. ? Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006. 165 p. : il. (Coleção explorando o ensino ; v. 4)
Explorando o Ensino da Matemática
A Matemática está presente na vida cotidiana de todo cidadão, por vezes de forma explícita e por vezes de forma sutil. No momento em que abrimos os olhos pela manhã e olhamos a hora no despertador, estamos ?lendo? na linguagem matemática, exercitando nossa abstração e utilizando conhecimentos matemáticos que a humanidade levou séculos para construir. É quase impossível abrir uma página de jornal cuja compreensão não requeira um certo conhecimento matemático e um domínio mínimo da linguagem que lhe é própria: porcentagens, gráficos ou tabelas são necessários na descrição e na análise de vários assuntos. Na sociedade atual, a Matemática é cada vez mais solicitada para descrever, modelar e resolver problemas nas diversas áreas da atividade humana.
RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA DA AVALIAÇÃO EM ARTES NO ENSINO FUNDAMENTAL
Artigo cuja abordagem são os critérios de avaliação em Artes no Ensino Fundamental
Apostila de Introdução à Engenharia Química
Apostilo da professo CHRISTIANNE GARCIA RODRIGUES do Uni bh
MODELAGEM MATEMÃ?TICA: uma visão holÃstica da realidade?
Pretende-se propor que o ensino por modelagem matemática pode ser considerado uma ação didática holÃstica que encontra apoio teórico nas idéias Fritjof Capra.