Métodos de regeneração na recuperação de nascentes

Métodos de regeneração na recuperação de nascentes

(Parte 1 de 6)

INCONFIDENTES-MG 2009

Monografia apresentada, como pré-requisito de conclusão do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul de Minas Gerais, Campus Inconfidentes.

Orientadora: Lílian Vilela Andrade Pinto

INCONFIDENTES-MG 2009

Data de aprovação:de_________________________2009.

Doutora Lílian Vilela Andrade Pinto

(Orientadora)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul de Minas Gerais, Campus Inconfidentes.

Mestre Marsal Luís Alberti

(Convidado)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul de Minas Gerais, Campus Inconfidentes.

Doutora Verônica Soares de Paula Morais

(Convidada)

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul de Minas Gerais, Campus Inconfidentes.

Aos meus pais Celso Isaac e Marlene por tudo que representam em minha vida a razão pelo qual cheguei ate aqui. Pessoas pelas quais não tenho palavras para descrever a importância em minha vida, meus heróis simplesmente os amo. A minha sobrinha Natasha por tanto ter me ajudado nos trabalhos de campo, pessoa esta que tem em seu coração a beleza e carinho de um anjo.

Agradeço a Deus por ter me dado força e persistência para vencer mais este desafio. Agradeço a minha santa de devoção Nossa Senhora Aparecida que não me desamparou em momento algum dando sempre coragem e ouvindo sempre meus pedidos nas horas de aflição.

Agradeço a meu pai pois sem ele este trabalho não teria sido realizado, pois me amparou e ajudou em todas estas etapas dando idéias, explicações ou então somente pela companhia nos trabalhos de campo.

A minha mãe por estar sempre me amparando e acompanhando nas minhas decisões e frustrações, e por estar sempre ao meu lado nem que por pensamentos, pois mãe nunca esquece de seus filhos.

muito obrigado

Agradecimento todo especial a minha sobrinha Natasha, pela ajuda em todas as anotações de campo deste trabalho durante os doze meses sem falhar um dia, agora ficando na memória os lanches na sombra do assa-peixe, as risadas das palavras mal entendidas, em fim dos momentos bons que passamos neste período, onde voltei a sentir o prazer de ser criança, fica aqui o meu

Ao meu noivo Fábio Veiga pela compreensão e paciência durante os momentos difíceis e pelo apoio e companheirismo nos momentos bons e nos momentos não tão bons assim

A meu irmão Nagib por ter concedido que este trabalho fosse realizado em sua propriedade, e a sua esposa Nídia por tantos almoços e a suas filhas Natália e Natasha pela ajuda.

A minha irmã Viviane por tanto ter me ajudado com o manuseio do “bendito” computador.

Agradeço ao Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia Sul de Minas Gerais-

Campus Inconfidentes, pela oportunidade de realizar o curso, Tecnólogo em Gestão Ambiental.

A professora Lílian Vilela Andrade Pinto, pela dedicação na orientação, paciência, colaboração e incentivo e principalmente por acreditar em mim.

Ao professor Laércio Loures pela paciência em identificar as espécies de plantas e sementes e também pela doação de uma parte dessas sementes para que pudesse realizar este trabalho. Ao professor Jamil de Morais Pereira, no auxilio das analises de qualidade de água.

Ao professor Marçal Luís Alberti, e a professora Verônica Soares de Paula Morais por aceitarem a participar da banca de defesa.

Ao professor Oswaldo Francisco Bueno, pela ajuda na analise de solo. As amigas, Marilia, Daniela, Roberta por tanto terem me ajudado nestes três anos de curso.

Aos amigos Milson, Renato, Mauro e Iteane, pela ajuda nas mais diferentes maneiras como, apoio nos materiais escritos, moral e laboratorial.

A todos os amigos que fiz ao longo desta caminhada, Getúlio, Breno, Bruno Bonetti,

Mayron, Ramon, Diego, Tialis, Pedro, Leandro, Lívia. A todos os professores que passaram em meu dia-dia estes três anos.

LISTA DE TABELAV
LISTA DE FIGURAVI
RESUMOIX
ABSTRACTX
1. INTRODUÇÃO1
2. OBJETIVO3
2.1 Objetivo geral3
2.2 Objetivos específicos3
3. REFERENCIAL TEÓRICO4
3.1 Nascentes4
2.2 Classificação de nascentes5
3.3 Vazão6
3.4 Mata ciliar6
3.5 Semeadura direta8
3.6 Plantio de mudas8
3.7 Plantio de plântulas9
3.8 Regeneração natural9
3. 9 Espécies de preenchimento e de diversidade10
3.10 Qualidade da água: parâmetros biológicos1
4. MATERIAL E MÉTODOS13
4.1 Caracterização da área13
4.2 Recuperação da área15
4.2.2 Regeneração artificial16
4.2.2.1 Semeadura direta16
4.2.2.2 Plantio de mudas18
4.2.2.3 Plantio de plântulas23
4.3 Monitoramento dos parâmetros silviculturais da regeneração artificial23
4.4 Avaliação da qualidade da água24
4.5 Avaliação da vazão das nascentes25
4.6 Monitoramento da fauna26
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES27
5.1 Plantio de mudas27
5.1.1 Porcentagem de mortalidade das mudas nas linhas de plantio27
5.1.2 Porcentagem de mudas replantadas nas linhas de plantio28
5.1.3 Crescimento em altura das espécies clímax29
avaliação30
5.1.5 Espécies clímax que tiveram redução no crescimento em altura31
5.1.6 Espécies clímax que se destacaram em altura ao longo de 1 ano de avaliação32
5.1.7 Crescimento em altura das espécies pioneiras3
avaliação34
5.1.9 Espécies pioneiras que tiveram redução no crescimento em altura35
5.1.1 Crescimento em diâmetro a altura do solo das espécies clímax36
avaliação para a 12ª avaliação37
38
longo de 1 ano de avaliação39
5.1.15 Diâmetro a altura do solo das espécies pioneiras39

4.2.1 Regeneração natural ..................................................................................................... 15 5.1.4 Diferença do crescimento em altura das espécies clímax da 1ª avaliação para a 12ª 5.1.8 Diferença do crescimento em altura das espécies pioneiras da 1ª avaliação para a 12ª 5.1.12 Diferença do crescimento em diâmetro a altura do solo das espécies clímax da 1ª 5.1.13 Espécies clímax que tiveram redução no crescimento em diâmetro à altura do solo 5.1.14 Espécies clímax que se destacaram em crescimento do diâmetro a altura do solo ao I

avaliação para a 12ª avaliação40
solo41
de 1 ano de avaliação42
5.1.19 Diâmetro de copa das espécies clímax42
para a 12ª avaliação43
5.1.21 Espécies clímax que tiveram redução no crescimento do diâmetro de copa4
avaliação45
5.1.23 Diâmetro de copa das espécies pioneiras46
avaliação para a 12ª avaliação46
5.1.25 Espécies Pioneiras que tiveram redução no crescimento do diâmetro de copa47
avaliação48
5.2 Semeadura direta49
5.2.1 Percentual de covas germinadas das semeaduras do período seco e chuvoso49
período seco e chuvoso50
período seco (2/03/2008) e chuvoso (2/1/2008)51
5.3 Transplantio ou repicagem52
5.3.1 Pegamento de mudas transplantadas após 30 dias do transplantio52
5.3.2 Taxa de sobrevivência das espécies transplantadas52
5.3.3 Regeneração natural53
5.4 Avaliação da qualidade da água54
5.5 Avaliação da quantidade de água5
5.6 Avaliação da fauna local56

5.1.16 Diferença do crescimento em diâmetro a altura do solo das espécies pioneiras da 1ª 5.1.17 Espécies pioneiras que tiveram redução no crescimento em diâmetro à altura do 5.1.18 Espécies pioneiras que se destacaram em diâmetro a altura do solo (DAS) ao longo 5.1.20 Diferença do crescimento em diâmetro de copa das espécies clímax da 1ª avaliação 5.1.2 Espécies clímax que se destacaram em diâmetro de copa ao longo de 1 ano de 5.1.24 Diferença do crescimento do diâmetro de copa das espécies pioneiras da 1ª 5.1.26 Espécies pioneiras que se destacaram em diâmetro de copa ao longo de 1 ano de 5.2.2 Percentual de covas germinadas por grupo ecológico durante as semeaduras no 5.2.3 Percentual das espécies germinadas por grupo ecológico durante as semeaduras no I

7. BIBLIOGRAFIA59
ANEXOS64

6. CONCLUSÃO....................................................................................................................... 57 IV

semeadura (PS)17
comum e grupo ecológico18
TABELA 3. Espécies que foram catalogadas no local antes e durante a avaliação56

TABELA 1. Espécies utilizadas na semeadura direta seguidas da família, nome comum (NC), grupo ecológico (GE): pioneira (P) e clímax (C), tratamento de dormência (TD) e do período de TABELA 2. Espécies utilizadas no plantio de mudas seguidas da família, nome científico, nome V

FIGURA 1: Croqui da área14
FIGURA 2: Croqui dos métodos de recuperação15
FIGURA 3: Parte da área a ser recuperada pelo método de regeneração natural16
FIGURA 4: Sementes utilizadas na semeadura direta16
FIGURA 5: Preparo do terreno e distribuição das mudas21
FIGURA 6: Modelo de plantio adotado na recuperação por plantio de mudas21
FIGURA 7: Replantio e manutenção do plantio2
FIGURA 8: Transplantio: A) Local da semeadura; B) Local do transplantio23
FIGURA 9: Analise laboratorial de água24
FIGURA 10: Ponto de monitoramento de vazão26
FIGURA 1: Mortalidade de mudas em porcentagem nas linhas de plantio28
FIGURA 12: Replantio de mudas em porcentagem nas linhas de plantio29
avaliação30
avaliação31
FIGURA 15: Espécies clímax que se destacaram em altura ao longo de 1 ano de avaliação32
12ª avaliação34
12ª avaliação35

LISTA DE FIGURA FIGURA 13: Espécies clímax que apresentaram crescimento em altura da 1ª avaliação para a 12ª FIGURA 14: Diferença do crescimento em altura das espécies clímax da 1ª avaliação para a 12ª FIGURA 16: Espécies pioneiras que apresentaram crescimento em altura da 1ª avaliação para a FIGURA 17: Diferença do crescimento em altura das espécies pioneiras da 1ª avaliação para a FIGURA 18: Espécies pioneiras que se destacaram em altura ao longo de 1 ano de avaliação...36

avaliação para a 12ª avaliação37
avaliação para a 12ª avaliação38
longo de 1 ano de avaliação39
40
avaliação para a 12ª avaliação41
ano de avaliação42
FIGURA 25: Diâmetro de copa das espécies clímax na 1ª avaliação e na 12ª avaliação43
para a 12ª avaliação4
avaliação45
FIGURA 28: Diâmetro de copa das espécies pioneiras na 1ª avaliação e na 12ª avaliação46
avaliação para a 12ª avaliação47
avaliação48
(2/03/2008) e chuvoso (2/1/2008)49
período seco (2/03/2008) e chuvoso (2/1/2008)50
período seco (2/03/2008) e chuvoso (2/1/2008)51
FIGURA 34: Pegamento de mudas transplantadas após 30 dias da repicagem52
FIGURA 35: Taxa de sobrevivência das espécies transplantadas53
FIGURA 36: Regeneração natural54

FIGURA 19: Espécies clímax que apresentaram crescimento em diâmetro a altura do solo da 1ª FIGURA 20: Diferença do crescimento em diâmetro a altura do solo das espécies clímax da 1ª FIGURA 21: Espécies clímax que se destacaram em crescimento do diâmetro a altura do solo ao FIGURA 2: Diâmetro a altura do solo das espécies pioneiras na 1ª avaliação e na 12ª avaliação. FIGURA 23: Diferença do crescimento em diâmetro a altura do solo das espécies pioneiras da 1ª FIGURA 24: Espécies pioneiras que se destacaram em diâmetro a altura do solo ao longo de 1 FIGURA 26: Diferença do crescimento em diâmetro de copa das espécies clímax da 1ª avaliação FIGURA 27: Espécies clímax que se destacaram em diâmetro de copa ao longo de 1 ano de FIGURA 29: Diferença do crescimento do diâmetro de copa das espécies pioneiras da 1ª FIGURA 30: Espécies pioneiras que se destacaram em diâmetro de copa ao longo de 1 ano de FIGURA 31: Percentual de covas germinadas durante as semeaduras no período seco FIGURA 32: Percentual de covas germinadas por grupo ecológico durante as semeaduras no FIGURA 3: Percentual das espécies germinadas por grupo ecológico durante as semeaduras no VII

FIGURA 38: Vazão na estação seca e chuvosa do ano5

FIGURA 37: Avaliação da qualidade da água..............................................................................5 VIII

O presente trabalho teve como finalidade avaliar o desenvolvimento silvicultural das espécies sob diferentes métodos de regeneração artificial (plantio de mudas, transplantio de plântulas e semeadura direta no período seco e chuvoso) e regeneração natural na recuperação de duas nascentes e os benefícios e vantagem que essa recuperação traz ao ser humano sob os aspectos hídricos, flora e fauna, ou seja, avaliar qual o melhor método para a recuperação de áreas degradadas pelas diversas ações humanas ou naturais. Para isso foram monitorados a porcentagem de covas com plântulas emergidas da semeadura direta realizada no período seco e chuvoso; o desenvolvimento das mudas em altura, diâmetro de copa e diâmetro a altura do solo; a sobrevivência das plântulas transplantadas; o desempenho da regeneração natural; a quantidade e a qualidade da água ao longo da recuperação; a fauna local ao longo da recuperação. Como principais resultados e conclusões tem-se que o desenvolvimento das mudas foi satisfatório, sendo mais rápido quando se plantou mudas de boa qualidade e da espécie adequada para a área em questão; a semeadura direta deve ser realizada no período com maior umidade possível, ou seja, na época das águas, onde a germinação das sementes e a sobrevivências das plântulas foram maiores; a taxa de sobrevivências das plântulas transplantadas foi alta (78%) sendo então uma alternativa para o produtor recuperar áreas degradadas com baixo custo; dentre as três técnicas de regeneração artificial a que apresentou desenvolvimento mais rápido foi o plantio de mudas; a regeneração natural é viável, desde que no local não existam plantas invasoras agressivas, pois podem assim dificultar a regeneração e conseqüentemente levando muito mais tempo para as possíveis melhorias do local; a qualidade da água deve ser avaliada por análise completa por ter apresentado presença de mesófilos e continuar sendo monitorada ao longo da recuperação para verificar a eficiência da recuperação na melhoria dessa qualidade; a vazão deve ser monitorada continuamente para verificar o efeito da recuperação na infiltração e evapotranpiração; e a fauna do local não apresentou entrada de novas espécies.

Palavra chave: Plantio de mudas, semeadura direta, transplantio de plântulas, regeneração natural.

The present work aims to assess the development of different species under different artificial regeneration metods (planting of new plants, new palnting and direct planting of seeds in the wet and dry seasons) and natural regeneration in the recovery of two water sources and the benefits that this recovery brings to humans under the water aspects of flora and founa, in other words, assessment of the best method for the recovery of degraded lands by diverse human and natural actions. Aiming towards this, the percentage of plants that have emerged from the land under direct planting have been monitored during wet and dry seasons, the development of the plants in height, diameter and survival of the transplanted plants, the performance of natural regeneration, quantity and quality of water and local fauna along the recovery path. The main results and conclusions show that the development of the plants was satisfactory, occuring more rapidly when good quality species of plants were inserted in the defined area. The direct planting must be realized during the period of greater humidity, in other words, the period of rain, during which the germination of the seeds and the survival of the plants was high (78%) representing, hence, an alternative for the producer to recovery the degraded lands with low cost. Among the tree techniques of artificial regeneration of plants the fastest development has ocurred with the direct planting of new plants, the natural regeneration is viable provided the inexistance of invasor plants as they may compromise the regeneration leading to greater time for improvements in the site. The quality of the water must be realized by complete analysis for having presented the presence of mesofiles and should continue to be monitored throughout the recovery period to verify the eficiency of the recovery. The flow must be monitored continuously to verify the efect of recovery in the infiltration and evapotranspiration, and local fauna never presented the entry of new species.

Key-Words: Planting of new plants, direct planting, transplanting of plantules, natural regeneration

1. INTRODUÇÃO

Estudo da Embrapa indica que, apesar do desmatamento dos últimos 30 anos, o Brasil é um dos países que mais mantém sua cobertura florestal original. Se o desflorestamento mundial persistir no ritmo atual, o Brasil deverá deter, em breve, quase metade das florestas primárias do planeta. Na maioria dos países a defesa da natureza é fenômeno recente, já, no Brasil vem de longas datas desde o século XVI (MIRANDA, 2007).

O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do mundo e por isso chama muita atenção dos pesquisadores mundiais, coisa que muitos brasileiros não dão valor hoje, mas que um dia poderá diminuir e irá, sem distinção alguma, prejudicar a todos. Outro recurso natural que merece atenção de todos é a água, um dos recursos naturais importantíssimos para a sobrevivência do planeta, e que já está ficando escasso quanto aos parâmetros qualidade, pela poluição por resíduos industriais, agrícolas, domésticos entre outros, e abundância. A briga por água em alguns países já é fato consumado.

Os grandes desmatamentos, o uso excessivo dos solos, o grande consumo de água, enfim a utilização incorreta destes recursos naturais vem acarretando sérios problemas no planeta, ou seja, está desregulando o ciclo ambiental. Depois de longas datas de degradação ainda está em tempo de recuperar parte daquilo que foi perdido, como por exemplo, a recuperação de matas ciliares em nascentes, margens de rios e topo de morros. Estas medidas possibilitam amenizar os assoreamentos dos rios, melhorar a estrutura dos solos e a infiltração de água destes solos para recarga do lençol freático, absorver o dióxido de carbono entre tantos outros benefícios.

A recuperação das nascentes pode ser pelos métodos de regeneração natural ou artificial.

A regeneração natural consiste na dispersão natural das sementes e recrutamento das mesmas, já a regeneração artificial necessita da intervenção do homem e pode ser realizada por plantio de

matas próximas à área a ser recuperada

mudas produzidas em viveiro, por semeadura direta e por transplantio de plântulas coletadas em 2

2. OBJETIVO

2.1 Objetivo geral

(Parte 1 de 6)

Comentários