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•deve ter pia com torneira;

•deve ter interruptor exclusivo para cada equipamento elétrico;

•deve ter arejamento e iluminação adequados, evitando a incidência de luz solar direta; e

•deve ter entrada e saída independentes, se possível.

Além disso, a sala de vacinação deve ser mantida em condições de higiene e limpeza e ser exclusiva para a administração dos imunobiológicos.

Observação:

•Nos locais onde há grande demanda, utilizar duas salas com comunicação direta, uma para a triagem e a orientação da clientela e outra para a administração dos imunobiológicos.

Sala de Vacinaçªo

Figura I-1 - Fluxo bÆsico da sala de vacinaçªo

FUNASA - agosto/2001 - pÆg. 52

2.1. Equipamentos e materiais bÆsicos 2.1.1. Equipamentos

•Bancada ou mesa para preparo dos imunobiológicos; •Refrigerador para conservação dos imunobiológicos;

Observações:

•O refrigerador, de compartimento único, deve ter capacidade mínima para 280 litros, aproximadamente. •Quando necessário, utilizar dois refrigeradores: um para os imunobiológicos em estoque e outro para os produtos que serão usados no dia de trabalho.

•Os dois equipamentos podem ser substituídos por um refrigerador fabricado especialmente para conservar os imunobiológicos na temperatura adequada, tanto os que estão em estoque como os de uso no dia de trabalho. •De modo geral, utiliza-se a caixa térmica para conservar os imunobiológicos que serão usados no dia de trabalho.

•Fichário ou arquivo; •Mesa tipo escrivaninha com gavetas;

•Cadeira (três no mínimo);

•Suporte para papel toalha;

•Armário com porta para guarda de material;

•Bandeja de aço inoxidável (grande, média e pequena);

Observação: •Os móveis e as portas da sala de vacinação são pintados, de preferência, com tinta a óleo.

2.1.2. Material de consumo

•Bandeja plástica perfurada;

Observação: •Quando a bandeja plástica perfurada não estiver disponível adaptar porta-talher de plástico.

• Gelo reciclável.

Observação: •Quando o gelo reciclável não estiver disponível adaptar usando gelo em sacos plásticos.

•Garrafa plástica com água; •Caixa térmica para a conservação dos imunobiológicos nas seguintes situações: −no dia-a-dia da sala de vacinação;

FUNASA - agosto/2001 - pÆg. 53

−no caso de falhas na corrente elétrica; −para a vacinação extramuros (intensificação, campanha e bloqueio); e

−para o transporte de vacinas.

•Álcool a 70% para situações excepcionais (vacinação em zona rural e em ambiente hospitalar); •Algodão hidrófilo;

•Recipiente para algodão;

• Serrinha;

•Seringa descartável, nas seguintes especificações:

−de 1 ml, tipo tuberculina graduada em centésimos de mililitros, acoplada com agulhas 13x3,8 ou 13x4,0 ou 13x4,5 dec/m (comprimento em milímetros - m x diâmetro em decamilímetros – dec/m);

−de 2 ou 3 ml, com graduação de 0,1 ml e numeração a cada 0,5 ml;

−de 5 ml, com graduação de 0,2 ml e numeração a cada 1 ml (diluição); e

−de 10 ml, com graduação de 0,2 ml e numeração a cada 2 ml (diluição);

•Agulha descartável para: −uso intradérmico: 13x3,8; 13x4,0; 13x4,5;

−uso subcutâneo: 13 x 3,8; 13x 4,0; 13 x 4,5; 20 x 5,5 e 20x6,0;

−uso intramuscular: 20x5,5; 20 x 6,0; 25x6,0; 25x7,0 e 30x7,0;

−uso endovenoso: 25x7,0; 25x8,0; 30x7,0 e 30x8,0; e

−diluição: 25x8,0 e 30x8,0.

•Campo plástico (50x50 cm), de preferência oleado, para forrar o local de preparo do material quando da vacinação extramuros;

•Copo descartável para proteger as vacinas;

•Recipiente com paredes rígidas para desprezar seringas e agulhas descartáveis (caixa especial para coleta de material perfurocortante);

•Papel toalha;

•Depósito para lixo comum, com tampa;

•Saco plástico para lixo, descartável;

Observação: •O saco plástico é de cor branca para o lixo hospitalar e de outra cor para outros tipos de lixo.

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