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eutanasia e suas vertentes

13/04/10

Enfermag em 2009.2

Discentes : ANA MARIA VIEIRA JOSILENE ALMEIDA LUZINETE FREITAS MIRIAN DE JESUS ROGERIO TRINDADE SHEILLA SILVA Docente: FABIA KELEN

Cruz das Almas 04/2010

13/04/10

Significado

qualquer ato cometido ou omitido com o prop sito de causar ou acelerar a morte de um ser humano, dando fim em sua vida e evitando seu sofrimento, de maneira controlada e assistida por um especialista.

13/04/10

CLASSIFICA O DA EUTAN SIA

Classifica o da eutan sia

13/04/10

QUANTO AO TIPO DE A O

Eutan sia passiva ou indireta Eutan sia de duplo efeito

Eutan sia ativa

13/04/10

Eutan sia volunt ria

QUANTO AO CONSENTIMENTO Eutan sia involunt ria DO PACIENTE

Eutan sia n o-volunt ria

13/04/10

O C digo Deontol gico do Enfermeiro, permite orientar a an lise e avalia o de opini o de enfermeiro quando uma tomada de decis o, por forma a garantir uma atua o segura e legal. Artigo 82 (dos direitos vida e a qualidade devida) O enfermeiro, no respeito do direito da pessoa vida durante todo o ciclo vital, assume o dever de: Atribuir vida de qualquer pessoa igual valor, pelo que protege e defende a vida humana em todas as circunst ncias; Respeitar a integridade bio-psicossocial, cultural e espiritual da pessoa; Participar nos esfor os profissionais para valorizar a vida e a qualidade de vida; Recusar a participa o em qualquer forma de tortura, tratamento cruel, desumano ou degradante. Artigo 87 (do respeito pelo doente terminal) O Enfermeiro ao acompanhar o doente nas diferentes etapas da fase terminal, assume o dever de: Defender e promover o direito do doente escolha do local e das pessoas que deseja que o acompanhem na fase terminal da vida; Respeitar e fazer respeitar as manifesta es de perda expressas pelo doente em fase terminal, pela fam lia ou pessoas que lhe sejam pr ximas; Respeitar e fazer respeitar o corpo ap s a morte. A lei no Brasil encara como homic dio a eutan sia, o ato deliberado de apressar o fim de quem est morrendo. Est tramitando o Anteprojeto de Lei que altera os dispositivos do C digo Penal e d outras provid ncias , legislando sobre a quest o da eutan sia

13/04/10

Ao us ar es te artig o, fa a refer ncia, cite a

FONTE : http://www.webartig os .com/articles /13466/1/O-E XE R C

13/04/10

A

eutan sia representa atualmente uma complicada quest o de bio tica e biodireito, pois enquanto o estado tem como princ pio a prote o da vida dos seus cidad os, existem aqueles que, devido ao seu estado prec rio de sa de, desejam dar um fim ao seu sofrimento antecipando a morte.

13/04/10

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Comentários


  1. (!)Camila - 24 dias atrás -

    Bem explicativo..

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sheilla
13/04/2010

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