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V rus

Cuidados que se deve ter com o seu computador

Paulo Serrano

28/08/2001

V rus: cuidados que se deve ter com o seu computador

Introdu o:

A Tecnologia de Informa o mudou totalmente a vida das pessoas. Hoje quase tudo informatizado. A cada semana ouve-se not cias de lan amentos de novas tecnologias que v o substituindo as atuais numa velocidade espetacular.

Num ritmo mais acelerado, tecnologias da mesma rea, v o se multiplicando a cada dia, e infelizmente n o s o desenvolvidas para auxiliar na melhoria das tecnologias atuais, pelo contr rio, s o amea as suficientemente poderosas e com um not rio poder de destrui o, conhecidas como: v rus de computador.

Os v rus de computador podem ser inofensivos como uma simples brincadeira de crian a, como tamb m podem ser o fim de todo um trabalho.

Essas amea as do mundo da informa o eletr nica, s o frutos de mentes doentias que se privilegiam de conhecimentos em linguagens de programa o, e a partir delas, criam c digos que fazem de nossos vulner veis computadores, verdadeiros bonecos de marionetes.

Mas esse alto conhecimento em programa o j n o tanto assim um pr requisito. Hoje existem programas que criam v rus ao gosto do usu rio.

preciso estar atento e preparado para identificar o inimigo e poder combat lo de forma eficaz.

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V rus de computador: o que isso?

um programa como outro qualquer, mas com um nico diferencial: seu c digo nocivo aos sistemas operacionais e respectivos aplicativos. Gerados como arquivos execut veis, t m como caracter stica principal a possibilidade de auto replica o, ou seja, uma vez executado, ele passa a ficar ativo na mem ria do computador e feita uma c pia de seu c digo para dentro da unidade de armazenamento (disquete ou disco r gido) onde ser o rodadas suas instru es nocivas no sistema infectado. As finalidades desses programas nocivos n o s o outras sen o a de alterar, corromper e ou destruir as informa es acondicionadas em disquetes e discos r gidos de microcomputadores.

Hist rico: a evolu o do v rus de computador

1983 O pesquisador Fred Cohen (doutorando de eng . el trica da Univ. da Calif rnia do Sul), entre suas an lises, batizou os programas de c digos nocivos como "V rus de Computador". 1987 - Surge o Brain, o primeiro v rus de computador de que se tem not cia. Ele infecta o setor de boot de disquetes (na poca de 360 Kb), e utiliza t cnicas para passar despercebido pelo sistema. Stoned (primeiro v rus a infectar o registro mestre de boot, MBR) liberado. Ele danifica o MBR da unidade de disco r gido, corrompendo ou at mesmo impedindo a inicializa o do sistema operacional. 1988 O primeiro software antiv rus oferecido por um programador da Indon sia. Depois de detectar o v rus Brain, ele o extrai do computador e imuniza o sistema contra outros ataques da mesma praga. O Internet Worm liberado na ainda emergente Internet e atinge cerca de 6.000 computadores.

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1989 Aparece o Dark Avenger, que contamina programas rapidamente, mas o estrago subseq ente acontece devagar, permitindo que o v rus passe despercebido por muito tempo. A IBM fornece o primeiro antiv rus comercial e iniciada uma pesquisa intensiva contra as pragas eletr nicas. No in cio do ano, apenas 9% das empresas pesquisadas sofreram um ataque de v rus. No final do ano, esse n mero saltou para 63%. 1992 Michelangelo, o primeiro programado para sobregravar partes mar o, dia do nascimento do artista antiv rus disparam, embora apenas reportados. v rus a causar agita o na m dia. das unidades de disco r gido em 6 de da Renascen a. As vendas de software alguns casos de infec o real sejam

1994 O autor de um v rus chamado Pathogen, na Inglaterra, rastreado pela Scotland Yard e condenado a 18 meses de pris o. a primeira vez que o autor de um v rus processado por disseminar c digo destruidor. 1995 Surge o Concept, o primeiro v rus de macro. Escrito na linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept desencadeia uma explos o no n mero de v rus de macro, pois s o muito f ceis de criar e se disseminar. 1999 O v rus Chernobyl, que deixa a unidade de disco r gido e os dados do usu rio inacess veis, chega em abril. Embora tenha contaminado poucos computadores nos Estados Unidos, provocou danos difundidos no exterior. A China sofre preju zos de mais de US$ 291 milh es. Turquia e Cor ia do Sul tamb m foram duramente atingidas. 2000 O v rus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milh es a 3 milh es de m quinas, causando danos estimados em US$ 8,7 bilh es. 2001 A "moda" s o os c digos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por p ginas da Internet e principalmente por e-mail). S o descobertos programas que criam v rus. Um deles o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos.

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Infec o: como acontece ?

V rus por disquete

Para que um programa de c digo destrutivo(v rus) possa proliferar-se, necess rio uma forma de transporte. Como os v rus biol gicos, preciso um "hospedeiro" para entrar em contato com outro corpo e assim poder disseminar o v rus. Uma das formas mais usadas por muito tempo e at hoje o uso de disquetes. O criador do v rus grava seu c digo destrutivo em disquete, e posteriormente, executa-o em m quinas que s o usadas por v rias pessoas, como computadores de salas de treinamento ou de empresas. O pr ximo usu rio a utilizar o computador infectado, entrar com seu disquete e o v rus que j est carregado na mem ria, se auto copiar ocultamente para o disquete, gerando assim mais um "hospedeiro".

V rus por e-mail

Outra forma, que hoje a mais focada pelos criadores de v rus, o correio eletr nico. a forma mais eficiente de se disseminar um v rus, pois praticamente todas as pessoas que usam computadores, possuem um e-mail. Ao abrir uma mensagem que contenha em anexo um arquivo de c digo nocivo, nada de anormal acontecer , isso porque o conte do da mensagem n o pode ser executado, por se tratar de texto que n o utiliza linguagens de programa o como recurso. Mas ao executar o arquivo anexado, ser iniciado o processo de execu o das instru es contidas em seu c digo. As principais instru es desses v rus s o a de se auto copiar para o disco r gido, buscar a lista de endere os eletr nicos do gerenciador de e-mail utilizado (Outlook Express, Netscape Messenger, Eudora, etc.) e se auto enviar para todos os nomes da lista.

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Quais os tipos de v rus ?

Existem v rios tipos de v rus, que veremos a seguir, mas entre esses v rios tipos, existem duas formas de a o que s o comuns entre todos, que a altera o do setor de boot e, ou a inser o do c digo nocivo ao c digo de arquivos execut veis do sistema operacional ou dos programas aplicativos.

Principais tipos de V rus:

V rus de Boot:

A caracter stica desses tipos de v rus a infec o de c digos execut veis localizados no setor de inicializa o das unidades de armazenamento, tanto disquetes, quanto discos r gidos. As unidades de armazenamento reservam uma parte de seu espa o para informa es relacionadas formata o do disco, diret rios e arquivos armazenados, al m de um pequeno programa chamado "Bootstrap", que respons vel por carregar o sistema operacional na mem ria do computador. O Bootstrap o principal alvo dos v rus de boot. Eles alteram seu c digo, que por sua vez altera a seq ncia de boot do computador, passando a carregar ap s o BIOS, o setor de boot infectado e as instru es do c digo do v rus de boot para a mem ria da m quina e posteriormente o sistema operacional. Exemplos de alguns v rus de boot: Stoned; Ping-Pong; Leandro&Kelly; AntiEXE.

V rus de Arquivo:

Esses tipos de v rus t m como principal miss o a infec o de arquivos execut veis, geralmente os arquivos de extens o EXE e COM. Podem tamb m infectar arquivos importantes como os de extens o: SYS; OVL; OVY; PRG; MNU; BIN; DRV; DLL, etc. Um dos arquivos mais visados o COMMAND.COM, que um dos arquivos do sistema operacional com maior ndice de execu o. Quando um programa executado, ele fica carregado na mem ria do computador para que seja lido pelo processador. Estando esse programa

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infectado, as instru es do c digo do v rus tamb m ser o executadas pelo processador, e uma das instru es a de copiar o c digo nocivo para dentro dos demais arquivos execut veis "saud veis", gerando assim uma infec o generalizada. Alguns v rus de arquivos: Dark Avenger; MaTriX; Freddy Kruegger, Chernobyl, dentre tantos outros.

V rus de Macro:

Este um tipo de v rus relativamente novo. O primeiro v rus de macro, o Concept, surgiu em 1995. A cria o desse tipo de v rus se d a partir da linguagem de programa o Word Basic, que respons vel por criar e executar macros(automatiza o de textos) no processador de textos Microsoft Word e tamb m no Microsoft Excel. O principal alvo dos v rus de macro o arquivo NORMAL.DOT, que respons vel pela configura o do Word. A partir de sua contamina o, se torna ultra r pida a infec o de outros documentos, pois a cada vez que se abre ou se cria um novo documento, o NORMAL.DOT executado. As avarias causadas pelos v rus de macro v o desde a altera o dos menus do Microsoft Word, da fragmenta o de textos, at a altera o de arquivos de lote como o AUTOEXEC.BAT, que pode receber uma linha de comando do DOS, como por exemplo: DELTREE, que apagar parcial ou totalmente o conte do do disco r gido, assim que o computador for inicializado. Exemplos de v rus de macro: Wazzu, CAP.A, Melissa.

Preven o: a batalha contra as "pragas"

Hoje n o existe computador imune a v rus. A cada dia surgem novos v rus, e os pesquisadores das empresas desenvolvedoras de programas antiv rus levar o um certo tempo para detectar que o c digo de um determinado arquivo destrutivo e seja considerado v rus. At que seja desenvolvida uma atualiza o de antiv rus para detectar a nova praga, poder ter ocorrido s rios danos em decorr ncia de sua r pida

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dissemina o. Isso quer dizer que n o existe programa que ofere a total prote o. Uma estrat gia de preven o deve ser adotada, para n o viver na vulnerabilidade.

Prevenindo a infec o:

A seguir veremos alguns procedimentos que devem ser seguidos para manter a integridade dos dados de seu computador caso ocorra uma poss vel tentativa de infec o. Lembrando que de vital import ncia ter um programa antiv rus atualizado em seu sistema operacional. (veremos a instala o posteriormente) - Executar o antiv rus em todo o disco r gido, nos disquetes mais utilizados e tamb m nos disquetes que n o possuam nenhum conte do. O antiv rus deve estar configurado para checar o MBR(Registro Mestre de Boot), setores de boot e principalmente a mem ria do computador. Lembre-se que muitas vezes, sequer necess rio abrir arquivos ou rodar um programa a partir de um disquete contaminado para infectar o seu computador. Pelo fato de todos os discos e disquetes possu rem uma regi o de boot (mesmo os n o inicializ veis), basta o computador inicializar ou tentar a inicializa o com um disquete contaminado no seu drive para abrir caminho para a contamina o. Normalmente, o modo padr o de checagem de um antiv rus cont m todos esses itens, incluindo outros tipos de arquivos al m dos *.COM e *.EXE. - Ajustar o antiv rus para checar os setores de boot, MBR e mem ria do computador em toda inicializa o uma boa medida preventiva, para bloquear v rus de sistema que venham a infectar algum arquivo de inicializa o. Ao instalar um antiv rus, geralmente, ele j vem ajustado para executar esse procedimento. - O antiv rus, se possuir um checksummer (vacinador), deve ser habilitado para tirar a "impress o digital" ou "vacinar" todos os tipos de arquivos visados pelos v rus. desnecess rio vacinar todos os arquivos do disco, basta vacinar apenas os arquivos visados pelos v rus (arquivos de dados simples, como txt, html, som e imagem, por exemplo, n o s o infect veis). - O antiv rus dever ser utilizado toda vez que um disquete n o checado for ser aberto pelo seu computador. N o permita a leitura de disquetes

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suspeitos antes de chec -los com o antiv rus e s os abra se eles estiverem "limpos". - Trave fisicamente contra grava o todos os seus disquetes com programas de instala o, backups e drivers. - Se existir, habilite a checagem autom tica de arquivos copiados(download) pela Internet. - Se n o possuir checagem autom tica de arquivos copiados pela Internet, cheque sempre os arquivos potencialmente infect veis que forem copiados, principalmente os arquivos *.DOC, *.XLS e *.EXE (arquivos de imagem jpg, gif, etc, e texto simples n o precisam ser checados). - Jamais abra ou execute arquivos suspeitos ou de origem n o confi vel obtidos via Internet. Jamais abra ou execute arquivos "attachados" em emails sem checagem contra v rus. Contudo, pode ficar relativamente tranq ilo quanto aos e-mails propriamente ditos, eles em si s o inofensivos, ao contr rio dos boatos comuns indicando o contr rio. - Atualize constantemente seu antiv rus. Usualmente s o disponibilizados na Internet em atualiza es mensais que podem ser copiadas na forma de arquivos execut veis ou acessadas diretamente na forma de smart-updates pelo seu antiv rus. - Ap s uma atualiza o, cheque todo seu HD conforme a etapa inicial. Um monitor residente em mem ria (os antiv rus possuem esse acess rio), permite que o usu rio, caso um v rus ultrapasse a primeira linha de defesa e tente infectar o PC, seja alertado, o que possibilita que barremos a dissemina o. Mas essa segunda linha de defesa n o substitui a primeira, apenas aumenta a seguran a do conjunto para eventuais "furos" de procedimento (por exemplo, ao esquecermos de verificar um disquete).

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Prevenindo danos provocados por v rus

Evitar a contamina o importante, mas devemos ficar atentos para a possibilidade do computador ser contaminado (que normalmente ocorre por descuido nos procedimentos de preven o de infec o ou por falta de atualiza o dos antiv rus). Nesse caso, o mais importante detectar o v rus rapidamente, antes que ele provoque danos ao seu sistema, al m de ter m o os disquetes de emerg ncia do seu antiv rus ou pelo menos um disquete de inicializa o (boot) "limpo" e travado contra grava o. Note que um v rus pode ser residente em mem ria e, ou atacar o programa de antiv rus instalado no seu computador, por isso t o importante ter sempre m o um disquete "limpo" de boot com a inicializa o do seu sistema operacional e, ou um antiv rus que possa ser rodado a partir dele. Os disquetes de emerg ncia s o feitos pelos antiv rus e n o devem ser dispensados. Durante a instala o eles se oferecem para cri -los. Caso n o os tenha feito, procure a op o do seu antiv rus para isso e fa a-os. Lembre-se de atualizar periodicamente seus disquetes de emerg ncia conforme o conte do do seu computador for se alterando. Caso n o disponha de um antiv rus completo ou n o tenha nenhum, precisar no m nimo de um disquete de inicializa o para o caso de emerg ncia. Um disquete de sistema pode ser feito pelo gerenciador de arquivos ou explorer do Windows ou com o comando FORMAT/S do DOS. Um antiv rus ajustado para escanear os setores de boot, MBR e mem ria do computador em toda inicializa o garantir que um v rus detectado n o se dissemine caso ele consiga atingir alguma dessas reas do computador. O monitor residente em mem ria tamb m alerta imediatamente tentativas de resid ncia em mem ria por v rus ou altera o de arquivos protegidos. Lembre-se que o principal objetivo do v rus disseminar-se o m ximo poss vel at ser descoberto ou deflagrar um evento fatal para o qual foi constru do, como, por exemplo, apagar todo disco r gido. Entretanto, comum o aparecimento de alguns sintomas percept veis, mesmo sem o uso de antiv rus, quando o computador est infectado. Geralmente, tais sintomas s o altera es na performance do sistema e, principalmente, altera o no tamanho dos arquivos infectados. Uma redu o na quantidade de mem ria dispon vel pode tamb m ser um importante indicador de virose. Atividades demoradas no

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disco r gido e outros comportamentos suspeitos do seu hardware podem ser causados por v rus, mas tamb m podem ser causadas por softwares genu nos, por programas inofensivos destinados brincadeiras ou por falhas e panes do pr prio hardware. Ainda que os sintomas descritos n o sejam provas ou evid ncias da exist ncia de v rus, deve-se prestar aten o altera es do seu sistema nesse sentido. Para um n vel maior de certeza essencial ter um antiv rus com atualiza o recente. Outros sintomas de contamina o s o propositalmente inclu dos na programa o dos v rus pelos pr prios criadores, como: mensagens, m sicas, ru dos ou figuras e desenhos. Tais sintomas podem ser as provas definitivas de infec o, mas podem se tornar evidentes apenas quando a infec o j est alastrada pelo PC ou no caso de alguns v rus destrutivos, surgirem na forma de danifica o de dados ou sobregrava o/formata o do disco r gido, o que seria, muito tarde. Quando constatado que um PC est infectado ou que possui alta suspeita de infec o, antes de mais nada, ele deve ser desligado (n o apenas reinicializado) e inicializado com um disquete de boot "limpo" ou o disco de emerg ncia do seu antiv rus. Caso disponha dos disquetes de emerg ncia criado pelo antiv rus, eles praticamente ser o suficientes para remediar qualquer problema no seu computador (desde que estejam atualizados). Siga as instru es do seu antiv rus. Caso disponha apenas de um disquete de inicializa o simples do seu sistema operacional, utilize-o para inicializar o computador para permitir a instala o de um scanner antiv rus, que em ltimo caso pode ser um de vers o DOS (mas lembre-se que utilizar um antiv rus DOS para reparar arquivos do Windows 95 n o o procedimento mais seguro). Varra todo o seu HD e, se poss vel, solicite o reparo dos arquivos infectados. importante saber que os antiv rus s o produzidos para reparar os arquivos contaminados, entretanto nem sempre isso poss vel. Al m disso, o arquivo pode n o ser corretamente reparado. Assim, recupera es realizadas sem nenhum procedimento preventivo s o de alto risco. Arquivos de sistema corrompidos ou apagados de forma inadvertida durante a desinfec o muitas

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vezes impedem o computador de funcionar, mesmo que antes da limpeza ele estivesse funcionando. Recupera es com discos de emerg ncia criados por softwares antiv rus costumam ser personalizados e conter backups de arquivos importantes do seu computador. Por isso, reparos realizados com tais discos s o muito mais seguros do que aqueles realizados sem esses discos. Quando um arquivo n o pode ser reparado ou mal reparado, ele pode e deve ser substitu do por um mesmo arquivo "limpo" do software original ou de outro computador com programas e sistema operacional id nticos ao infectado. Mas saiba que muitas vezes, dependendo do v rus, da extens o dos danos ocasionados pela virose e a exist ncia ou n o de backups e discos de emerg ncia, apenas algu m que realmente compreenda do assunto poder desinfectar o seu computador e tentar recuperar os arquivos. No processo de descontamina o do computador importante checar todos os seus disquetes, mesmo aqueles com programas e drivers originais a fim de evitar uma recontamina o. Para quem n o possui nenhum tipo de procedimento de preven o contra infec o vital ter, al m do disquete de inicializa o do sistema, um conjunto de back-ups contendo:

Arquivos e documentos importantes e, indispensavelmente, aqueles visados por macrov rus como os do MS Word (*.DOC e *.DOT) e MS Excel (*.XLS e *.XLT); Programas de instala o dos aplicativos e do sistema operacional.

Opcionalmente, para quem entende mais do assunto, podem ser feitos backups dos seguintes arquivos:

Arquivos execut veis (*.EXE e *.COM); Arquivos de sistema (*.SYS, *.BIN, *.DRV etc.); Arquivos *.INI e *.BAT;

Mesmo quem possui antiv rus e os disquetes de emerg ncia poder se sentir mais seguro com backups desse tipo, ainda que raramente venha a necessitar deles (muitos tens desses backups j s o feitos nos disquetes de emerg ncia). Mas para quem n o possui disquetes de emerg ncia e nem antiv rus, esse pequeno conjunto de backups e o disquete de inicializa o permitir o, desde que se possua um m nimo de dom nio no assunto, reparos de muitos danos, podendo ser a nica salva o no caso de n o termos nenhuma estrat gia

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preventiva contra infec o. Com alguma experi ncia pode-se eliminar boa parte dos v rus mesmo sem um antiv rus completo m o. Mas de qualquer forma, altamente recomend vel fazer a remo o e reparos com pelo menos um scanner antiv rus (mesmo que seja um que rode em DOS). Existem muitos programas antiv rus que podem ser adquiridos no formato shareware (vers es de uso limitado e gratuito) em sites de pesquisadores e empresas. Alguns produtores fornecem gratuitamente vers es shareware que possuem apenas o scanner e, ou algum outro acess rio, sem a op o de reparo ou remo o. Outros fornecem sharewares com todas as fun es do produto completo para um per odo pr -determinado e n o renov vel, a t tulo de "test drive" (n o adianta tentar reinstalar o programa para "ganhar" mais um per odo de uso). Veja no endere o abaixo, o resultado de um estudo t cnico desenvolvido pelo CCUEC/Unicamp, sobre os principais programas antiv rus do mercado bem como os endere os para acesso s informa es dos fabricantes: http://www.ccuec.unicamp.br/solucoes/antivirus/antivirus.html

Antiv rus: instalando o guardi o

A seguir veremos passo a passo como instalar o programa antiv rus AVG Antiv rus - Free Edition da Grisoft Inc. Este antiv rus foi escolhido para exemplo, por se tratar de um programa freeware (software gratuito) para uso pessoal, o que o torna atrativo, por n o ser controlado por data de expira o do uso. Basta apenas registrar a c pia no site da desenvolvedora, em: http://www.grisoft.com/

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M os obra

Fa a download do arquivo de instala o (avg6265fu.exe) que est dispon vel no reposit rio do CCUEC, em: ftp://ftp2.unicamp.br/pub2/apoio/windows9x/antivirus/ Para usu rios externos, basta tirar o n mero 2 do endere o ftp2.unicamp.br . Execute o arquivo de instala o. Aparecer a tela de instala o com a janela de apresenta o. (figura 1)

(figura 1)

Clique em "Setup" para seguir para a janela de primeiras informa es sobre o produto(figura2):

(figura 2)

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Clique em "Next" para seguir para janela Software License Agreement (figura 3), que cont m o termo de licen a de uso do produto e clique no bot o "Yes".

(figura 3)

Na janela Personalize AVG (figura 4) ser necess rio informar o Serial Number para dar continuidade instala o do antiv rus. Para obter o n mero de licen a basta clicar no bot o Get serial number que abrir um navegador diretamente na p gina da Grisoft. Depois de feito o cadastro, ser enviado o n mero de licen a para o e-mail que voc informou.

(figura 4)

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A figura 5 mostra a janela Installation Location que informa o local onde ser o instalados os arquivos do programa antiv rus.

(figura 5)

Na tela Select Program Folder (figura 6), o programa de instala o informa onde ser o adicionados os cones e sua respectiva pasta dentro do menu Iniciar/Programas.

(figura 6)

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Na figura 7, janela "Start Copying Files", o programa de instala o disp e informa es gerais sobre o local de instala o de seus arquivos e identifica o do usu rio antes de iniciar a instala o propriamente dita.

(figura 7)

Na janela Select Options (figura 8) o programa de instala o informa quais servi os de prote o podem ser configurados. Todos devem ficar ativos como proposto pelo programa de instala o.

(figura 8)

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O antiv rus AVG disp e de um servi o autom tico de atualiza o, o FREE AVG Automatic Update (figura 9). Clique em Next para aceitar esse importante recurso.

(figura 9)

A janela Readme File (figura 10), cita o arquivo de informa es sobre o antiv rus e o manual do usu rio.

(figura 10)

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Ap s a conclus o da instala o do AVG, ser solicitada a reinicializa o do Windows para que seu registro seja atualizado com as informa es do novo programa antiv rus (figura 11). Clique em OK.

(figura 11)

O AVG possui a caracter stica de atualiza o autom tica. um sistema que permite indicar um hor rio para que seja feita conex o com o servidor da desenvolvedora e possibilite o download das ltimas vers es de atualiza o. Pode-se optar ainda por atualizar o antiv rus manualmente, basta clicar no bot o Update Now, da guia Update Manager do AVG Control Center. (figura 12)

(figura 12)

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Sites Relacionados:

- Grisoft Inc. AVG Antiv rus System - http://www.grisoft.com

- Network Associates Mcafee VirusScan - http://www.nai.com/international/brazil

- Symantec Norton Antiv rus - http://www.symantec.com.br

- SplitNet - http://www.splitnet.com

CCUEC / Help Desk :

Atendimento: de 2 6 , das 14:00 s 17:00 Ramal: 82216 - Direto: 37882216 e-mail: apoio@ccuec.unicamp.br

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Carlos Alberto
08/04/2008

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